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Os profissionais que atuam em segurança de bancos não devem mais utilizar o whatsapp e outras mídias sociais em agências bancárias, Correios e outros estabelecimentos do gênero. A recomendação foi dada por especialistas em segurança da Polícia Federal e pelo consultor de segurança da Caixa Econômica Federal, Rosalvo Cordeiro, durante seminário sobre segurança bancária realizado neste último final de semana em Natal.

O evento, que ocorreu no Praia Shopping, contou com a participação de representantes da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Polícia Federal e especialistas em segurança da Interfort, um das maiores empresas de segurança do Rio Grande do Norte.

Segundo os especialistas que participaram do seminário, o segurança de banco tem que ficar, durante todo o seu turno, atento a movimentação dos clientes que entram através da porta giratória dos bancos.  “Há casos recentes de que o uso de whatsapp por seguranças de bancos não só facilitou, como proporcionou alguns assaltos em agências bancárias em vários estado, inclusive no Rio Grande do Norte”, revela o especialista em segurança José Reinaldo dos Santos, responsável pelo setor operacional da Intefort na região Nordeste.

Segundo ele, caberá as empresas do setor aplicar, junto aos seus funcionários, as recomendações quanto a não utilização de redes sociais nos turnos de vigilância, conforme  as recomendações do Consultor da Caixa e a própria Polícia Federal.

No seminário, os especialistas também alertaram sobre a questão de eventuais extravios de fardamentos de seguranças de bancos, outro fator que facilita a ocorrência de assaltos. É de responsabilidade do segurança de banco proteger fardas e armas, e em caso de perda realizar um boletim policial e comunicar as autoridades do setor.

O governador em exercício Fábio Dantas orientou os secretários de Administração, Infraestrutura, Justiça e Cidadania e o diretor-geral do DER a participarem de reunião na Assembleia Legislativa para tratar da aplicação dos R$ 20 milhões disponibilizados pelo Tribunal de Justiça do RN para construção de presídio.


A reunião acontece nesta terça-feira (31), na Assembleia Legislativa, quando os secretários, deputados e representantes do Poder Judiciário e do Ministério Público vão debater a melhor forma de utilizar o repasse. A intenção é prevenir problemas futuros que possam vir a retardar a conclusão das obras.


O promotor tutelar do sistema penitenciário, Antônio Siqueira disse que a iniciativa visa conferir a legalidade. “Estamos atuando para garantir a aplicação eficiente e ágil dos recursos, além de evitar que possa surgir qualquer questionamento sobre a legalidade da disponibilização da verba e a continuidade das obras após iniciadas”, explicou Siqueira.


Fábio Dantas considerou importante esta articulação para assegurar a eficiente e correta aplicação dos repasse do TJ e que a administração estadual está empenhada e atenta à utilização eficiente dos recursos. “O Rio Grande do Norte e o País enfrentam situação grave na segurança pública. Tudo deve ser feito para superar as dificuldades, inclusive este somatório de esforços que vemos, quando os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, junto com o Ministério Público e instituições como a Ordem dos Advogados do Brasil, buscam a melhor forma de utilização do dinheiro, a eficiência e a eficácia dentro da legalidade”, afirmou o governador em exercício.

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Em uma inciativa conjunta com a empresa Interfort, a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco do Nordeste do Brasil vão realizar neste sábado, dia 27, um seminário voltado para a segurança bancária, no qual profissionais que atuam na vigilância de estabelecimentos do gênero serão treinados, capacitados e orientados sobre como agir diante de situações de risco.

O evento, que ocorrerá no Praia Shopping, no horário das 8 às 12 horas, contará com palestrantes da Polícia Federal, consultores de segurança da Caixa, da Escola de Treinamento de Vigilantes, além do executivo José Reinaldo, responsável pelo gerenciamento de Operações da Interfort na região Nordeste.

O seminário terá a participação de cerca de 200 seguranças de banco, para os quais será apresentado um conteúdo sobre situações de risco ocorridas nos últimos meses em agência bancárias de todo o Brasil.

Entre os temas que serão abordados, destacam-se os seguintes: “cenário da Segurança nos dias atuais, “ criminalidade”, “eventos e ocorrências nas agências bancárias”, “treinamento operacional” e “Legislação”.

A Polícia Federal, com apoio do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (BOPE), deflagrou na manhã na manhã desta quarta feira (18) em Natal, a operação Foxhound e prendeu em flagrante, dois homens que estavam de posse de uma pistola calibre .40 e munição, além de 141 trouxinhas de crack.

Um deles é foragido da penitenciária de Alcaçuz desde o dia 16 de abril deste ano.

A ação teve lugar na comunidade Toca da Raposa, em Nova Parnamirim e aconteceu em cumprimento a dois mandados de busca e um de prisão, expedidos pela Justiça Federal, em decorrência de um inquérito policial instaurado para apurar as circunstâncias em que ocorreu um roubo a casa de um escrivão da PF no mês de abril nesta capital, quando foram levados objetos pessoais, além da sua identificação funcional e uma pistola Glock, calibre 9mm.

Durante as buscas, foi recuperado um notebook, mas a identidade e a arma do policial, pertencente ao acervo da União, permanecem em lugar ignorado, uma vez que o principal suspeito ainda não foi localizado, sendo que as investigações terão prosseguimento até a sua captura.

Indiciados por tráfico de drogas, porte ilegal de arma e munição (calibre restrito), além de receptação, os dois suspeitos presos, após submetidos a exames de corpo de delito no ITEP, permanecem custodiados, à disposição Justiça, na sede da PF, em Lagoa Nova.

(*) Foxhound é uma raça de cães utilizada para caça.

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Na tarde desta segunda-feira (16), Agentes Federais do Grupo Especial de Capturas do Núcleo de Operações (GECAP) prenderam um homem de iniciais Q.F.F., cumprindo mandado de prisão expedido pela 14a Vara Federal do Rio Grande do Norte.
O homem foi preso na residência de seus pais e não apresentou resistência. Com essa prisão já totalizam mais de seis pessoas capturadas por ordem judicial somente nesse mês de maio. O preso foi conduzido ao ITEP para realização de exame de corpo de delito e ficará preso à disposição da Justiça Federal do Estado.

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Agentes da Polícia Federal do Rio Grande do Norte participaram da operação “Terra Arrasada”, desencadeada nesta terça-feira (10) em conjunto pela Controladoria-Geral da União (CGU), Polícia Federal e Ministério Público Federal. Os agentes realizaram busca em uma residência na Rua Capitão Euclides Moreira da Silva, no bairro Nazaré e na sede do Instituto de Assessoria à Cidadania e ao Desenvolvimento Sustentável – I.D.S., localizado na Av. Amintas Barros, em Natal. Não houve prisões até o momento.

A ação tem por objetivo desarticular esquema de irregularidades e desvios na aplicação de verbas públicas federais em contratos de Assessoria Técnica, Social e Ambiental à Reforma Agrária (Ates).

A operação envolve aproximadamente 50 policiais federais e nove auditores da CGU, e abrange os Estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Os envolvidos no esquema deverão responder pelos crimes de fraude licitatória, peculato, estelionato e associação criminosa.

Fonte: SINPEF / RN

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Com 16 anos de atuação no mercado, a maior empresa de segurança privada do Rio Grande do Norte, a Interfort, está ampliando a sua expansão pela região Nordeste, abrindo uma nova filial no estado da Bahia. A empresa, genuinamente potiguar, já detém filiais nos estados da Paraíba e Pernambuco. No Rio Grande do Norte, a Interfort mantem uma estrutura operacional composta por cerca de 1.000 funcionários, que atendem aos mercados privado e público, sendo reconhecida no setor por sua especialização em segurança de bancos.

Segundo o empresário Edmilson Pereira de Assis, controlador do grupo Interfort, o processo de expansão para Bahia já vinha sendo planejado desde 2015 e atende a uma necessidade do mercado regional de contratar empresas que tenham expertise em atuar junto a bancos e a outros clientes de elevada vulnerabilidade.

Somente no Rio Grande do Norte, a Interfort é responsável pela segurança de 100 agências bancárias, entre Caixa  Econômica, Banco do Brasil e Banco do Nordeste. Já em Pernambuco, onde emprega aproximadamente 1.100 colaboradores, a empresa conta com 271 agências bancárias também da Caixa e Banco do Brasil, abrangendo todo Estado.

Além de bancos oficiais como a CEF, Banco do Brasil e Banco do Nordeste, a Interfort atende a clientes de grande e médio porte, como CONAB, Aeroporto de São Gonçalo, Prefeitura do Natal, Tribunal de Contas da União, Defensoria Pública da União, Norte Shopping, Governo do Estado de Pernambuco, Governo Federal, entre outros.

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Diante do aumento da criminalidade com o foco voltado para as agências bancárias, os profissionais de segurança privada que atuam em bancos vão ter que se submeter a curso de extensão diferenciado do que é submetido os vigilantes que trabalham na segurança de condomínios, repartições públicas ou empresas privadas de outros segmentos. Segundo o empresário potiguar e vice-presidente da FENAVIST, Edmilson Pereira de Assis (FOTO), a medida vai alterar a lei 7.102, que rege a segurança privada no País, e deverá melhorar consideravelmente a qualificação dos profissionais do setor, a exemplo do que já ocorrer com os vigilantes que trabalham em carros-fortes.

A iniciativa, que será encaminhada para a análise da Polícia Federal, foi deliberada durante reunião da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (FENAVIST), realizada em Vitória (ES), no início da semana em curso.

"O nível de estresse e a possibilidade de enfrentamento de ações criminosas, como assaltos, explosões e arrombamentos, são bem diferentes do que é vivenciado por vigilantes de que trabalham numa portaria de uma indústria ou de uma instituição qualquer. Portanto, a reciclagem dos profissionais de segurança de agências bancárias tem que ser diferenciada", explica Edmilson Pereira.

A grade curricular dos cursos de extensão para seguranças bancários prevê não só a ampliação do treinamento e quantidade de tiros, como também treinamento sobre explosivos, uma vez que a explosão de caixas de auto-atendimento é uma das modalidade de roubo mais praticadas atualmente.

Os cursos de extensão, que serão ministrados em escolas especializadas e credenciadas junto a Polícia federal, serão custeados pelo empregador.

pf/rn

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Policiais federais cumpriram nesta segunda-feira, 25/04, em Natal, a prisão de dois homens procurados pela Justiça Federal dos estados do Ceará e Rio Grande do Norte. A primeira delas foi a de um contador, 71 anos, preso em sua residência no bairro de Neópolis e condenado a uma pena de quatro anos e dois meses de reclusão, a ser cumprida em regime semiaberto. O homem responde a outros processos na JF/RN pelo mesmo tipo de crime.
A detenção se deu em razão de um mandado de prisão expedido pela Justiça Federal da Comarca de Pau dos Ferros/RN.

Já a segunda prisão do dia aconteceu quando um vendedor peruano, 66 anos, procurou o Setor de Estrangeiros da PF para regularizar a sua situação no país. Ao consultarem o sistema, os policiais verificaram que contra ele existia um mandado de prisão por crime de estelionato praticado contra a Caixa Econômica Federal expedido pela Justiça Federal da Comarca de Quixadá/CE.

De imediato, o homem recebeu voz de prisão. Ele responde a vários processos na JF/CE e forneceu endereços residenciais onde jamais foi possível encontrá-lo.
Submetidos a exames de corpo de delito no ITEP, ambos os presos estão custodiados na sede da PF, à disposição da Justiça.
 
                                                

pf/rn

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A Polícia Federal prendeu na tarde desta quinta-feira (31), em Natal, um auxiliar de cozinha, 24 anos e um autônomo, 36 anos, ambos potiguares; um comerciante paranaense, 55 anos e um motorista, maranhense, 43 anos, todos acusados de tráfico de drogas. Com eles, foram apreendidos 206 quilos de cocaína escondidos em um fundo falso na carroceria de um caminhão que vinha de Açailândia/MA.

A apreensão aconteceu graças ao trabalho conjunto realizado com outras unidades da PF no país, sendo recebido informações da Região Norte dando conta de que um carregamento de drogas estaria chegando nos próximos dias na cidade transportada provavelmente em um caminhão baú.

Os policiais então passaram a fiscalizar as principais entradas da capital e, no dia de hoje, identificaram o caminhão suspeito, quando transitava pela Av. Salgado Filho, no sentido bairro–cidade, com apenas um ocupante, mas sendo “escoltado” por um automóvel com três homens no seu interior.

Os dois veículos foram abordados simultaneamente na altura do cruzamento com a Av. Antônio Basílio, Bairro de Lagoa Nova. Surpreendidos pela ação dos policiais, os acusados não esboçaram qualquer reação, porém, como no local existe um fluxo muito grande de veículos e pessoas, por segurança, todos foram conduzidos para a sede da PF, onde os veículos passaram por uma rigorosa revista, sendo encontrados 200 tijolos da droga escondidos em sacos plásticos em meio a móveis de uma mudança.

Os suspeitos receberam voz de prisão e foram autuados em flagrante. A PF acredita que a cocaína é originária de países que fazem fronteira com o Brasil.
Durante o depoimento, apenas o motorista confessou que estava conduzindo a droga. Ele disse que receberia R$ 50 mil caso a entrega tivesse sido feita ao destinatário, porém declarou não saber identificá-lo, uma vez que seria procurado quando aqui chegasse.

Dos quatro suspeitos, pelo menos, dois, já possuem antecedentes criminais. Um deles, quando foi abordado apresentou um documento de juiz arbitral e capelão em Araguaína/GO.
Eles estão custodiados na superintendência da PF, à disposição da Justiça e devem ser transferidos brevemente para o Sistema Prisional do Estado.
Esta foi a maior quantidade de cocaína já apreendida pela Polícia Federal no Rio Grande do Norte em toda a sua história.



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