NATAL PRESS

Esta semana, até o dia 11, ocorre na Sede da ONU, em Nova York, a Reunião de Alto Nível (High-Level Segment) promovida pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (Ecosoc/ONU).

O encontro é pautado pelo debate dos desafios em curso e os emergentes para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) em 2015 e para sustentar os ganhos de progresso no futuro. Em pronunciamento, o embaixador Martin Sajdik, presidente do Ecosoc, destacou: “Estamos nos preparando para a reta final dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”.

Em uma edição especial da revista “Boa Vontade — Desenvolvimento Sustentável/2014”, em português, inglês, francês e espanhol, compartilhada com todas as autoridades participantes, declaro que ao longo das eras o estudo do Direito foi sendo aperfeiçoado, a fim de dar garantias cada vez mais sólidas à sociedade. O século 20, por exemplo, nos legou um imenso aprendizado por meio de sucessivas conquistas civis diante das maiores dificuldades enfrentadas pelas populações.

Em face de inúmeros episódios registrados pelos tempos, podemos concluir que o ser humano necessita do pão da liberdade. Contudo, não haverá verdadeira liberdade se esta não for iluminada pelo sentimento fraterno e solidário. O restante corre o risco do caos, e a História está repleta de exemplos para comprovar essa realidade. Rendamos, portanto, homenagens a tantos ativistas que, ao longo da História, almejaram liberdade e condições dignas de vida, em especial as mulheres batalhadoras. Elas diariamente empenham a própria existência no amparo aos seus filhos, sejam eles biológicos, adotivos ou, como costumo dizer, filhos que se traduzem em grandes realizações em benefício da Humanidade. Todas as mulheres são mães.

Uma dessas brilhantes mulheres foi a médica pediatra, sanitarista brasileira e fundadora da Pastoral da Criança, dra. Zilda Arns (1934-2010), que disse: “O trabalho social precisa de mobilização das forças. Cada um colabora com aquilo que sabe fazer ou com o que tem para oferecer. Deste modo, fortalece-se o tecido que sustenta a ação, e cada um sente que é uma célula de transformação do país”.

Exato! Por isso, tenho sempre defendido, igualmente na ONU, a conciliação universal de todo o conhecimento humano e espiritual, numa poderosa força a serviço dos povos.
A Legião da Boa Vontade (LBV), que tem status consultivo geral no Ecosoc, está levando suas recomendações de boas práticas socioeducacionais a esse High-Level Segment, cujo propósito é colaborar na criação de uma nova agenda global pós-2015. Além de expor sua experiência de trabalho no Brasil desde 1950, a LBV apresentará o resultado dos eventos que realizou em 2013 com vários setores da sociedade latino-americana, no Uruguai, na Argentina, no Paraguai e na Bolívia.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Desde 27/12/2012, o Brasil conta com a Fundação Escola Aberta do Terceiro Setor, que promove, por meio do ensino a distância, pela internet, a melhoria da capacitação dos profissionais desse importante segmento.

Parabéns ao ilustre curador de Fundações de São Paulo, dr. Airton Grazzioli, pela pioneira iniciativa de criar esse projeto, que já proporcionou capacitação e conhecimento a mais de 1.200 alunos. Aos interessados, os cursos estão disponíveis gratuitamente no site www.escolaaberta3setor.org.br.Agradeço ao seu presidente, dr. José de Arruda Silveira Filho, os relatos que recebi, pertinentes ao trabalho desenvolvido em 2013. Além de ser uma de suas instituidoras, a Fundação José de Paiva Netto (FJPN) participa ativamente das ações da Escola Aberta do Terceiro Setor. A entidade tem o apoio da LBV na gravação das aulas.

Em 2014, essa profícua parceria continua. Temos aí novos cursos, preparados por renomados professores. Assim, vamos construindo agentes mais qualificados no atendimento às numerosas demandas sociais do país.

CONGRESSO BRASILEIRO DO TERCEIRO SETOR
Na próxima sexta-feira, 23 de maio, a cidade de São Paulo/SP sediará o 15º Congresso Brasileiro do Terceiro Setor. Uma realização da empresa “Econômica Desenvolvimento Social”, destinada a administradores, dirigentes públicos e de ONGs, assistentes sociais, auditores, captadores de recursos, contabilistas, religiosos, estudantes, membros de conselhos municipais ou estaduais e operadores de Direito.
Levando em conta as transformações legais, contábeis e de sustentabilidade do Terceiro Setor, o evento contribui para a atualização e o aprimoramento daqueles que atuam na área. Entre os temas e seus respectivos palestrantes para o dia, estão: “Contabilidade Social” — Sebastian Yoshizato Soares, formado em Administração de Empresas pela Universidade São Judas Tadeu e em Ciências Contábeis pela Universidade Paulista; “Auditoria do Terceiro Setor” — Demetrio Cokinos, graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Mackenzie, pós-graduado em Finanças Empresariais pela Unisescon Trevisan e Curso de Controladoria pela FEA-USP; “Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) — A nova plataforma do SPED — também aplicável ao Terceiro Setor” — Daniel Belmiro Fontes, coordenador Nacional do projeto eSocial da Receita Federal do Brasil; “eSocial — Governança e Complaince” — Abdias Melo, formado em Ciências Contábeis e especialista em Controladoria e Gestão Financeira pela Unitau; “As Relações do Ministério Público com as Organizações do Terceiro Setor e as Peculiaridades das Prestações de Contas” — Airton Grazzioli, promotor de Justiça e vice-presidente da Associação Nacional dos Procuradores e Promotores de Justiça de Fundações e Entidades de Interesse Social (Profis); “CEBAS da Educação” — Eneida Cardoso de Britto Corrêa, coordenadora de Certificação de Entidades Beneficentes na área da Educação, no Ministério de Educação (MEC).
O Congresso ocorrerá das 8:45 às 18:30h no Hotel Tivoli Mofarrej, na Alameda Santos, 1.437. Para outras informações, ligue: (11) 5102-4654 ou acesse: www.economica.com.br.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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No Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, 17/6, vale ressaltar recentes e alarmantes estatísticas. Uma delas vem da Organização Mundial da Saúde (OMS). “Quase nove em cada dez habitantes das cidades do mundo estão sujeitos a níveis de poluição acima do aceitável segundo os padrões da OMS”, destacou a “Agência Brasil”. Depois, conforme noticiou a “Deutsche Welle”, uma pesquisa do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica diz que os reservatórios de água no país, considerados críticos pela Agência Nacional de Águas (ANA), perderam em média 80% de sua cobertura florestal.

Ora, os danosos impactos desse verdadeiro “arboricídio” estão aí. O ar, o solo e a água diariamente escasseiam em qualidade, fertilidade e abundância.

CUIDADO, ESTAMOS RESPIRANDO A MORTE

Há quase 14 anos, em 1º de julho de 2000, a revista “Manchete” publicou um artigo meu que parece até que foi escrito hoje:

Atualmente, em vastas regiões da Terra, o simples ato de respirar corresponde à abreviação da vida. Sofrimentos de origem pulmonar e alérgica crescem em progressão geométrica. Hospitais e consultórios de especialistas vivem lotados com as vítimas das mais diferentes impurezas.

Abeirar-se do escapamento de um veículo é suicídio, tal a adulteração de combustível vigente por aí. Isso sem citar os motores desregulados...

Quando você se aproxima, por estrada, via aérea ou marítima, de grandes centros populacionais do mundo, logo avista paisagem sitiada por oceano de gases nocivos.

Crianças e idosos moram lá... Merecem respeito.
No entanto, de maneira implacável, sua saúde vai sendo minada. A começar pela psíquica, porquanto as mentes humanas vêm padecendo toda espécie de pressões. Por isso, pouco adiantará cercar-se de muros cada vez mais altos, se de antemão a ameaça estiver dentro de casa, atingindo o corpo e a psicologia do ser.

Em cidades praieiras, a despeito do mar, o envenenamento atmosférico avança, sem referência à contaminação das águas e das areias... O que surpreende é constituírem, muitas delas, metrópoles altamente politizadas, e só de algum tempo para cá seus habitantes na verdade despertarem para tão terrível risco.

Despoluir qualquer área urbana ou rural deveria fazer parte do programa corajoso do político que realmente a amasse. Não se pode esperar que isso apenas ocorra quando se torna assunto lucrativo. Ora, nada mais proveitoso do que cuidar do cidadão, o Capital de Deus.
As questões são múltiplas, mas esta é gravíssima: estamos respirando a morte. Encontramo-nos diante de um tipo de progresso que, ao mesmo tempo, espalha ruína. A nossa própria.

Comprova-se a precisão urgente de ampliar em largo espectro a consciência ecológica do povo, antes que a queda de sua qualidade de vida seja irreversível. Este tem sido o desafio enfrentado por vários idealistas pragmáticos. Entretanto, por vezes, a ganância revela-se maior que a razão. O descuido no preparo de certas comunidades, para que não esterilizem o solo, mostra-se superior ao instinto de sobrevivência. (...)

A infinidade de poluições que vêm prejudicando a vida de cada um deriva da falência moral que, de uma forma ou de outra, inferniza a todos. Viver no presente momento é administrar o perigo. Mas ainda há tempo de acolhermos a asserção de Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944): “É preciso construir estradas entre os homens”. Realmente, porque cada vez menos nos estamos encontrando nos caminhos da existência como irmãos. Longe da Fraternidade, não desfrutaremos a Paz.

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.
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A partir de quinta-feira, 12/6, chefes de Estado, imprensa mundial e mais de um bilhão de torcedores voltarão seus olhos para o Brasil. Após 64 anos, aliás, tempo de existência da brasileiríssima Legião da Boa Vontade (LBV), nosso país novamente sedia a Copa do Mundo.

Fazemos votos de que esta querida nação alcance a vitória almejada nos gramados e em todos os outros campos, no enfrentamento das batalhas diárias em prol da melhor qualidade de vida para os cidadãos.

Que o entusiasmo da torcida, dos jogadores, da comissão técnica, dos dirigentes de nossa Seleção, enfim, a vibração e a Fé também se multipliquem em ações pragmáticas no aprimoramento de todas as classes sociais. Contudo, entendemos que a violência jamais será metodologia eficiente para se conquistar qualquer objetivo, por mais justo que seja.

Há 100 anos, durante a fatídica 1ª. Grande Guerra, o futebol ganhou significativo espaço para a Paz no Natal de 1914. Oportuna trégua permitiu que uma partida fosse jogada entre inimigos à época. Esse episódio, ocorrido em Ypres, na Bélgica, expressa muita coisa! Embora tenha sido um fato isolado naquela ocasião, em que abundante sangue se derramava em nome da insensatez humana, ele nos demonstra que a Paz definitiva não é utopia. Depende de nós! Por isso, há décadas defendo: o esporte sempre será melhor que as sangrentas guerras, que deixam como herança viúvas e órfãos.

GOLS PELA INFÂNCIA BRASILEIRA
Com o apoio de destacados esportistas, a campanha da LBV “Fiz um gol pela infância brasileira!” é sucesso nacional. Ao participar, a pessoa leva para casa bela camisa autografada por ídolos do passado e do presente.
Quem recentemente aderiu a esse time da Solidariedade foi a nossa simpaticíssima Adriana Calcanhotto, cantora e compositora gaúcha de muito prestígio no país e no exterior. Falando ao jornalista Luiz Carlos Lourenço, ela comentou: “Os grandes astros do futebol brasileiro deixaram suas assinaturas aqui e isso mostra a credibilidade deste trabalho. A camisa traz ainda nas costas o número 10, que pertence ao Neymar. Também merece uma nota 10 esta campanha da Legião da Boa Vontade em favor da infância brasileira”.
Outras informações encontram-se no site www.lbv.org/doe.

ESPIRITUALIDADE NAS NAÇÕES UNIDAS
A sede da ONU, em Nova York, sediará, em 12/6, quinta-feira, seminário organizado por um grupo de instituições ligadas ao Comitê de ONGs sobre Espiritualidade. A pauta contemplará “O Trabalho Espiritual das Nações Unidas: avançando em direção a uma transformação planetária de consciência”.
A Legião da Boa Vontade dos Estados Unidos foi convidada a expor sua experiência e visão no tópico “como indivíduos e grupos podem ajudar a catalisar o trabalho de transformação planetária”. Segundo a dra. Ida Urso, presidente da Aquarian Age Community, esse tema “é natural para a LBV, porque já é o trabalho que realiza há muito tempo”.
Que esse evento alcance seus propósitos, semeando a esperança ativa de dias mais felizes para os cidadãos!

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor.
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Como ser humano, considero fundamental a lei que torna hediondo o crime de exploração sexual de crianças, adolescentes ou pessoas vulneráveis, sancionada pelo governo brasileiro, no dia 21/5, quarta-feira.

Trata-se de grande conquista em prol da integridade da criatura humana desde a infância. A lei está aí. Compete agora seja respeitada.

Todos os pais, avós, parentes, professores, autoridades, enfim, todo cidadão de bem, contam com uma forte ferramenta para proteger as crianças, os jovens ou qualquer um que esteja em situação de risco. Quando Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, nos ensinou, no “Pai-Nosso”, a suplicar a Deus que “nos livrasse do mal”, Ele não recomendou que aguardássemos de braços cruzados os fatos. Seu pragmático Evangelho é uma Academia que forma, em primeiro lugar, guardiães da ordem civilizada.
O Brasil é sede neste e nos próximos anos de megaeventos internacionais. O grau de nossa responsabilidade deve estar à altura dos que dependem diretamente de nossas atitudes de amparo.

Mônica Souza, gerente de comunicação e marketing da Plan International Brasil, no programa “Sociedade Solidária”, da Boa Vontade TV (canal 20 da SKY), afirmou: “A exploração sexual infantil não vem de hoje. As campanhas de combate já existem há bastante tempo. Nesse momento, estamos nos preparando para ter uma resposta um pouco mais agressiva nesse período de Copa no Mundo”. Um dos propósitos da Plan é capacitar crianças e jovens para serem protagonistas de sua própria história.

Também no contexto em pauta, o ensino e o conhecimento são providências de real prevenção. É o que Mônica ressalta: “Lugar de criança é na escola. Ela não tem que estar na rua ou nas praias trabalhando. Conscientizar a comunidade, trabalhar com ela, proporcionar seminários, mostrar o que acarreta o problema e trazer soluções, são oportunidades educativas”.
Combatamos a exploração sexual. Por favor, anotem e tenham sempre às mãos o Disque 100 (Disque Direitos Humanos). A ligação é gratuita, e não é preciso se identificar. As Centrais de Atendimento funcionam diariamente, 24 horas por dia.

SEBASTIÃO NERY
O estimado amigo Sebastião Nery lançou recentemente a obra “Ninguém me contou, Eu vi: De Getúlio a Dilma”. Nery é um dos mais respeitados jornalistas do país. Ele é natural da Bahia, Estado de origem dos meus saudosos pais, Idalina Cecília (1913-1994) e Bruno Simões de Paiva (1911-2000).
Fiquei honrado ao ver meu modesto nome entre aqueles a quem Nery dedicou seu novo trabalho editorial. Nossa amizade vem desde a década de 1950, na antiga Rádio Mundial, do Rio de Janeiro/RJ, onde eu era voluntário. Ele relata isso: “Alguém me disse para ir à Rádio Mundial e conversar com Alziro Zarur (1914-1979). Eu fui e ele me recebeu muito gentilmente. Lá, conheci o Paiva Netto, que era um jovem (mais jovem do que eu), e que trabalhava lá. Trabalhamos juntos! Tenho uma lembrança de gratidão, pois quando você arranja um emprego e encontra pessoas que tratam de você, que esquecem que você saiu da cadeia, mas que o recebem como um cidadão (o que eu era, um jornalista que fora perseguido). Aí eu conheci o Paiva Netto, cujo trabalho sempre admirei”.

Agradeço ainda as palavras que ele fraternalmente me endereçou no exemplar que recebi e estou lendo: “Mestre Paiva Netto, que honra lhe mandar este livro que também é seu”.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Destacadas figuras do futebol no Brasil e no exterior aderiram à campanha “Fiz um gol pela infância brasileira!”. Bela camisa traz o autógrafo deles, apoiando essa iniciativa da LBV que, a cada Copa do Mundo, se junta à vibrante torcida nacional pela Seleção Brasileira.

Gostaria de transmitir o meu agradecimento a todos eles: Alexandre Pato, Denílson, Fabrício, Luis Fabiano, Osvaldo, Paulo Henrique Ganso, Rodrigo Caio, Rogério Ceni e Wellington — do São Paulo; André Santos, Chicão, Felipe e Leo Moura — do Flamengo; Arouca e Leandro Damião — do Santos; Cássio, Emerson Sheik, Gil e Jadson — do Corinthians; Cicinho — do Sivasspor Kulubu/TUR; Daniel Alves e Neymar — do Barcelona/ESP; Dante — do Bayern de Munique/ALE; David Luiz — do Chelsea/ING; Dedé, Everton Ribeiro e Ricardo Goulart — do Cruzeiro; Dida e Juan — do Internacional; Edenílson — da Udinese/ITA; Fernando Prass, Juninho e Wesley — do Palmeiras; Fred e Walter — do Fluminense; Henrique — do Napoli/ITA; Hulk — do Zenit/RUS; Jô, Marcos Rocha, Réver, Ronaldinho Gaúcho e Victor — do Atlético Mineiro; Léo Gago — do Grêmio; Lucas Piazon — do SBV Vitesse/HOL; Marcos Aurélio — do Jeonbuk Hyundai Motors/COR; Robinho — do Milan/ITA; e Gilberto Silva. Participação especial também de: Altair, lateral nas Copas de 1962 e 1966; Cafu, lateral campeão do mundo em 2002; Carlos Alberto Parreira, coordenador técnico da atual Seleção e treinador canarinho na conquista do Tetra; Dunga, volante capitão do título mundial em 1994 e técnico brasileiro em 2010; Jair Marinho, lateral do Brasil em 1962; Juninho Pernambucano, meia que jogou a Copa do Mundo de 2006; Marcos, goleiro campeão mundial em 2002; Neto, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul em 1988 como meio-campista e, agora, comentarista esportivo; Pelé, o Rei do Futebol, atacante tricampeão do mundo; Pepe, atacante em 1958 e 1962 e técnico; Roberto Carlos, lateral da conquista do Penta e, atualmente, técnico; Ronaldo Fenômeno, atacante campeão do mundo em 1994 e 2002; Zico, meia que disputou as Copas de 1982 e 1986, hoje técnico; e Zito, volante nos mundiais de 1958, 1962 e 1966.

Saiba como fazer parte dessa campanha, acessando o site www.lbv.org/doe.

LUIS ERLANGER
Recentemente, em uma sessão de autógrafos muito concorrida no Rio de Janeiro/RJ, o jornalista Luis Erlanger, diretor de análise e controle de qualidade da programação da TV Globo, lançou seu primeiro romance “Antes que eu morra”.
Recebi dele esta dedicatória amiga: “Caro Paiva Netto, espero que goste desta aventura de um estreante. Abraço. LER”.
Votos de sucesso e minha fraterna saudação ao autor.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Na quinta-feira, 8/5, retornou, aos 75 anos, à Pátria Espiritual, o renomado cantor Jair Rodrigues.
Grande amigo nosso, participava sempre das ações caritativas da LBV, contagiando-nos com sua marcante alegria.
No dia seguinte, durante a cerimônia que reuniu familiares, amigos e fãs para lhe prestar as últimas homenagens, o Coral Ecumênico Boa Vontade, formado por jovens da LBV, apresentou também seu tributo, interpretando a música “Disparada”, um dos maiores sucessos do cantor.
À sua bondosa Alma, porque os mortos não morrem, o coração dos Legionários da Boa Vontade.
Aos queridos cantores e músicos Luciana Mello e Jair Oliveira, seus filhos, à sua amada esposa, Clodine, aos demais familiares e amigos, a nossa solidariedade.

ATÉ QUANDO CATIVOS?
Domingo próximo, 18/5, é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Trata-se do cumprimento da Lei 9.970, de maio de 2000.
Segundo o Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual de Crianças e Adolescentes, “a data é uma lembrança a toda a sociedade brasileira sobre a menina sequestrada em 18 de maio de 1973, Araceli Cabrera Sanches, então com 8 anos, quando foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. Muita gente acompanhou o desenrolar do caso, poucos, entretanto, foram capazes de denunciar o acontecido”.
Já se passaram 41 anos desse lamentável episódio! É verdade que muitas louváveis iniciativas pelo país se empenham para evitar novas Aracelis. Contudo, até agora, não foi possível impedir que outras vítimas surjam a cada dia.
O brado renovado aqui é que a sociedade e seus órgãos constituídos jamais fechem seus olhos para tamanha calamidade. Esse “seriado” horripilante, cujas temporadas prosseguem ininterruptas e ainda sem data de término, não é uma ficção. A realidade de dramas inumeráveis continua clamando por mais segurança, bom senso, atitudes preventivas, justiça e caridade de todos nós.
E nada melhor do que abordamos esse horror no ensejo da celebração da Lei Áurea no Brasil, 13/5. Enquanto um só indivíduo, independente de sua etnia — seja criança, adolescente, jovem, adulto, idoso, mulher, homem —, sofrer qualquer tipo de violação de seus direitos de cidadania, vivenciaremos um estado de cativeiro.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Quando cito em minhas palestras e escritos os educadores, procuro dirigir-me não apenas aos heroicos profissionais dessa vocação, aos que realmente merecem essa deferência, contudo, àqueles que recebem de Deus (todos nós) a missão de encaminhar pela estrada correta as futuras gerações. E tantas vezes — a História está repleta de exemplos — as lições cotidianas adquiridas nos bancos escolares da existência também preparam o aluno para enfrentar os desafios de uma sociedade que chega aos estertores da postura suicida em relação ao meio ambiente.

Linha educacional ecumênica
Aproveitando o ensejo, trago algumas ponderações desenvolvidas por mim ao longo dos anos, no rádio e na TV, e que pautam a linha educacional ecumênica do Instituto de Educação e das demais escolas da Legião da Boa Vontade (LBV):
A Pedagogia de Deus, antevista pelo saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, Alziro Zarur (1914-1979), da qual decorre nossa proposta da Pedagogia do Afeto e da Pedagogia do Cidadão Ecumênico, marca da LBV no transcurso de seus 60 anos, visa à construção da criatura livre, pelo Amor, pela Verdade e pela Justiça Divinos. Consoante o Senhor da Paz, está singularizada no
— Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos (sentimento) e no Conhecereis a Verdade [de Deus], e a Verdade [de Deus] vos libertará (razão). Evangelho segundo João, 13:34 e 35, e 8:32.
Por que Pedagogia do Afeto? Porque a estabilidade do mundo começa no coração da criança. Não por acaso o dia dos pequeninos, 12 de outubro, é tão perto da data dos professores, 15 do mesmo mês.
A Pedagogia de Deus significa Jesus, o Mestre do Ensino, no ensino, como Mestre.
Ora, da mesma maneira que, para sobreviver, precisamos do pão de trigo, necessitamos do pão espiritual, o que desceu do Céu, o pábulo da liberdade plena, o alimento da Vida eterna para todos aqueles que Nele confiam, pois O respeitam (Boa Nova, nos relatos de João, 6:22 a 59).
Antes, porém, Ele, o Cristo, como o Pedagogo dos pedagogos, mostrou-
-nos, para comprovação, a potência que a Sua Sublime Palavra oferta aos que nela se fortalecem: andou sobre as águas (João, 6:16 a 21). Convocou, assim, nossa mente a livrar-se do temor do impossível. Demonstrou que nós, indivíduos, é que criamos limites para nós mesmos e consequentemente para nós, povo.
A Educação e a Cultura imanentes desse Divino Ser, Bálsamo transubstancial que baixa das Alturas, oferecendo “Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade” (Evangelho consoante Lucas, 2:14), é o de que todos carecemos, cidadãos e sociedade, sabendo ou não, para que estejamos livres de qualquer espécie de fome e de escravismo: desde o corpo ao Espírito. Trata-se da sempre nova, porquanto imortal, intelectualidade, acima de espaço-tempo conhecidos, que há de iluminar os colégios e universidades, a exemplo da Física existente além da Física. O conhecimento que vem do Educador Celeste — para sublimar todas as vitórias humanas — é um triunfo diário, a convidar a criatura, ainda infrene, a galgar patamares jamais vislumbrados, não unicamente no campo restrito à Religião, todavia na seara da Filosofia, da Ciência, da Economia, da Arte, do Esporte, da Política, da vida doméstica e pública, etc. O pensamento universal do Cristo não pode ser jugulado pelo raciocínio tartamudo do homem a erguer-se do curso primário na Grande Escola chamada evolução.
Enquanto não nos transformarmos de solitários em solidários, andará faltando humanidade à Humanidade. E aí está a causa de todo o perigo que tem sufocado o mundo, a mãe desnaturada dos prejuízos que sofremos.
Mas os seres espirituais e terrestres, em constante progresso, derrubarão inúmeras barreiras que, pelos séculos, retardam a sua felicidade. E finalmente a Ciência iluminada pelo Amor elevará o ser humano à conquista da Verdade.
Proclama o Salmo 99, versículo 9: “Exaltai o Senhor, nosso Deus, e prostrai-vos ante o Seu Santo Monte” (isto é, Sua Sabedoria, que desce à Terra na forma de Pão Espiritual, ou seja: Seu Intelecto exuberantemente clareado pelo Seu Amor), porque Santo é o Seu Nome. E a Ele rendamos tributo, glória e majestade, como canta o Salmista, 96:1 a 13.
Os Tempos chegaram.


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No capítulo 17 do Evangelho narrado por João, Jesus deixou-nos uma das mais belas e tocantes páginas de Sua Sublime Existência — a Oração ao Pai Celestial, em que mostra toda a força do Seu Amor àqueles que Lhe foram entregues por Deus para cuidar. E, como dedicado Pastor do rebanho humano, ensinou a respeito do Seu Mandamento Novo — “Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos”. Assegurou que “ninguém tem maior Amor do que doar a própria Vida pelos seus amigos” (Evangelho segundo João, 13:34 e 35; 15:13). E o Cordeiro de Deus imolou-Se pelo mundo. Até em favor dos que se consideravam Seus adversários e O levaram à crucificação. De fato, não há maior altruísmo que esse — oferecer-se em sacrifício pela Humanidade, alheia à sua sobrevivência coletiva. Ocorre, no entanto, que ao terceiro dia o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, ressuscitou, esteve quarenta dias com os discípulos, e o anúncio de Seu glorioso retorno à Terra — não mais para ser crucificado — é tão presente na Sua Missão, que os Anjos o confirmam no momento de Sua volta ao Plano Espiritual: “E ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem O encobriu dos seus olhos. E, estando todos com a visão fita no Céu, enquanto Ele subia, eis que dois Anjos vestidos de branco se puseram ao lado deles, e lhes perguntaram: Galileus, por que estais olhando para o Alto? Este Jesus, que dentre vós foi alçado aos Céus, assim voltará como O vistes subir” (Atos dos Apóstolos, 1:9 a 11).

MAIOR ÊNFASE À RESSURREIÇÃO
Em 1o de abril de 1983, Sexta-Feira Santa, na Casa D’Itália, Salvador/BA, ao lançar o Livro Jesus, declarei: Na Sua vitória sobre a morte está a mola impulsionadora do Cristianismo, a certeza do triunfo, sobre si mesmos, dos Seus discípulos. A grande Mensagem da Semana Santa na atualidade, quando os povos insistem em invocar a morte, fazendo dela a sua deusa, é que o Divino Chefe nunca esteve realmente morto. O Espírito não se extingue. Razão por que somos imortais. Fomos criados à imagem e semelhança do Altíssimo. E “Deus é Espírito”, consoante revelou o Educador Celeste à samaritana no poço de Jacó (Evangelho segundo João, 4:24). Jesus Espírito ressurgiu aos olhos humanos. Com esse ato extraordinário, criou na alma dos Seus seguidores coragem capaz de enfrentar todos os ódios e perseguições mundanas, sem que sejam também portadores desse comportamento malsão. Por isso sempre destaco que valentia é aceitar uma incumbência, por mais difícil que pareça, e levá-la, com todo o brio, até o término. Sem desanimar, com os olhos fitos no Cristo de Deus.

JESUS VENCEU A MORTE
Conta o Evangelho conforme Lucas, 9:60, que certa feita a um jovem que desejava segui-Lo, contudo antes pretendia sepultar o pai, que morrera, o Excelso Pedagogo, com o intuito de testá-lo, aconselhou: “Deixa aos mortos enterrarem seus mortos. Tu, porém, vai, e anuncia o Reino dos Céus”. E nas anotações de Marcos, 12:27: “Deus não é Deus de mortos, mas de vivos”, isto é, de seres eternos. E completou: “Por não crerdes nisto, errais muito”.
O inesquecível recado de Sua Paixão, principalmente para esta época de Tempos chegados, é a vitória sobre a morte.
Na Primeira Carta aos Coríntios, 15:55, encontramos esta contundente indagação do Apóstolo Paulo: “Morte, onde está a tua vitória? Onde, o teu aguilhão?”.
Na verdade, os mortos não morrem. Para os que têm olhos de ver e ouvidos de ouvir, a morte é um boato.
Ao suplantá-la, Jesus pôde demonstrar o que dissera na Boa Nova dos relatos de João, 16:33: “Eu venci o mundo”. E o Mestre quer que, com Ele, igualmente o façamos. Quando as nações conhecerem melhor a realidade da vida espiritual, eterna, vão reformular tudo nos relacionamentos sociais, inclusive no âmbito planetário. Por enquanto, a sociedade permanece firmada quase que unicamente na matéria, que é um manto a esconder do ser humano o verdadeiro sentido de sua existência. Daí os equívocos, por vezes trágicos, não apenas na religião, mas na política, na arte, nos esportes, na ciência, na filosofia, e por aí vai. É comparável à lenda egípcia dos peixes que, vivendo no fundo de um laguinho, não davam crédito às notícias da presença de rios, mares e oceanos imensamente superiores ao seu restrito hábitat, preferindo, temerosos, vagar pela escuridão da mediocridade.

É o caso das criaturas terrenas imprevidentes, ameaçando-se a si mesmas com os perigos inenarráveis de uma destruição indescritível, pois o pequeno lago veio a secar e todos sucumbiram estorricados. Entretanto, como afirmava Teócrito (320-250 a.C), “enquanto há Vida, há esperança”. E a Vida é eterna.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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A crescente violência no Brasil e no mundo tem chamado a atenção de todos. A cada dia aumentam os casos tristes e lamentáveis noticiados pela mídia.

Se ela hoje nos bate à porta, comecemos ontem, como muitos já o fazem, a luta pelos direitos da criança e do adolescente, contra a fome, as desigualdades e em prol da sustentabilidade. Empreendamos hercúleo combate à pior das carências, que atravanca o êxito de qualquer tentativa de transformação benéfica na Terra: a falta de solidariedade, de fraternidade, de misericórdia, de justiça; por conseguinte, a aridez do Espírito, do coração.

Em 2013, destacada pesquisa global, divulgada pela ONU, nos traz uma informação alarmante: “Todos os anos, entre 500 milhões e 1,5 bilhão de crianças sofrem algum tipo de violência no mundo. Mesmo com as estimativas mais conservadoras, grande número de crianças sofre seus efeitos físicos, mentais e emocionais, e outros milhões estão em risco”. Aqui temos apenas estatísticas oficiais e que desafiam a dignidade humana. Isso significa que o quadro deva ser ainda mais crítico e demande ação decidida e conscientização a partir das famílias, nas quais também ocorre a violência doméstica.

O dr. Cláudio Pita, formado em Direito pela Universidade Anhanguera, relatou à Boa Vontade TV que na infância e na adolescência vivenciou essa problemática. Mas soube, com o devido amparo, superar tudo isso. Hoje é diretor do Lar Nefesh, em São Paulo/SP, fundado por ele e que presta apoio às crianças e às famílias que passam por esses dramas. No seu entender, a sociedade tem papel indispensável na identificação dos casos de violência: “Às vezes, a coisa não está acontecendo na minha casa, ou na minha família, mas acontece ao lado. E a criança que está sofrendo tem medo de pedir socorro, tem receio de que o pai ou a mãe sejam presos e não quer desintegrar a família. Então, ela mesma acaba não pedindo ajuda. E é importante que as pessoas que estão ao redor estejam atentas, possam encaminhar ao conhecimento do poder público, ao Conselho Tutelar, na própria Vara da Infância e da Juventude, às autoridades policiais, para que eles tomem providência”.

Recorro ao ilustre recifense Josué de Castro (1908-1973) — médico, professor, cientista social, político e ativista brasileiro, autor dos famosos “Geografia da fome” e “Geopolítica da fome” —, que dedicou sua vida ao combate à miséria humana. Certa vez, afirmou:

— “Os ingredientes da Paz são o Pão e o Amor”.
Tenho dito que a estabilidade do mundo começa no coração da criança. Protegê-la é acreditar no futuro. Por isso, na rede de ensino da LBV, há tantos anos aplicamos a Pedagogia do Afeto e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico, um esforço de Boa Vontade para aliar a Educação aos valores espirituais ecumênicos.
A jovem escritora judia-alemã Anne Frank (1929-1945) registrou em seu diário ideais pacíficos, mesmo sofrendo a pungência da Segunda Guerra Mundial. Seu corajoso testemunho afasta o pessimismo que só aumenta as enfermidades sociais dos povos:
— “Apesar de todos e de tudo, eu ainda creio na bondade humana”.
Façamos, pois, a nossa parte em prol de tempos melhores.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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