NATAL PRESS

Sopapos inovadores de governo de um lado, ricochetes nada surpreendentes de outro para o pleito que se aproxima (ora, e como se nunca eles quisessem se aproximar do milagre da terra, das alianças, dos reais que nascem em árvores quitandeiras pessoais, por mais insustentáveis que sejam), isso é veros(símil)! Porém, vale uma brecha do que lapidei na semana, em LETRAS GARRAFAIS, numa disputada rede de kkk´s e de tamanhas ´curtições`, no labirinto do pai-Google?

Assim. ´´Tão vasto é o mundo e tão cheia de oportunidades é a vida, mas que, infelizmente corremos o riso de permanecer nela – ou sair – sempre de mãos abanando´´. E quando a lembrar das voltas que a vida dá e de quantas damos, normalmente, em volta do parafuso, todo cuidado é pouco para não emperrar. Pois, uma vez quando emperra, emperra e aí se estamos sendo filmados quem sabe para o vox popoli ou apenas para a pegadinha do dia. Trágico, porém, elementar, não, Sam!

Abre o leque e acalmem-se, que de tudo isso ainda não é o fim da grande picada. Nada de pânico ante o plasma da tevê! Repetir o erro de oito anos atrás, juntado a estes, por exemplo, é gostar de gastar fichas no mesmo cavalo à reta de chegada, mas, que está ganhando somente pelo nariz. Aspas. Do meu futuro e próspero talking show a ser lançado no rol dos inéditos, ´´Pra quem você frita o pastel?``, isso passa da lentidão da originalidade do assusto até dentro da fé que hoje remove (e locomove) altos valores. A cópia, como sempre, vence o seu criador. Simbólicas à deriva e à todo tempo, se as andorinhas voltaram, as ´´vaquinhas`` (incluindo aquelas de arrecadações) essas vivem pastando, ruminando no campo, ansiando por clicks e mais cliks em sites. Por demais, esses, no bravo despejo e à espera de fundos e mais fundos. Exatamente quando, de laços, picuinhas e reviravoltas que a vida tanto dá aos trejeitos e mímicas de vossas excelências ao melô de sessões extraordinárias, alhures Suplicy. Quando, nesse levanta (e anda), até Lindberghs & Farias começam a voltar à luta. Na dúvida, recorra. Chame o Jérôme Valcke para as vistorias. Concentre-se em adivinhar o nome do jogo. Do cravo que desprezou a rosa por um punhado de pixers assim...

E como por vias e cargas d´água em época de seca a ressaca eletiva também continua – favor não perder o degrau das boas intenções para com a nossa presidenta deveras ascendente do Lula-lá – , os simpatizantes que não reciclem tanto o verbo com o tal do adjunto separado. Porque ao povo, ora, ao povo, sirvam os brioches da sobra instalada no Mc Freezer Feliz da cesta básica passada. Bem passada, grife-se isto ao que ´´Jesus te chama``. Com ou sem varizes, que fique mais claro ainda!

Mais relaxamentos no círculo mensaleiro genuinamente correto? Bolas! (Furadas e que por sorte do escanteio categoricamente batido) Se assim o for, também algo que pela ´´Lei dos Improváveis versus Os Contras Rebaixados nas Pesquisas``, esses não causarão tamanhos rumores por mais ou menos uns quinze dias na liderança dos escândalos de noticiários. Eles somem por um tempo – mas não por muito tempo! – o eleitor-avalista esquece, ganha um agrado virtual e, nada surpreendente por essas bandas, como no pitar do sal grosso – ao bom do gosto da palavra – a vida política segue seu curso. Claro, e do salutar paladar palaciano do rico reinado de Reilândia! Como sempre o foi...

– Heim! Seu eu ia passar batido no controle e a perder de vista mais um capítulo da nova novela global, que, desta vez parece não ter nada a ver com a minha vida que já se tornou uma novela?(Uma rede de intrigas?) ´´em família`` (aos ataques de nervos?), ora essa! E não é que alguns personagens voltaram renovados. Direto dos Estúdios do Projac do Tempo! Onde o clima começa a esquentar além das múltiplas calorias resfriadas. Ou seria daquelas requentadas? Não sei, sabe que eu não sei...



Twitter