NATAL PRESS

○ Só para confirmar nos ´autos` e nos baixos que para se escrever um livro tem que se ter ossos pesados no trabalho, e que o sucesso muitas vezes anda à galope ao nível manso... Subir a escada da fama, bom – não importa qual, mesmo aquelas estilo caracol, de vidro, madeira, ´empurra bêbado`, ou, na forçada da hipotenusa, tipo ´por quanto tempo vamos esperar` (a confecção da mesma), vale a atenção do não tropeçar. Uau! Toda a atenção! ´´Técnica do Esquecimento``, em pleno treinamento, com ou sem quórum, monólogo no púlpito, é só entre as tais vossas excelências, trabalhando aceleradas. Exceto ao Suplicy que dispara todas.

○ Resultados imediatos que não passem solitários pelo vão magnético da fechadura, persistir, muitas vezes, requer paciência. Muita paciência. Claro, além dos bravos que vão à luta. Em passeatas noturnas nem se fala. Algo assim. Menos informal e incrédulo do que antes (que oscilações positivo/negativo são pólos sempre frequentes em nossas vidas, não tem como mudar), vá lá, ´´se ficar o bicho pega, se for correr é perna para quem te quero mesmo``. Principalmente em épocas atuais, quando afirmam que CRESCEMOS. Um tantinho desse jeito, mas crescemos também ao curso de risadas feitas normalmente à distância, aquelas por conta da esforçada equipe da ´´Câmara dos Camuflados de Reilândia City``, onde o voto aberto agora é unanimidade. Secreta mas é.

○ Reprise da bola de cristal? Enfim, idem, (de)crescemos! E se o mímico ministro da nossa ´´Boa Esperança e Vontade Conjunta``, então previu, vamos compartilhar. Agora se continuamos na mesma linha de dureza trabalhista, não importa. Pois o momento é único, exclusivo, apontam os gráficos. Detalhe: Só não empurrem o burro ladeira abaixo, que ele não tem nada a ver com essa história. Quanto menos cutuquem o bolo antes da hora que pode estar ainda meio que crú. Adianto na prévia do assunto. Ou seja, para crescer – na voz do bom ranzinza formado por experiência que sou/estou deste lado da berlinda – e só não precisamos mais puxar tanto o saco de ninguém para fazer merecer do grão que não enche o papo. Supostamente, não. E tome de brinde um outro ´´Nossa, mas o que é isso?`` ora distante do ´´para nossa alegria``. O melhor sempre está por vir no desafio contínuo do ´´quando``? Quem sabe pós fato, pós próximo, durante, alhures e de mandato!

○ Como dizer de frases soltas que ajudam a fazer funcionar os prótons nêutrons com a sobra dos ativos, o Neutrox pouco importa no quanto contribui e já que o cenário em que nos encontramos não seja (de todo) um coqueiro iluminado, com um candeeiro (pouco iluminado, há quem duvide) tudo pode estar de bom tamanho no país dito como rico, sem miséria, sem pobreza etc.. Talmente ordenando a lei da gravidade do que vem de baixo nunca vem de cima, e ademã e de leve, pois, uma vez que entrei para a condição de ´´ex``, eis que... mais leve, bem mais leve, tal o CRESCEMOS, o Guidinho Mantega falou, gesticulou, assim, ó – um pouquinho –, plim, plim, só não empurrem o burro ladeira abaixo que ele não tem nada a ver com essa história. Quanto menos cutuque o bolo que pode estar ainda meio que crú pelas beiradas.

○ Ah, sim, ia me esquecendo. (ando meio esquecido das coisas) Certo em ter rastreado tempos (nada) remotos atrás, da condição vitalícia do ventríloquo, se ele tem papas na língua, que me perdoe a ousadia, terá algum deles morrido de tosse cumprida? Principalmente dentro do nosso brilhante governo que aí está? Obrando. Velando. Só não complica mais do que tinha em mente porque o GENARO VOLTOU! Deve ser por conta do efeito free ´´Dona Don`` e eu sei lá de onde ele veio. Mas que deixou a tão badalada ´´Casa`` em festa, ah, isso deixou. Teve até ´sanduba` e ´refri` baré cola, na faixa!

– Como? Que disse? Se sal grosso, ´´xô olho gordo``, reduz o besteirol caseiro? Que nada. O Genaro voltou...

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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