NATAL PRESS

         Quando estamos em nossa cidade temos uma maneira de viver e de se locomover.  Quando viajamos, alguns mantêm o mesmo modus vivendi. Eu gosto de mudar.

         Aqui tenho carro e o utilizo bastante. Atualmente disponibilizei para um filho social fazer Uber e tenho andado também de ônibus e de carona, mas independente disso, quando dirigindo tenho uma direção contemplativa. Internalizei amor pela vida e busco em cada olhar, em cada andar e em cada deslocar a extração do cotidiano, a visão dos movimentos diversos e a própria essência de nossa existência material.

         Explico melhor, a distração, a abstração ou alheiamento do que acontece a nosso redor, joga no lixo, desperdiça um universo de cenas, visuais e eventos interessantes que acontecem a todo o momento e em todo canto.

         Perceba andando ou parado em sinais e engarrafamentos, que animais estão por perto, comendo, subindo árvores, acompanhando companheiros, seres humanos ofertam serviços e muitos são engraçados, agradecem rezando, outros são rudes, uns alegres, têm os divertidos, cheios de manias, além da própria natureza com céu azul, chuva, ventos, temperaturas etc.

         A vida na verdade é uma produção cinematográfica viva e em constante dinâmica, passe a observar tudo a seu redor como um filme, como gravações e viaje em cada detalhe, em cada acontecimento, em casa movimento.

         Quando viajo, então, voltando ao “x” da questão, prefiro o ônibus, primeiro pela altura, nos possibilitando um olhar sobre a cidade e seus habitantes de cima, segundo ele vai parando o que nos dá uma oportunidade sem paralelo de observação da polis de camarote. Tem ainda a possibilidade de ver as pessoas comuns, aquelas que muitas vezes não nos relacionamos.

         Nos ônibus surgem do nada religiosos, vendedores, ladrões, dondocas, prisiacas, estudantes, bem vestidos, maracatus, figuras bem interessantes e diferentes, oportunizando a um olhar mais atento, uma gama enorme de tipos muito apreciados sob o prisma da curtição sem preconceito, e sem julgamento negativo.

         Cada vez mais amo viver, circular, observar, em todo canto e em todo lugar existe algo para se ver, para se deleitar, claro que as negatividades estão à espreita e não é nada bom experienciar situações assim, mas mesmo assim, elas existem e segundo os espíritas, acontecem conosco e no entorno como consequência de alguma lição que devemos passar ou karma que temos que quitar.

         Viver, olhar, circular, estar neste planeta, seja de qual categoria ele for, estar tendo esta maravilhosa oportunidade de estar vivo na matéria, depois livre da carne mais fluído para voar, volitar, transitar por dimensões e mundos outros, já percebeu o quanto devemos ser gratos por termos nos tornado um atma, uma alma, um espírito, uma unidade cósmica, um cidadão planetário?

         Exerçamos nossa cidadania cósmica com muita boa energia e na absorção necessária e positiva do amor, busquemos encher o nosso tanque com esse combustível para poder com ou sem asas distribuir amor por onde possamos estar.

         Luzzzzzzzzzzzzzzz.

 

Flávio Rezende aos vinte e sete dias, mês sete, ano dois mil e dezessete. 10h35. Natal/RN, Brasil, Planeta Terra, Universo.

           Caro possível leitor, durante muito tempo compartilhei meus "escritos" através de uma lista enorme de endereços de e-mails, e semanalmente enviava ou minhas reflexões ou os boletins do bem da Casa do Bem. Quem me acompanhava deve ter notado ausência neste último ano,  e de fato, ocorreu.

            É que fiz opção por escrever textos mais curtos e publicar num blog, o www.blogflaviorezende.com.br, pelo qual agradeço visitação e divulgação caso julgue interessante meus escritos. No espaço aqui posto publico minhas ideias das coisas através de textos e entrei também na onda dos vídeos, postando algumas observações neste formato.

            Com relação a Casa do Bem continuei administrando até hoje e, agora, dia 1 de janeiro, passo a presidência para Vânia Cruz, assumindo o cargo de diretor de comunicação da ONG, continuando servindo a comunidade de Mãe Luiza da mesma forma, agora de maneira mais leve posto que a presidência exige muito e já estou nisso há 22 anos, estando um pouco cansado de tantas lutas e compromissos.

            Passo a direção da Casa do Bem que idealizei e fundei feliz e com a consciência tranqüila, com as contas aprovadas pelo Ministério Público e sem nenhum tipo de problema judicial, denúncia e nenhum acidente envolvendo os jovens, adultos e idosos. Digo isso pois imagina a quantidade de vezes que levamos até 250 jovens para banhos de piscina, de mar, jogos de futebol, shows etc. e nunca em tempo algum, ocorreu nenhuma negatividade.

            Fico feliz com todos os apoios que recebi, pois consegui dirigir e manter ativa e viva uma entidade sem captar recursos no exterior e nem de governos, tendo apenas por uns 3 anos convênio de pouca monta com a prefeitura da cidade do Natal, no caso 2.500,00, que desisti de continuar diante de tanta burocracia por valor tão pequeno diante de nossas necessidades. Optei por continuar apenas com os depósitos em conta corrente dos nossos amigos do bem e assim fui indo até agora, entregando a Casa do Bem sem nenhuma conta atrasada, nenhuma pendência, com todas as certidões negativas sendo geradas , como já disse, sem nenhum processo de natureza nenhuma.

            O saldo positivo é enorme, muita gente formada em cursos, muitos jovens com habilidades diversas agregados através de esportes, artes marciais, cultura, educação, com os jovens e idosos tendo conhecido muitos pontos turísticos, ido a eventos de todo tipo, recebido ovos de páscoa todos os anos, presentes, comemorado todas as datas, tendo acesso a palestrantes diversos e até caros, freqüentado restaurantes, museus, estádios de futebol, cinemas, teatros, enfim, muitas coisas mesmo ocorreram sem que eu colocassem nisso questões de política e nem de religião, não cobrando nada e nem exigindo coisíssima nenhuma de ninguém em tempo algum.

            Deixo a presidência da Casa do Bem da mesma forma que entrei, nunca usei um centavo sequer para viajar para eventos, coisa bem aceita neste ramo, evitando congressos e seminários e, quando ia, com meus próprios recursos. Agora é tocar o barco até a aposentadoria como servidor federal, ampliar minha atuação jornalística como blogueiro, cuidar mais dos filhos e parentes, viajar que adoro e continuar no bem de maneira mais leve, uma vez que a presidência é muito complexa e cheia de compromissos diversos.

            Que a Casa do Bem siga sua linda história de amor com os novos dirigentes e eu me despeço de vocês deste canal de comunicação via e-mail, estando meus posts e pensamentos disponíveis no www.blogflaviorezende.com.br.

            Obrigado a todos por todos estes anos de convivência e muita luz em 2017 e por todo o sempre.

            Luzzzzzzzzzzzzzzzzzz

Flávio é escritor, jornalista e blogueiro em Natal/RN (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Chego neste começo de 2015 a 53 anos e seis meses de vida. Quando bem jovem, não era comum meus amigos terem gosto por política. Comecei a ter muito cedo. Lembro que fui orador do meu pré em 80, no IMA, quando o presidente era Figueiredo e o governador era biônico, naquele tempo Lavoisier Maia, pai de uma das amigas formandas.

No púlpito da igreja do Instituto Maria Auxiliadora, diante do então governador, das freiras, familiares e convidados, fiz um discurso político, incisivo, a anistia fazia meses tinha sido decretada, o clima já era de distensão, mas todo cuidado era pouco e ninguém ousava tocar no assunto abertamente. Todos ficaram boquiabertos. Papai me deu uns carões e, internamente, gozava com minha ousadia.

Com o tempo fui gostando dos comunistas, dos socialistas, lendo tudo que aparecia, participando de movimentos, greves na UFRN, passeatas e com o surgimento de Lula e dos movimentos grevistas em São Paulo, fui tomado por intensa paixão. Tudo ligado a Lula me embriagava, como jornalista fazia questão de cobrir suas passagens por Natal, o entrevistando em comício no Alecrim. Era da minoria, vestia camisa, empunhava bandeira e lembro-me de ter participado de uma das primeiras reuniões da fundação do partido aqui em Natal, numa salinha num primeiro andar perto da Igreja do Galo.

O tempo passou e participei das campanhas debatendo, escrevendo artigos, brigando com todo mundo que não era lulista/petista, chegando a ficar com amizade arranhada com muitas pessoas, pois brigava, chorava, esperneava e não acreditava nunca que nem Lula e nem ninguém do PT e nem o partido enquanto instituição política pudesse cometer de forma nenhuma nadica de nada de errado, o PT e Lula eram sagrados, incapazes de malfeitos, pois tudo que ouvia, lia e acreditava era que tudo aquilo tinha surgido justamente para fazer o contraponto das maldades que faziam com os trabalhadores, com o povo, com as instituições etc.

Apesar de nunca ter pensado em ter uma atuação política como vereador ou outro espaço qualquer e nem de ocupar cargos em nome do partido, minha paixão era por um ideal, pela loucura que sempre tive pelo povo, de ajudar, de ser útil, tanto que desenvolvo um trabalho social há 25 anos sem nunca em tempo algum ter recebido um só centavo por isso e nem ter pedido voto para seu ninguém atrelando meu trabalho social aos meus gostos pessoais, por ter a consciência que isso é uma coisa minha, pessoal, mais ligado ao espiritual que propriamente ao político, creditando ao espiritual no que diz respeito a achar que tenho que fazer algo pelo semelhante independente de quem o faça institucionalmente ou pessoalmente.

E esse amor pelo PT foi indo até um dia desses, parecia cego, numa confraria que ia todos os dias numa padaria, brigava, saia puto da vida quando confrontado com o julgamento do mensalão. No meu entender Lula era vítima, todos estavam sendo injustiçados, até que comecei a chegar a casa mais cedo para acompanhar atentamente o julgamento.

          Apesar de novos ainda neste planeta que existimos, já devíamos ter mais certezas que dúvidas acerca de nosso DNA cósmico, além de respostas mais concretas sobre as históricas perguntas, de onde viemos e para onde vamos?

         O tempo passa e, tirando a fé inabalável de uns numa coisa ou noutra, a verdade é que o mistério continua e, no lugar de surgir uma versão, ou um fato que consiga congregar todos numa mesma posição, o que acontece mesmo é o surgimento de novas teorias, deixando todo mundo de cabeça para baixo neste dilema sem fim sobre nossas origens.

       Lendo agora sobre a separação do famoso casal Tom Cruise e Katie Holmes, tenho acesso a mais uma versão da origem de tudo, vinda do escritor de ficção cientifica L. Ron Hubbard (cientologia), que acredita ter ocorrido por aqui, há 75 milhões de anos, uma reunião de planetas, a "confederação das galáxias", governada por um líder maléfico chamado Xenu. Segundo a Wikipédia, esses planetas “estavam com problemas de superpopulação, Xenu mandou bilhões de seus habitantes para Terra, em espaçonaves parecidas com os Douglas DC-8, onde foram jogados dentro de vulcões (razão pela qual o livro Dianética possui um vulcão na capa) e mortos com bombas de hidrogênio. Seus espíritos que foram recapturados e reunidos em cachos (como uvas, ou talvez bananas) - chamados de "thetans" (em português, "tetões") - são os seres humanos”.

      Outras explicações sobre nossas origens já são bem mais conhecidas e estão ai em livros bem lidos e decifrados ao longo dos últimos milênios. O certo, para meu ser, é que não me posicionei de maneira definitiva ainda, pelo fato de que ao ler, cada um deles, encontro argumentos muito sólidos, bem embasados, com histórias e/ou estórias (não posso julgar), tão concatenadas, que fico pensando, como alguém pode inventar uma coisa tão complexa, com detalhes e amarrações variadas?

     Às vezes fico pensando que o universo é formado por muitas tribos diferentes e que cada qual tem sua história, passando para nós daqui, através de médiuns (os repassadores das teorias e escritores dos livros terrenos), as suas respectivas versões, então nós seríamos a antena de todas as civilizações alienígenas, influenciados por estas versões, por aparições pretéritas e até atuais disfarçadas, misturando por aqui um monte de coisas, como se realmente fossemos um laboratório desses povos.

     O que gostaria de enfatizar, para finalizar a presente reflexão, é que se não estamos ainda aptos, a saber, de fato a verdade de tudo - ao menos eu ainda não consegui chegar a esta certeza, posto que são muitas as teorias e versões, de uma coisa tenho plena convicção, a beleza de tudo.

      Observando cada animal com suas peculiaridades, cada ser alado, marinho, rastejante, ruminante, mamífero, cada planta, cada montanha, falésia, os mares, os frutos, fico extasiado com tanta inteligência, com tanta beleza, com tanta perfeição.

      Será que cada uma destas pérolas foi criada num rincão do universo e aqui colocadas para que possam ser observadas num processo evolutivo diferente? Será que somos o zoológico do mundo? Uma grande vitrine cósmica?

     Com essa variedade tão rica, com esse festival de maravilhosas engrenagens, existindo num mar de dúvidas, num oceano de interrogações, num infinito de perguntas sem respostas concretas, fico me questionando o quanto isso é incrível. Como podemos estar mergulhados em complexas estruturas orgânicas, em perfeitas arquiteturas naturais, sem saber de forma cabal o pai ou os pais de tudo isso, como está sendo possível?

   Confessando minha impotência e não arriscando tomar partido com tantas e variadas versões, prefiro ir curtindo, degustando, apreciando, vivenciando cada espécie, admirando a natureza e agindo e orando por sua sobrevivência, fazendo desta minha rápida passagem por aqui, algo agradável e útil e apreciando o que existe por ai sobre a origem de tudo, que se no fim da era da ignorância, se revelar uma grande ficção, ao menos restará aquele suspiro que bem traduzido seria: putz que estória porreta esse cara inventou...

Caminhando e pensando os assuntos se revezam em mil metros rasos, passando o bastão de um para o outro até chegar no processo eleitoral.

Uma rápida análise da coisa como um todo vai revelando algumas doideiras do processo ora em vigência. Exemplo: se eleição significa  a escolha a partir do zero de uma nova câmara ou assembleia, como alguns têm mais tempo que outros? Acho isso um absurdo. Dar mais tempo a partir da representatividade de um partido é sair na frente e um desestímulo a pessoa disputar por uma agremiação pequena. Se é uma eleição para compor um novo parlamento, todos devem ter o mesmo tempo.

O horário eleitoral, pago por nós, está ultrapassado. Quase não revela algo concreto de alguém. As papagaiadas, frases de efeito e produções de marketing são mais fortes que as ideias. Elegemos na verdade mais sabonetes, pizzas e maioneses que cidadãos ou tribunos de vergonha.

Nossa inteligência tem evoluído muito no mundo virtual. Devíamos transferir o  universo eleitoral para este espaço. O TSE criaria uma plataforma onde os candidatos iam expor seus números e pensamentos. Assuntos sugeridos por eleitores seriam colocados e os candidatos fariam exposição de suas posições. Por exemplo, alguém colocaria lá a questão da construção de túneis ligando partes da cidade; edificação e gestão de escolas em parceria público/privada; revisão do plano diretor em alguns bairros. Com a posição dos candidatos, os eleitores ficariam sabendo mais sobre eles.

Sei que pessoas mais carentes teriam dificuldade em acessar, mas no lugar de programas de TV e rádio, o site poderia ser acessado em lugares públicos. Se a pessoa é carente, o pode ser também de ter TV ou rádio em casa, e sabemos que hoje todo mundo tem celular e acessa a internet.

O próprio voto podia ser feito a partir do CPF nesta plataforma. Cada eleitor clicaria em seu escolhido, economizando milhões em urnas, pessoas, alimentação, segurança etc.
Enfim, são reflexões que temos e expomos na esperança de que um dia o processo eleitoral seja mais cômodo, barato e eficaz.

Quanto a boa escolha, continuará sendo uma oração posto que imperfeitos como somos, até os mais "tampa de furico", como chamamos na brincadeira os mais inteligentes e capazes, podem na hora do voto sufragar alguém por amizade ou pelo time de futebol, deixando de lado a capacidade ou conveniência da pessoa para o bom andamento das coisas coletivas na cidade.

Sigamos no bem e que possamos ter lucidez na escolha dos nossos edis e gestores.
Luzzzz

Flávio Rezende aos 26 dias,  do mês oito, do ano 2016.

Meu pai já fez a travessia mas eu nunca fiquei triste com isso. Primeiro pelo fato dele ter ido com 89 anos, quase 90. Segundo por ter dito a ele tudo que ele merecia ouvir. Eu te amo era quase todo dia e demais carinhos e reconhecimentos eram constantes.
Meu pai nunca precisou me falar sobre honestidade. Ele era e me bastava.
Nunca houve necessidade de dar aulas de educação. Eu prestava atenção nele, e aprendia.
Papai nunca ressaltou o quanto era interessante ser bem humorado. Sair com ele deixava isso patente.
Papai não precisava expressar seu amor pelos filhos. Sua presença tornava isso claríssimo.
Sua memória é legado suficiente. Sua lembrança um grande presente. Sua importância para minha formação, não tem como mensurar. Sua generosidade, não consigo limitar.
Meu amor Fernando Rezende é um pai que nunca foi. Não o vejo apartado. Não o sinto distante.
Aqui perto, acima, abaixo, ao lado, em frente, por onde esteja, meu ser o sente.
Papai em mais este dia do senhor, todo meu carinho, meu amor.

Flávio Rezende, um filho fundido no pai, aos 14 dias do mês oito do ano 2016

Tenho observado a crescente intolerância dos petistas com todos que expressam indignação com os casos de corrupção,  a condução econômica do governo e com o legítimo ato constitucional de pedir impeachment de uma gestora.

Além de palavrões e outras coisas mais, deram agora para ameaçar dizendo que se Dilma cair não vai ficar assim, que isso e aquilo e tudo comendo corda do staff petista que, orquestrado pelo maestro marqueteiro vai incentivando uma reação violenta como última trincheira para evitar a queda do bunker.

A tal coração valente, por sua vez, braba que só siri na lata diante de sua maré vermelha, parece na verdade acovardada diante da real prova de valentia: falar a verdade sobre o que sua tribo realmente fez.

Falsa,  mentirosa e produto de marketing, engana uns gatos pingados com sua fantasia de corajosa,  ficando nua em sua complexidade abilolada diante de uma nação estarrecida com suas falas desarticuladas,  desprovidas de nexo e, principalmente, falácias em verso e prosa de uma verdade escondida,  mas que está vindo a tona homeopáticamente, proporcionando no fim a assepsia,  enfim,  desses pacientes terminais, que uma vez diagnosticados de grave moléstia nacional,  seguirão com nossas bênçãos para a UTI da Papuda Federal.

Sentimos diversos tipos de contentamento durante nossa vida, sendo muitos com origem em nosso próprio corpo. Ao ingerir determinados alimentos ficamos felizes com aquele gosto agradável promovendo um carnaval na língua e na mente.

Quando estamos na praia pegando um gostoso sol, sentimos aquela energia nos preenchendo até que a coisa começa a esquentar um pouco, ai a mente nos sugere um mergulho na praia e ao acontecer tal intento, a pele entra em êxtase com a mente reproduzindo uma sensação sem igual de frescor em nosso ser.

As alegrias ocorrem ainda em vários níveis físicos e mentais, provocadas por milhões de eventos, tornando a vida de cada um de nós um manancial de possíveis gozos múltiplos, sendo essas possibilidades alheias a condição social e econômica, cor, raça, religião e time de futebol, daí advir a informação dos mestres de que a felicidade está dentro de cada um de nós e, não apenas, de alguns.

Além desta felicidade individualizada induzida por fontes diversas, temos a felicidade terceirizada, pois pode ter como fonte a felicidade do próximo. Quando meu pai estava vivo eu sentia um imenso prazer interior, quando o via vibrar com minhas conquistas, aparições na tv e quando o levava para presenciar palestras que faço, inaugurações de obras sociais que tenho a oportunidade de trazer a materialidade planetária e outros babados mais, pois a sua energia positiva me transpassava e me inundava de grande satisfação.

Minha amada mãe, em idade avançada, sensível por ainda estar inserida num mundo muito confuso e perigoso, necessita cada vez mais de carinho e atenção e, neste contexto, quando tenho a oportunidade de fazer algo por ela, como um jantar, uma dormida amiga, um abraço carinhoso, uma palavra confortadora ou um beijo sincero, ela emite uma onda energética tão intensa, que por tabela sou preenchido com este amor maternal de alto valor.

Todos nós podemos sentir estas boas energias que circulam quando ativamos de maneira sincera atos e bondades que devem ser regra em nossas vidas, deixando para as exceções as nossas fraquezas, vacilações e quedas, naturais no processo evolutivo.

Em nosso lar, com a esposa e os filhos, temos a oportunidade de sentir a verdadeira alegria da vida, viajando através das frases da pequenina, como a minha doce Mel, do cuidado zeloso e bonito da amada mãe Deinha e da dedicação a seu futuro como jogador, do filhão Gabriel Kalki. Estando mergulhado neste oceano de beatitude podemos ampliar nossa satisfação, sentindo cada conquista e cada vitória de cada um deles, ocorrendo no cotidiano, proporcionando um upgrade fantástico de contentamento.

Diante do exposto confesso que vivo por mim e por eles. Confesso que vivo por meus pais, irmãos, amigos e, por cada criança, adolescente e idoso atendido na Casa do Bem. Procurando digerir e ir eliminando os problemas e as ingratidões, encontro na assimilação e incorporação do lado bom da vida e de cada um dos que estão próximos, o bálsamo para o enfrentamento das tribulações e para o reforço da divindade presente em nossa existência.

A alegria de todo e qualquer um em todos os mundos, preenche nossa própria vida com um pouco mais de felicidade. Sinto isso. Vibro quando vejo alguém sorrindo. Choro diante de filmes, textos e cenas reais que tenham conteúdo do bem. Me sinto parte do todo e procuro, dentro de minha maneira de ser, ser cada vez mais positivo para que a unidade caminhe cada vez mais para o que os mestres chamam de paraíso, um planeta onde os seres entendem que para o estabelecimento do dharma coletivo do bem estar geral, as partes precisam vibrar na sintonia fina da alegria e da felicidade.

• É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Muitas vezes vivenciamos certas situações extremamente desagradáveis, que promovem desarmonia e muita confusão. Em alguns casos demoram e deixam marcas em todos os envolvidos.

Peguem como exemplo do acima afirmado, um lar onde objetos começam a sumir, o pai percebendo surrupiamento de cédulas de sua carteira, com um determinado filho da família utilizando drogas, promovendo a visita de policiais à residência e a constante vigilância de todos com bens pessoais, além do estresse permanente de más notícias.
Nesta situação a mãe começa a definhar, o pai fica depressivo, os irmãos perdem a vontade de estudar e até de trabalhar e aquele lar vive a dor e a tristeza permanente em decorrência de atos de uma só pessoa.

Tudo parece estar irremediavelmente perdido quando de uma hora para outra o indivíduo decide mudar de vida e a harmonia volta ao lar, todos se reequilibram energeticamente e a paz e o amor voltam a reinar entre todos os envolvidos.

Vejamos agora uma turma escolar. Um pequeno grupinho começa a roubar celulares, tumultuar o ambiente, atraindo constantemente a atenção do diretor, câmeras são instaladas para identificar os ladrões e a postura dos professores com aquela turma fica bastante rígida, com a situação atingido todos e prejudicando a grande maioria que é ordeira e estudiosa.
Com a identificação dos malfeitores e bagunceiros e consequentes expulsões, a turma volta ao equilíbrio, com as relações entre alunos e professores se normalizando, assim também com a diretoria. A performance dos alunos volta ao nível normal e o aprendizado flui de maneira satisfatória.
Não preciso dizer mais. É por demais óbvio que situações desagradáveis podem voltar a um patamar de normalidade quando os elementos que tumultuam e complicam os ambientes ou mudam por consciência própria, ou recebem o devido corretivo.
Vivemos hoje no Brasil uma situação semelhante. Elementos criminosos, instalados no governo e no meio empresarial, em praticamente todos os setores, assaltaram os cofres públicos com superfaturamento de contratos, vilipendiando a pátria com tenebrosas transações e traindo a confiança de milhões de brasileiros que depositaram neles a devida confiança para o gerenciamento na nação.

A descoberta de tantas falcatruas entristeceu e revoltou a quase totalidade dos brasileiros, criando um clima insustentável de desarmonia, que está levando o Brasil a descer a ladeira, com sua economia em frangalhos, desemprego crescente, empobrecimento, perda de conquistas sociais pretéritas e falta de credibilidade aqui e no exterior.
A turma dos malfeitos afundou a maior empresa do Brasil e orgulho nacional. Viciou o parlamento em dinheiro, a partir do momento que começou a comprar apoio com recursos não contabilizados e operou nas sombras a maior transferência de dinheiro público para o privado, enviando dinheiro para o exterior e pagando campanhas trilionárias.
Mas a exemplo dos dois casos citados, esse câncer que se instala em setores da vida, como em lares e escolas, também pode ser extirpado de governos e instituições públicas. A justiça já os alcançou e os juízes e promotores tem o apoio da população. Num trabalho sem pressa vai chegar ao ex-presidente Lula, que ao se auto canonizar, derrama asneiras e mentiras em falas para plateias amestradas, tendo sua sucessora Dilma, a mesma insanidade, com a repetição de mentiras e mais mentiras e um medo crescente de cair em decorrência dos roubos e mais roubos que junto com Lula formatou em nome de um projeto de poder, que agora exposto, revela os reais interesses de socialistas falsificados em solo brasileiro.

As pessoas de bem aguardam ansiosamente pelo desfecho e consequente prisão de toda organização criminosa instalada no Brasil. E ela não contém apenas petistas e aliados. De todos os partidos surgem malfeitores e a torcida é que todos, indistintamente, sejam expurgados da vida pública e cumpram pena e devolvam recursos.
A casa precisa ter harmonia. A escola necessita de um ambiente sadio para que seus alunos naveguem bem no mar do aprendizado. A pátria só cresce e obtém progresso social, político e econômico quando se vê livre dos bandidos que assaltam cofres e roubam sonhos e esperanças.
Que situação...

· * É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Vivemos uma sociedade de cobranças. Os políticos vivem apontando o dedo para os adversários, chamando os outros de ladrões, reacionários, isso e aquilo. Os religiosos também cobram santidade dos outros e acusam seguidores de tradições diferentes de pedofilia, terrorismo, mercantilização, etc.

Boa parte destas cobranças objetiva a atração de mais adeptos para seu lado, numa competição cada vez mais radical para aumento de suas agremiações.
Neste contexto é correto afirmar que certo é uma pessoa ter comportamento compatível com o que prega, uma vez que sair da linha atrai olhares de reprovação e possível cobrança do desvio em algum momento da vida.

Enquanto o Papa Francisco segue na direção de tornar verdadeiro o ideal cristão com hábitos simples e conduta humilde, diminuindo lentamente a forte influência da opulência e da delinquência no Vaticano, aqui no Brasil observamos atitude contrária em socialistas que, sempre falando no povo, passaram a levar vida de bilionários, com hábitos que passam pelo consumo das melhores bebidas, hospedagem nos mais caros hotéis, manutenção de frotas de veículos caríssimos e de palácios, utilização indiscriminada de cartões corporativos, além da recepção de recursos provenientes de fontes nada republicanas e com fortes indícios de caixa dois.

Teoricamente um socialista é aquele ser que muito preocupado com as desigualdades sociais e a conduta egoísta de empresários do mundo capitalista, oprimindo os trabalhadores com cruéis jornadas de trabalho e baixa remuneração, passa a ter uma atuação no sentido de mudar essa situação, trabalhando para harmonizar a distribuição de bens e riquezas do País para todos, humanizando as questões trabalhistas e lutando por melhorias em todos os sentidos para a classe trabalhadora.
Esse tipo de político, missionário ou idealista por tomar as dores do povo e querer a todo custo melhorar a vida dos mais sofridos - diante de uma sociedade formada por milhões e milhões de seres desprovidos do mínimo necessário para a sobrevivência, devia ter uma conduta a mais correta possível, não aceitando que nada de errado possa ocorrer em sua atuação ou com seu partido, uma vez que orador do bem, da labuta santificada de querer uma justa e humanizada distribuição do bolo para todos, deve pautar o conjunto de sua missão por atitudes e posturas radicalmente em comum acordo com o que se propõe a defender.

Lamentavelmente no Brasil, uma enorme leva de políticos socialistas foi lentamente sendo tragada e influenciada pelos encantos do materialismo, adentrando em terrenos que antes condenavam e, ainda hoje condenam mantendo apenas a retórica, internalizando hábitos e mudando radicalmente suas vidas e atuações.
A simples observação dos grandes socialistas que se aglomeraram em torno do Partido dos Trabalhadores e outros menos conhecidos, revela claramente seus gostos pelas coisas mais caras, passando por hotéis, carros, bebidas, casas, aviões, com estes socialistas vivendo nababescamente, movimentando bilhões em contas no exterior, realizando tratativas para o superfaturamento de contratos, com o Estado pagando um plus de onde, por debaixo do pano, saem comissões para abastecer o partido e os demais aliados, irrigando ainda contas bancárias pessoais e retroalimentando um esquema, certamente formatado e operado pelos mais conhecidos ícones do socialismo nacional, numa prova cabal de desvio de conduta e falta de ética.

Desconheço, a exemplo do Papa Francisco, ações no sentido de desocupar palácios, que podem vir a ser museus, utilização de carros mais populares, corte na utilização de cartões corporativos, conduta pessoal compatível com a missão anunciada, além, principalmente, da expulsão, solicitação de prisão, de todos aqueles que tiveram desvio de conduta, jogando na lama todo um trabalho que vinha sendo construído no sentido de tornar a sociedade mais justa e fraterna.
Numa patética e infantil defesa, os socialistas pegos em tenebrosas transações, acusam a mídia golpista e a elite branca de perseguição, enquanto as pessoas veem nitidamente o conjunto da obra, o desvirtuamento dos ideais e a implosão de ação política tão nobre, como a de defender o povo das agruras de uma existência tão problemática.
Hoje não vejo mais necessidade de socialismo na política. E nem de isso e aquilo. O que precisamos é de pessoas sérias, honestas, corretas, que trabalhando junto aos empresários, busquem a ampliação do mercado, proporcionando emprego e renda. Quanto menos a presença do Estado, melhor.

Esses mesmos socialistas que falam horrores do mundo capitalista, são clientes de carteirinha dos melhores resorts, viajando só de jatinhos, utilizando serviços de acompanhantes de luxo e mantendo criminosamente grande parte da população refém, através de ações políticas que visam a fidelização do voto, enquanto anos e anos passam e esses seres não alcançam ascensão econômica.
Muito ainda pode ser escrito, mas encerro deixando essa reflexão. Acreditei muito e estava junto dos socialistas que surgiram para tornar o Brasil um lugar de boas práticas, de honradez, justiça e ação social. Hoje vivemos intensa crise econômica, revelação de uma organização criminosa formada por socialistas e capitalistas, em casamento que não faz bem ao povo, posto que diante dos acontecimentos, é ele que se prejudica com a inflação, o fim de projetos do seu interesse, quebra de suas empresas mais rentosas e, o pior, o fim de um sonho.
Apesar de tudo, os socialistas ladrões continuam não sabendo de nada e repetindo baboseiras produzidas por marqueteiros e advogados, como se fossemos débeis e cegos brasileiros.
Passarão...


· * É escritor, jornalista e ativista social em Natal/RN (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)



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