NATAL PRESS


 Refletindo sobre em que períodos a música se vem decisivamente manifestando pelas eras, podemos concluir que ela existe desde antes dos tempos. De fato, é instrumento dessa grande obra-prima do Pai Celestial, o Universo.


Ao lermos os capítulos iniciais do Gênesis mosaico, sentimos a forte harmonia nascida do surgimento dos rios, das árvores, dos animais, da separação das terras, da expansão dos mares e da própria formação do nosso Espírito Eterno.


A partir daí, é possível estabelecer diversos e significativos momentos em que a música se casa com a história das muitas civilizações e correntes de pensamento que dão vida à Terra. (...) Uma nota musical pode salvar muitas vidas. A boa música é um elo inquebrantável que une a criatura ao Criador, é instrumento da Fortaleza chamada Deus!


Diante disso, temos a noção exata de que o pulsar da Vida, o Bem, a Solidariedade, o Respeito e a Caridade são igualmente melodias, sons, ritmos que afinam nossos pensamentos, palavras e ações pelo diapasão da Justiça e do Amor.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo." target="_blank">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.www.boavontade.com 

 

Na LBV, não alimentamos clima para conflito de gerações. Pelo contrário: aliamos ao patrimônio da experiência dos mais velhos a energia dadivosa dos mais moços. E o povo ganha com isso.

Estamos constantemente recordando aos jovens que um dia também terão cabelos brancos. Da mesma forma fraternalmente falamos aos idosos, lembrando-lhes de que já foram moços... É muito importante não esquecermos disso...

Os jovens amanhã envelhecerão também... Se quiserem manter o mesmo espírito de esperança, a mesma feição juvenil, apesar das naturais rugas do tempo e dos sempre belos cabelos brancos, pratiquem o Bem. Não há outro caminho. É o Espírito que fortalece o nosso ânimo, que nos concede a beleza eterna da simpatia. Não há melhor cosmético do que a consciência tranquila.

Pode parecer um paradoxo. Todavia, o país que desampara os seus idosos não crê no futuro da sua mocidade. Que é a nação, além de seus componentes? Havendo futuro, os moços envelhecerão. Viverão mais. Irão aposentar-se... Uma convicção arraigada do gozo imediato das coisas é a demonstração da descrença no amanhã. E os que podem pensam: “Vamos viver agora, antes que tudo acabe!”. E os que conseguirem resistir tanto que se danem... Não há exagero algum aqui. É o que se vê. Tem-se a impressão de que muitos daqueles que desfrutam do vigor da juventude ignoram a possibilidade de até mesmo alcançar a decrepitude. Mas poderão chegar lá... Não existe futuro sem moços. Também não o há sem velhos. Jovem é aquele que não perdeu o ideal.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com 

Em uma palestra que proferi de improviso no Rio de Janeiro/RJ, em 5 de julho de 1991, asseverei que a Fé é o combustível das Boas Obras; portanto, do trabalho. Tantos anos se passaram, e essa frase continua cumprindo o papel de fortalecer os corações. É como a prece. Ela é necessária a todo instante, porque a Alma, assim como o corpo, necessita de alimento. O que sustenta o Espírito é justamente a oração. O Amor que vem de Deus é resultado de nossa permanente sintonia com o Pai Celestial. Mas é preciso não esmorecer ante as intempéries da existência. É de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, este incentivo basilar: “Aquele que perseverar até ao fim será salvo” (Evangelho, segundo Mateus, 10:22).

Oração do trabalhador

Pelo ensejo do Dia do Trabalhador, comemorado em primeiro de maio, dedico aos operários da Terra e do Céu da Terra — já que os mortos não morrem — a “Oração do Trabalhador”, de autoria do nobre “Médico dos Pobres”, dr. Bezerra de Menezes (1831-1900), Espírito, por intermédio da sensitiva Maria Cecília Paiva, constante do livro Veleiro de Luz:

“Senhor, nossos corações reunidos aos corações que oram e trabalham em Teu Nome entoam o cântico de amor e de felicidade que nos invade a Alma.

“Humildes trabalhadores de Tua Seara, somos ainda os pequeninos aprendizes do Teu Evangelho que nos esclarece para a longa jornada do infinito.

“Louvamos a Tua Grandeza que estende mãos generosas à nossa debilidade, amparando-nos para que possamos exercer o Divino Mandato que nos confiaste.

“Nós Te louvamos o nome sagrado que imprime em nossas vidas a força necessária para empunharmos a enxada do trabalhador consciente de sua responsabilidade.

“Nós Te agradecemos as bênçãos generosas que deixas em nossos caminhos como frutos sazonados do Teu Amor, ofertando-nos vitalidade maior.

“Nós Te suplicamos, Senhor, que não nos deixes viver ao som das trombetas da vaidade, ou ao som dos elogios fáceis.

“Sabemos, Divino Mestre, quão pequenos e frágeis somos e quão necessárias são as Tuas Bênçãos para o nosso fortalecimento.

“Reergue-nos, Senhor, quando fraquejarmos.

“Inspira-nos nos momentos difíceis.

“Ampara-nos hoje e sempre.

“Que os dias de trabalho que Te ofertamos sejam iluminados pelas Auras de Teus Anjos, a fim de que aqueles que se aproximarem de nós recebam a gota de orvalho que balsamiza e cura.

“Não nos deixes entregues ao orgulho que ainda vive em nosso íntimo e permite que, humildes trabalhadores de hoje, possamos prosseguir sempre, rumo aos mais altos planos, amando-Te e servindo sempre em Teu Nome.

“Anjo de Deus, envolve-nos na Tua Luz, e, estrada afora, cantaremos glórias ao Teu Nome para sempre!”.

Belíssima oração! Faz bem à Alma. Espiritualidade Ecumênica é para isso: fazer bem ao nosso Espírito. Portanto, muito oportuna esta palavra do meu saudoso amigo ex-presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL) Austregésilo de Athayde (1898-1993): “A verdadeira religião ensina, orienta, edifica, porém não ameaça. A infinita bondade de Deus não pode ser clava mortal para os pecadores”.

Um mundo melhor

A edição 234 da revista BOA VONTADE (março de 2013) trouxe este destaque da palavra do vocalista do grupo Nenhum de Nós, Thedy Corrêa: “A LBV faz um trabalho sensacional, porque muitas pessoas têm dificuldade de enxergar esta possibilidade: a de que existe um mundo melhor... e a LBV mostra isso a elas”.

Grato ao generoso povo brasileiro, que tem tornado possíveis essas ações de Boa Vontade com seu imprescindível apoio.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com


Diante das mais variadas situações, em que a dor e o sofrimento chegam, muitas vezes sem avisar, é imprescindível o gesto solidário das criaturas em prestar socorro material e espiritual ao próximo. E, ao lado desse apoio imediato, é preciso alimentar a força da esperança e da Fé Realizante, que levam o ser humano a se manter sob a proteção do Pai Celestial e o estimulam a arregaçar as mangas e concretizar suas mais justas súplicas.

Nos desafios da existência, recordemos sempre a palavra de conforto e ânimo renovados de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, constante do Seu Evangelho segundo Mateus, 8:23 a 27; Marcos, 4:35 a 41; e Lucas, 8:22 a 25. A seguir, o texto da Boa Nova unificado por Wantuil de Freitas:

“Aconteceu que, num daqueles dias, Jesus tomou uma barca, acompanhado pelos Seus discípulos; e eis que se levantou no mar tão grande tempestade de vento que as ondas cobriam a barca, enquanto Jesus dormia na popa, sobre um travesseiro. Os discípulos O acordaram aos brados, dizendo: ‘Salva-nos, Senhor, nós vamos morrer!’. E Jesus lhes respondeu: ‘Por que temeis, homens de pequena fé?’. Então, erguendo-se, repreendeu os ventos e o mar; e se fez grande bonança. Aterrados e cheios de admiração, os discípulos diziam uns aos outros: ‘Afinal, quem é Este, que até o vento e o mar Lhe obedecem?’”.

 

ENFRENTAR E VENCER AS TORMENTAS

O que tem sido a vida humana, para muitos, a não ser o atravessar de procelas, que devemos vencer, não fugindo delas? Vejamos o exemplo na própria náutica. Quando há uma tempestade com vagalhões, o comandante embica a proa do navio na direção das vagas, se ele, surpreendido pela tormenta, não pôde fugir dela. Não vira para o lado, não dá às vagas os seus costados. Senão, o barco corre o grave risco de adernar e até submergir. Assim cada um de nós tem de ser. Enfrentar as tormentas do cotidiano com o potente navio que o Excelso Navegador nos oferece, que é o nosso corpo, conduzido pelo Espírito, mesmo quando enfermo. Encarar a tempestade e vencê-la, derrubadas as ilusões da vida. Porque aí é possível sonhar com um mundo melhor. Iludirmo-nos é que não podemos. E, quando o temporal estiver mais forte, a ponto de pensarmos que soçobraremos — ou, o que é pior, acharmos que o Comandante Celeste está distraído, descansando —, tenhamos a certeza de que o Divino Timoneiro não dorme. Jesus sempre se encontra alerta, pronto a orientar a Sua tripulação, indicando-lhe novas viagens pelo planeta inteiro, esperando que mostre a sua capacidade e perseverança.

“Por que temeis, homens de pequena fé?”.

Assimilemos o quanto antes essa repreensão justa de nosso Mestre, pois, de qualquer forma, na hora certa, Ele vai erguer-se, repreender os ventos e o mar, e far-se-á paz nos corações.

Tudo neste mundo pode ficar fora do controle dos homens, mas nada escapa ao comando de Deus. Portanto, quanto mais perto Dele, mais longe dos problemas.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo." target="_blank">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com


Atendendo a pedidos de leitores que nos acompanham em diversos jornais do país, trago texto que transcrevi na minha série de artigos, publicados no jornal Folha de S.Paulo, durante o ano de 1986. Sei de muitos amigos — do rádio, da imprensa, da televisão, da internet e de defensores da Mãe Natureza — que gostariam de possuir a famosa carta do Chefe Seattle (1787-1866). 

Recebi, em 1986, do jornalista Walter Periotto, então embaixador da LBV, nos Estados Unidos, essa página sobre a qual muita gente já ouviu falar, mas que ainda não teve oportunidade de conhecer. Trazemos hoje, à meditação de todos este documento:

 

"Quem é dono do céu, do brilho das águas?"

(Tradução do texto considerado autêntico da Carta do Chefe Seattle, que, em 1855, respondeu à proposta dos Estados Unidos de comprar a terra dos índios. O texto procede do UNEP — Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.)

"Como podeis comprar ou vender o céu, a tepidez do chão? A ideia não tem sentido para nós.

"Se não possuímos o frescor do ar ou o brilho da água, como podeis querer comprá-los?

"Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, qualquer praia, a neblina dos bosques sombrios, o brilhante e zumbidor inseto, tudo é sagrado na memória e na experiência de meu povo. A seiva que percorre o interior das árvores leva em si as memórias do homem vermelho.

"Os mortos do homem branco esquecem a terra de seu nascimento quando vão pervagar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta terra maravilhosa, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumosas são nossas irmãs; os gamos, os cavalos, a majestosa águia, todos são nossos irmãos. Os picos rochosos, a fragrância dos bosques, a energia vital do pônei e o homem, tudo pertence a uma só família.

"Assim, quando o Grande Chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossas terras, ele está pedindo muito de nós. O Grande Chefe manda dizer que nos reservará um sítio onde possamos viver confortavelmente por nós mesmos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Se é assim, vamos considerar a sua proposta sobre a compra de nossa terra. Mas tal compra não será fácil, já que esta terra é sagrada para nós.

"A límpida água que percorre os regatos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos ancestrais. Se vos vendermos a terra, tereis de vos lembrar que ela é sagrada, e deveis lembrar a vossos filhos que ela é sagrada, e que qualquer reflexo espectral sobre a superfície dos lagos evoca eventos e fases da vida de meu povo. O marulhar das águas é a voz dos nossos ancestrais. Os rios são nossos irmãos, eles nos saciam a sede. Levam as nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se vendermos nossa terra a vós, deveis vos lembrar e ensinar a vossas crianças que os rios são nossos irmãos, vossos irmãos também, e deveis a partir de então dispensar aos rios a mesma espécie de afeição que dispensais a um irmão.

"Nós sabemos que o homem branco não entende o nosso modo de ser. Para ele um pedaço de terra não se distingue de outro qualquer, pois é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo de que precisa. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga; depois que a submete a si, que a conquista, ele vai embora, à procura de outro lugar. Deixa atrás de si a sepultura de seus pais e não se importa. Sequestra os filhos da terra e não se importa. A cova de seus pais e a herança de seus filhos, ele as esquece. Trata a sua mãe, a terra, e a seu irmão, o céu, como coisas a serem compradas ou roubadas, como se fossem peles de carneiro ou brilhantes contas sem valor. Seu apetite vai exaurir a terra, deixando atrás de si só desertos. 

"Isso eu não compreendo. Nosso modo de ser é completamente diferente do vosso. A visão de vossas cidades faz doer aos olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e como tal nada possa compreender.

"Nas cidades do homem branco não há um só lugar onde haja silêncio, paz. Um só lugar onde ouvir o farfalhar das folhas na primavera, o zunir das asas de um inseto. Talvez seja porque sou um selvagem e não possa compreender.

"O barulho serve apenas para insultar os ouvidos. E que vida é essa onde o homem não pode ouvir o pio solitário da coruja ou o coaxar das rãs à margem dos charcos à noite? O índio prefere o suave sussurrar do vento esfrolando a superfície das águas do lago, ou a fragrância da brisa, purificada pela chuva do meio-dia ou aromatizada pelo perfume das pinhas.

"O ar é precioso para o homem vermelho, pois dele todos se alimentam. Os animais, as árvores, o homem, todos respiram o mesmo ar. O homem branco parece não se importar com o ar que respira. Como um cadáver em decomposição, ele é insensível ao mau cheiro. Mas, se vos vendermos nossa terra, deveis vos lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar insufla seu espírito em todas as coisas que dele vivem. O ar que nossos avós inspiraram ao primeiro vagido foi o mesmo que lhes recebeu o último suspiro.

"Se vendermos nossa terra a vós, deveis conservá-la à parte, como sagrada, como um lugar onde mesmo um homem branco possa ir sorver a brisa aromatizada pelas flores dos bosques.

"Assim consideraremos vossa proposta de comprar nossa terra. Se nos decidirmos a aceitá-la, imporei uma condição: o homem branco terá de tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos.

"Sou um selvagem e não compreendo de outro modo. Tenho visto milhares de búfalos a apodrecerem nas pradarias, deixados pelo homem branco que neles atira de um trem em movimento. Sou um selvagem e não compreendo como o fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante que o búfalo, que nós caçamos apenas para nos manter vivos.

"Que será do homem sem os animais? Se todos os animais desaparecessem, o homem morreria de solidão espiritual. Porque tudo que aconteça aos animais pode afetar os homens. Tudo está relacionado.

"Deveis ensinar a vossos filhos que o chão onde pisam simboliza as cinzas de nossos ancestrais. Para que eles respeitem a terra, ensinai a eles que ela é rica pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinai a eles o que ensinamos aos nossos: que a terra é a nossa mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, está cuspindo sobre si mesmo.

"De uma coisa temos certeza: a terra não pertence ao homem branco; o homem branco é que pertence à terra. Disso temos certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado.

"O que fere a terra fere também os filhos da terra. O homem não tece a teia da vida; é antes um de seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio.

"Mesmo o homem branco, a quem Deus acompanha, e com quem conversa como amigo, não pode fugir a esse destino comum. Talvez, apesar de tudo, sejamos todos irmãos. Nós o veremos. De uma coisa sabemos — e que talvez o homem branco venha a descobrir um dia: nosso Deus é o mesmo Deus. Podeis pensar hoje que somente vós O possuís, como desejais possuir a terra, mas não podeis. Ele é o Deus do homem e Sua compaixão é igual tanto para o homem branco quanto para o homem vermelho. Esta terra é querida Dele, e ofender a terra é insultar o seu Criador. Os brancos também passarão; talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminai a vossa cama, e vos sufocareis numa noite no meio de vossos próprios excrementos.

"Mas no vosso parecer, brilhareis alto, iluminados pela força do Deus que vos trouxe a esta terra e por algum favor especial vos outorgou domínio sobre ela e sobre o homem vermelho. Este destino é um mistério para nós, pois não compreendemos como será no dia em que o último búfalo for dizimado, os cavalos selvagens domesticados, os secretos recantos das florestas invadidos pelo odor do suor de muitos homens e a visão das brilhantes colinas bloqueadas por fios falantes. Onde está o matagal? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. O fim do viver e o início do sobreviver".

 

Respeitável exemplo

Quanta sabedoria e humanidade no pensamento de um homem considerado selvagem!...

Que elas não falhem nos civilizados, quando enlouquecidos pela cegueira de domínio, a qualquer preço, dos seus semelhantes. 

A Mãe Terra talvez não suporte nossas travessuras de “macacos em loja de louças”.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo." target="_blank">Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com 

Num clima de muita alegria, tive a honra de comandar, em 4 de julho de 2009, a sessão solene de encerramento do 34o Fórum Internacional da Juventude Ecumênica da Boa Vontade, cujo tema foi inspirado no meu artigo “É urgente reeducar!”. Esse documento, também editorial da revista Sociedade Solidária, foi encaminhado pela LBV à Organização das Nações Unidas, ONU, em vários idiomas.

Durante o Fórum — transmitido pela Super Rede Boa Vontade de Comunicação (rádio, TV e internet), apresentei trechos de outra página minha, constante do livro O Capital de Deus. Atendendo a pedidos, trago alguns apontamentos que fiz naquele dia memorável:

O Espírito do ser humano, na Terra, é, no campo social, o começo de tudo. Não se pode modificá-lo por decreto.

É claro que as leis que promovem educação, saúde, alimentação, emprego, portanto condições melhores de vida, vão dar resultado, se bem estruturadas, regulamentadas e respeitadas. Contudo, não se transforma realmente uma pessoa por pura e simples imposição.

Trata-se de largo trabalho que deve, além de instruir e educar, principalmente reeducar, o que significa dizer: iluminar a instrução comum com o luzeiro da Espiritualidade Ecumênica. A cultura humana, por milênios de progresso intelectual, tem se firmado em termos gerais na falsa perspectiva de que as criaturas podem por inteiro realizar-se pelos bens materiais ou circunstâncias fora delas próprias. Torna-se imprescindível grande força de vontade individual e disciplina interior para romper a ignorância e perceber que a maior e mais completa de todas as riquezas, que é o Reino de Deus, “está dentro de nós” (Evangelho de Jesus, segundo Lucas, 17:21).

Conforta-nos o conhecimento de que o Universo é dotado de sábio mecanismo para nos resgatar dos pesadelos terrenos, desde que estejamos, de fato, decididos a deixá-los para trás. Antigo ditado oriental ensina que “quando o discípulo está pronto, o mestre aparece”. E Albert Einstein (1879-1955) define: “Deus é sutil, mas não é maldoso”.

Insisto que não se trata apenas de ampliar os horizontes culturais do educando, o que é necessário, mas não é tudo. Em geral, quando se fala em cultura neste mundo, resume-se somente ao intelecto, e não é o suficiente. No Conjunto Educacional Boa Vontade em São Paulo e em suas escolas no país, encontra-se, em destaque, logo na entrada: Aqui se estuda. Formam-se Cérebro e Coração.

Luz e sabedoria espiritual

Aquele que experimenta, um pouco que seja, dos cenários divinos que habitam sua Alma não mais se conforma com as recompensas superficiais e efêmeras do egoísmo. Ao contrário, lutará incessantemente para despir-se das ilusões de seu ego, a fim de trajar-se com o cintilante tecido do Amor e da Justiça universais. Essa metamorfose espontânea do indivíduo — descoberta da verdadeira identidade espiritual — é fórmula segura e duradoura para a almejada reforma da sociedade, que não virá em sua plenitude se o Espírito do cidadão (ou cidadã) não for levado em alta conta.

O Novo Céu da consciência de cada um, gerando a Nova Terra da harmonia e do respeito entre todos, na Religião, na Política, na Ciência, no Esporte, na Arte, na Economia, na vida doméstica e na vida pública, e assim por diante, é instaurar no planeta a civilização que o Divino Estadista aguarda de nós.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

Há treze anos, ao acompanhar pela Super Rede Boa Vontade de Rádio, a partir da AM 1210 kHz, o programa Bolo com Pudim (apresentado por crianças da Legião da Boa Vontade e dirigido ao universo infantil), senti-me motivado a entrar ao vivo na programação e propor aos meninos e meninas da LBV um desafio: a criação de um fórum para que essa novíssima geração pudesse discutir e apontar soluções para os principais problemas que preocupam os pequeninos. É velha a minha assertiva de que quem pensa que criança é boba é que é bobo.

Compartilho aqui alguns trechos desse meu improviso naquele memorável 22/2/2003:

Quero fazer-lhes uma proposta. É algo que considero importante. O que vemos hoje em toda parte? Uma tremenda ganância, e vocês são a primeira vítima. É aquilo que afirmei em 2/3/1996, ao inaugurar na cidade do Rio de Janeiro o Centro Educacional da LBV, e que foi destacado pela revista IstoÉ: A criança geralmente apenas devolve aquilo que a sociedade lhe proporciona. Se a sociedade lhe oferecer lixo, em geral ela vai devolver-lhe lixo, mas, se der Amor — que significa Fraternidade, Solidariedade, Generosidade, Compaixão —, vai ser mais bonita de Espírito e de rosto. Portanto, a minha preocupação, como disse numa palestra em Brasília/DF, no lançamento da Operação Jesus, em 25/3/1995, é a de abrir caminhos para uma liderança nova. As Instituições da Boa Vontade têm de se apresentar ao mundo com a sua face decisiva de realizações. Jesus espera isso de cada um de nós. Ele revelou: “Vós sois deuses. Eu voltarei ao Pai, vós ficareis aqui na Terra, portanto, podereis fazer muito mais do que Eu” (Evangelho, segundo João, 10:34 e 14:12). Milagre não é só salvar a pessoa que sofre de uma doença incurável no corpo. Principalmente, é fazer sarar os Espíritos, mostrar a eles a iluminação que possuem. Vocês têm merecimento diante do Pai Celestial, ó novíssima geração!

É necessário estabelecer uma ambiência em que as pessoas, de forma decidida mas educada, digam o que pensam; com o que querem contribuir a fim de transformar o mundo para melhor. E vocês, crianças, têm esse carisma: de fazer com que todos se sintam à vontade. Quero uma agenda de vocês.

Convidaremos psicólogos, educadores, profissionais compromissados com a educação e que têm algo a acrescentar ao desenvolvimento saudável das crianças. O pensamento delas é uma reflexão que nos dá perspectiva de um mundo melhor. Vocês possuem força diante de Deus. Vão ter a oportunidade de manifestar-se (...), porque precisam aprender a se defender (com Amor e inteligência, alicerçados na Espiritualidade Ecumênica).

Vamos fazer um grande fórum? Naquele momento todas as crianças responderam com vigor: Vamos!

Daí surgiu, no mesmo ano, o Fórum Internacional dos Soldadinhos de Deus, da LBV.

“As crianças e a construção da Paz, pelo fim da violência!” é o tema de sua 14ª edição, que ocorrerá no dia 19/3 (sábado), em diversas cidades do Brasil e do exterior.

Promovido pela Legião da Boa Vontade, o evento, que inaugura uma série de atividades e reflexões sobre o tema proposto, será protagonizado pelos próprios Soldadinhos de Deus, como são carinhosamente chamadas as crianças na LBV.


A programação inclui rodas de conversa, debates, dinâmicas, jogos, apresentações teatrais, coreográficas e musicais, painéis temáticos e mostras culturais. A tônica escolhida pelas próprias crianças apresenta como slogan a passagem bíblica “Paz na Terra aos de Boa Vontade” (Evangelho, segundo Lucas, 2:14), pregada por Jesus e sugere à Humanidade, por meio de várias ações educativas que, a partir dos exemplos do Cristo, possa encontrar a Paz e construir um mundo melhor para todos.


As atividades do fórum terão prosseguimento até março de 2017, nos Centros Comunitários de Assistência Social e nas escolas da LBV, assim como nas Aulas de Moral Ecumênica que ocorrem nas Igrejas Ecumênicas da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, Entidade parceira na realização do encontro.

Participe. Informações pelo site www.boavontade.com

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com

Oito de março é o Dia Internacional da Mulher, que tem sido vítima, em pleno século 21, das maiores atrocidades, entre elas o execrável estupro. Crime inafiançável. Uma vergonha para a Humanidade.

No Preâmbulo da Constituição da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), aprovada em 16 de novembro de 1945, temos a descrição desta realidade: “Se as guerras nascem na mente dos homens, é na mente dos homens que devem ser construídos os baluartes da Paz”. Em 2003, fiz questão de abrir meu livro Reflexões da Alma com esse ensinamento. Ele realmente traça os nossos planos de trabalho. Contudo, considero importante evidenciar que essa acurada advertência diz respeito aos seres humanos em geral e não apenas ao gênero masculino. (...)

Há muito tenho afirmado que o caminho da LBV é a Paz. Chega de guerras! A brutalidade é a lei dos irracionais, não do ser humano, que se considera superior. Defendemos a valorização da criatura humana, dentro da imprescindível igualdade, antes de tudo espiritual, de gênero, porquanto a riqueza de um país é o seu povo. (...)

Façamos nossas estas palavras do Apóstolo Pedro, constantes de sua Primeira Epístola, 3:11: “— Aparte-se do mal, e faça o bem; busque a paz e siga-a”.

Essa tão almejada Paz, legítima, necessária, antídoto para os problemas espirituais, sociais e físicos, a exemplo das crises globais, será alcançada quando também não tivermos mais toda e qualquer discriminação contra as mulheres e as meninas (na verdade, as crianças de ambos os sexos). Assim, garantiremos a elas o empoderamento e a autonomia para serem protagonistas no desmantelamento da crueldade absurda, que campeia o íntimo endurecido de indivíduos, com o sentimento materno que nasce no coração de cada uma — independentemente se forem mães de filhos carnais, pois brado, com todas as minhas forças, que todas as mulheres são mães.


A necessária proteção no lar

Em geral, as primeiras a sofrer os danos lastimáveis das conflagrações planetárias são justamente as mulheres e as meninas. Portanto, observamos o perigo iminente ainda rondando os bons ideais de vê-las libertas e amparadas nos próprios lares.

A violência contra elas é triste realidade, que se abate nas mais diversas regiões do mundo, até mesmo nos países que já avançaram nas leis que as protegem. Ou seja, não está circunscrita às áreas em conflito declarado. Há uma espécie de guerra disfarçada, que espreita nossos lares, comunidades, empresas, municípios, Estados, religiões... Onde houver a violência ali estará a horrenda face do ódio!

Esse torpe semblante foi conhecido pela valente enfermeira britânica nascida em Florença, a então capital do Grão-Ducado da Toscana, atual Itália, Florence Nightingale (1820-1910). Ela lutou para quebrar as retrógradas convenções no que se referia ao papel da mulher na sociedade de sua época e acreditava ter sido chamada por Deus para servir a um grande propósito. Com sua abnegação, levou consideráveis avanços ao campo da saúde, na era vitoriana. Ao longo de sua inestimável contribuição no cuidado para com os soldados ingleses durante a Guerra da Crimeia, a “dama da lâmpada” declarou, com propriedade, em carta datada de 5 de maio de 1855: “(...) Ninguém pode imaginar o que são os horrores da guerra — não são as feridas, e o sangue, e a febre, maculosa ou baixa, ou a disenteria, crônica e aguda, o frio, e o calor, e a penúria —, mas a intoxicação, a brutalidade embriagada, a desmoralização e a desordem por parte dos inferiores; a inveja, a maldade, a indiferença, a brutalidade egoísta por parte dos superiores (...)”.

Embora diante de um quadro tão severo, jamais nos esqueçamos desta máxima do célebre cientista, médico, bacteriologista, epidemiologista e sanitarista brasileiro dr. Oswaldo Cruz (1872-1917): “Não esmorecer para não desmerecer”.

Igualmente, ressalto em minhas palestras que, se é difícil, comecemos já, ontem!, porque resta muito a ser feito. E não se pode conceber qualquer empreendimento que vise à solução dos males terrestres sem a participação efetiva das mulheres. (...)

 
Convivência pacífica

A fraterna saudação ensinada por Jesus aos Seus Apóstolos e Discípulos estende-se ecumenicamente a todos os seres terrenos, como valioso convite à convivência em paz no planeta, nossa morada coletiva: “E, em qualquer casa onde entrardes, dizei primeiro: Paz seja nesta casa!”. Jesus (Lucas, 10:5)

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
 Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. – www.boavontade.com

Retorno hoje a um assunto que merece atenção. Aproveitei o período de carnaval para refletir sobre ele.

Aos poucos, a criatura humana vai aumentando a consciência de que a continuidade da vida após a “morte” não é um conceito que interessa apenas aos que professam alguma crença religiosa ou filosófica, mas é objeto de estudo sério para todos. A compreensão correta de que somos, acima de tudo, Espírito intensifica a força de vontade no enfrentamento de tudo o que não seja recomendável à nossa existência, coletiva ou individual.

Para ilustrar convenientemente esse poder de que dispomos, observem este ensinamento do dr. André Luiz, na obra Evolução em dois mundos, por intermédio dos conhecidos médiuns Chico Xavier (1910-2002) e Waldo Vieira (1932-2015): “O Espírito encontra no cérebro o gabinete de comando das energias que o servem, como aparelho de expressão dos seus sentimentos e pensamentos, com os quais, no regime de responsabilidade e de autoescolha, plasmará, no espaço e no tempo, o seu próprio caminho de ascensão para Deus”.

A mente do espírito

Na publicação Ciência e Fé na trilha do equilíbrio (2000), que escrevi para o I Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV, exponho que a inteligência se situa além da estrutura física, como se houvesse um cérebro psíquico fora do somático. Por conseguinte, conclui-se que a essência espiritual não é uma projeção da mente humana e que o homem não é um corpo que tem um Espírito. Contudo, um Espírito Eterno que possui um corpo passageiro.

“Ah!, mas a Ciência ainda não comprovou nada”... Porém, como asseverou o astrofísico norte-americano ateu Carl Sagan (1934-1996): “A ausência da evidência não significa evidência da ausência”.

Em É Urgente Reeducar!, comentei que não nos podemos ancorar apenas em nossos limitadíssimos cinco sentidos físicos. Eles não são bastantes para nos fazer devidamente avançados, pois a Cultura tem origem verdadeira no Mundo Espiritual. Quando soubermos estabelecer a perfeita sintonia Terra/Céu para merecer a ligação permanente Céu/Terra, receberemos de lá conhecimento crescente. Antes de tudo, somos Espírito.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com

Meditando sobre a responsabilidade de pais e educadores na sólida formação espiritual, humana e ética dos infantes, recordei-me do que, em 1981, disse ao jornalista italiano Paulo Parisi Rappoccio, há décadas radicado no Brasil. Defendi a basilar necessidade de unir ao raciocínio intelectual a sabedoria que se origina no coração das criaturas. Sim, porque também existe a inteligência do sentimento, da emoção e, mais que isso, a espiritual, provinda do Mundo ainda invisível aos nossos olhos materiais, por questões de frequência, entre outras. Ninguém morre. Continuamos vivos pela Eternidade.

Educação com Espiritualidade Ecumênica
No Manifesto da Boa Vontade (1991), escrevi que, intuitivamente, com acerto, assevera o próprio povo, seguido por eminentes pensadores: “Enquanto há vida, há esperança”. O caminho mais acertado permanece na área da Educação com Espiritualidade Ecumênica, um passo à frente no terceiro milênio, que se aproxima.
Contudo, a insensibilidade de muitos foi a motivação deste expressivo repto do notável Martin Luther King Jr. (1929-1968): “Ao longo do caminho da História, uma das maiores tragédias do homem tem sido o seu limitado interesse pelo próximo, seja este tribo, raça, classe ou nação”.
Por isso há que se orientar os esforços mundiais, aplicando-os na tarefa de resgate da parcela desfavorecida do planeta, colocando, assim, os valores da sociedade na devida ordem e fazendo a marcha do desenvolvimento econômico dirigir-se em prol da criatura humana, porquanto o ser vivente é a geratriz do progresso, a despeito das máquinas. Do contrário, os governos poderão não estar governando para seus povos.
O velho Gandhi (1869-1948) afirmava que “uma civilização é julgada pelo tratamento que dispensa às minorias”. E aí, na indiferença de muitos para com os demais, reside a sua fraqueza, se nada fizerem para mudar o rumo dos fatos, para o que é necessário igualmente que parem de culpar a Deus e os Seus preceitos pelos tropeços que dão. Atualíssima, portanto, esta advertência de antigo aforismo do escritor latino Publilius Syrus (85 a.C.-43 a.C.): “Tolo é aquele que afunda seus navios duas vezes e continua acusando o mar de culpado”.

Atenção merecida às crianças
Para que isso não venha a ocorrer com os nossos pequeninos que se preparam para a vida, com honra inaugurei, em São Paulo/SP, em 25 de janeiro de 1986, data natalícia da colossal cidade sul-americana, a Supercreche Jesus, que integra um grande Instituto, hoje responsável pela educação diária de quase 1.500 crianças, jovens e adultos. Reflitamos acerca deste ensinamento do Profeta Muhammad (570-632) — “Que a paz e as bênçãos de Deus estejam sobre ele!”— no Corão Sagrado: “As crianças são os ornamentos da vida neste mundo”.
Delas, Jesus, no Seu Evangelho, segundo Mateus, 19:14, declara: “Deixai vir a mim os pequeninos, não os impeçais, porque deles é o Reino dos Céus”. E Salomão, em Provérbios, 22:6, aconselha: “Educa a criança no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele”.
Ao anunciar, ainda durante a inauguração da Supercreche Jesus, o advento do Conjunto Educacional Boa Vontade, que surgiria em 25 de janeiro de 1993, também na capital bandeirante, assim resumi sua filosofia de trabalho: Aqui se estuda. Formam-se Cérebro e Coração.

Combate à Exploração Sexual
Proteger a infância e a juventude consiste em providência para todas as horas. Portanto, nos antecipando ao Dezoito de Maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, ratificamos essa batalha para a qual a sociedade deve permanecer em constante vigília.
Tenhamos em nossa agenda o Disque Direitos Humanos, o Disque 100. A ligação é gratuita.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. — www.boavontade.com



Twitter