NATAL PRESS

Os corticoides são medicamentos indicados no tratamento de algumas doenças como as reumáticas, autoimunes, alergias, câncer, dentre outras. São derivados do hormônio cortisol e produzidos em laboratório, chamados hormônios sintéticos. Também podem ser chamados de glicocorticoides ou corticosteroides. O cortisol é chamado de hormônio do estresse e pode sofrer alterações em caso de medo, exercícios, altitudes elevadas, traumatismos, cirurgias e infecções. Isso acarretará aumento da pressão arterial, glicose e tônus cardíaco. Ele será o responsável por preparar o organismo para “luta ou fuga”.

A dosagem elevada e o acúmulo de corticoide no organismo podem causar efeitos indesejáveis e acarretar alterações graves que comprometem os ossos e músculos do paciente como: fraqueza ou perda de massa muscular, osteoporose, fratura patológica dos ossos longos e ruptura do tendão. Além dessas, ainda podem ocorrer alterações hidroeletrolíticas como a retenção de sódio, causando o inchaço do paciente e aumento da pressão arterial, alterações nos olhos, na pele, no estômago e intestino, no sistema nervoso e no metabolismo das proteínas. Podem ainda ocorrer alterações psiquiátricas como hiperirritabilidade, insônia, mudanças de humor e personalidade.

Após tratamento com altas doses, por um período superior a três semanas, o medicamento deve ser retirado de forma lenta e contínua, pois o uso prolongado inibe a produção do cortisol que leva certo tempo para voltar a ser produzido.

No setor de fisioterapia da Casa Durval Paiva todos esses fatores são levados em consideração na avaliação de uma criança ou adolescente com necessidade de reabilitação, pois terão implicação direta na execução dos exercícios terapêuticos.

Uma criança irritada, chorosa, com privação de sono, normalmente não será colaborativa, por isso, é importante que o ambiente seja acolhedor, divertido e também estimulante, com uma variedade de brinquedos, jogos e livros.

Exercícios que estimulem o metabolismo ósseo podem contribuir para a manutenção da massa óssea. Podemos citar como exemplo: exercícios ou brincadeiras realizadas na posição em pé, atividades com pequenos saltos, brincadeiras ou jogos com dança, etc. Também é fundamental que a família seja orientada para também estimular a criança a ser mais ativa o quanto possível.

Mesmo passando por um tratamento longo e às vezes agressivo, com vários efeitos indesejados, a criança tem a possibilidade de ter um atendimento humanizado, se divertir e de ser criança.

 

*Isabelle Resende - Farmacêutica CRF 2541
Cinthia de Carvalho Moreno – Fisioterapeuta Crefito 83476-F
Casa Durval Paiva

Presidente do Conselho Federal estará em Natal prestigiando o evento



Com o maior contingente de trabalhadores de saúde no Estado totalizando cerca de 32 mil profissionais inscritos, o Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Norte (Coren-RN) realizará a posse de sua nova gestão nesta próxima quinta-feira (18), às 17h, no auditório da UNI-RN. O novo plenário administrará o Coren durante o triênio 2018/2020.

A solenidade de posse contará com a presença do presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Dr. Manoel Carlos Neri. Com mais de 2 milhões de profissionais inscritos em todo o Brasil, o Cofen tem abraçado bandeiras nacionais importantes como o fim do Ensino a Distância nas graduações de enfermagem e a melhoria da qualidade da saúde pública.

Os novos conselheiros foram escolhidos numa das eleições mais disputadas da história do Coren-RN, ocorrida nos últimos dias 01 e 02 de outubro, com o voto pela internet. Concorreram na disputa 3 chapas de nível superior e 2 chapas de nível médio. Entre os compromissos da nova gestão se destacam a valorização, uma maior visibilidade e o reconhecimento da importância dos profissionais de enfermagem no Estado.

Composição do Plenário Coren-RN, Gestão 2018/2020

Diretoria Eleita:

Presidente: Silvia Helena dos Santos Gomes

Secretária: Walmira Maria de Lima Guedes

Tesoureiro: Jorge Carlos de Araujo Medeiros

 Delegado Regional:

Silvia Helena dos Santos Gomes

 Suplente de Delegado Regional:

Rui Alvares de Faria Junior

 Conselheiros Efetivos Quadro I:

 Rui Alvares de Faria Junior

 Flávio Medeiros Guimarães

 Quandro I Conselheiros Suplentes:

 Katiucia Roseli Silva de Carvalho

 Joel Dácio de Souza Maia

 Francisco Sales da Silva Terceiro

 Ana Cristina de Freitas Silva

 Francisco Jalisson de Almeida e Silva

 Quandro I I e III Conselheiros Efetivo:

 Daniele Leitão Lourenço

 Edgley Ferreira da Silva

 Jonas Gonçalves dos Santos

 Selma Maria Freire de Morais Silva

 Quandro I I e III Conselheiros Suplentes:

Jair Gois Cavalcanti

José Orlando Fernandes de Jesus

Sueli Alves de Lima

Maria Damasceno da Rocha


Por:
Gabriella Pereira do Nascimento  - Coordenadora pedagógica
Laíse Santos Cabral de Oliveira  - Psicóloga CRP 17-3166
Casa Durval Paiva

 

O processo de hospitalização ocasiona diversas mudanças na rotina dos sujeitos que o perpassam em qualquer momento da vida. Além das mudanças físicas, há o surgimento também de sintomas emocionais que necessitam ser observados e cuidados. Para crianças e adolescentes, o diagnóstico e a hospitalização podem ser vivenciados como uma situação traumática, em que o sujeito “deixa de ser criança” para dar conta da nova rotina, repleta de exames, procedimentos, medicações e restrições. As condições do tratamento quebram sua rotina de vida, podendo alcançar sua totalidade de modo que o seu desenvolvimento físico, emocional, social e cognitivo seja afetado. 

Quanto mais prolongado o tratamento médico, maior deve ser a atenção às necessidades apresentadas pelo indivíduo. Crianças e adolescentes diagnosticados com câncer, por exemplo, passam longos períodos vivenciando a rotina hospitalar, em detrimento da sua rotina de vida habitual. Em meio a este contexto, percebe-se que as perdas estão presentes em diversos aspectos da sua vida, entre eles, as relações familiares e sociais (escola, igreja, esportes, lazer, dentre outros). O resgate dessa rotina, mesmo adaptada ao contexto hospitalar, tem bastante relevância e impacto sobre os resultados médicos obtidos, mostrando a importância de cuidar do sujeito de forma integral, com ações humanescentes aliadas ao tratamento de saúde.

Mesmo diante das mudanças acarretadas pelo surgimento da doença e da necessidade de realizar o tratamento, o processo evolutivo do ser humano continua com as necessidades próprias de cada idade. Dentre estas, incluem-se os aspectos emocionais, psicossociais e educacionais. Durante o desenvolvimento das habilidades motoras, por exemplo, a criança aumenta a autonomia e o autocontrole. Esse fato marca a sua primeira emancipação com relação à mãe. A partir dos 3 anos, a criança acredita que há regras para a manutenção da saúde e pode apresentar retraimento, pânico ou agitação motora quando há o surgimento de doenças.

Parte do desenvolvimento da criança e do adolescente ocorre dentro do contexto escolar e é nele que se percebe o maior impacto das perdas. Levando-se em consideração que este é o ambiente de maior interação, socialização e apreensão de conhecimentos diversos acerca da sociedade a qual está inserido, esta é uma das primeiras e mais significativas privações vivenciadas durante o tratamento, nesta fase da vida.

Nesta perspectiva, oferecer ao paciente o suporte educacional, mesmo que seja no ambiente hospitalar, possibilita o resgate de parte da sua rotina, oportunizando o desenvolvimento continuo paralelo à atenção a saúde. As atividades educativas realizadas na Casa Durval Paiva, por exemplo, ocorrem através do serviço do atendimento pedagógico hospitalar e domiciliar. Nestes espaços, o paciente tem acesso à sala de aula, tanto no hospital, quanto na casa de apoio, sendo possível sua participação efetiva nas atividades propostas.

Nesse contexto, diversas propostas educativas são possíveis, como por exemplo, a aplicação de projetos pedagógicos onde podemos reunir diversas áreas de conhecimento partindo de um tema gerador, oficinas de desenho, música, musicalização, teatro, passeios, informática, além da intervenção pedagógica sobre os conteúdos formais trazidos da escola regular. Com isso, é possível dar continuidade ao desenvolvimento educativo aliando a aprendizagem com a interação, socialização e integração deste aluno com os seus pares, aliviando o cansaço da rotina hospitalar, oferecendo a estes uma perspectiva de futuro para além da doença.

Na sala de aula também é possível perceber mudanças no comportamento e desenvolvimento das crianças decorrentes do tratamento médico, oportunizando a intervenção de outros profissionais.

A queda de cabelo, perda de peso, cansaço e a limitação na participação dos jogos e brincadeiras pode fazer com que a criança que enfrenta tal situação se sinta insegura por achar que é incapaz de realizar determinadas atividades, podendo haver perda da autoestima, sentimento de inferioridade e uma descrença de que a sua vida pode voltar a ser como era antes. Nesse momento, torna-se oportuno trabalhar a inclusão com o grupo, por vezes, abordando a própria doença, fazendo com que ela se empodere da sua situação atual e possa enfrentar as adversidades da vida com o apoio dos colegas e das intervenções multiprofissionais. Este trabalho pode ser realizado através de atividades lúdicas como: jogos, brincadeiras, rodas de conversa e leitura, contação de histórias, entre outras.

Assim, vale ressaltar que, toda possibilidade de intervenção supracitada ocorrerá de forma significativa com o apoio da equipe de saúde e, principalmente, com o compromisso e envolvimento da família, pois mesmo em vigência de tratamento médico, os indivíduos podem e devem ter uma rotina de vida, ainda que diferente da que se tinha antes do diagnóstico.

Por Eloisa Alexsandra Lopes *

 

O avanço tecnológico nos tratamentos radioterápicos tem aumentado a sobrevida dos pacientes portadores de tumores. Cirurgia, radioterapia e quimioterapia são métodos disponíveis para diversos tipos de tumores, inclusive os de cabeça e pescoço. A radioterapia é um método local ou regional que busca destruir as células tumorais através de feixes de radiação, e está sendo largamente difundida como tratamento para pacientes portadores de tumores de cabeça e pescoço, aumentando a responsabilidade do cirurgião dentista frente a esses pacientes, sobre as estruturas dentais.

A boca pode ser uma fonte rica em bactérias que são especialmente perigosas para quem vai entrar em tratamento contra o câncer. Previamente ao inicio deste, os pacientes devem passar por uma consulta odontológica onde deve receber as instruções a respeito dos efeitos da radiação ionizantes sobre as estruturas dentais. Onde o profissional irá avaliar a condição clinica do paciente. Primeiramente, procuramos junto aos pacientes da Casa Durval Paiva, um possível foco de infecção, que pode ser uma doença periodontal (doença da gengiva e de todos os tecidos que dão suporte ao dente) ou cáries muito profundas. Também verificamos dentes com mobilidades(moles) e que precisam ser removidos antes de iniciar o tratamento de radioterapia.

Uma avaliação prévia à cirurgia e a radioterapia poderá diminuir de forma efetiva complicações advindas de processos infecciosos ou inflamatórios crônicos, de origem bucal, que podem exacerbar após o tratamento oncológico.

O tratamento clínico deverá ser concluído pelo menos oito dias antes do inicio da terapia. Incluindo exodontias, endodontias, restaurações, periodontia, próteses fixas. Nos pacientes pediátricos em fase de dentição mista, deve-se fazer exodontia dos dentes em esfoliação, restaurações e remoção de cálculos salivares supra e subgengivais através de raspagem de tártaro, assim também como aplicação tópica de flúor gel neutro que vai possibilitar a diminuição da sensibilidade da área tratada.

O tratamento odontológico realizado previamente ao inicio da radioterapia otimiza o tratamento antineoplásico, evitando interrupções durante sua aplicação e melhorando a qualidade de vida dos pacientes.

 

*Dentista - Casa Durval Paiva 
CRO/RN 3663

 

O Aedes aegypti foi introduzido em Natal em 1996 e desde então tem tido uma população vetorial significativa. Foi durante a epidemia de 2015 que foi implementado a nova metodologia, o Vigiadengueutilizada pela Secretaria de Saúde. Hoje, essa metodologia é reconhecida nacional e internacionalmente, pelo Ministério da Saúde, Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização Panamericana de Saúde (OPAS).  

Esta metodologia consiste em um monitoramento permanente e sistemático dos dados epidemiológicos, que dizem respeito ao número de casos em seres humanos, e entomológicos, que diz respeito a situação da população do vetor, que no caso é o Aedes aegypti. Esses dados são coletados, cruzados e alisados.  

É a partir desta análise que os especialistas podem classificar diferentes partes da cidade em quatro cenários de risco. Essa classificação se dá baseada em indicadores. No primeiro cenário, os indicadores estão normais ou indicam uma situação leve. No segundo cenário, há o destaque de algum indicador de risco; no terceiro, de dois; e por fim, no quarto, a situação é considerada de epidemia.  

A principal diferença entre o Vigiadengue e a metodologia utilizada no resto do país, é que o primeiro trabalha com diferentes ferramentas, procurando abarcar o monitoramento, controle e prevenção da doença. 

Segundo o chefe do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Alessandre Medeiros, Natal atualmente se encontra em um período de baixa recorrência de casos, que necessariamente segue uma epidemia, como a que ocorreu em 2015 na cidade e no país.  

“Fazer projeções para o ano seguinte é sempre complicado. O que a gente observa são indícios. Fatores que começam a disparar. O nosso objetivo é, ao disparar esses fatores, responder de forma imediata, diminuindo o risco de epidemia e do impacto dela” pontuou o Alessandre 

Dentre as ferramentas do Vigiadengue, está o Gabinete de Crise, reuniões quinzenais realizadas no CCZ que tem como objetivo promover a intersetorialidade entre os distritos sanitários e as secretarias, analisando e debatendo os atuais cenários da cidade em relação aos casos epidêmicos e entomológicos de zoonoses. 

As outras ferramentas utilizadas são o controle vetorial por meio da visita do agente comunitário de saúde, a borrifação e os monitoramentos e análises citados.   

 

O Projeto Saúde na Praia – realizado pela Unidade de Saúde de Ponta Negra - promove nesta quinta (30/11) e sexta-feira (01/12) ações preventivas na praia de Ponta Negra. As ações são realizadas em função da comemoração do quarto ano do projeto e ocorrerão no calçadão da praia, entre os quiosques 7 e 8, das 8h da manhã até as 13h da tarde.

O projeto teve seu início em novembro de 2013, quando a equipe da Unidade de Saúde de Ponta Negra percebeu a dificuldade de certos moradores da área em acessar o serviço, uma vez que eles estavam quase sempre na praia trabalhando. Assim, surgiu o projeto Saúde na Praia, que tem como objetivo aproximar o atendimento de saúde dos moradores da vila e redondezas.

Os atendimentos terão como foco a saúde do homem, devido ao novembro azul, e a prevenção contra HIV/Aids, por causa do Dia Mundial de Combate a Aids, comemorado no primeiro dia de dezembro.

Serão realizadas ações de rastreamento de hipertensão e diabetes; além de orientações preventivas de câncer de próstata, pênis e pele, que são os mais comuns entre os homens nordestinos. Em combate às ISTs e outras doenças transmissíveis, serão oferecidos testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites, cujos resultados são entregues meia hora depois de realizados.

Até hoje, o projeto Saúde na Praia alcançou cerca de três mil pessoas, inclusive detectando crucialmente casos já avançados de hipertensão e diabetes.

 

Os principais procedimentos de assistência a casos de urgência e emergência realizados pelos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do município (Samu Natal) foram apresentados ao público nesta quarta-feira (15), durante evento comemorativo ao Dia Mundial da Filosofia, promovido por organização internacional Nova Acrópole, no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte.

A coordenadora do Núcleo de Educação Permanente do Samu Natal, Esmeralda Mattoso, explicou que o órgão foi convidado para falar sobre primeiros socorros ao público presente, visando as noções básicas de assistência aos principais casos de urgência recebidos no município.

“Foi um momento muito rico de informações e orientações para todos. Tivemos apresentação de como agir nos primeiros socorros às vítimas caídas ao solo, como comprimir o tórax corretamente e o que fazer em casos de engasgos de bebês, crianças e adultos”.

Ela disse que as orientações foram repassadas de forma simples e didática, o que possibilita um maior entendimento por parte de pessoas leigas. “Essas manobras de primeiros socorros, mesmo aplicadas por leigos bem orientados, contribuem de forma eficaz para o sucesso dos atendimentos”.

 

O bruxismo é uma atividade parafuncional do sistema mastigatório que inclui apertar ou ranger os dentes, continuamente, tanto no período diurno ou noturno, geralmente de maneira inconsciente. É um problema que afeta muita gente e isso não exclui as crianças. O hábito de ranger ocorre frequentemente durante o sono, períodos de preocupação, estresse e excitação, acompanhados por um ruído notável.  Já o apertamento, em geral sem ruídos, é mais comum durante o dia e pode ser considerado mais destrutivo, uma vez que as forças são contínuas e menos toleradas.

O bruxismo infantil pode ser causado por ansiedade e stress decorrentes de diferentes situações às quais a criança é exposta, uma rotina agitada ou uma mudança de rotina, como a chegada de um irmão, a separação dos pais, uma mudança de escola, o tratamento do câncer ou de uma doença hematológica, por exemplo. Além dos motivos emocionais, também pode estar relacionado a diferentes problemas físicos, como a má oclusão ou mordida desalinhada, que pode ser provocada pelo uso excessivo de mamadeira e chupeta, problemas de respiração como asma ou rinite, deficiências nutricionais ou até fatores hereditários.

É de fundamental importância realizar a anamnese completa da criança em ambiente tranquilo, contando com a participação dos pais para obter informações sobre a história médica geral, hábitos, queixa de dor, relacionamento familiar, social e avaliação do perfil psicológico da criança. Existem algumas maneiras de tentar minimizar ou prevenir o bruxismo nos pequenos. Uma delas é incentivar a mastigação desde cedo. Tentar estabelecer uma rotina de atividades que não seja pesada, estabelecer um ambiente tranquilo na hora de dormir para diminuir a tensão e evitar o bruxismo.

O bruxismo infantil pode ser tratado da mesma forma que em adultos, com placa de bruxismo como alternativa para minimizar o atrito entre os dentes superiores e inferiores. Também pode envolver exercícios e técnicas de relaxamentos orientadas por um psicólogo que ajudam a criança a lidar com o estresse, a ansiedade ou a hiperatividade, que são algumas das principais causas de bruxismo infantil noturno.

 Dentista - Casa Durval Paiva 

CRO/RN 3663

 

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) se reuniu, nesta segunda-feira (16), no auditório da própria SMS, com representantes de diferentes para discutir a elaboração de uma Linha de Cuidado para Pessoas Vítimas de Violência.

 

Estiveram presentes o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (Semul), além de outras instituições, como Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDECA) Casa Renascer.

 

Durante o encontro, a SMS apresentou a minuta de um projeto de Lei que define as unidades de saúde em que as pessoas devem ser encaminhadas em diferentes casos de violência, como a sexual e interpessoal/autoprovocada. O documento também determina os locais de atendimento por faixa etária e gênero.

 

“O documento é apenas uma minuta. Como a saúde é uma porta de entrada para esses casos, trouxemos o documento exatamente para fazer essa discussão com diferente órgãos que estão diretamente ligados com o atendimento de pessoas vítimas de violência”, destacou Ana Paula Queiroz, diretora do Departamento de Atenção Básica (DAB) da SMS.

Norteados por fatores como diagnóstico precoce, tecnologias, técnicas e tratamentos, profissionais se reúnem em Natal-RN até esta sexta-feira (13), no Centro de Convenções, para o 42º Congresso Brasileiro de Angiologia e de Cirurgia Vascular – CBACV, realizado pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – SBACV e presidido pelo potiguar Dr. Gutenberg Gurgel. Considerado o maior da categoria, o evento deixa legados ao Rio Grande do Norte.


Um destes legados ocorreu antes mesmo do início do Congresso. No último sábado (07), aconteceu no Shopping Via Direta, atendimento gratuito à população, com o ‘Check -up Vascular’ que levou mais de 800 pessoas ao local.


E, durante os cinco dias de Congresso foram mais de 2 mil inscritos, 381 sessões, em torno de 70 expositores e 200 palestrantes, sendo mais de 30 internacionais, entre eles, o espanhol Dr. Vicente Riambau, “Tecnicamente falando, é um encontro importante para a troca de experiências, uma vez que os profissionais são de níveis elevadíssimos e, assim, podermos levar todo o conhecimento para aplicar na melhoria dos pacientes, além de envolver categorias diversas como a indústria, que traz equipamentos e produtos auxiliares à nossa especialidade”, relata.


Tratamento de varizes, pé diabético, trombose, trauma vascular, medicina regenerativa, doença linfática, arterial, venosas e doença carotídea estavam entre os assuntos discutidos pelos profissionais. O Dr. Antônio Simi, atuante no Hospital Sírio Libanês (SP) explica “O fundamento maior da medicina para a obtenção de bons resultados está diretamente proporcional a precocidade do diagnóstico. A exemplo da Doença Carotídea, que é degenerativa e progressiva, quanto antes realizado o seu diagnóstico, mais fácil de ser evitado ou tratado.


Para a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular no Rio Grande do Norte – SBACV/RN, é o evento mais importante da categoria. “Esse momento é destinado ao aprimoramento da nossa especialidade, pois podemos nos conectar com o que há de mais moderno na área e com especialistas do mundo todo”, explica o presidente da SBACV/RN, Dr. Márcio Villar.


O Congresso traz relevâncias ao Estado no âmbito científico, humano, econômico e empregatício. Mais de 400 pessoas de 20 empresas envolvidas na organização. Já o setor hoteleiro recebeu mais de 4,5 mil hóspedes entre congressistas e familiares.



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