NATAL PRESS

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A Polícia Federal no Rio Grande do Norte, em conjunto com a Polícia Federal na Paraíba, deflagrou na manhã de hoje, 16/3, a Operação Quimera V, visando desarticular organizações criminosas especializadas em fraudes bancárias que se utilizavam de documentos falsificados para obter empréstimos consignados e sacar precatórios judiciais.

No RN, cerca de 30 policiais federais estão cumprindo 10 mandados judiciais, sendo 5 de busca e apreensão e 5 de prisão preventiva nas cidades de Natal, Parnamirim, Nova Cruz, Tibau do Sul e Lagoa D’Anta.

Há cerca de dois anos, quando as investigações tiveram início, foi estabelecido um trabalho conjunto entre a PF/RN e a PF/PB e, desde então, os suspeitos envolvidos em fraudes bancárias que atuavam simultaneamente nesses dois estados passaram a ser acompanhados.

Com a sequência e o aprofundamento das investigações, ficou comprovado que várias quadrilhas também praticavam os mesmos delitos em Goiás e Pernambuco, enquanto que outras ramificações desses grupos criminosos ainda estão sendo mapeadas pela PF em diferentes estados da Federação.

Será concedida entrevista coletiva às 10h na Superintendência da Polícia Federal, situada na Rua Dr. Lauro Pinto, 155 – Lagoa Nova – Natal/RN.

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O Governo do Rio Grande do Norte comunica que Afonso Bezerra foi o município selecionado para receber os dois novos presídios que serão construídos no estado. A cidade foi escolhida após a conclusão dos estudos técnicos pela Comissão para Elaboração do Plano Diretor do Sistema Penitenciário, que lá identificou as condições mais adequadas para receber as unidades.

Afonso Bezerra fica na região Central do Estado, a 183 km de Natal. Cada presídio terá 603 vagas.

Entre as condições técnicas reunidas pela área localizada no município para a construção das unidades prisionais, estão as seguintes:

- Dominialidade do imóvel: O terreno selecionado está registrado em nome do Estado, e não consta qualquer questionamento sobre sua propriedade, o que permite a agilidade das licenças para a construção;

- Planimetria: o terreno é plano, o que permite uma visibilidade profunda a partir das guaritas de um presídio, proporcionando boa segurança. Além disso, os custos de terraplanagem se tornam menores nesse tipo de condição geográfica;

- Inexistência de unidades prisionais de grande porte na região Central do Estado: além dos CDP de Macau e Assú, não há unidades prisionais de grande porte naquela região. Isso proporciona a divisão dos ônus das mesorregiões no apoio ao Estado no esforço para conter a crise prisional;

- Boa condição de acessibilidade: a existência de estradas de acesso permite a logística de apoio em transporte de pessoal e material;

- Distância dos Grandes Centros urbanos: os terrenos situam-se a uma distância mediana dos grandes centros Natal e Mossoró que permite uma resposta rápida das tropas policiais sediadas em Natal no caso de uma crise; mas, ao mesmo tempo, não sobrecarrega os sistemas de segurança da capital;

- Acesso à rede elétrica e hidráulica: o acesso à energia elétrica e água é facilitado pela proximidade de rede de alta tensão e de adutoras;

- Inexistência de aglomerados urbanos no entorno do imóvel: não existe povoados nem aglomerados populacionais próximos do local do imóvel, o que favorece a segurança do presídio.

Além disso, é preciso destacar que o Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) recomenda que os presídios sejam construídos em áreas que atendam à demanda prisional considerando a população carcerária existente, e a região Central é a segunda maior demanda, atrás apenas da Grande Natal.

A partir da definição do local para a construção dos presídios, o Governo do RN comunicará o DEPEN e dará início ao processo de contratação da empresa que construirá o presídio por sistema modular. A meta do Governo do Estado é chegar ao segundo semestre de 2018 com 1.800 novas vagas no Sistema Penitenciário.

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A Polícia Federal prendeu na tarde desta segunda-feira, 6/3, em Parnamirim, Região Metropolitana de Natal, um português, 44 anos, procurado pela Interpol e condenado no seu país por tráfico de drogas e porte ilegal de arma.

A detenção se deu em cumprimento a um mandado de prisão para fins de extradição expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O homem foi preso quando dirigia um automóvel na saída de um condomínio na Av. das Américas, Parque das Nações.

Após ser submetido a exame de corpo de delito no ITEP, o estrangeiro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal onde aguardará custodiado, à disposição do Supremo Tribunal Federal, o trâmite legal do processo de extradição

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Fonte: Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte

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A Delegacia da Polícia Federal em Mossoró, Região Oeste Potiguar, realizou às 10h desta quinta-feira, 16/02, no alto-forno da empresa Usibras, situada na Av. do Contorno, naquela cidade, a incineração de 61 quilos de drogas (cocaína) que haviam sido apreendidos e até então eram mantidos em depósito a espera de autorização da Justiça para que fossem destruídos.

O montante incinerado hoje foi resultado de uma operação realizada em julho de 2016, às margens da BR 304, ocasião em que um caminhoneiro, preso em flagrante, trazia a droga do Mato Grosso do Sul.

Além dos policiais federais, estiveram presentes ao evento, fiscais da Vigilância Sanitária Municipal.

Natal/RN – A Polícia Federal prendeu na noite desta quinta-feira, 9/2, no Aeroporto Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, um funcionário público aposentado, catarinense, 62 anos, acusado de tráfico internacional de drogas. O homem desembarcou em um voo vindo da Europa e trazia na bagagem 57 mil comprimidos de ecstasy (13,51 quilos).

A prisão aconteceu quando os policiais federais realizavam fiscalização de rotina junto aos passageiros de um voo internacional e receberam a informação da Receita Federal dando conta de que na inspeção de raios X haviam sido detectadas duas malas de conteúdo suspeito. De imediato, as bagagens foram separadas das demais e o dono convocado para presenciar uma vistoria, oportunidade em que foram achados escondidos em fundos falsos, seis tabletes envoltos em fitas plásticas, os quais, submetidos ao exame de narcoteste deram resultado positivo para droga sintética.

De imediato, o acusado recebeu voz de prisão e foi conduzido para os devidos procedimentos de autuação na sede da Polícia Federal em Lagoa Nova, onde a droga foi periciada e apresentou resultado preliminar positivo para a família das anfetaminas e/ou derivados (ecstasy).

Durante o seu interrogatório, o acusado disse que foi contratado por um desconhecido na cidade onde mora, Florianópolis/SC e, de lá, viajou até Amsterdã, Holanda, onde  recebeu as duas malas, porém, afirmou não saber o que elas continham, embora acreditasse ser “dinheiro”. Declarou ainda que pegou um voo em Lisboa, Portugal, com destino a Natal e aqui, pretendia viajar de ônibus até Santa Catarina, onde a bagagem deveria ser entregue, embora não soubesse exatamente quem seria o destinatário.
Indiciado por tráfico internacional de drogas, o acusado permanece custodiado na Superintendência da PF, à disposição da Justiça.

Esta foi a segunda maior apreensão de droga sintética já realizada pela PF em solo potiguar em toda a sua história. Somente no ano de 2016, 51.306 comprimidos de ecstasy foram apreendidos no aeroporto Aluízio Alves, com cinco suspeitos presos em flagrante.

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A força-tarefa montada pela Defensoria Pública do Rio Grande do Norte para desafogar o sistema prisional potiguar analisou a situação de cerca de 1.200 presos provisórios. Entre os dias 16 e 27 de janeiro, foram visitadas 9 unidades prisionais, das 15 existentes na região Metropolitana de Natal.

Os 24 defensores públicos elaboraram aproximadamente 400 requerimentos. A iniciativa tem como objetivo desobstruir os processos e diminuir a superlotação das cadeias públicas do estado, através da adoção de medidas alternativas. O trabalho teve início com os atendimentos individuais e entrevistas e seguirá agora com a análise dos processos dos presos provisórios cujo atendimento pessoal não foi possível.

“Esse número de processos analisados ainda irá subir, assim como o de requerimentos feitos, pois temos aproximadamente 400 casos em que não foi possível realizar a entrevista com o preso e a situação será avaliada pelo que está no processo”, explica a coordenadora da força-tarefa Anna Paula Pinto Cavalcante.

Entre os casos mais alarmantes, a coordenadora conta que foi identificado um homem detido em flagrante por tentativa de furto de telha no dia 14 de setembro de 2016, cujo alvará de soltura estava publicado desde o dia 15 de setembro de 2016, mas que ainda não havia sido posto em liberdade. No CDP da Zona Norte, outra situação semelhante, um preso estava detido mesmo com alvará de soltura publicado desde o dia 23 de março de 2016.

As rebeliões e motins registrados no Sistema Prisional impediram que o trabalho da força-tarefa fosse realizada em algumas unidades prisionais, entre elas a Cadeia Pública de Natal e o Centro de Detenção Provisória de Pirangi que ainda irão passar por inspeção.

A administração do Partage Norte Shopping informa que, na manhã desta terça-feira (31), ocorreu uma tentativa de assalto a uma joalheria do empreendimento. Três elementos fizeram um refém e entraram na loja para realizar o roubo. Percebendo a ação, um policial militar, à paisana, tentou intervir e foi ferido. Todo o atendimento de emergência foi prestado, o policial foi socorrido pela SAMU e levado ao Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. Nenhum item chegou a ser levado. Informamos que estamos colaborando com as autoridades para apuração e esclarecimento dos fatos.

O governador Robinson Faria receberá representantes dos demais poderes para apresentar todas as medidas tomadas pela gestão estadual sobre a situação de Alcaçuz, em reunião do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), na tarde desta segunda-feira (23). O encontro está marcado para 16h, na Escola de Governo.

Participam do encontro, além do próprio governador, os secretários de Segurança, Caio Bezerra, de Justiça, Wallber Virgolino, e o comandante-geral da PM, Coronel André Azevedo. Foram convidados representantes do Ministério Público, do Tribunal de Justiça, da Assembleia Legislativa, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Pastoral Carcerária, além das polícias Civil, Federal e Rodoviária.

Foto: Reprodução/GloboNews

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Anderson Barbosa e Fred CarvalhoDo G1 RN


O Batalhão de Choque da Polícia Militar entrou às 14h10 desta quarta-feira (18) na Penitenciária de Alcaçuz, maior presídio do Rio Grande do Norte. A missão é retirar mais presos e transferi-los para outras unidades, ainda não reveladas. No final da noite da segunda (16), cinco detentos apontados como líderes de uma facção criminosa já haviam sido retirados.

No local, 26 detentos morreram durante uma rebelião no final de semana. Destes, segundo o governo, 15 foram decapitados. Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal.
A remoção dos presos é uma nova tentativa de o Estado retomar o controle da unidade. Para a retirada dos detentos o governo está usando ônibus de turismo locados.

O pavilhão 1 foi invadido pela PM. Bombas de efeito moral foram detonadas. Segundo o major Eduardo Franco, da assessoria de comunicação da PM, a penitenciária está 'toda apaziguada'. Quatro ônibus que serão usados na transferência dos presos estão dentro da unidade.

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É preciso esclarecer que o Estado do Rio Grande do Norte não está tratando, no momento, de indenizações para famílias dos presidiários que vieram a óbito na rebelião de Alcaçuz, no município de Nísia Floresta, região Metropolitana de Natal, no último sábado (14).

Segundo o procurador geral do Estado, Francisco Wilkie, a primeira etapa é avaliar as causas e as consequências da rebelião.

“Temos que saber, além dos números de óbitos, o número total de feridos, avaliando cada caso separadamente. Quanto à posição dos tribunais, o Superior Tribunal de Justiça tem posição sedimentada no sentido de que a responsabilidade do Estado é objetiva. No Supremo Tribunal Federal, o tema está sob repercussão geral, ou seja, ainda não há uma definição e, quando houver, valerá para todo o país.  É importante deixar claro que aqui no RN, não foi falado em direito absoluto, nem em prazo, nem em valor”, finalizou o procurador geral do Estado, Francisco Wilkie.



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