○ Por certo dizer que expressões novas surgem ao longo das primeiras horas do dia – sem dispensar aquelas que nunca saem de cena –, isso não podemos negar. Principalmente com aquelas que, automáticas, ganham alguma pitada de condimento caseiro, emocional, para dar um gostinho a mais à fração do momento. Se cair no gosto do povo, o sucesso é imediato.

○ Com essa, não vamos duvidar do filósofo matemático Platão, se o mesmo era daltônico toda ou apenas parte do dia; ou, ainda, que o Lula – algo que por sinal, estratégico, Inácio da Silva – ainda sonhe ser o líder amnésico da nossa pátria amada. Onde, claro, os filhos teus agora não fogem às passeatas (favor pular o vandalismo, a baderneira). Pois, sim, nesse ponto, quando é de se concluir que quem não chora, não desmama, sempre na voz dos nossos sapientes em ação. O que é do povo, imagina-se ao léu, pertence aos políticos bem remunerados. Alguns passando da casa dos 28 mil paus...

○ Vai vendo. Mas também vai lendo, que se essa conversa fiada tem que durar para hoje, e, como se eu não fosse prevenido nas minhas anotações feitas de tabela, prevenido, eu disse, tem que durar para depois de amanhã. Quem guarda, obtém! E se as pesquisas eleitorais já estão aí para torrar o tempo do ´´tele-eleitor``, tudo (idem) depende de quem seja o pivô da história dentro do país rico onde falta tudo. As pesquisas não desenganam, lembre-se. Menos os espiões e e-mails próprios.´´Enquanto o bode assa o feijão cozinha, verdade?`` Porém, não exatamente nessa ordem. Se quiser mudar, mude. Do contrário basta seguir a regra em dó maior.

○ Tal qual o nosso (?) também amnésico seletivo persista em fazer sinal de positivo, imaginando-se ainda o ´´Cara da vez``, por que não adicionarmos um breve: ´´na pressa e praticidade da coisa, não precisamos mais ensinar o sujeito a pescar na vara curta. Basta indicar o endereço de uma boa peixaria que pode ser uma boa saída. De preferência aquela que seja do bairro``. E vá! Call center de cirurgia plástica agora pode ser o indicativo mesmo via Alexander Graham Bell e Ipode. Já se o meu salário mínimo, persistente na fase da Lua Minguante, só não tenho direito à greve por prestar serviços a quem. Greve, aliás, somente aquela (de fome) e que faço por livre vontade. Imprópria, né! E com direito à soltura de fogos sem artifícios. Do meu passe livre, resta somente o preso. Sopapos de governos, isto sim, quando tudo vai do feitio da mola do divã do Freud esquecido, e obrigado por perguntar de caneta, papel e lápis borracha em mãos.

Pois, (do conclusivo inconclusivo que ora queria ter intitulado) mas não sem maldade em responder que muitos são os chamados para prestar esclarecimentos – de pegadinhas da rede Internet que é só para atrair a atenção do tudo a nada fazer além do Domingão etecetera e tal, o chaveirinho do ´´João Kleber`` vem de brinde, ou na bombástica da sorte dos chifres de quem não reclama – e poucos ´deles` são os recolhidos para dar o exemplo, então, se errar uma vez, vá lá. Duas, bom, dá direito a cotovelada nível observação, exclamação. Caindo na casa dos três significa obedecer a regra. Por sorte é que alguns eventos desses acontecem de maneira diversa. Seja entre o caótico, simbólico e a esquecida carótida, que constantemente fazemos da veia esquecida.

– Pensa rápido. Ligar, suspender, apagar. Reiniciar... O que pode muito bem tornar-se um grande (re)começo do acima/abaixo assinado. ´´Insertei`` ou não ´´insertei`` a coisa?

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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