NATAL PRESS

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Por Flávio Rezende*

Sou aquele tipo de pessoa que se reclamar de algo na vida, pode afirmar seguramente que estou fazendo isso de “bucho” cheio, como se diz no popular.
Com uma constelação de amigos, familiares próximos, esposa e filhos presentes, tenho caminhado pela vida colecionando sorrisos e catalogando amizades, podendo escrever sem medo de errar, que se existe felicidade, venho tendo o êxtase de ser parente dela, diante de tantos momentos mágicos e de experiências benfazejas nesta existência material que passo na presente encarnação.

Apesar de estar tendo o gostoso prazer de sentir muitas satisfações interiores e de poder gozar das preciosidades que a vida oferta em generosos momentos desde o meu nascimento, ultimamente, um vácuo assume lugar vez por outra e, a alegria passa por relativização, principalmente quando gostaria de potencializá-la, ao querer compartilhá-la com um dos seres mais importantes: meu amado pai.

Ele despediu- se da vestimenta corpórea há pouco tempo e, desde então, todas as maravilhosas notícias que gostaria de dizer-lhe - quase sempre em primeira mão, experimentam a desagradável sensação de sua não audição, me deixando um pouco triste, pois, ao dar uma importante entrevista, passar numa seleção de mestrado ou receber uma importância financeira que pudesse realizar algum projeto material, teria nele a interlocução agradável, a partilha saudável, a divisão do prazer adequada.

Meu pai era muito mais que um simples pai, era amigo, era conselheiro, era psicólogo, ouvinte e, vibrava com cada conquista, com cada passo que fui dando como escritor, jornalista e ativista social. Meu amado pai Fernando Rezende era um porto seguro, uma segurança, uma verdadeira bem aventurança para meu ser.

Não sou dado à depressão, só tristezas ligeiras, que vem e passam, mas elas estão dizendo sim às vezes, principalmente nos fins de tarde, quando invariavelmente ligava para dizer algo de bom ou que o amava. Sempre começava com uma brincadeira, fazia imitações, ele sorria de lá e eu de cá, juntos confessávamos coisas e, não era incomum terminar um dizendo que era igual ao outro.

Não sei se agora digo se somos ou que fomos parecidos em doenças, casamentos, gostos, passagens pessoais na vida, enfim, papai gostava de repetir que éramos uma cópia fiel um do outro e eu feliz, aceitava a sina de bom grado, pois sempre o amei profundamente e o admirei apaixonadamente.

Continuo tendo muitas coisas para lhe dizer meu querido pai. O tenho feito no silêncio. Apesar de ter crenças espíritas, sou meio fraco nestas certezas e, nas minhas dúvidas existenciais, não sei ao certo se o senhor me ouve de fato.

Na dúvida continuarei compartilhando minhas vitórias e pedindo auxílio nas minhas vacilações. Na dúvida continuarei revelando meu amor por ti papai e, torcendo para que não se apresses em voltar, pois quero um dia lhe abraçar ai, nas nuvens, neste lugar que dizem ser bom, neste paraíso que dizem existir, pois pelo que aqui fizeste, sei que numa boa morada deves estar.
Ilumina meus passos querido pai, para que possa ter crédito suficiente para em teus braços me afundar quando um dia por ai chegar. Inspira minhas decisões amantíssimo PAI, para que meus débitos terrenos não me afastem de sua área divina, torcendo eu para que trilhando a estrada dos seus ensinamentos, possa pavimentar a rota de estar em sua presença, quando a hora adequada chegar.

Pretendo levar na bagagem uma tonelada de bondades, quilos e quilos de boas ações, para que no abrir das malas em sua doce presença, possas presenciar o quanto fui fiel ao que me ensinou e, na comunhão do pai e do filho, o espírito santo possa reinar, absoluto, nos amalgamando em divina e maravilhosa unidade de amor filial.
Papai passe um cotonetezinho angelical em seu ouvido e ouça que seu apaixonado filho está repetindo diariamente feito mantra, te amo, te amo, te amo...

· É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

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É fato que a valorização das coisas que tem relação com a vida de cada um de nós encontra momentos de pico elevado ou de baixa relevância, de acordo com acontecimentos variados e interesses igualmente múltiplos.
Quando estamos passando por problemas financeiros, de saúde ou nos sentindo deprimidos, geralmente encontramos na família o melhor porto seguro para jogar nossas âncoras e buscar amparo para suprir essas necessidades.

Muitos tem a benção de poder contar com irmãos, pais, tios e primos quando a barra fica pesada, enquanto outros, infelizmente, não tem esse maravilhoso oceano amoroso, muitas vezes por culpa própria, já que é comum o alheamento de alguns do seio familiar, buscando guarita neste meio, apenas nos momentos de dificuldade pessoal.
A obviedade desta introdução termina aqui e, passo a partir deste momento, a compartilhar minha experiência pessoal, no sentido de relatar o meu crescente amor por meus familiares, de uma maneira geral.

Com nossos pais já chegando a idades avançadas e a necessidade de comunicações constantes para tomada de decisões, vou me aproximando cada vez dos manos, sentindo a cada troca de mensagens pelo WhatsApp um amor brotando e as lembranças da infância retornando, todas permeadas de carinho e com reminiscências maravilhosas de um tempo que lançamos esplendoroso olhar.

Começo por Júlio, o mais velho, que influenciou meu destino. Lembro dele morando num pequeno apartamento na descida da Ladeira do Sol, sob o de Henfil, curtindo Led Zeppelin, Pink Floyd, Santana, Janis Joplin e me levando para curtir a Redinha, Mãe Luiza e os jogos do ABC, o que fez com que virasse casaca pois torcia pelo América. Até hoje meu gosto musical e minha identificação com o lado mais alternativo da vida, devo a Júlio, sem esquecer a paixão pelo Flamengo, que ele plantou em meu coração.

Já Leila, tendo ido morar muito jovem em Brasília, guardo a forma sempre carinhosa de tratar todos os assuntos, sua meiguice, uma espécie de mãe, de pessoa confiável e de agradável companhia.

Fernandinho era o empreendedor de minha infância. Mantinha uma boutique em seu quarto e sempre me tratou como um filho. Temos afinidades espirituais e lembro dele envolvido com o estudo dos extraterrestres, assunto que também me influenciou bastante. É de uma generosidade incrível, estando imediatamente pronto para dar sua colaboração quando necessário.

Lila era a estudiosa, quieta e, hoje, um vulcão de energia no sentido de curtir a vida. Explora todas as possibilidades de diversão e de alegria, compartilhando largos sorrisos e dando renovado exemplo de maternidade, estando com as crias sempre sob as asas e conduzindo as princesas Marinna e Marianna para os quatro cantos da vida. Temos graciosa amizade, sempre pontuada por risadas e troca de informações.

Jorge, o mais novo, é um ser que gosto muito. Quando menino era uma pilha, agora mais velho e pai amoroso, é um elogiado profissional da odontologia, travando com ele constantes diálogos sob questões metafísicas e, tendo a oportunidade de tê-lo a meu lado em ações da Casa do Bem, seja como colaborador, seja como eventual voluntário.

Gosto muito dele também.

Esse amor que sinto por todos os meus irmãos, aprofundado, renovado e amplificado cada vez mais, encontra parentesco no mesmo que sinto por minha esposa, filhos e pais. É na família que devemos cultivar os valores humanitários, éticos e religiosos que aprendemos na universidade da vida.

Lendo com atenção os ensinamentos do educador e mestre espiritual indiano Sathya Sai Baba encontro constantes referências a importância da família para o equilíbrio pessoal e planetário. Sou feliz por ter em todos os quadrantes da minha, o amparo, o carinho, a mão amiga e a palavra amorosa.

E pela acolhida e companhia constante, agradeço aqui publicamente aos manos, filhos, esposa, pais e demais familiares, toda essa emanação que me fortalece e proporciona as bases para que possa desenvolver dentro do meu ser, o amor necessário para poder fazer parte do mundo, como um ser produtivo e positivo.

Flávio Rezende é escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

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Tendo como gancho um congresso espírita utilizei serviços de uma agencia de turismo e de férias do trabalho, direcionei meu corpo e minha mente para breve estada em Asunción, no Paraguai.

Da mesma maneira que procedo em quase todas as viagens que realizo sozinho, utilizo o transporte comum como ônibus de linha, eventualmente um taxi ou metrô e muitas caminhadas, para ir curtindo o cotidiano dos cantos e recantos que visito, jogando olhar para as pessoas, os prédios, ruas, parques e, eventos culturais que minha situação financeira possa alcançar.

Em Asunción tive a oportunidade de ir por duas noites para um festival internacional de jazz, podendo relembrar este estilo musical tão rico e emoldurar minha presença no evento com pensamentos elevados do quanto é importante incorporar a nosso cotidiano, ritmos que possibilitam satisfação interior, como é o caso do jazz.

A lição que reforcei dentro do meu ser foi a de que a música precisa estar cada vez mais presente em vários momentos de nossa existência, ou seja, no ambiente de trabalho, nas relações familiares, nas comemorações de uma maneira geral e, em sendo uma melodia que promova o engrandecimento pessoal, agregará sublimado valor tornando tudo mais divino e maravilhoso.

No congresso espírita, apesar de ter ido muito pouco, reforcei internamente a necessidade de manter a conduta do bem, tendo ouvido de uma proeminente autoridade no assunto, relatos de devotos de Jesus que, mesmo acossados pelo perigo da crença que professavam em tempos difíceis, eram rochas na fé que seguiam e hoje exemplificam perseverança em eventos por todo o planeta, sendo considerados os pilares do universo cristão em que boa parte dos terráqueos esta inserida.

As caminhadas por ruas paraguaias revelaram muitas outras coisas. Andando por vários países, percebemos as diferenças econômicas, os costumes, a paciência, a gastronomia, com uns estando mais avançados nuns aspectos, que por sua vez complicam outros, existindo ganhos e perdas no ranking de se estar mais ou menos modernos, digamos assim.

A alta tecnologia, na medida em que nos insere num novo universo, possibilitando diversões e ferramentas uteis no trabalho comum, promove nosso isolamento, com ilhas de seres navegando por universos paralelos, mesmo que fisicamente agregados num mesmo continente.

Em países onde a tecnologia não está tão presente ainda, podemos perceber mais ajuntamentos humanos nos moldes antigos, menos luzinhas acesas e, a certa precariedade em diversos setores da vida, passa a ter certo charme, vez que a nova sociedade cibernética, também tem seu lado negativo, principalmente esse de ficarmos individualizados em meio a coletivos.

No Paraguai ainda não existem muitos carros e o trânsito flui tranquilamente. Semáforos são raros, as pessoas ainda tomam a bebida nacional em todo canto, as roupas não exibem tantas estampas estrangeiras, tudo é meio anos 80, oferta de produtos limitada, preços baixos, raros turistas, simpatia por todo lado e um lugar onde nos sentimos seguros.

As opções não são tantas e até minha cidade Natal do nordeste do Brasil creio ser mais moderna que a capital Asunción, mesmo assim, sinto que é importante o planeta ter muitos lugares ainda assim, afinal, essa vida mais ou menos que ainda se pratica na maior parte do planeta é a vida mais sentida, mais vivida, mais próxima de certa humanidade em que nos reconhecemos como seres.

No futuro vamos estar todos nivelados por uma alta tecnologia que vai nos elevar a outro patamar de existência. Isso terá um preço e ele passa pela relativização da nossa humanidade. Vamos renunciar a uma parte humana em favor de uma parte máquina.

No futuro, ao voltar a Asunción, deverei comparar os sentimentos de um humano puro caminhando por uma cidade ainda discretamente moderna, com um humano híbrido, navegando por uma metrópole digital.
Hoje sou feliz, amanha também serei?


Flavio Rezende é escritor e jornalista em Natal-RN

Todos os seres em estadia transitória neste lar chamado Terra apresentam virtudes e deficiências, características que enquadram nossa raça no time dos ainda em estado evolutivo. Enquanto devo ter alguns aspectos de minha existência com tendência para o lado bom e positivo, óbvio que também tenho que entrar nos eixos em alguns aspectos e, entre eles, já confesso certa queda na ingestão um pouco além do necessário, de gêneros alimentícios a nosso dispor em todos os momentos.

Para corrigir o rumo e tentar seguir mais ágil e lépido pelo mundo desejável da saúde física, tenho minhas cartas na manga, como seguir em direção ao maravilhoso spa do casal Egídio Dantas/Wanderléia Firmino, localizado na aprazível cidade praiana de Rio do Fogo, litoral norte do lugar ao qual pertenço, o Rio Grande do Norte.

Recentemente estive naquele abençoado espaço para, mais uma vez, sentir o gostoso e desejado prazer de ver aqueles renitentes números da balança, darem uma marcha à ré e encherem de esperança meu ser neste caminhar para o corpo mais saudável, ficar.

O bom no spa Termas Center é que você sai da rotina e pode acessar outros mundos, um pouco enevoados ou parcialmente encobertos nas urbanidades das metrópoles, sempre emolduradas e maquiadas de tal forma, que envolvidos pelo estresse, vamos percebendo cada vez menos a presença do que chamamos de natureza.

Em Rio do Fogo tenho a oportunidade de caminhar e, sozinho por opção, consigo estabelecer uma harmoniosa conexão entre a minha natureza interior e a natureza formada pelas árvores, rios, mares, jardins e animais em geral, extraindo desta mina de preciosidades, joias tão raras, que normalmente extasiam meu ser e me remetem a estágios avançados de beatitude, chegando muitas vezes ao ponto de chorar de contentamento e, agradecer com profundidade e realidade, minha estadia por lá.

Nesta ultima passagem pelo spa tive a sorte de ser promovido a um lugar encantador do Termas Center, um apartamento cercado de altas árvores, com gramado a frente, piscina, um lindo jardim e objetos decorativos, além de uma providencial rede como altar, onde repousei meu corpo físico, deixando o mental viajar e buscar a mais perfeita harmonia com o espírito das coisas belas, das energias puras, da natureza esplendorosa e ali ricamente representada.

A cada observação, estando ótimo interiormente, casei meus bons pensamentos e minha gratidão pela graça de ali estar podendo desfrutar tal visão, com tudo que me cercava e tocava, como a brisa sem igual dos 23 graus perfeitos, aveludando minha pele e carnavalizando meus poros em sensação sem igual, como aquele sol rútilo e belo, que pintava o céu do mais perfeito azul anil e oferecia o mais abrangente passaporte para ingresso imediato e sem burocracia no universo do espaço, das brancas nuvens e dos pássaros a cantar e a pousar na grama, como a me saudar em animadas gorjeadas.

As caminhadas revelaram a cada instante, memoráveis prazeres físicos, espirituais e mentais, tendo como indutores os pescadores e seus ofícios praianos, as crianças e as pelotas na beira-mar, as conchas, as vacas, as flores, as saliências naturais das rochas e das dunas e falésias, o vento, o sol, a chuva, o mar, a vida, esplendorosa, amorosa, sempre ali disponível para todos nós, ricos, pobres, pretos, brancos, gordos e magros, clamando unicamente por atenção e, nos relembrando a todo instante, que para ter acesso a tão maravilhoso e fantástico universo, basta sintonizar a nossa natureza interior na mesma frequência da exterior.

Quando as duas naturezas entram em comunhão, o silencio reina, a alegria toma conta, a lágrima do êxtase verte e a vida festeja ecoando aos quatro cantos feito mantra: isso é DEUS, isso é DEUS...

· É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Todos os seres em estadia transitória neste lar chamado Terra apresentam virtudes e deficiências, características que enquadram nossa raça no time dos ainda em estado evolutivo. Enquanto devo ter alguns aspectos de minha existência com tendência para o lado bom e positivo, obvio que também tenho que entrar nos eixos em alguns aspectos e, entre eles, já confesso certa queda na ingestão um pouco além do necessário, de gêneros alimentícios a nosso dispor em todos os momentos.

Para corrigir o rumo e tentar seguir mais ágil e lépido pelo mundo desejável da saúde física, tenho minhas cartas na manga, como seguir em direção ao maravilhoso spa do casal Egídio Dantas/Wanderléia Firmino, localizado na aprazível cidade praiana de Rio do Fogo, litoral norte do lugar ao qual pertenço, o Rio Grande do Norte.

Recentemente estive naquele abençoado espaço para, mais uma vez, sentir o gostoso e desejado prazer de ver aqueles renitentes números da balança, darem uma marcha à ré e encherem de esperança meu ser neste caminhar para o corpo mais saudável, ficar.

O bom no spa Termas Center é que você sai da rotina e pode acessar outros mundos, um pouco enevoados ou parcialmente encobertos nas urbanidades das metrópoles, sempre emolduradas e maquiadas de tal forma, que envolvidos pelo estresse, vamos percebendo cada vez menos a presença do que chamamos de natureza.

Em Rio do Fogo tenho a oportunidade de caminhar e, sozinho por opção, consigo estabelecer uma harmoniosa conexão entre a minha natureza interior e a natureza formada pelas árvores, rios, mares, jardins e animais em geral, extraindo desta mina de preciosidades, joias tão raras, que normalmente extasiam meu ser e me remetem a estágios avançados de beatitude, chegando muitas vezes ao ponto de chorar de contentamento e, agradecer com profundidade e realidade, minha estadia por lá.

Nesta ultima passagem pelo spa tive a sorte de ser promovido a um lugar encantador do Termas Center, um apartamento cercado de altas árvores, com gramado a frente, piscina, um lindo jardim e objetos decorativos, além de uma providencial rede como altar, onde repousei meu corpo físico, deixando o mental viajar e buscar a mais perfeita harmonia com o espírito das coisas belas, das energias puras, da natureza esplendorosa e ali ricamente representada.

A cada observação, estando ótimo interiormente, casei meus bons pensamentos e minha gratidão pela graça de ali estar podendo desfrutar tal visão, com tudo que me cercava e tocava, como a brisa sem igual dos 23 graus perfeitos, aveludando minha pele e carnavalizando meus poros em sensação sem igual, como aquele sol rútilo e belo, que pintava o céu do mais perfeito azul anil e oferecia o mais abrangente passaporte para ingresso imediato e sem burocracia no universo do espaço, das brancas nuvens e dos pássaros a cantar e a pousar na grama, como a me saudar em animadas gorjeadas.

As caminhadas revelaram a cada instante, memoráveis prazeres físicos, espirituais e mentais, tendo como indutores os pescadores e seus ofícios praianos, as crianças e as pelotas na beira-mar, as conchas, as vacas, as flores, as saliências naturais das rochas e das dunas e falésias, o vento, o sol, a chuva, o mar, a vida, esplendorosa, amorosa, sempre ali disponível para todos nós, ricos, pobres, pretos, brancos, gordos e magros, clamando unicamente por atenção e, nos relembrando a todo instante, que para ter acesso a tão maravilhoso e fantástico universo, basta sintonizar a nossa natureza interior na mesma frequência da exterior.

Quando as duas naturezas entram em comunhão, o silencio reina, a alegria toma conta, a lágrima do êxtase verte e a vida festeja ecoando aos quatro cantos feito mantra: isso é DEUS, isso é DEUS...

Flávio é escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Cumprindo um dia de trabalho no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFRN, onde contribuo com minhas atividades jornalísticas, vejo mais uma vez uma jovem pregando cartazes nos espaços reservados para divulgação de atividades acadêmicas e culturais.

Ela é vista exercendo seu ofício de pregadora de cartazes culturais em todos os cantos e recantos da cidade. Praticamente a totalidade dos artistas, de todas as áreas, produtores culturais e empreendedores deste setor, conhecem a figura de Jeane Bezerril.

Sempre sorridente, com uma mochila nas costas contendo a matéria prima para o perfeito desempenho do ofício que elegeu para sua vida, trabalha os três expedientes e, posso garantir, sabe como ninguém onde tem mural, como melhor fixar o cartaz e, respeita os lugares proibidos para seus impressos.

Jeane é o tipo de pessoa que deve ser reconhecida e ser homenageada nestes muitos eventos culturais, recebendo por sua labuta diária, um troféu, um diploma, uma citação num desses regabofes da vida.

Se até o momento ela esteve invisível aos organizadores destes eventos e, as entidades culturais da cidade, homenageio esta querida figura com o presente escrito, reconhecendo em seu trabalho cotidiano, uma das melhores contribuições para o cenário cultural da cidade.

E a injustiça com Jeane Bezerril, pode ser estendida a tantos outros, que em diversas áreas, fazem e acontecem, não recebendo, no entanto, os louros advindos destas festas que anunciam os mais importantes e os melhores do ano.

Assistimos através da mídia, a generosa distribuição de comendas, medalhas, troféus a um monte de gente, principalmente políticos, jornalistas e gestores, muitos dos quais, altamente mal avaliados pela população no desempenho de suas funções, mas, para os eleitores dos merecedores de homenagens, parece que o cargo vale mais que o mérito pessoal, tornando patente e patético que em alguns casos, o elogio é uma espécie de moeda de troca, como que numa mensagem cifrada onde se lê, toma de cá e me dá de lá.

Em todas as áreas circulam heróis esquecidos, batalhadores, pessoas que realmente enobrecem uma profissão, uma atividade, um esporte, mas, nem sempre ocupam as posições de relevo e, por isso e só por isso, não entram nas listas dos melhores, passam a margem das escolhas, não ficando invisíveis, ainda bem, aos olhares e avaliações daqueles que conseguem perceber no cotidiano da vida, o verdadeiro valor daqueles que anonimamente trabalham de fato, para o perfeito existir da área em que atuam.

Para Jeane Bezerril, que simboliza neste escrito estes anônimos e incansáveis trabalhadores, minha medalha, minha comenda, meu troféu com letras escritas e originárias, do fundo do meu coração, agradecido por seu meritório e importante trabalho.

É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

O Brasil ferve e o debate político entrou na sala e divide espaço com a entronizada e endeusada TV, além de conseguir a proeza de tirar a bunda da poltrona- nem que seja por algumas horas, de seres cibernéticos, que observam mais o mundo através de um monitor, que ao vivo e a cores.

Todos agora falam algo a respeito das manifestações e das reclamações expostas em cartazes, gritos de ordem e entrevistas. Num primeiro momento, para alegria geral, os políticos realizaram algumas ações do gosto das ruas, agora, para que essa disposição continue, é preciso ter foco.

Vou dar um exemplo para me fazer entender melhor. Li hoje que as contas dos políticos apresentam notas fiscais de despesas diversas, que sabemos inexistir, tais como milhares de litros de combustível, que dariam para os carros darem voltas e voltas no Brasil.

Está mais que claro, pela obviedade do absurdo, que é roubo dos mais fáceis de detectar. As empresas geralmente são de fachada, as quilometragens não suportam a lógica e, que necessidade tem um político de fazer carros andarem tanto?

E assim são as notas de almoços com valores absurdos, revelando banquetes, sempre em restaurantes de alto luxo, gastos totalmente desnecessários com publicidade pessoal e postagem de baboseiras que ninguém lê.

Então como esse dinheiro público é gasto de maneira pessoal ou vai para o bolso do deputado através de prestações de contas fraudadas, que o povo sente diante do congresso e diga que só sai de lá quando isso for suprimido.

Resolvido esse assunto, o foco vai para outros, como hospitais por exemplo. Faz pressão para a liberação de verbas para a chamada de concursados em espera, para novas vagas, aquisição de medicamentos, criação de hospitais ou postos de atendimento no interior etc.

E assim, ponto a ponto, com a pressão direta, vamos acabar com essa de moradia grátis, auxílios em geral, inércia, aluguéis de jatos para viagens sem futuro, muitos assessores, fazendo pressão ainda em desembargadores, juízes e ministros, questionando votações, absolvições, acompanhando de perto esses julgamentos, a vida de cada um em seu aspecto público, patrimônio, numa espécie de vigilância popular, mas, claro, tudo sem violência, na mais absoluta paz e respeito ao contraditório e a privacidade na vida particular.

Isso de plebiscito, referendo, etc., não me cheira bem, parece tentativa de desvio da atenção, todos já sabem o que queremos, então votem logo a reforma política, o congresso pode fazer isso, nós já fizemos o plebiscito e o referendo, não precisa disso, é sentar, fazer e as coisas entrarem nos eixos.

Está tudo ai para quem quiser ver, o povo está relembrando a todo instante. Quem não quer ver a gente já sabe quem é. Agora o mais importante é que tenhamos lembrança dos seus nomes nas eleições vindouras, não para sufragar novamente seus mandatos, mas para fazer naufragar suas pífias biografias.

· * É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

As pessoas de bem neste recanto de canto planetário chamado Brasil andam acumulando estresses por uma série de acontecimentos pessoais e coletivos.

Muitas famílias ficam muito revoltadas quando observam criminosos que mataram seus filhos e/ou parentes, soltos devido a erros na formulação dos pedidos de prisão ou respondendo em liberdade devido a leis que mais parecem mães diante das monstruosidades eternizadas na vida de alguns.

Pagadores de impostos em geral andam muito chateados com os serviços públicos que são mantidos com estes recursos, pelo fato de não atenderem as mínimas demandas, causando perda de tempo, idas e vindas, falta disso e daquilo e uma série interminável de decepções em todos os níveis.

Usuários dos sistemas de transporte, saúde, educação, segurança contam aos quatro cantos desventuras nestes setores, todos carentes de operacionalidade e racionalidade, enervando, pirando e tirando a paciência de todos os cidadãos, independente de classe social e poder econômico, pois até os mais abastados dependem também do bom funcionamento das coisas relacionadas a estes setores.

Todos os problemas que ocorrem no cotidiano das pessoas geram no interior das mesmas, um esquentamento sanguíneo, levando-as a uma necessidade de publicitação da revolta, com uns utilizando as mídias sociais, outros saindo às ruas, outros procurando ouvidorias, Procons, imprensa e, até alguns partindo para decisões pessoais de caráter vingativo e igualmente criminoso.

A revolta do buzão começou em todo o Brasil com a intenção de atrair atenção da população, da mídia, das autoridades e dos empresários para a questão do aumento das tarifas e da melhoria no transporte público de várias cidades, mas, diante deste sentimento global de insatisfação com tantas coisas, está começando lentamente a migrar para uma revolta mais ampla, seguindo mais ou menos tendência mundial em movimentos que começam por um motivo e, enveredam por outros.

Não vou aqui me posicionar de maneira mais ampla sobre os muitos ângulos do assunto, tendo apenas a intenção de fazer o link desse movimento que agora fortemente reprimido, começa a ganhar corpo e atrair outros seres indignados com estas tantas coisas por ai, podendo ou não convergir para uma grande revolta que abrace todas as causas não devidamente resolvidas pelos poderes em geral e iniciativa privada.

Alguns empresários são louvados pela ousadia de empreender e ofertar empregos, mas, também são muito gananciosos e exploram os trabalhadores e as populações, podendo ter menos lucros e empresas mais humanizadas. O Ministério Público é saudado com carinho por suas investigações bem vindas, mas não se contenta com altos salários e busca auxílios disso e daquilo, afrontando a população empobrecida.

Políticos em geral agem egoisticamente, negociando votos e posições, traindo os sonhos de uma nação e, na soma de todos estes acontecimentos, um vulcão de indignação, de revolta, de raiva e de ódio, cresce e se forma, sendo natural que o magma condutor deste conjunto de chateações, aconteça em erupções por várias partes do Brasil, criando assim o solo fértil para a guerrilha urbana, formação de grupos políticos radicais o que, inevitavelmente, chama a reunião dos militares para decisões mais radicais, divisão da sociedade, conflitos filosóficos e ideológicos e, o caos instalado.

Se o governo não procurar resolver os problemas enquanto eles são pequenos, obrigando empresários a investir mais seriamente em seus ônibus, reduzindo impostos como já o fez, construindo paradas de ônibus dignas, dando condições para que parcerias sejam interessantes para todos na criação de metrôs, trens e resolvendo de vez este sério problema de transporte, a revolta do buzão vai virar a revolta do mundão e, no mesmo bonde, vão embarcar todas as revoltas, quebrando paradas e evitando assim, que a condução não tenha mais onde parar, até descarrilhar e, o País, mergulhado em caos, não tenha mais como sua nau navegar em águas razoavelmente calmas.

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O tempo em que navegamos pelas águas e caminhamos pelas terras deste lindo planeta azul já soma alguns bilhões de anos, o que certamente dá a certeza que já estamos por aqui há muito.

Ao longo desta trajetória muitos mistérios foram sendo decifrados por nossa crescente inteligência, com os cientistas, estudiosos, professores, mestres, profetas e tantos outros, dando explicações para fenômenos climáticos, comportamentos diversos, jogando luz para coisas antes misteriosas e, hoje, perfeitamente compreensíveis.

Apesar dos avanços praticamente diários, alguns pontos ainda persistem, sendo um deles, o que geralmente chamamos de Deus.

Universalmente caracterizado como onipotente - com poder absoluto sobre todas as coisas, onipresente e onisciente, essa tão citada figura tem seus atributos e poderes descritos em textos como o Bhagavad-gita, dos hinduístas; o Tipitaka, dos budistas; Tanakh, dos judeus; Avesta, dos zoroastrianos; a Bíblia, dos cristãos; Livro de Mórmon, dos santos dos últimos dias; Alcorão, dos islâmicos; Guru Granth Sahib dos sikhs e no Kitáb-i-Aqdas, dos bahá'ís.

O conteúdo acerca de Deus contido nestes livros é transmitido através de mensageiros como: Abraão e Moisés, na fé judaica, cristã e islâmica; Zoroastro, na fé zoroastriana; Krishna, na fé hindu; Buda, na fé budista; Jesus Cristo, na fé cristã e islâmica; Maomé, na fé islâmica; Guru Nanak, no sikhismo e Báb e Bahá'u'lláh, na fé Bahá'í.

Apesar de certa disponibilidade de informações, o tão afamado Deus na verdade, nunca apareceu de maneira concreta por aqui, sendo apenas uma questão de fé sua verdadeira existência.

Por causa deste tempo que passa e não consegue sensibilizá-lo ao ponto de comparecer a este amável planeta, cresce a cada dia o número de pessoas que não se importam com o assunto, tocando suas vidas sem que Deus tenha maior ou menor importância.

E são pessoas boas e ruins, claro, como assim também são os que dizem acreditar nisso ou naquilo. Apesar de alguns ditos religiosos acreditarem na existência de um Deus único, muitos particularizam sua crença, como por exemplo, os devotos de Krishna, que afirmam ser ele, a Suprema Personalidade de Deus.

Muitas civilizações antigas construíram a crença em algo superior, em decorrência do medo que tinham de trovões, terremotos, maremotos, frio e calor excessivos, nos legando um DNA de tementes, que sobrevive até hoje, amparado também em autoridades religiosas que passam mensagens aterrorizantes do Deus que defendem, contaminando gerações com pavores de castigos e de infernos caso o ser não siga as regras que ele diz existirem.

Em meio a tantas discussões, palestras, rezas, argumentos, Deus segue invisível para quem não leva a questão para o lado da fé e, na indagação mais curiosa sobre quem é Deus, ouvimos quase sempre que é amor, é luz, é uma energia, deixando a dúvida aumentar mais ainda, posto que essas respostas não sejam concretas e definitivas.

Particularmente acredito que existam vidas diferentes em outros rincões por ai. Nestes lugares, esses seres podem ser como nós e alguns outros diferentes, existindo em dimensões que não temos olhos de ver.

Acredito que são muitos lugares, muitos líderes, seres bem mais evoluídos que a gente e acredito que alguns atuem em nosso planeta, uns numas regiões, influenciando algumas pessoas com determinados tipos de conduta, roupa, alimentação, outros em outras e, acredito que eles até brigam em busca de mais espaço, tirando essa suposta santidade de todos aqueles que são superiores.

Acredito que muitos decidem viver a experiência da carne e, por isso mesmo, ao estarem entre nós, diminuem sobremaneira seus plenos poderes, mas mantém alguns, o que os diferenciam de quase todos nós e, em muitos casos e épocas, os colocam como verdadeiros deuses diante de nossa fraquinha falta de poder e de vontades próprias, fragilizadas em pecados como egoísmo, gula, língua ferina e desejos e mais desejos contínuos.

Uns mais legais outros mais ou menos e, até uns malévolos, circulam entre nós e, seus planos, não sei. Existem muitas mensagens mediúnicas, livros diversos, canalizações, que quando lemos percebemos milhares de planos de facções diversas, portais que se abrem, eras que se anunciam, anjos que vão chegar, legiões que vão migrar, gente que vai morrer, crianças índigos que vão nascer, enfim, um oceano de informações e o tempo passa e continuamos afogados em dúvidas e incertezas do que realmente é ou deixa de ser.

Às vezes penso que tudo é, cada verdade tem seu naco e Deus nada mais é que o superior que aceitamos, que nos agrada, aquilo que é conveniente ter, acreditar, uma forma de alívio da nossa impotência diante de coisas que acontecem, é bem mais cômodo dizer: se Deus quiser, graças a Deus, Deus quis assim...

O tempo passa, Deus é Krishna, Jesus, Javé, Deus é o Pai, é Sai Baba, Deus é amor, uma energia, isso e aquilo, mas ninguém aparece com autoridade, lá do alto, de uma maneira insofismável e cabal para assumir ou esclarecer.

Então o melhor, enquanto estamos por aqui, acreditando ou não, é que sejamos todos legais uns com os outros, respeitemos regras básicas de convivência urbana, social, pois só assim poderemos viver mais e melhor, até que um dia, esse mistério possa realmente ser resolvido.

Quem navega hoje no mundo da neurociência fica cada vez mais convencido de que as chaves estão dentro do nosso cérebro. Não será surpresa que no futuro, a resposta seja bem simples.

Perceba que os grandes pensadores, cientistas e estudiosos modernos estão explicando coisas que antes eram tidas como sobrenaturais, metafísicas, esotéricas e, não se admirem que um dia fique claro que nós mesmos somos Deus, que ele não é nada exterior, que nós é que ainda estávamos usando pouca potência mental.

Se isso ocorrer, vai ser uma revolução e, ninguém mais, vai poder influir negativamente em cada um de nós, afinal, se chegarmos à potência superior, construiremos inevitavelmente em nosso castelo interior, um reino de luz, de boas energias, de ações e de emanações amorosas, vivendo na carne a delícia de ser divino e maravilhoso.

Além, de recebermos definitivamente o passaporte para a convivência cósmica e fraterna com seres de todos os cantos e recantos do universo.

É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Não sou uma pessoa bem informada sobre os bastidores do mundo político e, tudo que sei, é basicamente o que sai publicado na mídia, dai ter certeza, que não sei quase nada, afinal, são nos bastidores onde rolam as histórias e as estórias escabrosas da política local e nacional.

O que sei do deputado e hoje presidente da Câmara Federal, Henrique Alves, é de sua longevidade enquanto parlamentar e de uma ou outra ação que beneficia nosso povo, além de ouvir pessoas lamentando uma atividade mais efetiva dele em prol da gente, o que é controverso, pois também tem advogados dele neste mister.

O que motiva meu presente escrito foram algumas declarações dele, que causaram boa impressão em meu ser, notadamente no aspecto do perdão, palavrinha muito importante e sempre citada pelo mestre Jesus, uma vez que difícil de ser posta em prática, tem colocado em lado opostos, pais e filhos, amigos de longas datas, além de políticos e religiosos em geral.

Recentemente o deputado disputou a presidência da Câmara e teve opositores que distribuíram material denegrindo sua pessoa. Logo após a vitória, ao ser indagado sobre a descoberta dos autores da ação, disse isso já ser página virada e que perdoava os seus artífices.

Em vários momentos da política local, Henrique estendeu a mão para pessoas em situação difícil, perdoando antigas questões e ataques virulentos e, hoje, mesmo contra diversos setores do seu partido, perdoa cotidianamente coisas da atual governante e, praticamente em ação isolada, mantém viva a chama de sua governabilidade por aqui.

Não estou aqui julgando se seus atos políticos são certos ou não, estou tornando publica minha admiração por gestos constantes de perdão, fazendo dele uma pessoa aliada de inúmeros setores, tais como: lojistas, empresariais, sindicais e com trânsito amigável em todas as correntes políticas, até as de oposição ao governo que defende no nível federal.

Para fechar, parabenizo o deputado por estar sendo um obstáculo às constantes tentativas de setores da esquerda, de desestabilizar a democracia, tentando avançar com projetos absurdos de cerceamento da liberdade de comunicação, notadamente na área da imprensa e, da submissão da Suprema Corte a um parlamento hoje limitado, dominado por lobistas e por seres alienígenas aos reais interesses do Brasil, ávidos por vantagens pessoais e que, em decorrência de atuações e ações policiais tão constantes, já começam a criar um clima de abaixo o parlamento, tão perigoso para a nossa democracia e, prato cheio para que militares se animem novamente a solapar o poder e, em nome de tal governabilidade, iniciar um novo ciclo de escuridão por aqui.

Que Henrique continue colocando em prática o perdão e, como presidente da Câmara Federal, tenha o devido equilíbrio e o discernimento para influir nesta travessia tão importante de um País que avançou no campo social e que agora precisa se aliar à iniciativa privada para fechar o ciclo e gerar emprego, renda e infraestrutura, ocasionando mais alegria e bem estar para todos os seus habitantes.

Flávio é escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)



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