NATAL PRESS

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Previsões futebolísticas de um lado, aerodinâmicas/amadorismos de outros, passeatas aos montões, só havemos de dizer – como concluir – que a roda gira. Se girou outro dia, continua girando. E como! E só por onde do saber que o sol nasce para todos, ao bom entendedor de sentinela esse não deve levantar a menor sombra de dúvidas. Vai que o mesmo resolva sair tostado por aí de ambos os lados em tempo hábil! A casa do sol nascente ora cabível (ops) à geração do ´´você lembra?`` pode não ter nada a ver com o que lascaram por aí de formas mil.

Portanto, salvo relíquias, é melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, digamos, no oco do mundo. Não menos vero e rarefeito do que antes, ´´Onde se come, ficam migalhas``. Curto, porém, profundo, não, Sam?

Alternativas de derivados, idem, levamos à parte na terra do futebol frente as estatísticas que vem por aí... Afinal, por que a essa altura do campeonato se importar com a ordem dos fatores? A pré estreia do Grande Mundial que já encheu os bolsos de muitos não tem pra ninguém! Torcemos os ferros até fora dos trilhos! Concentrar-se é preciso, persistem os de primeiro escalão no referente ao produto financeiro. Os números patrocinados não mentem. Passam de Lulômetros disparados!

Que? Chutar a tal pedra colocada no meio do campo, o fruto da banana, a caxirola, a vuvuzela show, tudo isso perto do meu pibinho amanhecido, isso não te pertende mais. E o que mais conta? Não temos mais como mudar o status quo de fartos fardos e nem mesmo da vaca louca que morreu aos berros sem ter qualquer chance de defesa pela vida no abatedouro. Dar aquela famosa ´´bica`` na gorduchinha à la Osmar Santos, impossível. A bola de cristal está na mesa ou quem sabe na gravidade política que o Isaac Newton não descobriu para essa geração. Não fosse uma maçã e sim uma banana! ´´Nós queremos ver os gols``, o ´´Hexa`` que é a sua e não demora? Para bem depois por essas bandas, sem querer desanimar só para efeito dos press e dos contras. Aliás, nós driblamos também com os hipopótamos, certo? Totalmente arbitrários ou não, todos um dia chutamos algo no feitio do cachorro morto só para não passar batido nessa conversa fiada..

Não menos colossal – ou seria safárico? – tamanho o espetáculo de elefantes brancos que vamos herdar, à herança empoeirada, patavinas. Anônimos empolgados e o esconde esconde da vergonha nacional aonde é que logo mais vão acomodar? Abram-se as cancelas, assomem-se aos socavões de sentinela! Todos juntos em ação. Por horas seguidas o Brasil é o olho (do mal versus bem dito) do resto do mundo. E dar do antebraço a torcer por mais de uma vez, ora essa, adiantem no tamanho do pingo ao final do meu sobrenome. E tome nota em mais uma por conta porque não tem como e quantos outros terão de averiguar na ponta do lápis borracha pós rescaldo da ´´Copa das Copas`` dentre os nossos divididos 180 milhões em ação, ´´Salve a seleção``. Saúde, Moradia, Educação....

Muitas vezes é isso, no que digo e repito ao pé da letra, que treinar toda uma equipe de neurônios inativos afeitos ao copy (desk) neste admirável mundo virtual, com os ativos em menos escala e proporção, chega a ser um desafio. Do Marco Civil da Internet (se casado, solteiro ou tico tico no fubá) não vamos configurar agora também que até o Pai-Google entra de tabela com a ´´Lei do Esquecimento``. Se eu quero o meu direito de ser esquecido? Vá! Não sou politiqueiro na classe do pior do que está não fica, mas, quero!

Em tempo! O que? O Brasil está pronto para perder mais um ´´bonde da história´´, adivinhe onde, senão nas eleições 2014? Ou será que pela ordem de largos sorrisos de ´Vox Popoli´ e de ´Ibopemania´ – é que já perdemos por antecipação foi um trem fantasma inteiro, heim? Vai partir...

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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Surpresas daquelas que mais queremos ouvir, ora, dessas ouvimos demasiados como que sem grandes expectativas até por conta do ´Mas será o Benedito?` só para continuar na labuta diária, ensaiando na mesma canção, ´´vem vamos embora, que esperar não é saber...`` As oratórias no país das investigações, apurações, CPMI´s, CPI´s e afins sempre dão conta do recado, acrediem. Se não escapamos ao verbo, mordemos a isca, os conjuntos, os predicados de púlpito com os separados. Muito bem separados. Não fosse o bico largo da oposição em querer andar nos trilhos, em linha reta, como diria o bom Conselheiro Abuelito – ainda na condição de gurú mor, ululante – não tentaríamos pegar os atalhos.

Perdoem o sofrimento, como disse a nossa sorridente presidenta, o sofrimento vem de antes. E não vamos esperar pelo expectorante do próximo bloco, porque passar o bastão adiante é por onde se resolve tudo. Pelo menos temos discursos em cadeia nacional. O que de ver teclar tantas estrelinhas e gastar rios de dinheiro nos ´´tipos`` a resposta costuma sair das melhores armadas. As decisões tomadas pelo sacro gurú rouco, o pai da criança, da inflamada ´água ardente`, vem a calhar. Metanol? Consequência é uma outra história. Verdade? Sem exageros de última hora àqueles que o apunhalaram pelas costas. Ah, esses imerecidos companheiros de cela regada a goteira e pingo d´água. E se tem pinga, também pingam em mim na rima do plim plim!

Contanto e porquanto assim caminha a desigualdade social, quando pouco – ou quase nada – saiu do papel neve, lembremos dos timbres em brancos, engavetados pela raíz. Barris de ´Petro` e mangueiras queridas começam a vir à tona, asmáticas, asiáticas, por meios e confins evidentes. Mas ninguém precisa ser um bom vidente na taxa mínima de 1 real e que baixem um pouco nesse valor simbólico mesmo sem a Graça Fosteryou. Tão onipresente, aquela dos brados mil.

Afinal, como diz a regra, se por um lado mostrar serviço não significa, positivamente, executar o tal de fino calibre (grosso não porque pode afetar pacas nos orifícios mais internos), acudamos! Se eu posso delegar, passar o pacotão de tarefas e ir pescar nos E.U.A., certo modo – e por que não – velhos companheiros de suadas vitórias? Os números não enganam. Ultrapassam. Os ´´imexíveis`` serão sempre ´´imexíveis``. Na onda dos recicláveis, acudam de uma vez a pele daqueles que viraram fósseis em tão movimentado ´´Planeta Plenário`` de Reilândia City! Falam além cotovelos...

Em ano de eleição, de revelações bombásticas, é bom que se atache ao seu nick diário, estamos crescendo na economia. Um pibinho de nada mas estamos. Coisa que da minha parte – por vias de bônus bancário, doações furadas, anônimas, subalternas, uma besteirinha assim –, cadê o programa em horário nobre ´´Minha sacola (de mini mercado, óbvio) família``? 10% é pouco para a mais longa de todas as esperas do outro bloco das devoluções.

Neologismos em branco, de sobressalto comigo na fila dos enlatados, vamos admitir que respirar seguidas vezes o ar rarefeito pode causar danos sérios a qualquer cobaia no assunto. Em fase de teste? Sem teto? E a vontade do cidadão, como isso fica? Faremos tudo o que o mestre mandar, governando de tabela 2? O ´´blinde`` itaqueriano de Campanha 2014 vai ser nacional?

Há conflitos, tacar fogo em ônibus virou forma de protesto. Há debates, empates, desempates, bate boca nas ruas, nos lares e nos bares. Há vereador de Rondônia que compara colegas de classe a cães e este é – em especial – cassado para servir de exemplo. Também há pastor, de repente aquele, o Luizinho e ´´ex`` dos Direitos Humanos que pintou a história, a torcida protestou, que resolveu purificar-se em banho de ouro. Um novo Midas da igreja, concorrente, pingente? Há linchamentos, apedrejamentos. Porém, e o melhor de tudo, tchanãn, há a Rachel Sheherazade que felizmente resolveu cutucar muita gente de punho, mostrando o palmo à frente do chafariz. E se eles se incomodam, soltando o verbo de onde estão, logo, a gente se incomoda daqui. Ficamos entendidos?

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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○ Bem ou mal, falem e cliquem em mim e que o inventor do controle remoto descanse no sofá bicama em paz. Ou, quer aonde esteja. Mas que o poder da criação continua gastando novidades em pêlo e pescoço, aquele que primeiro clicar, clicará. Pulem o capítulo inédito das pegadinhas reprisadas, do morning show também em versão estendida noturna, vídeos cacetadas da internet com direito a tira teima e tudo pelo apresentador. Rever seguidas vezes é preciso. Decorar é impossível. Sorria, pisque ritmado, porque você agora está sendo filmado em terceira, quarta e quinta dimensão. O programáveis por certo são retocáveis, digo, retornáveis. Gravando!

○ E já que o melô continua, daqui, continuamos algo que pela falta de assunto no que equivale ao patrocinador. Eles bancam e nós rebatemos de bom tamanho. A novela global vai naquelas de saúde é o que interessa ao amor impossível, ao quadrado. Onde come um, comem todos de uma só vez à cor da pele. Pelo menos usamos da boa imaginação. Novela tem que ter uma boa comida de rabo, ops, maquilagem exposta e pouso final. O que não pode ser consumido à vista pode muito bem ser atribuído à prazo. No cartão, no cheque e no boleto bancário com leve toque de desconto. Fui claro?

○ Segue o tema. Tanto é que teorias se inventam, se agrupam, avolumam. Porém, filosofando o ainda não filosofado é que uns nascem prontos – e na lata – com o dom de ser chatos; outros, e não necessariamente nesta ordem, o adquirem por natureza. Só não podemos alterar em muito a ordem dos fatores. Sobre o mal que não pode ser cortado pela raiz é bom adicionar que todo fruto do bem tem lá a sua cicatriz. A priori, os rendimentos, os acontecimentos, nem sempre são uma constante. Nesse quesito, o país leva jeito. Os noticiários não inventam. Fato é fato e veto de governo é veto.

○ Aliás, no jogo do abafa abafa três vezes o último que ocultar, morder algum por baixo do pano, tem gente que resolveu vestir até o pijama daquela empresa – quem veste a camisa da minha sou eu – para dar o exemplo de que na verdade e no duro mesmo não foi lá uma mal negócio da China e que se ninguém tivesse enxerido, metido o bico na conta alheia, nada teria vindo à tona. A tal usina logo logo cai no esquecimento e podemos descartar mais essa bomba. Aos desavisados, um lembrete de ímã de geladeira. Para quem não morou na jogada, o mundial da Copa está aí e vamos nos concentrar na chuva de gols e na prévia (não costumo me enganar) o ´´Caneco`` não vai ser nosso. Se for, vão derreter para saldar as dívidas. Tapar o buraco.

○ E vamos mais do dilema, porque fazer festinha nas costas do outro sempre foi motivo de sobra para se expor a dentadura postiça regada a sessão boca livre. Até o rei Roberto agora come do pecad da carne em público para dar o exemplo que nunca foi vegetariano. Almoçá-los antes que nos jantem é a regra normalmente domingueira e essa eu assino em baixo ao poder do lápis borracha. Como tal, a ordem dos copos não altera o teor calórico 40 graus Celsius do produto. Só não vamos inventar que todo esporte não mereça um bom jogo de cintura mesmo sob o julgo da ´´Lei dos Improváveis`` em pleno andamento. Com um pouquinho de esforço a bola é sempre a da vez. Fazer as pazes com ela vai do consumidor atarefado. As vuvuzelas, as corneteiras, os apitos ensurdecedores, todos, em breve vão soar. Junto com eles o estandarte das caxirolas no riso geral.

○ Findo o fato que nem tudo o que reluz não seja ouro, quanto menos pega ferrugem a curto prazo, tal aquela desdita, idem, que as aparências muitas vezes são as que desenganam – grosso modo – a farra continua ainda sendo a do boi. E que ainda se vou chorar o gelo derretido pela soma do undéssimo de aumento no meu salário este ano (pois, dizem que está tudo sob controle), então, ´´soy loco por ti América``... Agrados, isto sim, muito além do meu formato tela plana. Direto do mundo virtual, claríssimo, e no que deve sair mais em conta. ´´Soy loco por ti, amor``...

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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○ Só para abrir o leque no pedido do cardápio de opções que vinhetas opostas dentro do rol de programações batidas não batem diretamente de frente com as adjacentes, isso é batata. Requentada. Trocam de palco, de canal, de mesas, canecas lustradas, personalizadas, e está tudo bem ao velho sinal do Jô e do riso alarmante do Bira. Via de regra, de apresentador para apresentador, fazer cara de compreensão com o entrevistado é o tal. O que, nós daqui, para ali como acolá, compartilhamos a deixa que nada de novo se cria a não ser o de ontê. Com muitos já vencidos no prazo de validade. Pode ser? Meio que hair bag, feito pastel de vento, água e sal. E vamos todos juntos postar...

○ Agora que passamos do script anos luz, câmera e ação: ´´atirem a primeira pedra`` aquele que não tiver provado sobre o veneno da prosa, e ai do Renan Calheiros de outro dia que gastou aquela dinheirama toda por uma franja ralinha de implante só para poder bater o topete diariamente no Senado. Nessa, perto do Pedro Simon gastar outros 62 mil na nova arcada dentária – mordidas à parte no free boi vegetariano do ´´rei`` risonho que odeia comentáris maldosos – queriam que vossa excelência tomasse a sopa do caldo Maggie no copo? Não vamos negar. Com tantas ´´mordidas`` que ouvimos falar naquela movimentada Casa (que insistem em ser do povo) os ´´Anéis de Saturno`` não estão imunes a possíveis negociações. Florentinas que atentem pela desunião entre os partidos da alegria. Atente. Casa cheia não é casa vazia, sem quorum

○ Como não recordo para que servem os colchetes (ricochetes?), abre aspas. Quanto ao grandioso porque da presidenta ´´Dilma de Vermelho`` e do Joseph Blatter que decidiram não discursar durante Copa do Mundo na tentativa de evitar novos constrangimentos, ora pois, a quem vamos ovacionar? E quanto a Sinfonia das Vuvuzelas, das caxirolas esvoaçantes, da Waka Loca da deslumbrante Shakira? Não é a Copa das Copas – aquela da concentração, sem hospitais? E o tira teima, onde entra? Outrossim, ou seria outro não para melhor passar?, da refinaria de Pasadena, o Petróleo é deles: ´´eu também não sabia nada``. Fecha aspas.

○ Batendo na mesma tecla recém apagada que toda ação sempre requer uma boa percepção, passar despercebido em grandiosos eventos, por acaso hoje é festa lá no meu ´´ap`` e não digam que eu não estou sabendo. No país à luz do próprio Apagão e do céu por testemunha, no problem! So what! Ataxamos no memorex da sabatina da vez que uma boa desculpa, quem sabe por conta da preguicite aguda, tosse mal ´´cumprida`` passa flgada. O Bolsa fica. Os aposentados não. E se crescem a cada dia as minhas rugas de preocupação no próximo capítulo ´´continua``, o (intrigas global) ´´em família`` (à beira de um ataque de nervos) vai ser um negócio da China. Digo, do Projac.

○ Outra por conta? Então, anote que reencarnar no impossível papel de ´´cidadão brasileiro`` só mesmo o Lula ao pé do Projeto Lulômetro 2014/15 e que vai ganhar até programa de televisão. Duro de assistir, né? Ação e percepção, chapinha. O desjejum político vem sempre no refrão a seguir e um minuto para os nossos comerciais pois o Partidão ainda está bombando no país. E ai, sim, é do meu bolsa em família. No ´´Torrão de 2``, nada de Baião de 2, recordação do fome zero e que alguém mais toque no assunto. O lápis borracha, o mata borrão, ainda funcinam.

○ Por fim, fechamos o cerco por aqui e não duvide que engolir mais do ensopado de letrinhas sem formar uma única frase é apenas para os repetentes. Principalmente em épocas de reajustes ortográficos, msn, groups kkk´s, quando entra em cartaz a questão maior: ´´Por acaso os políticos falam – porém nem todos os políticos – e conclamam vitórias, recorrem, sonegam no mesmo gargalo? Ou que suspiram sempre no mesmo sotaque futurista?``

– Garçom, cadê a azeitona da minha empadinha? Será que me sacanearam no óbito da disputa e rejeição de invisibilidade porque passo outra vez? Pega leve...

Celso Fernandes, jornalista, poeta e escritor, autor de ´´As duas faces de Laura``, ´´O Sedutor``, Sonho de Poeta`` (Ed. Edicon), entre outros. Colunista de Moda, Cultura & TV. Assessoria de Imprensa.
Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
http://celsocolunista62.wordpress.com

○ Remoto ponto de exclamação ora que disfarçado de pergunta, ´´Cadê o meu Super Salário?``, com aquele esquecido também pelo meu eternamente e subnegado de equipe patronal trabalhista, seria pouco para tanta homenagem falar a esta hora do dia. Por hora, do orquestrado musical ´´Alegria, Alegria``, somente na cabeça dos foliões de governo prestes a reencarnar novo mandato, juntamente pegando carona nos carros das alegorias carnavalescas anuais que continuam desfilando. Mas não falemos – salvo condutas – da ´´Marchinha do Mensalão Reembolsado`` que não veio para a Praça Castro Alves. Que do Pré, Pós (Pago?, na próxima fatura), o durante e o depois, hã? E inclua-se isso nos autos: Uma bela força de expressão equivale sempre à uma bela força de impressão, certo?

○ Passa a régua. X-enredo de um lado na cabeça de uns e de outros de embalo, aquele da maionese Cica costumeira e de quantos mais havemos de conferir ao final do expediente... é vero, que durante o jogo de mudanças e ações tudo ocasiona sempre no resultado da adaptação. Acreditemos, companheiros, digo, irmãos. Agora quanto ao levanta-te e anda (senão pelo menos engatinha) isso requer algum tipo de esforço físico. Para manter-se bem conectado é batata. Em rede e de olho no mouse. Já no quesito ´´curtição`` remonta improváveis um milhão de amigos virtuais. O que para começar basta copiar e colar, dissemos. Ou que pelo menos você tente, invente aquela frase de alinhamento diferente e naquele copy que está ao seu pleno dispor. ´´Eu te recriei, só pro meu prazer``, alguém deve ter cantado isso logo em seguida do rei vegetariano Roberto ir vender o tal boi direto do produtor/consumidor. Caiu na rede é como dizer que o céu foi somente do avião.

○ Cheio de nove oras, eu? Se não vendemos o peixe, vendemos o pecado da carne. Pedir o café da manhã para nós dois, só se for no Mc Hamburgão. Free boi. Na ´´faixa``. Mesmo que seja daquela de segunda normalmente servida às terças para melhor passar goela abaixo. Portanto, e por hora, au revoir, Tony (ih)Erramos, no espeto e ao seu bom gosto ocular. E no que, tirar ´um a mais`, por fora, em épocas de tempos remotos, tempos bicudos, de auto biografias inacabadas, ao papo firme Tremendão e de novo ao riso curto, meio que tosco... Bye, mora``.

○ Viramos o disco de vinil, o inesquecível Long Play? O CD Alternativo?, para ver se a música tocada de trás para frente surta algum renovado tipo de ruído? Vá! Escassez de assunto não é apenas privilégio da grande massa que sai às ruas para protestar centavos e anseia ir às urnas (?) na ´´mor`` expectativa de sonoros e risonhos dias melhores. Quiçá, sabemos quem sempre fica com o prejuízo e não precisamos de oportunos tira teimas de noticiários pertinentes em parceria com os menos gaguejantes. Mas, não custa autografar no canhoto da comanda, que de tudo isso ainda não é fim. Reis do camarote surgem aos montões até na oferenda da Cidra.

○ Por outras palavras – até que encobertas –, e por via das dúvidas (ei-las aí novamente à boa época da nossa dentadura postiça), como também do abre alas que acabou de passar e do ´´sempre livre`` que podemos arriscar naquilo que se encaixa bem, bye! E nada de ninguém ´´estomagar-se`` frente aos sofás de rodinha quanto ao que possa significar demais enredos criativos – de autor noveleiro para autor noveleiro. Onde o entornar do ´´Viracopus`` e do mata fome (zero) é uma constante. ´´Aonde é que foram parar os meus milhões de dólares, Dolores?`` Na conta do Dirceu, é?...

○ Visto às claras e às neves que em dias de apagão não vou chorar mais pelo gelo derretido com as pedras encalhadas no meio do caminho, de tabela batemos recordes. Assinale. Sujeito(s) oculto(s) e indeterminado(s), circulando atônitos, atarefados, endereçamos na bula lá do rico reinado de Reilândia City. Admita-se, desde ontem, com ciscos e mais ciscos impregnados no canto do olho e nada à parte das ensaiadas pesquisas, dos gabaritos eleitorais, que entram em cena. Por certo com aquilo e o que mais possa surgir após uma pacata vírgula, que ninguém dava nada por ela! Só não me adiantem agora um outro tom da palavra e se não for pedir demais, no fiado, nem pensar!

PS.: Ah! Quase ia me entregando novamente ao mundo dos esquecidos do que adicionei na lista dos meus preferidos via-Net. Desse jeito! ´´Diz-me com quem tenho andado esses anos todos – ou pelo menos aponta – que eu te mostro o tamanho do prejuízo. Desde a bonança ao longo período da mais pura escassez``.

Celso Fernandes, jornalista, poeta e escritor, autor de ´´As duas faces de Laura``, ´´O Sedutor``, Sonho de Poeta`` (Ed. Edicon), entre outros. Colunista de Moda, Cultura & TV. Assessoria de Imprensa.
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Sopapos inovadores de governo de um lado, ricochetes nada surpreendentes de outro para o pleito que se aproxima (ora, e como se nunca eles quisessem se aproximar do milagre da terra, das alianças, dos reais que nascem em árvores quitandeiras pessoais, por mais insustentáveis que sejam), isso é veros(símil)! Porém, vale uma brecha do que lapidei na semana, em LETRAS GARRAFAIS, numa disputada rede de kkk´s e de tamanhas ´curtições`, no labirinto do pai-Google?

Assim. ´´Tão vasto é o mundo e tão cheia de oportunidades é a vida, mas que, infelizmente corremos o riso de permanecer nela – ou sair – sempre de mãos abanando´´. E quando a lembrar das voltas que a vida dá e de quantas damos, normalmente, em volta do parafuso, todo cuidado é pouco para não emperrar. Pois, uma vez quando emperra, emperra e aí se estamos sendo filmados quem sabe para o vox popoli ou apenas para a pegadinha do dia. Trágico, porém, elementar, não, Sam!

Abre o leque e acalmem-se, que de tudo isso ainda não é o fim da grande picada. Nada de pânico ante o plasma da tevê! Repetir o erro de oito anos atrás, juntado a estes, por exemplo, é gostar de gastar fichas no mesmo cavalo à reta de chegada, mas, que está ganhando somente pelo nariz. Aspas. Do meu futuro e próspero talking show a ser lançado no rol dos inéditos, ´´Pra quem você frita o pastel?``, isso passa da lentidão da originalidade do assusto até dentro da fé que hoje remove (e locomove) altos valores. A cópia, como sempre, vence o seu criador. Simbólicas à deriva e à todo tempo, se as andorinhas voltaram, as ´´vaquinhas`` (incluindo aquelas de arrecadações) essas vivem pastando, ruminando no campo, ansiando por clicks e mais cliks em sites. Por demais, esses, no bravo despejo e à espera de fundos e mais fundos. Exatamente quando, de laços, picuinhas e reviravoltas que a vida tanto dá aos trejeitos e mímicas de vossas excelências ao melô de sessões extraordinárias, alhures Suplicy. Quando, nesse levanta (e anda), até Lindberghs & Farias começam a voltar à luta. Na dúvida, recorra. Chame o Jérôme Valcke para as vistorias. Concentre-se em adivinhar o nome do jogo. Do cravo que desprezou a rosa por um punhado de pixers assim...

E como por vias e cargas d´água em época de seca a ressaca eletiva também continua – favor não perder o degrau das boas intenções para com a nossa presidenta deveras ascendente do Lula-lá – , os simpatizantes que não reciclem tanto o verbo com o tal do adjunto separado. Porque ao povo, ora, ao povo, sirvam os brioches da sobra instalada no Mc Freezer Feliz da cesta básica passada. Bem passada, grife-se isto ao que ´´Jesus te chama``. Com ou sem varizes, que fique mais claro ainda!

Mais relaxamentos no círculo mensaleiro genuinamente correto? Bolas! (Furadas e que por sorte do escanteio categoricamente batido) Se assim o for, também algo que pela ´´Lei dos Improváveis versus Os Contras Rebaixados nas Pesquisas``, esses não causarão tamanhos rumores por mais ou menos uns quinze dias na liderança dos escândalos de noticiários. Eles somem por um tempo – mas não por muito tempo! – o eleitor-avalista esquece, ganha um agrado virtual e, nada surpreendente por essas bandas, como no pitar do sal grosso – ao bom do gosto da palavra – a vida política segue seu curso. Claro, e do salutar paladar palaciano do rico reinado de Reilândia! Como sempre o foi...

– Heim! Seu eu ia passar batido no controle e a perder de vista mais um capítulo da nova novela global, que, desta vez parece não ter nada a ver com a minha vida que já se tornou uma novela?(Uma rede de intrigas?) ´´em família`` (aos ataques de nervos?), ora essa! E não é que alguns personagens voltaram renovados. Direto dos Estúdios do Projac do Tempo! Onde o clima começa a esquentar além das múltiplas calorias resfriadas. Ou seria daquelas requentadas? Não sei, sabe que eu não sei...

(antes que caia no degrau do esquecimento, se é que já não caiu)

Se por ordem da polêmica que caiu na linha do tempo de muita gente e que ora preenche os mais variados cenários desse nosso rico país (sem a tal pobreza, como persistem as lideranças de elite) não é à toa que tudo o mais vai muito nos conformes, obrigado por ter lembrado de perguntar. Com isso, quanto ao direito de ir, vir e revir... Voltaire ou não Voltaire, eis a questão shakespeareana ao que não precisamos sair por aí sorridentes, alisando o crânio cascudo de ninguém. No ´´olhômetro`` da segurança muitas vezes é que não.

Fórmulas repentinas para querer se corrigir o que não está certo existem aos montes. E tal o corre corre politicamente correto, em época de reciclagem de cargos eletivos, sempre desviam do ´´Recital da Paciência``. Apurar é preciso. Ainda mais quando graúdos soletram ao pé da letra o quanto fizeram em suas gestões, precisando urgente, urgentíssimo, de mais um mandado para terminarem – isto não é incrível, Silvio? – aquilo que jamais começaram. Transparências vale de todos os lados. Até mesmo quando querem atravessar as ´´Muralhas da Conchichina de Absulândia Brazilian Now!`` para um mero implante capilar. No rico reinad de Reilândia City nem se fala!

Quando, ainda, manter-se o ´´imexível`` na fotografia conta muitos flashes, pedimos respostas. Se todos os poderes são falhos, acostumar-se com a idea é que mantem o produto, a gestão. Agora no tocante ao número de mentiras, de meias mentiras (se é que foram contadas), com as estatísticas, e se para alguém a chamada ´´Vaquinha`` funcionou, ora essa, uma vez mais sequer pude comprovar que o meu ´Mensalinho` – que por sinal magrinho, magrinho – outra vez, não veio. E vamos ao festival dos ´´Elefantes Brancos`` que amanhã quem sabe seus destinos possam ser um só. Levantar poeira. Qual, por medida de segurança, não ousamos responder por aqui. Do contrário não teremos a tal poeira ululante para jogar debaixo do tapete – e vice versa. Chutar o pau da barraca é que não podemos. Estamos na lei do consumo. Submersos. Temos que seguir o consumo. Na internet nem se fala. Se a Dilma comeu, que pague a conta. Ou que pindure no prego e se explique melhor.

Fenômeno cultural ao que puxamos no freio de mão – da Virada Cultural não precisamos opinar neste momento: passamos de ser proibidos a não proibir. Diga-se lá, na voz do Caetano Veloso. Enfim, detectem a baderna, menos aquela de classe, a dos reis do camarote, dos tais subfaturamentos, pois, todos vivemos de tempo livre para inventar coisas atuais. ´´Andar de escada rolante deve ser muito legal nesta época do ano!``. Precisamos de um grande ´´Rincão``? Tal o da Papuda, onde o sinal de saída e entrada é feito o passe livre, ultrapassando a linha dos vinte centavos? Aonde estão depositados os meus ´´mais acessos`` ao que seja correto?
Lembremos: em país é rico, liberdade de expressão agora chega a ser personal trainer. De impressão são outros quinhentos! Só que o jeans vai continuar ainda a ser o seu velho blue jeans e que vai contar grandes histórias. Infelizmente com um grande destaque de etiquetas ora escondidas sabe-se lá onde. Se posicionadas muito próxima do cós, das ´preguinhas`, ou, do cus (ops) normalmente encarados em grande ascensão.

– Perdão, querida, mas por hora vou te ocultar dos meus favoritos nesta nossa linha do tempo. E contente-se que hoje, infelizmente, não vamos perambular, digo, dar ´´rolezinho`` algum pelo ´Shopi Center`! Já pensou da gente voltar no cacetete, involuntários, só por causa de um passeio gratuito de escada rolante!

Celso Fernandes, jornalista, poeta e escritor, autor de ´´As duas faces de Laura``, ´´O Sedutor``, Sonho de Poeta`` (Ed. Edicon), entre outros. Colunista de Moda, Cultura & TV. Assessoria de Imprensa.
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(versão retocada)

○ Haja visto que por hora podemos adiar a lista daqueles não acabados ainda, porque certamente nem tudo ficou para trás, muitas bagagens continuam a serem despejadas no porão da memória... Então, retrospectivas em massa antes que venha a chanchada dos confinados do BBB14.

○ Começo de calendário pós ressaca é sempre começo de ano. Com ressaca televisiva, claro. No tira teima para matar o tempo e que seja mais esse dia – na voz do vozeirão do patrão Silvio Santos. Que pegar na partida no padrão ´´programações inéditas`` fica sempre para depois. Bem depois do abre alas do carnaval e passa a régua salvos pela minisserie do sertão moderno Global, ´Amores Roubados`, até então, escrita por George Moura. Claro, onde as baforadas vão comer soltas. E haveria de não?

○ Aliás, a vida alheia, não esquecer, desde que não seja a minha, mesmo que no disfarce do prato cheio do dia, queremos devorar no cardápio ao pé da letra! E remoa a quem remoer ao fome/sede zero. Muito pelo que o Brutus também ama. E como podemos deixar desde ontem (re)escrito por aqui que por trás de todo grande homem tem sempre uma enorme dívida a ser compensada, eis a novidade de um longo ´´Período de Inércia Profunda`` – o PIP – tal aquele agraciado pelos políticos em constante recessão, mas que agora faz parte de nós. Mesmo que com as mínimas estruturas para receber o Mundial, a FIFA, seu Chefão e seu Pelotão vem aí! (´´Mas aonde é que foram instalar aquela engenhoca do ar condicionado, Aderbal? Justamente embaixo da escada rolante!``, vamos ouvir. ´´Naquele outro setor, nem a tal ´cordinha` funciona direito!``. Enfim, de retoques de última hora vamos contar além dos bois os carneirinhos voando. De asa delta, né!

○ Uma pergunta daquelas do tipo que não quer me calar: E quanto aos ´canhotos` (não confundir com aqueles dos nossos papéis amassados, aqueles atirados à deriva pela falta de alguma linha de decoro), por regra e por padrão, eles começam o ano com que pé? Quem sabe com os ´dois pé` ao mesmo tempo, hã?, na boa divisão da dúvida pouco incrível! Não sei.

○ Outra dúvida: Cromossomos de paixão, existem? O que são, iguais ao quilos, bem a mais que a esticada de ´´Amor à Pizza``, heim! Digamos. Uma porção moderada, com o mínimo de calorias, quem sabe para melhor passar na descida daquele ´´refri`` gasoso que outro dia afogou as mágoas do sedento Mickey Mouse e que o assunto passou batido. Ora, se já engolimos as reprises dos inéditos de cabo a rabo, e por que não uma vez mais?

○ Detalhe. O seu ´´Vídeo Chat`` de hoje pode ser grande fonte de entretenimento amanhã. Compartilhe essa idea antes que se apague e só não me fale mais ½ dúzia de besteiras nesta abertura de ano. Tudo repetido, de novo. Santa curtição? ´´Facesmania``, nível Kkk´s, Kibts, o que é praxe, se é que alguém entendeu tamanha a exatidão. Basta manter o assunto minuto a minuto, atualizar, gozar, ops, e de nada importa daquilo que você está lendo no corrimão do globo ocular. Curta (curta-se) se for capaz. O dia está ganho mesmo! Aproveite. Deleite-se. Delete com um click o virtual ´indeletável´, pois, o ´imexível` – feito aquela turma de recicláveis e de genéricos que vem por aí para a hora do voto, não tem igual. Políticos genéricos, aliás, para todos os gostos e bolsos. Chatmanias genuinamente livres e corretas!

○ E vá. Uma para fechar o cerco deste ressacol: Quanto as duras penas do meu galo, herdado no ´´ofertão`` da bancada e da sobra festiva entre amigos – e ora este poupado pelo milagre do destino em perder o bico –, as duras penas essas lhe renascem por natureza. Tal as nossas penas, que (idem) que renascem facilmente.

– Gravando!

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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○ Só para constar na paleta de ofertas do dia que adotar uma nova ´ferramenta` de trabalho – via net mania – requer, muitas vezes, que instalemos um novo aplicativo para melhor desempenho da coisa, não custar ressarcir que um vício pode nos levar muitas vezes à repetição, ao gargarejo, ao destempero no arisco da palavra. Portando, quem está na chuva trate logo de abrir o acessório apelidado de ´morcego` e para aquele que faz uso do transporte público por essas bandas, que aprenda a acotovelar-se. Mesmo que seja só no ´totózinhho``, à la Jair Bolsanaro, de outro dia. O que, de acotovelar-se, pelo menos uma vez na vida, outra na sorte, jamais estaremos livres. Acredite.

○ Uma que por ordem das instrumentais da semana, admitamos, o troca troca de juízes por questões ´mensaleiras` e de seus ´réus` bem enclausurados à deriva, então, se o Jacó do Bandolim continua tocando na mesma banda, enquanto o José (outrora também do bandolim) preferiu experimentar nova ´tropicália` ambulante, a arte de subir, pular o muro, trepar no pé de coqueiro, ora, patavinas! Encargos ou desencargos de consciência, certo modo, encontram-se sempre, dependendo do ponto de partida. Em círculos nem se fala! Quem chegar primeiro, chega primeiro e ai de qual Vossa Excelência chegar por último na corrida do saco e disser que ouve trapaça na hora da largada.

○ Agora, se por outro lado vamos maldar da mosca que deu de cara com a vidraça fechada, sem ter percebido que a porta estava aberta, isso pode significar erro de lógica, de pontaria. Os bancos não me devem nada. Pelo contrário, eu é que devo para eles que lucram com tudo. No crédito, no débito, no cartão e somente na próxima fatura. Banho de água fria vai bem a toda hora do dia. Ainda mais quando o ´marmitão` express vem servido na faixa, de bandeja. Se o fruto for uma goiaba bem polida, pode estar premiada com algum tipo de figurino animado, lembre-se logo à segunda mordida. Mas não siga isso à risca.

○ E vá! Que chorar o gelo derretido muitas vezes não leva a nada – I´m broke! (Estou duro!) – , pois, no país que de tudo tem de vasto em fartura, pobre é que somos nós além da seca do deserto e que sequer encontraram a bula para o santo remédio. I´m skint – estou o que mesmo em épocas de reais bicudos? Os chavões milagreiros das eleições já entraram em cena. E que Peter Pan que nada na terra do nunca. Os mágicos, isto sim, são esses os de nós! Tropicália. Tropicalientes. No futuro próximo, antes da Copa, quem sabe adiante o meu ´´Plano Seguro de Dívida Estendida``.

○ Crentes ou não (to be or not be) para o que mais vem por aí de forma a tapar o sol com a desempenadeira, impunidade? Em breve, projeto a passar pela Câmara e Senado de Reilândia City, nos arredores de Absulândia Brazilian Now!, o surgimento – e posterior aprovação em massa – do ´´Comitê da Impunidade Política``. Só para os veteranos em ascensão. Tanto é que ouvi dizer (caramba, tem sempre alguém dizendo alguma blasfêmia contra o governo, para melhor passar na conversa de botequim) que a preferência repetência de resolver determinadas coisinhas miúdas, que normalmente pedem pressa em prol do povo, na calada da noite, é que geram os graúdos em prol deles próprios. Se a casa caiu para alguns dia, merecendo até missa de sétimo campal, destes tal o escândalo da faixa do asfalto esburacado, blindados é que seus ocupantes continuam e não é coisa de novela global com alguém ter sido expulso de mala e cuia cidade afora. Ao quadrado.
Ah, ia me esquecendo. Círculos, pois sim, de conteúdo vicioso. Ligar, começar, copiar, colar, compartilhar...

– Garçom, passa a régua e pendura mais essa no prego que amanhã eu pago. Sem furo...

(continua)

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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○ Por ordem de todo menos desatento em dizer que qualquer semelhança é mera coincidência com recordes e fatos atuais, do duvidoso ao menos pretensioso em avisar que quem paga a conta disso tudo, só não tente adivinhar quem! Se a Mãe-Terra continua a rodar em torno do seu próprio eixo, o nó cego da minha gravata eu ainda hei (pouco ululante) de desatar. Só não ponham mais lenha nessa fogueira que os festejos pós prisões em ´´camburão aéreo`` iremos – e em muito – ter que aplaudir. Planos e planos de fundo é que não vão faltar nessa hora do adeus/acenar, que eles darão. Os culpados, como sempre, decerto são os outros. Afora os gargarejos e atropelos vocais.

○ Ao ver certos gestos do ´´V`` de Vitória dentro os tais (os quais não precisamos citar tanto os nomes ora batidos por todos os canais), venceram o que?, necessariamente, e em que ordem? Continuam a não querer como não vão pagar nada? Sequer em ´´vitória régia``? O transporte em ´´família``, por enquanto, foi bem orquestrado nível lavo e enxaguo as minhas mãos e (as) seco na mesma toalha. Se um dia foi de Cesar por que não do Lulamania Estrelado?

○ E tal acabei de ler por um desses escalões de positivismo cívico, ´´se tudo falhar, tente o óbvio``, sem desmerecer ao que tanto nos salta aos olhos, assim, como alguém cantou: ´´tem que seguir```... então, não segurar mais essa peteca? Dos Delúbios aos dilúvios da vida ante a vida noveleira que vez por outra faz sempre questão de imitar a arte, juntá-la uma a uma por ordem de chamada, faltaram muitos ascestrais para o ´´camburão`` que cruzou os céus até a capital da esperança.

○ Só para lembrar (decerto ainda ao mundo daquele outro que nada sabia, apunhalado pelas costas, sem desmerecer os esquecidos pela falta de fosfosol) na política do aqui se faz, aqui se reescreve, ganham asas, como também se prescreve, e lá vamos nós. De privataria em privataria apredemos. Ora, eliminar os graúdos com alguns persistentes miúdos não cabe apenas àquele provérbio francês – ´jamé` em desuso –, que dinheiro não dá em árvore. Porém, atravessa paraísos fiscais em contas suíças, extra corretas. Declarar em público por que? ´´Minha cara metade equivale ao árduo patamar dos meus bons lucros``. Falei?

○ Se tudo falhar, como foi dito por entrelinhas acima, ou que a pergunta persista em não calar: ´´haverá luz, finalmente, acima do buraco`` (isso é o recomeço de uma Grande Era Lulística?), também não vamos ser tão egoístas, pouco obscuros, nem tampouco fazer vistas grossas ao que devemos crer para lá de ondas e mais ondas astrais. Nós também jogamos com os hipopótamos!

– Mas como foi esse alvoroço todo? Dos tais condenados encarcerados em regime fechado na Penitenciária da Papuda, àquele movimentado ´´Dia da Proclamação``? Entre eles o ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu, que quer virar gerente de hotel, o José Genoíno, em pessoa, acenando sabe-se lá para onde, e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares? Só não me desenganem ou que me trinquem de vergonha que em pouco entra em cartaz novo clássico de ´´Memórias de uns cárceres`` – menos privados, claro – sem fim. Tal o disse, se uma mão lava a outra, logo, as duas se enxugam na mesma toalha! Genuinamente corretos e sob forte controle de (ex)pressão...

(continua)


Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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