○ Só para constar na paleta de ofertas do dia que adotar uma nova ´ferramenta` de trabalho – via net mania – requer, muitas vezes, que instalemos um novo aplicativo para melhor desempenho da coisa, não custar ressarcir que um vício pode nos levar muitas vezes à repetição, ao gargarejo, ao destempero no arisco da palavra. Portando, quem está na chuva trate logo de abrir o acessório apelidado de ´morcego` e para aquele que faz uso do transporte público por essas bandas, que aprenda a acotovelar-se. Mesmo que seja só no ´totózinhho``, à la Jair Bolsanaro, de outro dia. O que, de acotovelar-se, pelo menos uma vez na vida, outra na sorte, jamais estaremos livres. Acredite.

○ Uma que por ordem das instrumentais da semana, admitamos, o troca troca de juízes por questões ´mensaleiras` e de seus ´réus` bem enclausurados à deriva, então, se o Jacó do Bandolim continua tocando na mesma banda, enquanto o José (outrora também do bandolim) preferiu experimentar nova ´tropicália` ambulante, a arte de subir, pular o muro, trepar no pé de coqueiro, ora, patavinas! Encargos ou desencargos de consciência, certo modo, encontram-se sempre, dependendo do ponto de partida. Em círculos nem se fala! Quem chegar primeiro, chega primeiro e ai de qual Vossa Excelência chegar por último na corrida do saco e disser que ouve trapaça na hora da largada.

○ Agora, se por outro lado vamos maldar da mosca que deu de cara com a vidraça fechada, sem ter percebido que a porta estava aberta, isso pode significar erro de lógica, de pontaria. Os bancos não me devem nada. Pelo contrário, eu é que devo para eles que lucram com tudo. No crédito, no débito, no cartão e somente na próxima fatura. Banho de água fria vai bem a toda hora do dia. Ainda mais quando o ´marmitão` express vem servido na faixa, de bandeja. Se o fruto for uma goiaba bem polida, pode estar premiada com algum tipo de figurino animado, lembre-se logo à segunda mordida. Mas não siga isso à risca.

○ E vá! Que chorar o gelo derretido muitas vezes não leva a nada – I´m broke! (Estou duro!) – , pois, no país que de tudo tem de vasto em fartura, pobre é que somos nós além da seca do deserto e que sequer encontraram a bula para o santo remédio. I´m skint – estou o que mesmo em épocas de reais bicudos? Os chavões milagreiros das eleições já entraram em cena. E que Peter Pan que nada na terra do nunca. Os mágicos, isto sim, são esses os de nós! Tropicália. Tropicalientes. No futuro próximo, antes da Copa, quem sabe adiante o meu ´´Plano Seguro de Dívida Estendida``.

○ Crentes ou não (to be or not be) para o que mais vem por aí de forma a tapar o sol com a desempenadeira, impunidade? Em breve, projeto a passar pela Câmara e Senado de Reilândia City, nos arredores de Absulândia Brazilian Now!, o surgimento – e posterior aprovação em massa – do ´´Comitê da Impunidade Política``. Só para os veteranos em ascensão. Tanto é que ouvi dizer (caramba, tem sempre alguém dizendo alguma blasfêmia contra o governo, para melhor passar na conversa de botequim) que a preferência repetência de resolver determinadas coisinhas miúdas, que normalmente pedem pressa em prol do povo, na calada da noite, é que geram os graúdos em prol deles próprios. Se a casa caiu para alguns dia, merecendo até missa de sétimo campal, destes tal o escândalo da faixa do asfalto esburacado, blindados é que seus ocupantes continuam e não é coisa de novela global com alguém ter sido expulso de mala e cuia cidade afora. Ao quadrado.
Ah, ia me esquecendo. Círculos, pois sim, de conteúdo vicioso. Ligar, começar, copiar, colar, compartilhar...

– Garçom, passa a régua e pendura mais essa no prego que amanhã eu pago. Sem furo...

(continua)

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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