NATAL PRESS

○ Remoto ponto de exclamação ora que disfarçado de pergunta, ´´Cadê o meu Super Salário?``, com aquele esquecido também pelo meu eternamente e subnegado de equipe patronal trabalhista, seria pouco para tanta homenagem falar a esta hora do dia. Por hora, do orquestrado musical ´´Alegria, Alegria``, somente na cabeça dos foliões de governo prestes a reencarnar novo mandato, juntamente pegando carona nos carros das alegorias carnavalescas anuais que continuam desfilando. Mas não falemos – salvo condutas – da ´´Marchinha do Mensalão Reembolsado`` que não veio para a Praça Castro Alves. Que do Pré, Pós (Pago?, na próxima fatura), o durante e o depois, hã? E inclua-se isso nos autos: Uma bela força de expressão equivale sempre à uma bela força de impressão, certo?

○ Passa a régua. X-enredo de um lado na cabeça de uns e de outros de embalo, aquele da maionese Cica costumeira e de quantos mais havemos de conferir ao final do expediente... é vero, que durante o jogo de mudanças e ações tudo ocasiona sempre no resultado da adaptação. Acreditemos, companheiros, digo, irmãos. Agora quanto ao levanta-te e anda (senão pelo menos engatinha) isso requer algum tipo de esforço físico. Para manter-se bem conectado é batata. Em rede e de olho no mouse. Já no quesito ´´curtição`` remonta improváveis um milhão de amigos virtuais. O que para começar basta copiar e colar, dissemos. Ou que pelo menos você tente, invente aquela frase de alinhamento diferente e naquele copy que está ao seu pleno dispor. ´´Eu te recriei, só pro meu prazer``, alguém deve ter cantado isso logo em seguida do rei vegetariano Roberto ir vender o tal boi direto do produtor/consumidor. Caiu na rede é como dizer que o céu foi somente do avião.

○ Cheio de nove oras, eu? Se não vendemos o peixe, vendemos o pecado da carne. Pedir o café da manhã para nós dois, só se for no Mc Hamburgão. Free boi. Na ´´faixa``. Mesmo que seja daquela de segunda normalmente servida às terças para melhor passar goela abaixo. Portanto, e por hora, au revoir, Tony (ih)Erramos, no espeto e ao seu bom gosto ocular. E no que, tirar ´um a mais`, por fora, em épocas de tempos remotos, tempos bicudos, de auto biografias inacabadas, ao papo firme Tremendão e de novo ao riso curto, meio que tosco... Bye, mora``.

○ Viramos o disco de vinil, o inesquecível Long Play? O CD Alternativo?, para ver se a música tocada de trás para frente surta algum renovado tipo de ruído? Vá! Escassez de assunto não é apenas privilégio da grande massa que sai às ruas para protestar centavos e anseia ir às urnas (?) na ´´mor`` expectativa de sonoros e risonhos dias melhores. Quiçá, sabemos quem sempre fica com o prejuízo e não precisamos de oportunos tira teimas de noticiários pertinentes em parceria com os menos gaguejantes. Mas, não custa autografar no canhoto da comanda, que de tudo isso ainda não é fim. Reis do camarote surgem aos montões até na oferenda da Cidra.

○ Por outras palavras – até que encobertas –, e por via das dúvidas (ei-las aí novamente à boa época da nossa dentadura postiça), como também do abre alas que acabou de passar e do ´´sempre livre`` que podemos arriscar naquilo que se encaixa bem, bye! E nada de ninguém ´´estomagar-se`` frente aos sofás de rodinha quanto ao que possa significar demais enredos criativos – de autor noveleiro para autor noveleiro. Onde o entornar do ´´Viracopus`` e do mata fome (zero) é uma constante. ´´Aonde é que foram parar os meus milhões de dólares, Dolores?`` Na conta do Dirceu, é?...

○ Visto às claras e às neves que em dias de apagão não vou chorar mais pelo gelo derretido com as pedras encalhadas no meio do caminho, de tabela batemos recordes. Assinale. Sujeito(s) oculto(s) e indeterminado(s), circulando atônitos, atarefados, endereçamos na bula lá do rico reinado de Reilândia City. Admita-se, desde ontem, com ciscos e mais ciscos impregnados no canto do olho e nada à parte das ensaiadas pesquisas, dos gabaritos eleitorais, que entram em cena. Por certo com aquilo e o que mais possa surgir após uma pacata vírgula, que ninguém dava nada por ela! Só não me adiantem agora um outro tom da palavra e se não for pedir demais, no fiado, nem pensar!

PS.: Ah! Quase ia me entregando novamente ao mundo dos esquecidos do que adicionei na lista dos meus preferidos via-Net. Desse jeito! ´´Diz-me com quem tenho andado esses anos todos – ou pelo menos aponta – que eu te mostro o tamanho do prejuízo. Desde a bonança ao longo período da mais pura escassez``.

Celso Fernandes, jornalista, poeta e escritor, autor de ´´As duas faces de Laura``, ´´O Sedutor``, Sonho de Poeta`` (Ed. Edicon), entre outros. Colunista de Moda, Cultura & TV. Assessoria de Imprensa.
Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
http://celsocolunista62.wordpress.com



Twitter