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Segurança

NATAL PRESS

A reconstrução da orla de Ponta Negra está assegurada e tem seu início previsto para a segunda quinzena de abril. Na manhã desta sexta-feira (22), um dia após confirmar recursos para a primeira etapa do projeto, com a reconstrução do calçadão da praia, o Ministério da Integração Nacional (MIN) anunciou a liberação de R$ 17,6 milhões para aplicação na segunda etapa. O anúncio foi feito durante reunião realizada em Brasília, na sede do órgão federal, entre o prefeito de Natal, Carlos Eduardo, e o secretário nacional de Defesa Civil, Humberto Viana.

Somados, os recursos disponibilizados pelo MIN para o projeto de recuperação da orla de Ponta Negra ultrapassam R$ 24,4 milhões. Nesta quinta-feira (21), a pasta já havia confirmado a liberação de R$ 5,86 milhões para a primeira etapa do projeto, compreendendo a reconstrução do calçadão da praia. Além disso, a obra já dispunha de R$ 1 milhão.

Segundo o secretário Humberto Viana, até a próxima semana os R$ 24,4 milhões estarão integralmente à disposição da Prefeitura do Natal para que sejam tomadas as providências necessárias ao início das obras. Isto será feito assim que o Município entregar os laudos técnicos requisitados pelo órgão federal, o que acontecerá no início da semana que vem. Esses laudos estão sendo elaborados sob a coordenação da Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semopi) com a orientação e o acompanhamento do próprio MIN.

Humberto Viana elogiou a postura do prefeito Carlos Eduardo e de sua equipe diante das pendências técnicas que vinham emperrando o repasse dos recursos. “Temos que parabenizar o prefeito e seus representantes pela velocidade na adoção das medidas exigidas para que o Ministério pudesse celebrar essa parceria com a Prefeitura do Natal”, pontuou Viana. Que emendou: “Estamos muito felizes em ajudar a população de Natal a ter a orla de Ponta Negra de volta em boas condições, bem como aos turistas que visitam a cidade e se deslumbram com aquele cenário”.

O prefeito Carlos Eduardo, que foi à reunião desta sexta acompanhado do secretário-chefe do Gabinete Civil do Município, Sávio Hackradt, também comemorou o desfecho da parceria com o MIN. “Graças a Deus, ao esforço dos nossos técnicos e à compreensão e solidariedade do ministro Fernando Bezerra e do secretário Humberto Viana, conseguimos resolver esse problema que vinha se arrastando além do devido e penalizando nossa população e os turistas que passam por Natal. Agora, temos condições de afirmar que a recuperação da orla de Ponta Negra vai efetivamente começar”, ressaltou ele, projetando o início da reconstrução do calçadão em cerca de 20 dias.

O projeto que vai recuperar a orla mais famosa de Natal prevê ainda uma segunda etapa, operacionalmente mais complexa. Ela abrange a engorda da faixa de areia e a realização de obras definitivas que minimizem a força das marés altas sobre o calçadão. Não está descartada a construção de um “espigão” de pedras semelhante aos instalados nas praias de Areia Preta e da Redinha. Novos planos de trabalho serão feitos para definir os detalhes da segunda fase da obra.

Os entendimentos entre a Prefeitura do Natal e o Ministério da Integração Nacional (MIN) estão avançando no sentido de assegurar os recursos para a recuperação do calçadão de Ponta Negra. Nesta quinta-feira (21), o prefeito Carlos Eduardo terá uma audiência com o ministro Fernando Bezerra para pleitear o empenho de R$ 6,3 milhões necessários para a primeira etapa das obras, compreendendo a recomposição e contenção do calçadão. Essa etapa está prevista para começar em abril.

A audiência com o ministro é a sequência de uma reunião de que o prefeito Carlos Eduardo participou já nesta terça (19), em Brasília, com o secretário-adjunto de Obras Públicas e Infraestrutura de Natal, Tomaz Neto, com os engenheiros Eugênio Cunha e Luiz Parente, contratados pela Prefeitura para a elaboração dos laudos técnicos, e com três engenheiros do próprio Ministério.

Segundo o prefeito, a reunião desta terça foi produtiva, tendo resultado no acordo para que o Município entregue até a próxima semana os laudos técnicos exigidos pelo MIN, a fim de que sejam analisados e a obra possa ser iniciada. Tomaz Neto explica que esses laudos serão produzidos pelos engenheiros Eugênio Cunha e Luiz Parente e repassados dentro do prazo ao Ministério.

Para Carlos Eduardo, os processos de formulação de estudos e de análise técnica estão próximos de um desfecho. O passo seguinte é o início efetivo da recuperação do trecho do calçadão. “Estamos confiantes com a expectativa de que, na primeira quinzena de abril, possamos iniciar a reconstrução do trecho prejudicado do calçadão”, afirma o prefeito.

O projeto prevê duas etapas para a obra no calçadão de Ponta Negra. A primeira e mais próxima de ser iniciada diz respeito às chamadas ações de resposta, que consistem exatamente na recomposição e contenção daquele passeio público. O custo dessa etapa está estimado em R$ 6,3 milhões, dos quais R$ 1 milhão já foi disponibilizado pelo governo federal. Na audiência desta quinta com o ministro Fernando Bezerra, o prefeito de Natal tentará conseguir o empenho do restante dos recursos.

A segunda etapa da obra abrange as ações de reconstrução do calçadão. Por terem um caráter mais complexo, já que envolvem a engorda da faixa de areia e a realização de obras definitivas de contenção dos efeitos da maré, essas ações demandarão novos estudos, principalmente sobre os movimentos das correntes marítimas, e serão desenvolvidas posteriormente.

A Divisão de Segurança Patrimonial (DSP), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), está lançando a campanha “Segurança, compromisso de todos!”, que será composta pela distribuição de material informativo à comunidade universitária, veiculação de chamadas na TV Universitária e Rádio FM Universitária, além de investimentos em tecnologia de segurança e capacitação.

Com a chegada dos novos alunos na Universidade, a DSP irá distribuir panfletos com dicas de segurança em diversas situações, como nas lanchonetes e restaurantes, para os carros particulares estacionados no Campus, além de cuidados com o patrimônio público. Serão entregues ainda marcadores de página e adesivos com os contatos da Segurança.

A DSP trabalha em três vertentes: com o sistema eletrônico fazendo o monitoramento por meio de câmeras; o humano, com os vigilantes e seguranças; e o mecânico, com os portões e as cancelas. “As cancelas vão ser substituídas por portões porque elas quebram muito e não são tão eficazes”, disse Olavo Bilac dos Santos, coordenador técnico da Central de Vigilância Eletrônica (CVE).

Para melhorar a visualização por meio das câmeras, está sendo feito um trabalho de poda das árvores e melhora da iluminação. “Como o sistema de segurança eletrônica foi instalado em 2007, a estrutura física da UFRN mudou e precisamos readequá-lo, mudando a localização de algumas câmeras fixas”, explica Olavo.

Já para agilizar e modernizar o serviço, a Central de Vigilância Eletrônica do Campus Central está sendo reformada. “Com a conclusão dessa
reforma, teremos mais monitores e operadores trabalhando. Isso vai dar uma nova dinâmica às ações de segurança na UFRN”, aponta Rubens Matias de Sousa, coordenador administrativo da CVE.

Além do investimento estrutural, a DSP também planeja promover seminários, palestras e audiências públicas junto à sociedade, além de capacitar os funcionários e a comprar novas viaturas, para aumentar a frequência das rondas.

Dicas de segurança

Evite estacionar em locais escuros; se for surpreendido por assaltante, não reaja; evite ficar sozinho em paradas de ônibus; não deixe objetos ou
documentos visíveis dentro do carro; caso seu veículo seja furtado ou tenha sofrido arrombamento, entre em contato com a segurança imediatamente; não deixe bolsas ou objetos nas mesas das lanchonetes e restaurantes. Para fazer qualquer denúncia, o telefone de contato é 08000 84 20 50.

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Como parte da premissa das políticas integradas de enfrentamento às drogas, que passaram a existir desde a implantação do Programa RN Vida, a governadora Rosalba Ciarlini criou o Comitê Estadual de Gestão do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack, álcool e outras drogas. O decreto foi assinado no último sábado (9), durante visita do Ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, e será publicado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (12).

Assim como o RN Vida, o comitê já nasce em consonância da articulação das políticas públicas preconizadas pela Política Nacional sobre Drogas, bem como a adesão do Rio Grande do Norte ao programa do Governo Federal ‘Crack, é possível vencer’. Na ocasião da assinatura, a chefe do Executivo Estadual presenteou o ministro da Justiça com a camiseta do programa estadual RN Vida.

Entre as competências do grupo estão a estruturação, articulação e ampliação das ações voltados à prevenção do uso, tratamento e reinserção social de usuários de drogas, além do apoio ao fortalecimento das redes de atenção à saúde e assistência social para usuários de drogas.

O comitê será composto por representantes do Gabinete Civil do Governador; da Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas); da Secretaria de Estado da Saúde (Sesap); da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed); da Secretaria de Estado da Educação (Seec); da Secretaria de Estado do Esporte e do Lazer (Seel); da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc). Os membros serão designados pelos titulares de cada órgão, no prazo de dez dias, contados a partir da publicação deste decreto.

SOBRE O RN VIDA

O programa estadual é realizado a partir de quatro linhas de ação - prevenção, tratamento, reinserção social do usuário e repressão ao tráfico. Desta forma, o programa pretende promover a educação de jovens e adultos para uma vida saudável evitando o acesso às drogas por meio da oferta maior de atividades culturais e esportivas.

De acordo com dados de uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Municípios em 2010, o Brasil apresenta atualmente cerca de 12,3 milhões de usuários de drogas. Outro dado alarmante segundo a mesma pesquisa é a presença do crack, que já tem usuários em quase 90% dos municípios brasileiros.



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