NATAL PRESS

Quando cito em minhas palestras e escritos os educadores, procuro dirigir-me não apenas aos heroicos profissionais dessa vocação, aos que realmente merecem essa deferência, contudo, àqueles que recebem de Deus (todos nós) a missão de encaminhar pela estrada correta as futuras gerações. E tantas vezes — a História está repleta de exemplos — as lições cotidianas adquiridas nos bancos escolares da existência também preparam o aluno para enfrentar os desafios de uma sociedade que chega aos estertores da postura suicida em relação ao meio ambiente.

Linha educacional ecumênica
Aproveitando o ensejo, trago algumas ponderações desenvolvidas por mim ao longo dos anos, no rádio e na TV, e que pautam a linha educacional ecumênica do Instituto de Educação e das demais escolas da Legião da Boa Vontade (LBV):
A Pedagogia de Deus, antevista pelo saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, Alziro Zarur (1914-1979), da qual decorre nossa proposta da Pedagogia do Afeto e da Pedagogia do Cidadão Ecumênico, marca da LBV no transcurso de seus 60 anos, visa à construção da criatura livre, pelo Amor, pela Verdade e pela Justiça Divinos. Consoante o Senhor da Paz, está singularizada no
— Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos (sentimento) e no Conhecereis a Verdade [de Deus], e a Verdade [de Deus] vos libertará (razão). Evangelho segundo João, 13:34 e 35, e 8:32.
Por que Pedagogia do Afeto? Porque a estabilidade do mundo começa no coração da criança. Não por acaso o dia dos pequeninos, 12 de outubro, é tão perto da data dos professores, 15 do mesmo mês.
A Pedagogia de Deus significa Jesus, o Mestre do Ensino, no ensino, como Mestre.
Ora, da mesma maneira que, para sobreviver, precisamos do pão de trigo, necessitamos do pão espiritual, o que desceu do Céu, o pábulo da liberdade plena, o alimento da Vida eterna para todos aqueles que Nele confiam, pois O respeitam (Boa Nova, nos relatos de João, 6:22 a 59).
Antes, porém, Ele, o Cristo, como o Pedagogo dos pedagogos, mostrou-
-nos, para comprovação, a potência que a Sua Sublime Palavra oferta aos que nela se fortalecem: andou sobre as águas (João, 6:16 a 21). Convocou, assim, nossa mente a livrar-se do temor do impossível. Demonstrou que nós, indivíduos, é que criamos limites para nós mesmos e consequentemente para nós, povo.
A Educação e a Cultura imanentes desse Divino Ser, Bálsamo transubstancial que baixa das Alturas, oferecendo “Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade” (Evangelho consoante Lucas, 2:14), é o de que todos carecemos, cidadãos e sociedade, sabendo ou não, para que estejamos livres de qualquer espécie de fome e de escravismo: desde o corpo ao Espírito. Trata-se da sempre nova, porquanto imortal, intelectualidade, acima de espaço-tempo conhecidos, que há de iluminar os colégios e universidades, a exemplo da Física existente além da Física. O conhecimento que vem do Educador Celeste — para sublimar todas as vitórias humanas — é um triunfo diário, a convidar a criatura, ainda infrene, a galgar patamares jamais vislumbrados, não unicamente no campo restrito à Religião, todavia na seara da Filosofia, da Ciência, da Economia, da Arte, do Esporte, da Política, da vida doméstica e pública, etc. O pensamento universal do Cristo não pode ser jugulado pelo raciocínio tartamudo do homem a erguer-se do curso primário na Grande Escola chamada evolução.
Enquanto não nos transformarmos de solitários em solidários, andará faltando humanidade à Humanidade. E aí está a causa de todo o perigo que tem sufocado o mundo, a mãe desnaturada dos prejuízos que sofremos.
Mas os seres espirituais e terrestres, em constante progresso, derrubarão inúmeras barreiras que, pelos séculos, retardam a sua felicidade. E finalmente a Ciência iluminada pelo Amor elevará o ser humano à conquista da Verdade.
Proclama o Salmo 99, versículo 9: “Exaltai o Senhor, nosso Deus, e prostrai-vos ante o Seu Santo Monte” (isto é, Sua Sabedoria, que desce à Terra na forma de Pão Espiritual, ou seja: Seu Intelecto exuberantemente clareado pelo Seu Amor), porque Santo é o Seu Nome. E a Ele rendamos tributo, glória e majestade, como canta o Salmista, 96:1 a 13.
Os Tempos chegaram.


José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com

No capítulo 17 do Evangelho narrado por João, Jesus deixou-nos uma das mais belas e tocantes páginas de Sua Sublime Existência — a Oração ao Pai Celestial, em que mostra toda a força do Seu Amor àqueles que Lhe foram entregues por Deus para cuidar. E, como dedicado Pastor do rebanho humano, ensinou a respeito do Seu Mandamento Novo — “Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos”. Assegurou que “ninguém tem maior Amor do que doar a própria Vida pelos seus amigos” (Evangelho segundo João, 13:34 e 35; 15:13). E o Cordeiro de Deus imolou-Se pelo mundo. Até em favor dos que se consideravam Seus adversários e O levaram à crucificação. De fato, não há maior altruísmo que esse — oferecer-se em sacrifício pela Humanidade, alheia à sua sobrevivência coletiva. Ocorre, no entanto, que ao terceiro dia o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, ressuscitou, esteve quarenta dias com os discípulos, e o anúncio de Seu glorioso retorno à Terra — não mais para ser crucificado — é tão presente na Sua Missão, que os Anjos o confirmam no momento de Sua volta ao Plano Espiritual: “E ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem O encobriu dos seus olhos. E, estando todos com a visão fita no Céu, enquanto Ele subia, eis que dois Anjos vestidos de branco se puseram ao lado deles, e lhes perguntaram: Galileus, por que estais olhando para o Alto? Este Jesus, que dentre vós foi alçado aos Céus, assim voltará como O vistes subir” (Atos dos Apóstolos, 1:9 a 11).

MAIOR ÊNFASE À RESSURREIÇÃO
Em 1o de abril de 1983, Sexta-Feira Santa, na Casa D’Itália, Salvador/BA, ao lançar o Livro Jesus, declarei: Na Sua vitória sobre a morte está a mola impulsionadora do Cristianismo, a certeza do triunfo, sobre si mesmos, dos Seus discípulos. A grande Mensagem da Semana Santa na atualidade, quando os povos insistem em invocar a morte, fazendo dela a sua deusa, é que o Divino Chefe nunca esteve realmente morto. O Espírito não se extingue. Razão por que somos imortais. Fomos criados à imagem e semelhança do Altíssimo. E “Deus é Espírito”, consoante revelou o Educador Celeste à samaritana no poço de Jacó (Evangelho segundo João, 4:24). Jesus Espírito ressurgiu aos olhos humanos. Com esse ato extraordinário, criou na alma dos Seus seguidores coragem capaz de enfrentar todos os ódios e perseguições mundanas, sem que sejam também portadores desse comportamento malsão. Por isso sempre destaco que valentia é aceitar uma incumbência, por mais difícil que pareça, e levá-la, com todo o brio, até o término. Sem desanimar, com os olhos fitos no Cristo de Deus.

JESUS VENCEU A MORTE
Conta o Evangelho conforme Lucas, 9:60, que certa feita a um jovem que desejava segui-Lo, contudo antes pretendia sepultar o pai, que morrera, o Excelso Pedagogo, com o intuito de testá-lo, aconselhou: “Deixa aos mortos enterrarem seus mortos. Tu, porém, vai, e anuncia o Reino dos Céus”. E nas anotações de Marcos, 12:27: “Deus não é Deus de mortos, mas de vivos”, isto é, de seres eternos. E completou: “Por não crerdes nisto, errais muito”.
O inesquecível recado de Sua Paixão, principalmente para esta época de Tempos chegados, é a vitória sobre a morte.
Na Primeira Carta aos Coríntios, 15:55, encontramos esta contundente indagação do Apóstolo Paulo: “Morte, onde está a tua vitória? Onde, o teu aguilhão?”.
Na verdade, os mortos não morrem. Para os que têm olhos de ver e ouvidos de ouvir, a morte é um boato.
Ao suplantá-la, Jesus pôde demonstrar o que dissera na Boa Nova dos relatos de João, 16:33: “Eu venci o mundo”. E o Mestre quer que, com Ele, igualmente o façamos. Quando as nações conhecerem melhor a realidade da vida espiritual, eterna, vão reformular tudo nos relacionamentos sociais, inclusive no âmbito planetário. Por enquanto, a sociedade permanece firmada quase que unicamente na matéria, que é um manto a esconder do ser humano o verdadeiro sentido de sua existência. Daí os equívocos, por vezes trágicos, não apenas na religião, mas na política, na arte, nos esportes, na ciência, na filosofia, e por aí vai. É comparável à lenda egípcia dos peixes que, vivendo no fundo de um laguinho, não davam crédito às notícias da presença de rios, mares e oceanos imensamente superiores ao seu restrito hábitat, preferindo, temerosos, vagar pela escuridão da mediocridade.

É o caso das criaturas terrenas imprevidentes, ameaçando-se a si mesmas com os perigos inenarráveis de uma destruição indescritível, pois o pequeno lago veio a secar e todos sucumbiram estorricados. Entretanto, como afirmava Teócrito (320-250 a.C), “enquanto há Vida, há esperança”. E a Vida é eterna.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com

A crescente violência no Brasil e no mundo tem chamado a atenção de todos. A cada dia aumentam os casos tristes e lamentáveis noticiados pela mídia.

Se ela hoje nos bate à porta, comecemos ontem, como muitos já o fazem, a luta pelos direitos da criança e do adolescente, contra a fome, as desigualdades e em prol da sustentabilidade. Empreendamos hercúleo combate à pior das carências, que atravanca o êxito de qualquer tentativa de transformação benéfica na Terra: a falta de solidariedade, de fraternidade, de misericórdia, de justiça; por conseguinte, a aridez do Espírito, do coração.

Em 2013, destacada pesquisa global, divulgada pela ONU, nos traz uma informação alarmante: “Todos os anos, entre 500 milhões e 1,5 bilhão de crianças sofrem algum tipo de violência no mundo. Mesmo com as estimativas mais conservadoras, grande número de crianças sofre seus efeitos físicos, mentais e emocionais, e outros milhões estão em risco”. Aqui temos apenas estatísticas oficiais e que desafiam a dignidade humana. Isso significa que o quadro deva ser ainda mais crítico e demande ação decidida e conscientização a partir das famílias, nas quais também ocorre a violência doméstica.

O dr. Cláudio Pita, formado em Direito pela Universidade Anhanguera, relatou à Boa Vontade TV que na infância e na adolescência vivenciou essa problemática. Mas soube, com o devido amparo, superar tudo isso. Hoje é diretor do Lar Nefesh, em São Paulo/SP, fundado por ele e que presta apoio às crianças e às famílias que passam por esses dramas. No seu entender, a sociedade tem papel indispensável na identificação dos casos de violência: “Às vezes, a coisa não está acontecendo na minha casa, ou na minha família, mas acontece ao lado. E a criança que está sofrendo tem medo de pedir socorro, tem receio de que o pai ou a mãe sejam presos e não quer desintegrar a família. Então, ela mesma acaba não pedindo ajuda. E é importante que as pessoas que estão ao redor estejam atentas, possam encaminhar ao conhecimento do poder público, ao Conselho Tutelar, na própria Vara da Infância e da Juventude, às autoridades policiais, para que eles tomem providência”.

Recorro ao ilustre recifense Josué de Castro (1908-1973) — médico, professor, cientista social, político e ativista brasileiro, autor dos famosos “Geografia da fome” e “Geopolítica da fome” —, que dedicou sua vida ao combate à miséria humana. Certa vez, afirmou:

— “Os ingredientes da Paz são o Pão e o Amor”.
Tenho dito que a estabilidade do mundo começa no coração da criança. Protegê-la é acreditar no futuro. Por isso, na rede de ensino da LBV, há tantos anos aplicamos a Pedagogia do Afeto e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico, um esforço de Boa Vontade para aliar a Educação aos valores espirituais ecumênicos.
A jovem escritora judia-alemã Anne Frank (1929-1945) registrou em seu diário ideais pacíficos, mesmo sofrendo a pungência da Segunda Guerra Mundial. Seu corajoso testemunho afasta o pessimismo que só aumenta as enfermidades sociais dos povos:
— “Apesar de todos e de tudo, eu ainda creio na bondade humana”.
Façamos, pois, a nossa parte em prol de tempos melhores.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com

Vou contar-lhes esta história, porque quem disser que não quer ser amado está doente ou mentindo. Ela começa na Bahia, cruza o sul do país e tem belo desfecho no Rio de Janeiro.
Em 27/1, meus pais, Bruno (1911-2000) e Idalina Cecília (1913-1994), se estivessem entre nós, completariam 74 anos de um casamento feliz.
Peço licença a vocês para narrar-lhes o autêntico conto de amor que ambos viveram, modelo de perseverança e superação para os que se gostam.

Conheceram-se em Camaçari. Hoje, um dos mais importantes polos petrolíferos do Brasil. Ele tinha 9 anos de idade. Ela estava com 7. Quando cresceram, a família foi contra o namoro por serem primos. Não que fossem pessoas ruins, temiam o grau de parentesco. Então, colocaram meu pai num seminário e mandaram minha mãe, ainda jovem, para o Rio de Janeiro. Passam-se muitos anos, quando meu velho, já sem batina, também vai para a Cidade Maravilhosa. Entretanto, não a encontra nessa primeira tentativa. Desiludido, viaja por várias regiões do país, incluído o sul. Longe de seu verdadeiro amor, volta ao Rio decidido a localizá-la.

Certo dia, na capital carioca, o querido e consagrado compositor e cantor Dorival Caymmi (1914-2008), conhecido deles desde a infância, topa com seu Bruno e lhe diz, com seu sotaque bem baiano: “Ô Ioiô, você sabe quem encontrei? Idalina!! Ela veio, com uma prima, aqui na rádio. Está morando na rua Gregório Neves, no Engenho Novo”. Meu pai não titubeou e dirigiu-se ao endereço indicado por Caymmi. Chegando lá, foi recebido pela minha tia-avó, Amália. Ao vê-lo, ela se vira para dentro de casa e chama em alta voz: “Idalina, o seu primo da Bahia está aqui! Ele veio casar com você!”. E um dado curioso é que, um mês antes desse reencontro, minha mãe terminara seu noivado forçado com um médico. Naquele tempo, o poder patriarcal era uma parada!

Idalina e Bruno uniram-se em 1940, vinte anos depois que se viram pela primeira vez. Adivinhem quem foi o padrinho de casamento? O saudoso Dorival Caymmi, privilegiado marido de Dona Stella Maris (1922-2008) e ditoso pai de Nana, Dori e Danilo, e que sempre encantou as plateias.

Observando o grande exemplo de meus amados pais, relembro, com Lícia (1942-2010), minha irmã, algumas palavras que publiquei em “Reflexões e Pensamentos — Dialética da Boa Vontade”, lançado em 1987: Assim como o sangue, circulando pelo corpo, oxigeniza e alimenta as células humanas, o Amor, percorrendo os mais recônditos pontos de nossa Alma, fertiliza-a e a torna plena de vida. (...) Ao término de tudo, ele — que se expressa das mais surpreendentes formas no sublime labor de conduzir os homens à sobrevivência — vencerá! Prosseguimos acreditando na vitória final do ser humano e seu Espírito Eterno, “a Obra Máxima do Criador”, na definição de Alziro Zarur (1914-1979).

E parabéns ao nosso estimado Caymmi. Este ano, em 30 de abril, comemoraremos o centenário de seu nascimento. Ele e dona Stella Maris continuam vivos, pois os mortos não morrem.


José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com

Abuso e exploração sexual infantojuvenil. Assuntos que não podem ser ignorados. Problemas de magnitude global que exigem alerta constante de todos nós, principalmente dos pais e dos governos. E na semana em que se comemora o Dia Mundial da Religião, 21/1, nada melhor que procurarmos caminhos eficientes em prol da assistência aos pequeninos.
A Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, tendo o Brasil como sede em 2014 e 2016, respectivamente, trazem ao país um enorme fluxo de turistas, algo providencial para a movimentação do comércio e de outros setores de serviço. Contudo, potencializa ainda mais a vulnerabilidade de crianças e jovens no que diz respeito à exploração sexual.
Juntamos nossos esforços aos de numerosas organizações do Terceiro Setor e aos do próprio governo no combate a essa terrível violência.

A Boa Vontade TV (canal 20 da SKY), no programa “Sociedade Solidária”, trouxe elucidativa entrevista com a professora Dalka Chaves de Almeida Ferrari, membro da diretoria do Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo/SP, e coordenadora-geral do Centro de Referência às Vítimas de Violência (CNRVV).

A segurança das crianças e dos jovens, segundo a professora Dalka, carece de uma mobilização geral: “Trata-se de trabalho contínuo que merece uma atenção constante da política pública para fazer esse enfrentamento. E hoje são necessárias a capacitação e a sensibilização dos hotéis, com seus gerentes e todo o corpo de trabalho, dos taxistas, do pessoal da rodoviária, dos ônibus, dos aeroportos. Se for pensar em política, todos os ministérios teriam que ser capacitados para fazer esse enfrentamento”.

QUEBRAR O PACTO DO SILÊNCIO
Durante sua conversa com o sociólogo Daniel Guimarães, apresentador do “Sociedade Solidária”, a professora Dalka Ferrari enfatizou também a imprescindível providência de proteção da criança dos abusos sexuais nos ambientes doméstico e social: “Quebrar o pacto do silêncio, conseguir falar desse assunto, porque ainda é muito velado, é meio tabu dentro da sociedade. Se a gente tiver jovens esclarecidos, conscientizados, sensibilizados sobre os cuidados que têm que ter com o próprio corpo, os limites que são dados, eles se sentirão bem e não deixarão que esse corpo seja invadido. Então, é quase que uma reeducação do autoconhecimento. A pessoa tem que se conhecer, saber exatamente o que ela quer para sua vida, os riscos que pode correr com os envolvimentos”. (...)
E prossegue, enfática: “Isso tudo é algo que precisa ser discutido, porque se a gente não conscientizar, desde a criança, o adolescente, o jovem até os pais, os educadores, que cuidam dessa criança e desse adolescente todo dia, a gente não vai fazer esse problema vir à tona. As pessoas têm vergonha de falar, não querem enfrentá-lo. E, à medida que o jovem ficar autônomo, sabendo como se defender, ele poderá ajudar outro jovem, poderá ser um multiplicador desses conhecimentos”.
Psicóloga, especialista em violência doméstica, ela reforça: “Então, o objetivo maior de tudo isso é fazer com que eles conheçam os riscos e as vantagens de receber uma Copa do Mundo, por exemplo. Ou, dentro da família, quais são as situações perigosas em que podem se envolver, ou em que precisam se defender. Porque é assim: a proteção dos pais existe por um tempo, mas há uma hora que vai depender da criança e do jovem fugirem, saírem ou pedirem ajuda por causa do risco que estão enfrentando”.

Estamos tratando de tema realmente complexo e que deve ser salientado e discutido na mídia, em casa, nas igrejas, nas escolas, nas universidades, no trabalho, em toda parte, de modo a ampliarmos a guarda em torno da infância e da juventude. E tenhamos em nossas agendas o Disque 100 (Disque Direitos Humanos), para fazer denúncias, procurar ajuda.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com

No artigo “Apocalipse e Genoma do Universo”, aqui publicado, procurei, de forma sucinta, analisar com Vocês as diversas teorias a respeito do surgimento da Terra e do Universo, pelo prisma do Apocalipse de Jesus que, libertado do estigma catastrófico recebido pelos séculos, traz boa sorte aos seres humanos.

O despertar do cidadão incorruptível também está associado às profecias. Observemos a ilustrativa palavra do Apóstolo Paulo, na sua Epístola aos Romanos, 13:11 e 12: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz”.

É urgente demonstrar que Profecia não é forçosamente sinônimo de flagelo, mas a exposição das correlações entre causa e efeito. Ela é somatório daquilo que antes realizamos de bem ou de mal. Torna-se necessário que aprendamos isto para fazer delas elemento para o progresso consciente, que nos transformemos, em pleno juízo, em agentes do nosso futuro, na Terra e no Céu. Não é vão este comentário do escritor francês Joseph Joubert (1754-1824): “Quando de um erro nosso surge uma infelicidade, injuriamos o destino”.

TEMER O APOCALIPSE?
A Lei de Causa e Efeito é onisciente, para dar a cada um de acordo com as próprias ações. Nem sempre vemo-la agir de imediato, visto que sua atuação é natural, orgânica. Por isso, raras vezes conseguimos perceber sua mecânica. No momento certo, segundo o Relógio de Deus, todos colhemos o que semeamos. Este aforismo de Vauvenargues (1715-1747) é bem apropriado para esta oportunidade: “A perfeição de um relógio não reside no fato de andar depressa, mas no fato de regular perfeitamente”. Portanto, não é contra o Apocalipse que nos devemos precatar; ao contrário, porque ele é, para os que o leem sem ideias preconcebidas, um belo recado divino com dois milênios. Maléficos são, estes sim, os atos humanos, quando desvairados, particulares ou coletivos.

SONS DO SILÊNCIO
O amigo José Medrado, conferencista e médium de singular talento, lançou recentemente, em Salvador/BA, a obra “Sons do Silêncio”, pelo Espírito Janete.
Na apresentação desse seu primeiro romance mediúnico, Medrado informa-nos que “é um misto de realidade e ficção. O espírito partiu de uma história que realmente aconteceu, mas a descaracterizou um pouco para que os personagens não fossem identificados”.
Ao autor, o meu agradecimento pela fraterna dedicatória: “Ao Irmão Paiva Netto, com votos de Paz de José Medrado”.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com

Na Seara da Boa Vontade, cultivamos a parte divina que existe em todos os indivíduos, esperando ser despertada para tornar-se eficaz no roteiro de sua própria evolução. Por isso, pregamos o Ecumenismo dos Senti­mentos Fraternos, que a tudo transcende, daqueles que anseiam unir‑se na construção de um futuro feliz.
Um dia, a Ciência expenderá a compreensão daquilo que já percebem os místicos universalistas: “Somos um”. Sim, somos um!

Sejamos um para manter a sobrevivência deste maltratado orbe. Sejamos um para que a água não fique irremediavelmente poluída. Sejamos um para que, juntos, possamos, pelos meios científicos, descobrir a cura de enfermidades tidas como erradicadas, mas que estão ressurgindo, e para as novas que se manifestem, “descabelando” muita gente e fazendo populações inteiras padecer. Sejamos um, porquanto temos de, mesmo que quando medianamente inteligentes, por mais humildes e simples que sejamos, entender que só dispomos de uma única morada: a Terra.

Sejamos um, também, para que os animais do oceano — como se encontra descrito no Segundo Flagelo do Apocalipse de Jesus, 16:3 — não se tornem extintos: “Derramou o segundo Anjo a sua taça no mar, e este se tornou em sangue como de um cadáver, e morreu todo ser vivente que havia no mar”.
Por exemplo, não permitamos que a vida cesse no Rio dos Macacos, que corta o belo Jardim Botânico, no Rio de Janeiro/RJ. Os peixes, antes facilmente observados pelos visitantes, estão ficando raros.

Com esforços conjuntos mantenhamos a esperança de que ainda possamos salvar nosso planeta.
Em vigor desde 1º de janeiro de 2014, a redução de 94% do enxofre na gasolina comercializada no Brasil, lançando menos gases poluentes no ar, é uma vitória. Que assim seja e que não fiquemos apenas nesta providência!
O Evangelho claramente recomenda: “Orai e vigiai”, ou seja, confiar em Deus e com empenho trabalhar para que as coisas realmente melhorem.

CARDEAL ORANI JOÃO TEMPESTA
Saudamos hoje o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta, que foi nomeado cardeal pelo papa Francisco no domingo, 12/1. Ele foi o único brasileiro entre os novos 19 príncipes da Igreja anunciados naquele dia.

Por sinal, nosso amigo religioso, em 1997, quando João Paulo II o fez bispo da diocese de São José do Rio Preto, interior paulista, adotou como lema de episcopado “De modo que todos sejam um”. Vem bem ao encontro do meu artigo desta data, cujo conteúdo é fruto da pregação de Paz e Ecumenismo Total que desenvolvemos no Brasil e no exterior, que começou com Alziro Zarur há 64 anos, ao fundar a Legião da Boa Vontade em 1º de janeiro de 1950.

Portanto, somos todos um em Deus, o Amor Universal, que congrega filhos dos mais diferentes redis na formação de uma Humanidade mais venturosa.
Ao prezado dom Orani, os votos de muito sucesso em suas novas responsabilidades de cardeal na Igreja Católica.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com

Dados do Ministério da Saúde apontam que quase 5 mil pequeninos morrem e cerca de 125 mil são hospitalizados anualmente no Brasil por causa de acidentes domésticos. Contando com as demais nações, os óbitos sobem para 830 mil, conforme o Relatório Mundial sobre Prevenção de Acidentes com Crianças e Adolescentes, divulgado pela Organização Mundial da Saúde e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O cuidado constante em prevenir acidentes desse tipo, tema do interesse de todos os pais, foi assunto de uma entrevista na Boa Vontade TV (canal 20 da SKY). O programa “Sociedade Solidária” recebeu Lia Gonsales, coordenadora de mobilização da entidade Criança Segura, que promove a prevenção de acidentes com crianças e adolescentes de até 14 anos. No bate-papo com o apresentador e sociólogo Daniel Guimarães, ela chamou a atenção para uma triste realidade: “A gente não tem uma cultura de prevenção no Brasil, em geral se corre muito atrás dos danos, do prejuízo. Podemos pensar em medidas simples para prever acidentes, como modificação mesmo do ambiente e mudanças de comportamento (...)”.

MEDIDAS PREVENTIVAS NO LAR
Lia Gonsales ainda exemplificou alguns cuidados: “Pensando nos ambientes domésticos, existe uma série de modificações que os pais ou os responsáveis podem fazer. Hoje em dia, as pessoas moram muito em apartamento, em andares altos. Então, primeiramente, devem instalar nas janelas redes de proteção, não deixar móveis perto das janelas, porque as crianças gostam de escalar; elas estão na fase mesmo do desenvolvimento, de se aventurar, de conhecer, de explorar. Outro ponto: a cozinha é um lugar extremamente perigoso, onde acontece a maioria dos acidentes com objetos cortantes, queimaduras, intoxicação. Evitar, portanto, a presença das crianças na cozinha, impedir mesmo, não deixar entrar ou utilizar portões de segurança para que elas não acessem o local, porque cozinha e criança não combinam. As crianças ainda não têm o discernimento sobre o que é perigoso, que ela vai correr risco”.
O assunto merece a devida consideração de todos nós. Não deixe de buscar mais esclarecimentos no site www.criancasegura.org.br. As futuras gerações agradecerão nossa iniciativa.

CENAS DA HISTÓRIA
Voltar ao passado e conhecer momentos decisivos da história. É o convite que o escritor Marcelo Ribeiro faz aos seus leitores na obra “Cenas da História — Os fatos que modificaram os rumos da humanidade”.
Agradeço-lhe a fraterna dedicatória que me enviou, de Porto Alegre/RS, em um exemplar de seu livro: “Ao ilustre Paiva Netto, ofereço um pouco do mundo e de nosso passado nestas Cenas da História com a estima e admiração sincera do autor Marcelo Ribeiro”.


José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com

Mundo em guerra, ou melhor, mundo sempre em guerra. Então, é igualmente hora, no raiar de mais um ano, de falar na Paz e de lutar por ela, até que seja alcançada, incluída a paz no trânsito, em que os desastres vitimam tanta gente. Um dos perigos que a Humanidade atravessa é a vulgarização do sofrimento. De tanto assistir a ele pela necessária mídia, parcela dos povos pode passar a tê-lo como coisa que não possa ser mudada. Eis o assassínio da tranquilidade entre pessoas e nações quando se deixam arrastar pelo “irremediável”. Ora, tudo é possível melhorar ou corrigir nesta vida, como no exemplo de Bogotá.

Se, pelo massacre das notícias trágicas, as famílias se acostumarem ao absurdo, este irá tomando conta de suas existências.

Todos estão profundamente preocupados com a selvageria que campeia na Terra, à cata de uma solução para pelo menos diminuir a violência, que saiu dos lugares ocultos, das madrugadas sombrias, ganhou as ruas e os lares, pois invadiu as mentes. Contudo, hoje, cresce o entendimento de que, se há violência, não é só problema dos governos, das organizações policiais, marcantemente, porém, um desafio para todos nós, sociedade. Se ela saiu da noite escura e mostrou-se à luz do dia, é porque habita o íntimo das criaturas. Existindo nas Almas e nos corações, se fará presente onde estiver o ser humano.

SOCIEDADE SOLIDÁRIA E ALTRUÍSTICA
Debate-se em toda a parte a brutalidade infrene e fica-se cada vez mais perplexo por não se achar uma eficiente saída, apesar de tantas teses brilhantes. É que a resposta não está longe, e sim perto de nós: Deus, que não é uma ilusão. Paulo Apóstolo dizia: “Vós sois o Templo do Deus Vivo” (Segunda Epístola aos Coríntios, 6:16). Ora, João Evangelista, por sua vez, asseverou que “Deus é Amor” (Primeira Epístola de João Evangelista, 4:8). Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, pelos milênios, vem pacientemente ensinando e esperando que, por fim, aprendamos a viver em comunidade. Trata-se da perspectiva nascida do Seu coração, que é solidária e altruística, firmada no Seu Mandamento Novo: “Amai-vos como Eu vos amei” (Evangelho segundo João, 13:34), a Lei da Solidariedade Espiritual e Humana, sem o que jamais este planeta conhecerá a justiça social verdadeira.

Num futuro que nós, civis e militares de bom senso, desejamos próximo, não mais se firmará a Paz sob as esteiras rolantes de tanques ou ao troar de canhões; sobre pilhas de cadáveres ou multidões de viúvas e órfãos; nem mesmo sobre grandiosas realizações de progresso material sem Deus. Isto é, sem o correspondente avanço ético, moral e espiritual.

OUTRO PARADIGMA
Deve haver um paradigma para a Paz. Qual? Os governantes do mundo? Todavia, na era contemporânea, enquanto se põem a discuti-la, seus países progressivamente se armam. Tem sido assim a história da “civilização”... “Quousque tandem, Catilina?” (Até quando, Catilina?) A Sabedoria Divina, no entanto, adverte que, se queremos a Paz, devemos preparar-nos para ela. E Jesus nos apresentou um excelente caminho: “Minha Paz vos deixo, minha Paz vos dou. Eu não vos dou a paz do mundo. Eu vos dou a Paz de Deus, que o mundo não vos pode dar. Não se turbe o vosso coração nem se arreceie, porque Eu estarei convosco, todos os dias, até o fim dos tempos” (Evangelho segundo João, 14:27). Que tal experimentá-lo?

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com

Em 8 de dezembro comemoramos no Brasil o Dia Nacional da Família. Na Declaração Universal dos Direitos Humanos, no artigo 16o, podemos ler: “A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção desta e do Estado”.

Em nossos pensamentos diários, observemos sempre se estamos dando o justo valor à Família. Um país melhor, mais feliz e, por consequência, uma Humanidade equilibrada dependem dos núcleos familiares bem constituídos, devidamente prestigiados por seus integrantes e pela comunidade. A importância da família transcende a compreensão mais comum. Nela, a vida humana encontra o seu refúgio, a exemplo da criança especial, que tem o seu dia celebrado em 9 de dezembro.

APOSTEMOS NAS FAMÍLIAS
O ilustre Espírito dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (1831-1900), que foi prefeito da cidade do Rio de Janeiro no tempo do Império, numa mensagem por intermédio do sensitivo Chico Periotto, deu ênfase ao nosso tema de hoje. Peço-lhes a atenção para suas palavras:
“A existência na Terra é de luta — não há outra denominação melhor —, mas a tranquilidade de Alma existe quando vemos que as Forças Benditas envolvem a família e os casais, elevando-os a patamares de compreensão, buscando as sementes que germinaram os frutos da semeadura, por intermédio dos filhos.
“Apostemos na ideia das famílias unidas pelo Cristo de Deus. Apostemos nisso. Que a palavra da Boa Vontade de Deus possa fazer o trabalho preponderante do Bem e ser ouvida e seguida na Terra. (...)
“Falamos sobre a importância da egrégora familiar, assunto recorrente e sempre de necessária abordagem, porque necessitamos oferecer condições de segurança, principalmente às mulheres (na Humanidade), às mulheres esposas e às crianças, com a parede, com a muralha dos bons sentimentos e das boas ações, fazendo descer sobre elas a cachoeira espiritual de bons fluidos que vem do Etéreo.
“Muitos casais e muitas famílias se desfazem porque não se preocupam com o diálogo salutar, com a compreensão mútua, enfim, com a presença do símbolo da unidade familiar, cujos arroubos sempre causam transtornos perigosos, problemáticos e danos irreparáveis aos que postulam a sedimentação da família no planeta Terra.
“Constituímos nossas vidas, também no Etéreo, pelo espírito de família que trazemos dos laços aflorados e traduzidos em harmonia e união advindos da matéria. Somos mais felizes no Espaço quando encontramos o nosso verdadeiro Amor na Terra.
“Se Jesus aproximou, uniu e fez com que frutificasse o Amor por intermédio dos filhos, dos felizes filhos que desabrocham, temos que trabalhar para suprir as deficiências do cotidiano, da convivência, do livre-arbítrio e de raciocínios que, às vezes, fogem do verdadeiro prumo necessário ao desenvolvimento da família. (...)
“Saibam que, na Pátria da Verdade, não nos descuidamos das lutas em que todos estão envolvidos no mundo. Mas queremos ainda maior afinação dos seres terrestres com seus Anjos da Guarda. Não deixem vícios humanos atingir seus Espíritos nem suas famílias, principalmente esses vícios que são fartamente divulgados nas mídias. Desde um simples cigarro, aparentemente inofensivo, às drogas, às bebidas. Blindem, blindem suas Almas. O corpo, o vaso físico que todos recebem na encarnação presente, é instrumento de Deus emprestado, inclusive os órgãos genitais, pois procriam, interagem a energia do homem com a da mulher para a evolução, a continuidade na Terra”.
Dr. Bezerra — muito conhecido também como “Médico dos Pobres” — continua vivo no Céu, no Mundo Espiritual, como Espírito, Anjo da Guarda, Nume Tutelar, enfim, há vários nomes que definem a mesma condição de prosseguir existindo. O princípio de tolerância, que deve reger a convivência em sociedade, nos inspira este raciocínio: ainda que nem todos acreditem na possibilidade da vida eterna ou que exista diálogo entre Céu e Terra, hão de levar em consideração o conteúdo da mensagem. É um texto sensato e que merece reflexão. A segurança material e espiritual de nossas famílias significa a boa guarda de nós mesmos.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com



Twitter