NATAL PRESS

O Comitê de Aleitamento Materno da Maternidade Dr. Araken Irerê Pinto realizou, ao longo de toda semana passada, uma programação para comemorar o Dia Mundial de Doação de Leite Humano e sensibilizar pacientes, acompanhantes, visitantes e servidores sobre a importância da doação de leite Humano, que ajuda a salvar a vida de muitos bebês que estão internados em UTI Neonatal.

Foram realizadas salas de espera na recepção e intervenções nas enfermarias de alojamento conjunto de uma forma criativa e utilizando vários recursos, como: álbum seriado, bonecas, cartazes e também com dinâmicas sobre mitos e verdades na amamentação, além disso, houve um momento de apresentação lúdica com a Trupe de Teatro da SESAP, que buscou sensibilização a todos de uma forma bem divertida com canções e encenação.

As pacientes também receberam material educativo com todas as informações sobre como realizar uma ordenha, como armazenar o leite humano e as vantagens da amamentação para a mãe e bebê, além de dicas para a alimentação da puérpera durante a amamentação.

A coordenadora do Comitê de Aleitamento Materno, a nutricionista Michelli Nascimento, relata que é fundamental fomentar para toda a população sobre a importância da doação de leite humano como forma de aumentar os estoques dos Bancos de Leite, tendo em vista que a demanda de bebês de alto risco é muito grande e o alimento ideal para eles é o leite materno que possui todos os nutrientes necessários para o bom desenvolvimento da criança e com compostos essenciais para o sistema imunológico, ajudando assim na recuperação de bebês que encontram-se em UTIs Neonatais.

As más condições de trabalho, o aumento dos índices da violência contra os profissionais no ambiente de trabalho, a sobrecarga, a campanha contra a educação a distância na graduação de enfermagem, a falta de um piso salarial regulamentado para profissão, levaram o Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Norte (Coren-RN) a promover uma caminhada pela valorização da categoria, próximo sábado (20), a partir das 9h, no Parque das Dunas.

A caminhada acontece no Dia Nacional do Auxiliar e Técnico de Enfermagem (20) e encerra a programação da Semana de Enfermagem 2017 do Coren-RN, que, desde do dia 15, debateu o tema “Enfermagem na linha de frente, transformando o cuidado: “Práticas avançadas no exercício profissional”, com profissionais e estudantes em Natal, Mossoró, Caicó e Pau dos Ferros.

A ação também reivindica e chama atenção para a regulamentação da jornada de trabalho de 30h no país. Luta que há décadas vem sendo pleiteadas pelos Conselhos Federal e Regionais e demais entidades de representatividade da profissão.

Com a participação de estudantes e profissionais, a caminhada terá início às 9h, dentro do parque, onde também será oferecido aos visitantes serviços de verificação de pressão, glicemia, palestras de prevenção de acidentes domésticos e de trânsito, além da promoção à saúde da mulher e do idoso. Os alunos de várias instituições de ensino também farão a apresentação de trabalhos sobre temas diversos da saúde.

Na oncologia, a comunicação é essencial para favorecer a adesão ao tratamento e facilitar o processo de diagnóstico, tratamento, reabilitação ou morte. O tema chama a atenção ao perceber o quanto é preciso ficar vigilante quanto ao modo como as pessoas acomodam as notícias e as vivências, para que assim seja possível trabalhar da melhor forma, quando permitido pelo paciente.

O psicólogo que trabalha com portadores de doenças crônicas – como o câncer - deve ter uma postura mais ativa, com foco no adoecimento e nas preocupações do momento, visando sempre um atendimento humanizado e global ao doente. Tendo em vista que a comunicação deve ser um processo de construção diária, essencialmente singular e fundamental, os aspectos psicológicos da comunicação em oncologia podem definir a recusa ou a aceitação do que está por vir.

Há relatos de acompanhantes dos pacientes que, quando foram encaminhados ao oncologista, ou até mesmo a um hospital de tratamento do câncer e a própria Casa de Apoio, sofreram grande impacto, pois há a criação de uma série de fantasias nesse momento. A palavra “câncer”, muitas vezes, está associada à ideia de “sentença de morte” e o lugar de atendimento pode dizer algo, antes mesmo da notícia do diagnóstico chegar.

Sobre a comunicação de um diagnóstico, é válido lembrar que é direito inalienável do cidadão ter acesso as informações que dizem respeito, a sua saúde e ao seu corpo. Segundo o Código de Ética Médica (Art. 59), “é obrigação do médico informar ao paciente o diagnóstico, o prognóstico, os riscos e objetivos”. O paciente tem o direito de escolher saber ou não saber e o médico tem o dever de contar e trabalhar dentro das possibilidades de desejo do paciente e/ou desse familiar. A qualidade da comunicação, a forma como o diagnóstico é comunicado, repercute no futuro da relação da tríade, paciente-família-equipe, cabendo ao psico-oncologista ser um facilitador da comunicação entre estes.

Precisamos ficar atentos ao modo como o paciente recebe e acomoda aquilo que foi dito, como a informação chega e não apenas com o conteúdo do que foi dito. O psicólogo pode intervir no momento anterior a comunicação do diagnóstico (pré-diagnóstico), a fim de observar, por exemplo: os sinais de ansiedade e angústia; a disponibilidade de escuta; os medos, fantasias, crenças, estigmas e preconceitos; mecanismos de defesa; sobrecarga emocional; o apoio familiar; a rede de apoio social; os recursos de enfrentamento; a dinâmica de personalidade e o nível de conhecimento sobre a doença.

Já no momento da comunicação do diagnóstico, o psicólogo pode ser um facilitador nesse processo, oferecendo suporte ao paciente, aos familiares e ao profissional de saúde, uma vez que a fase do diagnóstico é considerada como um momento em que há a emergência de sentimentos e emoções acumulados durante a espera do resultado. Nessa fase,  também ocorre o encontro com o desconhecido, caracterizando um momento de angústia e desorganização psíquica. O psico-oncologista pode criar um espaço de acolhimento, para a expressão de sentimentos, em que se possa elaborar suas angústias, sofrimentos, além das dores emocionais e assim, resgatar as estratégias de enfrentamento, favorecendo a adesão ao tratamento que está por vir.

Há relatos de familiares que optam por saber de todas as informações acerca da doença do seu filho na fase do diagnóstico, como os riscos e o prognóstico. Como também, existem familiares que escolhem não saber dos detalhes nesse momento e ter acesso às informações de maneira gradativa durante o processo de tratamento. Considerando que a comunicação do diagnóstico pode ser realizada da maneira mais leve possível pelo profissional e que os pacientes/familiares podem não acomodar a notícia e as vivências de modo tão confortável, é necessário trabalhar e respeitar a autonomia e as singularidades do paciente e de seus familiares, tendo em vista que a comunicação pode definir a recusa ou a aceitação do tratamento.
*Psicóloga - Casa Durval Paiva
CRP 17-3166

divulgação

obesidsdes

Desde agosto de 2015, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) desenvolve ações de atenção à obesidade crônica em pacientes da rede municipal de assistência à saúde, por meio da Policlínica Norte, situada no bairro Potengi. Atualmente, são 175 pessoas acompanhadas, mensalmente, por uma equipe composta por uma equipe multiprofissional, que atuam na melhoria da qualidade de vida dos usuários.

Segundo a enfermeira Sissy Ellen Santos, os pacientes com obesidade mórbida, que apresentam índice de massa corporal (IMC) acima de 40, geralmente chegam à Policlínica por indicação da unidade de saúde onde ele é atendido. Como a maioria apresenta comorbidades (doenças relacionadas) à obesidade, é iniciado o tratamento com os especialistas, sobretudo nutricionistas e endocrinologistas.

Ao chegar à unidade, os usuários são inseridos no grupo de obesidade, com caráter informativo e que realiza atividades onde são abordadas as principais dificuldades relatadas nos atendimentos, como as barreiras para a promoção/manutenção da alimentação saudável, co-responsabilização ao tratamento, ansiedade, integração e estímulo à prática esportiva.

“A maioria possui comorbidades como hipertensão arterial, diabetes e problemas circulatórios e recebe atendimentos em diversas especialidades, como Reumatologia, Psicologia e até Psiquiatria, quando necessário. Outros chegam com indicação para cirurgia bariátrica, mas com a atenção e o acompanhamento pelo grupo, conseguem emagrecer seguindo uma alimentação balanceada e rotina de exercícios”.

Por meio de oficinas, rodas de conversas, dinâmicas, exposição de vídeos e outras atividades promovidas pelo grupo de apoio, somado à atenção inserida na linha de cuidados da Policlínica Norte aos pacientes com obesidade mórbida, é possível perceber a melhora no estado geral da saúde física e mental destes.

“As reuniões são mensais, sempre na última quinta-feira do mês e podemos ver a melhora da qualidade de vida destes usuários com o acompanhamento e a atenção à saúde deles. Temos um participante que realizou a bariátrica e compartilhou sua experiência, positiva, com os demais, desde o início do processo até após a cirurgia”.

casa durval paiva

annick

Tratar o câncer? depois do susto do diagnóstico, o médico anuncia o tratamento. A palavra quimioterapia remete inevitavelmente a perda de cabelo, e talvez a cenas de enjoos e mal-estar. Mas o que realmente é um tratamento contra o câncer? Só há a quimioterapia como tipo de tratamento?

O tratamento do câncer começa com o diagnóstico correto, sendo necessário um laboratório de qualidade e um estudo de imagens. Muitas crianças e adolescentes com câncer chegam ao centro especializado de tratamento com a doença em estágio avançado por diversos fatores: desinformação dos pais, medo do diagnóstico de câncer, desconhecimento dos médicos. Algumas vezes o diagnostico é feito tardiamente pela apresentação clínica de determinado tipo de tumor não ser muito diferente de doenças comuns na infância.

O conhecimento do médico sobre câncer é determinante para um diagnóstico seguro e rápido.

Pela sua complexidade, o tratamento deve ser feito em um centro especializado. Compreende três principais modalidades: quimioterapia, cirurgia e radioterapia. O tratamento será́ aplicado de forma racional e individualizada para cada tumor específico e de acordo com a extensão da doença. Esse tratamento geralmente segue de acordo com um protocolo que representa um estudo, nacional ou internacional, onde vários especialistas discutem suas experiências e definem uma linha de tratamento. Posteriormente, esse protocolo será́ reavaliado de acordo com os resultados de todos aqueles que foram tratados pelo mesmo protocolo. Essa estratégia é usada mundialmente tanto em crianças e adolescentes quanto em adultos.

São muitos os questionamentos, as dúvidas, as mudanças de vida desde o momento do diagnóstico do câncer. Mas sendo definido diagnóstico, tratamento adequado e de início precoce, a cura passa a ser uma possibilidade para o paciente.


*Médica Oncologista Pediatra - Casa Durval Paiva - Professora Dep. Pediatria UFRN


Contato:

Assessoria de Imprensa Casa Durval Paiva - (84) 4006.1600/ 9981-3474/ 9622-4544

Em alusão ao Dia Internacional das Mulheres, no próximo dia oito de março, o Movimento pela Humanização do Parto no Rio Grande do Norte irá protocolar um Projeto de Lei (PL) para a regulamentação do parto em Natal. As integrantes do Movimento se reunirão pela manhã em frente à Câmara Municipal da capital potiguar para apoiar a aprovação do documento.

O projeto propõe a regulamentação para o pré-natal, parto e primeiros cuidados com o bebê de forma que seja priorizada a segurança e bem- estar da mulher e do bebê. O PL foi elaborado pelas integrantes do movimento e contempla as demandas de mulheres insatisfeitas com as atuais práticas em clínicas e hospitais da cidade, que resulta em altos índices de nascimentos por via cirúrgica, casos de violência obstetrícia e desrespeito à vontade da mulher.

A vereadora Natália Bonavides (PT) assina a autoria do projeto e afirma que o Movimento é importante, pois combate a uma violência de gênero que as mulheres sofrem cotidianamente num momento tão importante de suas vidas, que é o parto. “Espero que a Câmara possa fazer um bom debate sobre o tema, a partir das discussões do PL que estamos protocolando. A sociedade precisa participar em peso, tendo em vista que só a pressão da população é capaz de garantir o êxito na aprovação”, destaca.

Integrante do Movimento, Andressa Oliveira, destaca que são utilizadas na assistência obstetrícia atualmente em Natal práticas defasadas, que não são baseadas em evidências científicas, como a episiotomia e a Manobra de Kristeller, entre outras. Ela acredita que o Projeto de Lei é o primeiro passo para alertar as equipes hospitalares da necessidade de se atualizar quanto às melhores práticas, para que este tipo de procedimento deixe de ser utilizado.

Conforme a presidente da Associação Potiguar de Doulas (APD), Nicole Passos, o Projeto de Lei resume em um só documento determinações de vários órgãos, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), dentre outros. “Apesar de já haver recomendações do que seria benéfico para gestantes e bebês, não é o que vem sendo praticado na maior parte das vezes nos atendimentos hospitalares. Esperamos que com a aprovação da lei esta realidade seja modificada”, afirma.

A luta pela humanização do parto e nascimento já ocorre há quase três décadas. Na esfera municipal a batalha é muito importante, pois na cidade existe hoje um índice altíssimo de nascimentos por via cirúrgica. A humanização do parto propõe a valorização da autonomia da mulher, a assistência integrada com multiprofissionais que atuem como agentes facilitadores do parto e da obstetrícia baseada em evidências.

A enfermeira obstetrícia Clarissa de Leon, ressalta que uma a cada quatro mulheres reconhece que sofreu violência no seu parto, sendo que muitas delas nem conhecem o conceito de violência obstétrica. “A mulher perdeu a autonomia na hora de parir. Acredito que a lei pela Humanização do Parto vai trazer melhorias neste sentido na medida em que a mulher vai ter garantia de um atendimento digno, de qualidade e com respeito em um momento único em suas vidas, o de parir”. 

A realidade do parto em números

Segundo pesquisa liderada pela Fiocruz intitulada “Nascer no Brasil”, 52% dos nascimentos ocorre por cirurgia cesariana, sendo que na rede privada este índice chega a 88%. A OMS recomenda que o total seja, no máximo, de 15%.  A cirurgia aumenta em muito os riscos de hipertensão, hemorragias, infecções, problemas circulatórios, que são quatro das cinco principais causas de morte materna, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, o estudo da Fiocruz também revela que 70% das mulheres começa o pré-natal querendo um parto normal.

SERVIÇO

O quê: Protocolo do Projeto de Lei de Humanização do Parto em Natal e manifestação de mulheres em apoio ao PL

Quando: 8 de março

Horário: 8:30

Local: em frente à Câmara Municipal de Natal

Numa iniciativa inédita, a Unimed Natal vai disponibilizar durante os quatro dias de carnaval em Natal um fraldário móvel todo equipado para atender as famílias que estarão curtindo a folia junto com suas crianças. O veículo estará em pontos estratégicos, em horários alternados, no Pólo Ponta Negra e poderá ser utilizado gratuitamente e indiscriminadamente pelos foliões que necessitarem de algum auxílio para cuidar dos seus pequenos.

Idealizado para dar mais conforto e comodidade aos pais que levam os filhos para brincar o carnaval, o Fraldário Móvel da Unimed Natal estará prontamente equipado com trocador, fraldas e produtos de higiene, além de sucos, alimentos e água para as crianças. A estrutura ainda conta com um forno micro-ondas para esquentar papinhas e mamadeiras.

E como o carnaval é sinônimo de alegria e diversão, máscaras carnavalescas serão distribuídas para as famílias que utilizarem o Fraldário Móvel da Unimed Natal, que estará todo customizado para deixar a folia mais bonita e descontraída.

Confira abaixo os horários e locais em que poderá o veículo poderá ser encontrado

Sábado - 25/02
13h30 às 15h30 – Descida do Hotel Manary
16h às 20h – Avenida Praia de Ponta Negra (próximo ao restaurante Camarões)

Domingo - 26/02
13h30 às 15h30 – Avenida Erivan França (sentido Morro do Careca)
16h às 20h – Avenida Praia de Ponta Negra (próximo ao restaurante Camarões)

Segunda-feira - 27/02
13h30 às 15h30 – Descida do Hotel Manary
16h às 20h – Avenida Praia de Ponta Negra (próximo ao restaurante Camarões)

Terça-feira - 28/02
13h30 às 15h30 – Avenida Erivan França (sentido Morro do Careca)
16h às 20h – Avenida Praia de Ponta Negra (próximo ao restaurante Camarões)

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do município (SAMU Natal) preparou um esquema especial para garantir a assistência de urgência e emergência em possíveis ocorrências durante todo o período de Carnaval. Duas ambulâncias atuarão como pontos de apoio e reforçarão o atendimento aos chamados que surgirem nos polos carnavalescos da Redinha, na zona Norte, e de Ponta Negra, na zona Sul.

A coordenadora geral do Samu Natal, Cecília Picinin, explicou que os pontos de apoio estarão situados nas proximidades das áreas com maior concentração e fluxo de foliões durante os quatro dias de festejos. Além disso, todo o serviço estará a postos neste período para atender chamados e ocorrências em todo o município.

Segundo a coordenadora de Enfermagem do SAMU Natal, Raquel Gurgel, a ambulância que atuará como ponto de apoio no Polo Redinha ficará situada na unidade básica (UBS) do bairro, próximo ao ponto de concentração dos foliões. Já o veículo que atuará no Polo Ponta Negra ficará situada na unidade de saúde de Neópolis, que possui acesso rápido e fácil para a Avenida Roberto Freire.

“Não colocamos as ambulâncias dentro do evento, deixamos em pontos próximos e estratégicos para que elas tenham uma chegada e uma saída rápida aos locais dos eventos. Destinamos essas duas ambulâncias em pontos extremos da cidade, para dar um suporte maior ao folião”.

A recomendação é que, neste período, as pessoas evitem os excessos de qualquer natureza para evitar problemas como intoxicação, desidratação, abuso de álcool, ferimentos e cortes provocados por quedas e acidentes.

Aprimorar o processo de acolhimento dos usuários da rede municipal de assistência à saúde, por meio da humanização do atendimento e da prestação de um serviço de qualidade, visando a satisfação e o bem estar dos pacientes, acompanhantes e servidores. Esse é o objetivo principal da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ao implantar o serviço de hotelaria no Hospital Municipal de Natal Dr. Newton Azevedo, desde outubro de 2016.

A medida, segundo a coordenadora do Setor de Hotelaria do HMN, Diana Cacho, vem proporcionando aos usuários uma constante melhoria da experiência hospitalar, com atendimento humanizado e eficiente, que auxilia de forma positiva no processo de restabelecimento da saúde.

“Temos uma equipe capacitada e comprometida com esse novo momento vivenciado hoje na sociedade, na qual as pessoas estão, cada vez mais, procurando o serviço público em busca de cuidados com maior consciência dos seus direitos e das políticas públicas que regulam a atuação das instituições de saúde”.

Ela destacou que o HMN tem procurando ampliar e adequar suas instalações para prestar um melhor atendimento à sociedade, se diferenciando dos demais hospitais por ter incorporado à sua estrutura todos os serviços de apoio da unidade, de forma integrada com as áreas de cuidados específicos. Isso tem possibilitado a melhoria dos processos, das condições de trabalho e da comunicação entre as diversas áreas do hospital.

“A hotelaria hospitalar do HMN ainda está em fase de aprimoramento, devido ao grande volume de serviços que engloba, mas reúne, hoje, profissionais dedicados aos serviços para minimizar os aspectos negativos da permanência em ambiente hospitalar e oferecer conforto aos que necessitam dos nossos serviços”.

Serviços unificados

O Setor de Hotelaria do Hospital Municipal é responsável pela coordenação das atividades dos serviços de apoio, que se assemelham a um hotel de verdade. Associados aos serviços específicos, eles exercem papel fundamental no processo de hospitalidade e satisfação dos usuários e dos servidores da saúde, que ganham um ambiente mais agradável e seguro.

Coordenados por Diana Cacho, uma enfermeira e sete supervisores realizam vistorias diárias e acompanham a execução dos demais serviços, a hotelaria do HMN unificou os serviços de portaria, almoxarifado, higienização, rouparia, maqueiros, manutenção em geral e predial, recepção e gerenciamento de resíduos.

“Em parceria com as demais áreas do hospital, procuramos desenvolver ações visando a melhoria do processo de comunicação, adequar as instalações físicas às necessidades dos usuários e alinhar a conduta operacional dos colaboradores, com objetivos propostos. Tudo isso para garantir aos pacientes e seus familiares um atendimento de qualidade e hospitaleiro”.

O setor de hotelaria também contribui para a capacitação das equipes, melhoria do clima organizacional, organização do fluxo de trabalho, gestão de resíduos produzidos, elevação da qualidade do atendimento e dos serviços oferecidos, redução de gastos da unidade, segurança das atividades desenvolvidas, adequação e manutenção das instalações físicas e segurança patrimonial e outros.

Abastecida por água de poços artesanais construídos pelos próprios moradores e sem nenhum tipo de tratamento contra microrganismos nocivos à saúde humana, a comunidade do Cavaco Chinês, no bairro de Lagoa Azul, recebeu ação de prevenção e combate às doenças de veiculação hídrica desenvolvida pelo Departamento de Vigilância à Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (DVS-SMS).  

Durante a ação, os técnicos da Vigilância em Saúde Ambiental e do Trabalhador (Visamt) visitaram as residências com o objetivo de sensibilizar e orientar os moradores sobre as formas de prevenção à essas doenças, que podem levar o indivíduo à morte, e distribuir frascos de hipoclorito de sódio, desinfetante usado para purificar a água.  

Segundo a coordenadora do Vigieduca, Solange Cruz, a falta de água tratada na comunidade pode favorecer o aumento de doenças causadas pelo consumo de água contaminada entre seus residentes, já que esta não é abastecida pela Companhia de Água e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) e não possui rede de esgotamento sanitário.

“Nosso objetivo foi disponibilizar aos moradores a possibilidade de tratar a água que eles irão consumir e que vem de poços construídos por eles mesmos, uma vez que o Cavaco Chinês não possui rede de esgoto e nem água tratada pela Caern. É um trabalho de educação e prevenção à doenças evitáveis”.

Para o chefe da Visamt, Marcílio Xavier, o trabalho desenvolvido é extremamente relevante para a redução do aparecimento de doenças entre os residentes. “A maioria dos poços está em desconformidade com os critérios de qualidade e potabilidade determinados pelo Ministério da Saúde. E o hipoclorito elimina microrganismos patogênicos como coliformes fecais e a bactéria Escherichia coli”.



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