NATAL PRESS

O Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), comemora nestas quinta e sexta-feira, 16 e 17, a 74ª Semana Brasileira de Enfermagem. O evento está sendo promovido pela Diretoria de Enfermagem em parceria com a Direção de Recursos Humanos do HUOL.

No auditório Mariano Coelho, a palestra “Qual enfermagem eu quero?”, ministrada pela Enfermeira Julianny Barreto Ferraz, abre a programação do dia 16. O evento segue com exibição das fotos da prática de Enfermagem e a apresentação do Coral do HUOL.


Na sexta-feira, às 9h30, no mesmo auditório, acontece a mesa-redonda “Cenário atual da política de saúde mental à luz do filme Estamira”. Participam da mesa a professora Gisele Carreiro (UFRN), a psiquiatra Louise Seabra (HUOL) e o psicólogo Rodrigo Costa de Oliveira (HUOL).


A programação da tarde prevê a mesa-redonda “As dificuldades enfrentadas na assistência de enfermagem aos pacientes portadores de psicopatias internados no HUOL”. Participarão do debate o enfermeiro Fernando de Sousa Silva (HUOL), a enfermeira Érida Maria Diniz Leite (HUOL), a enfermeira Maria Gorette Lourenço (Secretaria Municipal de Saúde) e a psicóloga Elizabeth Freitas (Secretaria Municipal de Saúde).


O evento é direcionado aos profissionais que atuam no complexo hospitalar da UFRN e as inscrições podem ser feitas na hora. Mais Informações: 3342-5089.

A Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), junto com o Departamento de Enfermagem do Centro de Ciências da Saúde (CSS) e Departamento de Infectologia, realiza, no dia 25 de maio, o curso de formação em Ações Preventivas em Doenças Sexuais Transmissíveis (DST/AIDS). O evento acontece das 8h às 17h, no Imirá Plaza Hotel, localizado na Via Costeira, em Ponta Negra.

Coordenado pelo professor adjunto do Departamento de Enfermagem Richardson Augusto, o curso é destinado a bolsistas do Programa de Educação pelo Trabalho (PET) “Tirando o véu e entrando em cena” e a integrantes do projeto de Apoio à Reestruturação de Redes Regionalizadas de Atenção às DST/Aids e Hepatites Virais no SUS do Rio Grande do Norte.

Entre os objetivos do curso, destaca-se o fortalecimento da articulação ensino-serviço na formação em saúde e nas práticas de atenção em DST/Aids, Hepatites Virais e Tuberculose na rede básica, a fim de qualificar as práticas de atenção a estas enfermidades. As inscrições serão realizadas por meio do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA).

Mais informações pelo telefone 3215- 3615.


PROGRAMAÇÃO
Sábado, 25 de maio

8h - Abertura com apresentação do programa de trabalho – professora Marise Reis
8h15 - A construção do SPE e suas estratégias – Márcia Lucas
9h15 - Contexto atual do SPE no RN – GGE Estadual
10h - Intervalo
10h45 - Apresentação do Kit da UNESCO – Márcia Lucas
11h15 - Vulnerável, eu? Aplicação do questionário de avaliação de vulnerabilidade
12h - Almoço
13h - Retomada dos planos de ação elaborados na perspectiva da sua implementação.
14h30 - Apresentação das reflexões de cada grupo
15h30 - Proposta de monitoramento dos planos e das ações a partir das redes sociais.
17h - Encerramento

O Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), por meio da Equipe da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), promove a Jornada Multiprofissional de Terapia Intensiva com temas voltados aos cuidados de pacientes em estado crítico. O evento acontece no próprio HUOL, nos dias 6 de junho, das 14h às 17h30, e no dia 7, no horário das 8h às 12h e das 14h às 17h.

A Jornada tem como públicos-alvo principalmente profissionais da área de saúde, mas extende-se a estudantes da graduação e residentes dos Hospitais do Complexo Universitário da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Os interessados em participar do evento devem realizar inscrição diretamente no Setor de Recursos Humanos (RH) do Hospital Universitário até o dia 30 de maio.

A inscrição de trabalhos nas sessões de pôsteres (banners) e artigos deve ser realizada até o dia 20 de maio através da entrega de resumos impressos no RH do HUOL, com a formatação em parágrafo único e e espaçamento simples. Todos os trabalhos devem ter relação com os cuidados voltados para pacientes críticos.

Normas

De acordo com a organização, o trabalho e o resumo devem ser apresentados de forma estruturada: introdução e/ou fundamentos, métodos, resultados e conclusões, nomes dos autores, da instituição de ensino e referências bibliográficas. Os resultados devem ser expostos do modo mais claro possível e as conclusões devem ser baseadas nos dados apresentados.

Não é permitido submeter o mesmo artigo a mais de uma categoria, sob pena de desclassificação.

Os pôsteres devem estar no formato padrão 0,90 (largura) x 1,20 (altura), com permissão de até cinco co-autores e até dois trabalhos por autor.

A programação da jornada contempla a realização de workshop sobre vias aéreas difíceis, treinamento em dispositivos supraglóticos, além de minicursos que envolvem as áreas de Medicina, Enfermagem, Farmácia, Nutrição e Fisioterapia. Mesas-redondas para a avaliação e tecnologia em terapia intensiva também constan na programação do evento.

Para mais informações, ligue para o telefone 8805-2420 ou acesse o blog http://jornadamultiprofissional.blogspot.com.br .

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Fatos escabrosos sobre o caos da saúde pública brasileira não deveriam chocar a mais ninguém devido à repetição diária e generalizada. Mesmo com tantas ocorrências, alguns chocam não pelo fato em si, mas pelo tempo de duração.

Aconteceu recentemente em Sorocaba, no interior de São Paulo, um daqueles que assustam e mexe com a sensibilidade de qualquer pessoa. Rosmari Aparecida Rosa (FOTO), de 53 anos, retirou um pedaço de faca do corpo após 37 anos de um sofrimento insuportável.

Destaca-se nesse episódio o fato de uma radiografia simples ser de rápida solução, mas nenhum médico, nenhum hospital, nenhum envolvido seja público ou particular tomou essa iniciativa elementar antes. Essa mulher deve ter passado por diversos médicos, postos e hospitais várias vezes.

Outro ponto que não se ouviu falar é se as secretarias municipal ou estadual da saúde deram início a algum procedimento administrativo para averiguar por quais órgãos públicos com vista à apuração de responsabilidade e a respectiva punição. Não resta nenhuma dúvida que houve negligência e imperícia. Por mais primários que sejam os atendimentos, devem ter registros documentados de suas passagens.

Repito, caso ela tenha sido atendida por órgãos públicos, o que é muito provável devido à duração do problema, já que se ela tivesse melhores condições financeiras teria recorrido a hospitais particulares que, por mais simples que fossem já teriam realizado radiografias, alguma tomografia e até ressonância magnética.

Mas esta seria apenas a primeira fase de uma administração pública que tivesse um mínimo de seriedade perante seus cidadãos. Por iniciativa própria, a segunda etapa seria indenizá-la pelo flagelo que passou por tanto tempo, em razão única e exclusivamente de descaso. À parte a dignidade escamoteada pelo padecimento de quase quatro décadas, imagine quanto essa senhora não deixou de realizar, de produzir e de desfrutar da vida.

Em última instância, ela deveria requerer aposentadoria, com base num salário médio hipotético do que receberia durante os 35 anos que poderia ter contribuído e não o fez porque ficou impossibilitada devido à ineficiência e omissão estatais.

Nessas horas, em vez de medidas adequadas, os agentes públicos esmeram-se em dar explicações do que só a eles convencem. Como o poder público no Brasil só tem o propósito de se beneficiar do povo e não tomará nenhuma das medidas sugeridas, a senhora e seus familiares deveriam pleitear tanto a indenização quanto a sua aposentadoria. Devem procurar um promotor de justiça para auxiliá-la na promoção das ações cabíveis.

Esse é daqueles casos de danos irreparáveis. Para esses casos não existe justiça; pode haver reparações de alguns danos. Essa senhora não pode se satisfazer só em ter encontrado um "anjo", o doutor Walberto Kushiyama, que solicitou uma ressonância magnética, elementar, que nenhum outro profissional fez em 37 anos.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
Bacharel em direito

A criação do curso de Medicina na Universidade Federal Rural do Semi-Árido mais uma vez centralizou a pauta de discussões em Brasília. Desta vez, com a participação de dois secretários do Ministério da Educação, Henrique Paim, Executivo e, Paulo Speller, de Educação Superior. A reunião, articulada pelo presidente da Câmara Federal, deputado Henrique Alves, contou com a participação da deputada Fátima Bezerra.

Na ocasião, o reitor professor José de Arimatea de Matos, explanou os dados técnicos que comprovam as exigências para a implantação de um curso de medicina na Universidade Federal Rural do Semi-Árido. “O município de Mossoró e a Ufersa cumprem todas as exigências, como por exemplo, 661 leitos disponíveis pelo SUS, suficientes para atender 133 vagas. Hoje, por meio da UERN, são apenas 26 vagas para medicina”, justificou Arimatea.

Além dos leitos do SUS, a cidade dispõe de cinco Centros de Atenção Psicossocial – Caps e, certificação do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade na Atenção Básica. Outra exigência é a residência médica em medicina comunitária.


O reitor revelou que o Ministério da Educação vê com bons olhos a proposta da Ufersa e que os secretários do Mec vão analisar a proposta. “Estamos convictos que teremos medicina oferecendo inicialmente em Mossoró 60 vagas”, afirmou. O professor José de Arimatea também enalteceu o trabalho dos deputados Henrique Alves e Fátima Bezerra nessa luta. “Não se trata apenas de uma luta apenas da Ufersa, mais de toda classe política, bem como de toda a sociedade norte-rio-grandense”, concluiu.

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Maio é considerado o mês mundial de ir de bicicleta ao trabalho. Trata-se de um período em que as empresas, organizações e governos se mobilizam para melhorar as cidades por meio do incentivo ao uso da bike (em inglês). Acompanhando essa tendência, o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), John Fontenele Araújo, com o apoio da direção do Centro de Biociências (CB), realiza uma campanha interna com o objetivo de promover o uso consciente desse meio de transporte por professores, servidores e estudantes.

O uso da bicicleta como meio de locomoção tem sido debatido mundialmente, não
só como uma das saídas para uma cidade sustentável, mas também como elemento essencial para a motivação, saúde e qualidade de vida dos usuários que a utilizam.

Essa alternativa representa inúmeras vantagens em relação aos meios tradicionais de transporte. Uma dessas vantagens é que o uso vem sendo debatido e inserido na agenda daqueles que pensam e planejam os rumos da cidade, por meio da divulgação dada pelos veículos de mídia e redes sociais.


Outra é a de que se trata de um meio eficiente e que aumenta a produtividade, pois com a utilização da bicicleta o usuário perde menos tempo no trânsito e chega mais disposto ao trabalho.

Trata-se ainda de uma forma prática e saudável, pois ajuda no alcance do peso ideal por parte dos praticantes, ao mesmo tempo em que combate o sedentarismo e promove mais atenção e vigor nos ciclistas.

Os defensores afirmam ainda que o usuário da bicicleta, nas cidades, não se estressam tanto com o trânsito e produzem de maneira satisfatória a endorfina, o hormônio do bem-estar. E tudo isso sem contar que é uma atividade sustentável: pedalar não polui, reduz os congestionamentos de carros e economiza dinheiro.

A campanha do professor Fontenele Araújo coincide com a construção de um bicicletário nas instalações do Centro de Biociências (CB), que irá proporcionar de maneira mais estimulante e segura a utilização desse meio de transporte pela comunidade acadêmica.

A iniciativa acontece em consonância com o evento “De bike ao trabalho”, que será realizado nesta sexta-feira, 10, em todo o Brasil e tem como objetivo promover o uso consciente da bicicleta como meio de transporte. A campanha será promovida pelo Coletivo Bike Anjo, ação que colabora para que pessoas tenham suporte para o uso da bike no dia a dia.

“A bicicleta desponta não só como parte da solução para a mobilidade das grandes cidades, mas também para sua humanização”, afirma o professor John Fontenele Araújo.

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O Centro de Convenções de Natal recebe durante os dias 08 e 11 de maio o 34º Congresso da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa).

O evento, que já é considerado um dos maiores do País irá atrair para Natal diversas autoridades do setor, como os palestrantes Valéria Veras de Paula, Alexandre G.T Daniel, Alexandre Rossi, o famoso Doutor Pet entre outros.

Com especialistas em áreas como Nutrição/Intensivismo, Reprodução, Endocrinologia, Patologia Veterinária, Cirurgia de Tecidos Moles entre outros. “O congresso movimentará o setor médico veterinário do Brasil e trará para Natal diversas autoridades do setor. Uma oportunidade única para profissionais e estudantes de veterinária”, resumiu o presidente da Anclivepa/RN, o médico veterinário Alex Freitas.


História no RN

Nos anos 1990, os médicos veterinários do Rio Grande do Norte que clinicavam os animais de companhia observavam o setor passar por mudanças. O aumento na demanda dos atendimentos, aumento dos formandos em novas faculdades, a implantação de clínicas bem estruturadas, e principalmente a participação nos congressos nacionais, evidenciavam a necessidade de união e organização desses profissionais para que exercessem seu juramento de Médico Veterinário contextualizado no sistema mercadológico da iniciativa privada.

Foi então que os médicos veterinários João Baptista da Costa, Euclides Leandro de Castro, João Maria Bulhões, Denise Cunha Lopes, Maria De Lourdes, Diógenes Soares da Silva, Almir Pereira de Sousa, Evandro Facci e Jaime Alves, após várias reuniões, assinaram a Ata de Fundação da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais Regional Rio Grande do Norte.

“Desde então, passaram-se 18 anos. foram mais de 150 cursos de atualização, inúmeras palestras e encontros sociais. Foram mais de 600 associados entre acadêmicos e profissionais”, finalizou Alex Freitas, da Anclivepa/RN.

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Nos dias 28, 29 e 30 de maio, no Centro de Convenções de Natal, acontece a XII Jornada Universitária de Odontologia do Rio Grande do Norte (JUORN). Sob o tema central "Perspectivas e Tendências Atuais em Odontologia", a XII JUORN reúne acadêmicos, docentes, cirurgiões dentistas e todos aqueles interessados no debate, na reflexão e no enfrentamento dos desafios teóricos e práticos do campo de trabalho, reunindo profissionais de todo o país.

A JUORN concentrará suas atividades em simpósios e mesas-redondas para possibilitar uma discussão da temática apresentada, fomentando debates qualificados entre os participantes, estimulando assim o pensamento crítico reflexivo tão desejado pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN). Além disso, eventos paralelos a XII JUORN acontecem no mesmo período e local, como o Simpósio Fonodontológico , o II Encontro do CIADE e a Mostra de Extensão Universitária em Odontologia do Nordeste.

Entre os palestrantes estão os professores Carlos Augusto Galvão Barboza, Érika Oliveira de Almeida, José Sandro Pereira da Silva, Isabelita Duarte Azevedo e Gustavo Augusto Seabra Barbosa, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Janaína Gomes de Paiva Amorim, que se formou na graduação e na pós-graduação da UFRN, além de profissionais de instituições de ensino e do mercado de todo o Brasil. Esses profissionais debaterão as mais diversas áreas da odontologia, como ortodontia, cirurgia buco-maxilo facial, periodontia, implante, odontopediatria e biomateriais.

Mais informações sobre o evento, programação completa e inscrições estão disponíveis no site www.juorn2013.com.

Natal aderiu oficialmente nesta terça-feira (07), ao programa do Governo Federal “Crack, é possível vencer”. O prefeito, Carlos Eduardo, assinou o convênio em solenidade realizada na Escola de Governo do Rio Grande do Norte. O Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo e a Governadora Rosalba Ciarlini estiveram presentes ao evento.

Como anfitrião da solenidade o chefe do executivo municipal deu boas vindas ao Ministro da Justiça, destacando a importância do momento para a capital potiguar. Carlos Eduardo lembrou que os governos municipais não têm uma responsabilidade direta com a segurança pública, mas ressaltou que nenhum prefeito pode se negar a contribuir com o tema. Nesse sentido, o prefeito elencou algumas medidas adotadas pela sua administração para prevenir e combater a criminalidade em Natal.

Ele anunciou ações como a melhoria na estrutura de sete escolas de educação infantil do município, como também adiantou que em junho serão licitados mais 10 projetos de construção de escolas e no mês de agosto para complementar essas ações no campo da educação municipal, mais 11 projetos de construção de escolas passarão pelo mesmo processo: “Só podemos vislumbrar um futuro positivo para os jovens de Natal se investirmos em educação e nós estamos fazendo isso”, ressaltou.

O prefeito também falou sobre as ações relacionadas às melhorias nas praças. Em parceria com a Eletrobrás, a Prefeitura do Natal desenvolve o projeto “Reluz”. Com esse projeto a administração municipal está substituindo a iluminação defeituosa de vários bairros da cidade, com uma atenção especial às comunidades periféricas. No âmbito das políticas de assistência social a gestão trabalha incansavelmente para reativar os programas para atender a população. O executivo natalense já avançou na reestruturação dos Centros de Referência de Assistência Social – CRAS e Centros de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS.

Carlos Eduardo anunciou também que a Prefeitura vai revitalizar o Programa de Acompanhamento as Famílias dos dependentes químicos. Esse programa tem um foco direto nas famílias, oferecendo tratamento ao usuário, educação para as crianças que não estão em creches ou escolas e capacitação para pais e mães, com a inserção desses chefes de família no mercado de trabalho: “Quando o usuário voltar para casa reabilitado vai reencontrar sua família encaminhada e vai pensar duas vezes em voltar ao mundo das drogas”, disse.

O chefe do executivo natalense ainda destacou o fortalecimento dos programas da Guarda Municipal de Natal. O projeto do “Pelotão Escola” será reativado e a secretaria municipal de Defesa Social está trabalhando para viabilizar o “Guarda na Praia” e o “Guarda Cidadã”. No final do seu pronunciamento o prefeito de Natal, Carlos Eduardo, reafirmou o compromisso de sua administração de contribuir com as outras esferas de governo para ampliar a rede de prevenção e combate as drogas: “Esse problema já tomou proporções inaceitáveis e o programa “Crack, é possível vencer” representa um grande avança para vencermos essa guerra contra as drogas”, enfatizou.

O Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, contou que o projeto “Crack, é possível vencer” é ousado, visto que o Governo Federal destinou R$ 4 bilhões em recursos para abastecer as ações do programa. O gestor federal conclamou todos os órgãos envolvidos no processo a somarem forças para obter sucesso: “Essa união é fundamental”, falou.

Segundo Cardozo a ação parte de duas premissas importantes: O enfrentamento das organizações criminosas e narcotraficantes de forma veemente, o tratamento diferenciado aos usuários de entorpecentes, entendendo que eles são indivíduos que necessitam de acompanhamento médico e psicológico. José Eduardo Cardozo adiantou que em junho Natal já vai receber Unidades de Transmissão Móvel equipadas com um sistema de monitoramento eletrônico para serem utilizadas nas áreas mais adensadas no combate e prevenção da criminalidade.

O Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) com o apoio do Ambulatório de Doença do Neurônio Motor do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), promove o Simpósio Multidisciplinar em Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). O evento acontece no próximo dia 11, das 8h às 17h30, no auditório da Reitoria.

O Simpósio é direcionado a profissionais e estudantes da área da saúde e áreas afins, além de cuidadores, familiares e pacientes que tenham interesse. Segundo a fonoaudióloga e coordenadora do Curso, Maria de Jesus Gonçalves, falar sobre a ELA é importante por se tratar de uma doença pouco conhecida e de difícil diagnóstico.

Trata-se de uma doença progressiva, que compromete a vida do paciente em vários aspectos. Uma vez diagnosticada a ELA, é exigida uma abordagem específica no tratamento, com participação de equipe multiprofissional (neurologista, fonoaudiólogo, nutricionista, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, enfermeiro, entre outros profissionais).

A Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença das células nervosas do cérebro e da medula espinhal que controlam o movimento voluntário dos músculos. O principal sintoma é a fraqueza muscular acompanhada ao longo do tempo de atrofia muscular, inicialmente num dos lados do corpo. Outros sintomas são: cãibras, tremor muscular, reflexos exaltados, espasmos e perda de sensibilidade.

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..



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