NATAL PRESS

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´´É preciso ´resetar` a máquina humana URGENTE!``

Entrelinhas. Só para lembrar no mundo dos esquecidos que a roda ainda gira e que a Terra de tal forma achatada nos pólos tem lá suas explicações, como a do movimento de rotação que não emperra nunca, é vero. Científico. O que se formos concordar – e ligeiramente comparar com os nossos ilustres companheiros (de direita/oposicionistas e de esquerda/manobristas), esses sempre chegam nesse período delicado para consertar, orquestrar a coisa da máquina de bom tamanho. Muito há do que ser ´´limado´´ no verso e na prosa. Seja nos cortes, nas contenções de gastos públicos e trololós então treinados.

Sabatinados a la Willian Bonner, sem a ´´Randy´´ Boone, e sim a Patricia Poeta? Daí novamente o comprovante timbrado dos meios até (co)arbitrários, ops, que não justificam os fins. Os meios eletrônicos, hoje, são e fazem parte de nós. Se uma vez ´´Confirmamos´´ não ´´Resetamos´´ mais. Quanto menos hesitamos, enfim, melhor despacho ao que mais da sorte futura vier. A política do por si só – todos por quase nenhum – se não foi contada direito, impera aos mais toscos sentidos. Alguém devia de ter perguntado isso. Sabatinados, pois, ao pé da letra em épocas dos mais desatentos.

De fato e de direita – esquerda, e volver! – não é preciso arrematar sobre o peso da consciência e que em alguma parte do dia necessitamos nos manter livres dele. Dar um ´´page up´´ no cébrebro. Na cuca. Claro, todo o cuidado também é pouco na hora da gula eleitoreira. Fator RH também chega a ser Vetor. De geração a geração com a batizada era pós moderna. Portanto, quanto à Teoria do Relógio Parado, ´´até um menos personalizado, de pulso, está certo pelo menos duas vezes por dia´´.

Incrível ou não de matar na jogada (Herança do Mundial?) que a segunda parte do filme, que tão logicamente assistimos aos largos protestos, seja continuação da primeira. Ou que cair para cima vai da gravidade da questão e do seu ponto de vista. Ditado antigo, ´´chutar cachorro morto na beira da estrada nunca foi motivo de se atingir glórias´´. O balde, em épocas de estiagem profunda, chega a ser assombroso.

Mais filosofias baratas? Talvez sim, talvez não. Agora que de grão em grão muitas vezes reconhecemos a elasticidade, a feitura e confecção do saco... Notícias entram de bandeja. Principalmente quando este – que de grão em grão –, esvaziamos o que mesmo? A culpa é da alta dos preços. Se fossem baixos passariam por baixo da escada. A inflação está controlada, garante a ´´Mãe brasileira dos pobres´´ vestida de vermelho. Entendeu, o Tadeu?

Mais do dito ontem? Grife, decore, busque alinhamento do seguro que não morreu de velho. Ao longo prazo, longa data, ganhar tempo, heim? Igual na rodada da roda viva da vez que o Chico Buarque mandou ver no final dos anos 60. ´´A gente estancou de repente, ou foi o mundo que não cresceu?´´. E o que mais dizer dos atuais? Se li agora pouco que para fazer bonito os nossos presidenciáveis fazem até implante capilar, cirurgia plástica – no nariz – para melhor ganhar vida na tela, ora bolas! Não ficou lá essas coisas na fotografia, Denorex&Corega neles. Muito pelo que algumas mazelas não são percebidas pelo vídeo nem no tira teima das pegadinhas de relance na tela dos gigantes! Sequer por conta de novas ferramentas ´´resetadas´´, que por sinal precisamos entre pás, machados, martelos e principalmente picaretas, girando em torno de um mesmo eixo.

Celso Fernandes,jornalista, escritor.Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria deimprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br

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Relaxa. Mas só para lembrar que eles existem e estão aí para dar/receber no que vier, mas, só não podemos esquecer que ainda e em definitivo está contrariado o verbo. A prosa nem se fala! Seja na sua pastinha de trabalho tipo off set bem comportada, seja no divã diário frente a sua tela da Internet está contrariado o verbo. O conjunto de abreviações. Chatmanias em demasia. As gagueiras que levam ao vício computadorizado. Quando os plurais sempre acontecem desde a multiplicação dos ´ães, ões´ pouco alternativos – e mesmo no preparo instantâneo daquele prato express com jeito de plástico. Evitar acordos gramaticais que venham da origem de gírias, impossível. O inevitável será sempre inevitável!

Portanto, aquilo que era do princípio, meio, apostando na chance imediata da repescagem feito o programa do Raul Gil, tudo também passou a ter prorrogação. Quem sabe até da buzininha que grita que a concorrente ´´B´´ está dando audiência no termômetro do palco. Normalmente assanhado por seu apresentador de bigode, desde que venda a cerveja rotulada direto do patrocinador.

Mas vamos lá! Se mais uma vez dentro da saga ´´Império´´ global quem manda é a cor do dinheiro e se vai ter logo de saída o indiscutível rodízio de casais simpatizantes do público, isso vem com o desmande do autor. Assunto para ser comentado a seguir, dependendo da tal audiência. Quem sabe no próximo bloco e do personagem/ator que a meu ver ficou com a imagem de vendedor de carne da free boi. Ralado? Ops! Ih, Tony, (er)Ramos!

Como ponto de referência é tudo (desde o princípio, bem sei, falei agora pouco) para alegria de uns o técnico Dunga volta à cena do time pós quatro anos na sala de espera. Uma nova chance de livrar o estopim da seleção brasileira? Sete a Um na cabeça? (Nessa espera-se que ele, então na Rússia, e dado os amistosos, não use daquele casaco com jeito de porteiro de hotel ´´5 Estrelas´´, só para recordar na imagem que ele marcou em 2010 – para nossa (des)alegria, citemos. Cá, ali e acolá, estamos juntando o pó do caos, de poder colocar mais um ´bandeide´ na ferida que se abriu no mês de junho made in Brasil!

Dito isso aos sete cantos da Efígie polida, porém, nada GARRAFAL e para a alergia, alergia de outros, os nossos velhos conhecidos ´´técnicos`` em campanhas eleitorais e representantes do povo, idem, na baixa de arquivos suspeitos, concluímos que decifrá-los é preciso. Alguns mumificados tanto da direita, esquerda e que todos teremos que ver. Duros de assistir no enfeite visual, maquetes e globos computadorizados? Certamente, velhos companheiros e conhecidos do eleitorado escolhidos a dedo e não necessariamente nessa ordem aqui empregada é que não são.

Arribas e Héctors Herreras à parte, sai o espetáculo do bombardeio de gols, que não foram nossos, entram os apelos dos obstruídos: ´´Confie em mim ´´ (porque neste novo calendário tudo o farei, descontada a vertente do esquecimento) sim? Pense direito, puxe da memória, não chore por ele, liga para mim – ó fatigado eleitor! Que conversa fiada para boi se divertir temos aos montes. E chega de tantas dormidas, lorotas soltas, insossas. Afinal, como queiram taxar ainda no refrão de dias passados, que agora a ´´Hora é Extra´´. Alegria, alegria, e reforcem na camada do gelo derretido porque a modéstia de muitos é para serem louvados um pouco depois. Há quem aposte de outro conduzir sua legião estrelada de encontro/abaixo de novos palanques por essas bandas ora remontados, pensando este que não pode se fingir de esquecido na terra do nunca antes na história desse país.

– Garçom, desta vez nada de empadinha, azeitona, coxinha, quanto menos empadão. Vou mais é no que estiver no bom prato feito do dia e seja lá o que Deus quiser.

Celso Fernandes,jornalista, escritor.Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria deimprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br

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UM. Só para início de conversa e não vamos querer tocar muito na bola dos big brothers fora de época, a saber (para quem quiser ficar sabendo, do contrário que passe para o bloco seguinte), Aldo&Hildo, em épocas de mudanças, inflação pouco segura, ops, destilar mais do veneno da prosa àqueles que sofrem de algum tipo de pane emocional bem como do mal que não se corta pela raiz (tão frequentemente dito por aqui) não pretendemos. Encher a bola nível ´´puxas`` – e do ´´haja sacus´´ – isso é para os modestos. A bola quando murcha também pode ser chutada à distância!

DOIS. De modo que algumas sílabas mal distribuídas são fortes aliadas, a contexto, daquelas mal distribuídas, normalmente empregadas fora de ordem pelos nossos mensageiros da Casa tamanho Honrada, dizem – baixo custo, pagos pelo contribuinte, na ´´faixa``, e porque sim e porque não? Só não queremos tocar nem quanto menos lamber a ferida de governo que aí está com o sobrenome do ex presidente rouco. Sim, o mesmo que quis descobrir o Brasil e que anda de jumento pelo asfalto. Por certo pretendendo novas alianças de torcida para não ser novamente vaiado em arenas celestes. Estreladas. Alianças, resuma-se ademã e de leve na falta do polimento do latão agregada até por (ex) craques ´´Baixinhos`` no tiro de meta. Quando a cor continua sendo a do dinheiro, do mensal mensalão embutido advinha onde?, para o Manezinho promovido ao cargo de ´ão` e que não morou na jogada vale a pedida. Ou que, tímido, ficou na fila dos 13, passando a vontade de um costumeiro volante.

TRÊS. Idem no controle remoto – por sorte sem fio –, ´´quem tiver ouvidos que ouça``. Porém, ´´só não me cutuquem em vão`` além das pesquisas do ´para mais` e do ´para menos` entre a escassez de meras, costumeiros assuntos na bandeja da oferta com o que mais vem por aí. Poupem o Tadeu! Se é que ele ainda anda dando no que falar! Se a propaganda enganosa é crime, apoiamos, politicamente as corretas não cumpridas caem em que degrau? E enquanto alguns ´´Sarneys`` resolvem pendurar as chuteiras, os ´´recicláveis`` da vez voltam à cena do time. Outros, aptos, rápidos e velozes para garantir o reforço de mais quem (in)sustentável. ´´Quem tiver ouvidos, conseguir tirar o tapa cera ´´polidor`` em tempo sobra tempo. Aos hermanos, ay tiempo! O promissor espetáculo do crescimento e de pescoço inclinado se aproxima. Há quem duvide e faça pouco? Sempre há! O chute marcado parte da linha da trave. Sem entraves, seja dito.

UM. DOIS. Como? Algo mais dos ´tri jogos` diários, ´´vamos lá Brasil que agora é hexa``, se a invasão de reclames do plim plim é mundial – não se fala em nem mais um assunto –, então, esqueçam a peneira, a mordida do atacante uruguaio Luis Suárez no zagueiro italiano Giorgio Chiellini, aquele da garganta profunda, que quis fazer uma ´´apetitosa`` em campo. Esqueçam os afins e simpatizantes ´´hexagerados``, o blefe do penalti que o juiz errou, fez que não viu, que mal ouviu no radinho de pilha com microfone, em campo – com tanta barulheira da torcida, pudera. Bom! Não vamos tão longe que os Camarões não saíram lá desta história muito fritos. Pipoca, meu bem! Pois, os adjuntos, os xingamentos, blasfêmias contra a pobre ´redondinha` enfeitada, tudo isso devemos aos deuses do futebol. Aos Manos&Menezes. Aos caras pintadas entregues às ruas e ao senhor Felipão em pessoa. Sim. Esse Felipão com cara de boa pinta!

UM. DOIS. TRÊS. Marchinhas de ´´reco reco`` só na lembrança aguçada de comentaristas e das redes desde 1958... Refazendo as contas na ponta do lápis borracha que ainda tem utilidade pública, alguém, no plural, nada incomum, saiu por antecipação com as malas (e bolsos, principalmente) gloriosos de bufufa nessa majestosa ´´Copa das Copas``. Estilizados, claro! Fazendo falta, somente, aquela ´´Bandeirinha`` que saiu até pelada em revista só por causa de uma cantada, quiçá, relax e mal interpretada por carregar aquela ´marquinha` que tanto faz encher os olhos acima/baixo dos joelhos.

E SÓ. Se já estão cobrando o tal do legado dos estádios superfaturados, se vai ter CPI para isso, ora essa! O que mais querem ver é a chuva de gols. Se possível (para quem não quis arriscar na arrancada do país azarão) comendo menos poeira com as pedras que ficaram no meio do caminho. E se a hora também agora é hexa, queremos ver desde os mais clássicos aos classificados incomuns!

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br

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Surpresas inesperadas são sempre inesperadas. Isso é fato. É lógica. Órbita. Preliminares até em campo. Uma dentro e outra fora. Pingando feito o macarrão? Por outro lado, é bom grifar que de tempos em tempos precisamos mudar algo em nossas vidas, dar um up em nossas carcaças. Desde as mais doloridas, sair do marasmo, da mesma sala de rede social – que dizem ser chat, de cozinha? Outros mural, de copy? Das abreviações. Porque há sempre quem aposte em mudar as regras do jogo. Só não podemos juntar, levantar poeira, pegar ferrugem à espera de uma boa polida por quem!

Seja por onde questionar qual o lado esquerdo da esfera colorida que a tantos gera alegria, se torcer é de livre arbítrio, sigamos em campo. Com ou sem o apito na boca do gol. Se a regra ainda é não permanecer sempre alhures, na ´banheira`, esperando, o resultado é saber orquestar. E que se perguntar não ofende, também não defende. Normalmente é só para preenche lacunas, cronômetros na linha do tempo. Passadilma além das vaias das arenas ao que o Ave Cesar ´salutant` consagrou sem o risco fisco dos tira teimas na versão atual!

E passa a régua no básico do spray de bolso traseiro do juiz, que pisar na linha pode produzir o de pimenta – tal aquele que maldosamente acusaram sofrer o árbitro japonês, ´´Brasil e Croácia`` pós festa de abertura badalada do Mundial em brilhante palco. Mas atente à boa liberdade de expressão, ainda que nos valha, e por que não arriscar atravessar a trilha da existência uma vez que estamos aqui para o que der e vier! Quem não muda são os veteranos e manjados congressistas grudados na mesma posição, terno, sapato e gravata e na língua enrolada. Tanto que alguns tiriricas incorretos (que só passaram no caixa para conferir o naipe do mês) retornam, sambando, repletos de mudanças precisas. ´Mudar, aliás, é preciso`, confirmam os ensaistas. Bonitinhos na fita e incisivos naquilo que molda a bandeira de largada, entre alianças. Vantajosas finanças ao fio da meada, concluamos.

No break! E seguindo na mesma trilha, fazer os neurônios voltarem à vida, criar ideias, sair do branco total (lembre, você não é produto de limpeza, um omo sapiens alternativo, um limpol) mas que desinfetar aquilo que em algum período coletamos para dentro de quatro paredes tem tudo a ver. No caso de siglas das mais convencionais – sustentáveis pela própria natureza –, dessas que massacram qualquer vinheta para somar votos chega a doer no osso do ouvido. Um tal de ´estribo` que substituiu o ´estapédio`, esse desconhecido por seus usuários na preferência livre do acúmulo de ´cera polidor`. ´´Temos que mexer na coisa, Abuelito!`` Na roda viva daqueles que não atuam em nada. Senão a mola propulsora não vira na manjada ordem dos fatores e na fritura do pastel de vento. Tudo bem?

Dito isso aos sete ventos (ou seria 13, do ´Partidão Estrelado` à deriva?), enrolar a língua, tentar ao máximo esticar aquela da preguiça aguda, curtida, tal o assim e por si só e aos ´arrivedertes` que nunca foram moleza. Se deu duro? Então é dura Celsius 40º, ´Pedra noventa`, gelo e açúcar! Caipiríssima. Moderna. Moderníssima. A Mexicana é opcional. Vou lá duvidar de uma vírgula deslocada, sem remuneração alguma? Lançar para o alto para que caia aonde quiser não é a solução. Do contrário tudo pode alterar gradualmente a posição do calo nos dedos, obrigado por ter opinado.

Mais do mesmo, outra vez? Se os deuses do futebol não se incomodam com tantas vaias, indiretas ensurdecedoras? O tom maior das arquibancadas vem ao preço do dólar, ao olho da cara! Se é que também não foi questionado no levante do cartão do único país que não vai precisar voltar para casa, apontamos, no blefe, no jogo bafo.

– Ma que cosa, não somos ´moleques`, nem mesmo no pito lunático. E se a minha vida continua um livro aberto, outro dia, mais pareceu uma telenovela inteira. Daquelas que não forçavam tanto na barra, nos alcaguetes, nos bordões para dar uma puxada de orelha, das vistas do triângulo amoroso ao ´quadriângulo` e na chapa fria. Um Sétimo Céu nos degraus Tarcísio e Glória Menezes. Chico Cuoco e Regina Duarte e chega de mais brancos que outra rodada já vai começar ´aquém` gajos mais desejar das chuteiras do Cristiano Ronaldo em peso, acotoveladas, osso e pescoço. O que mais vier eu conto no próximo bloco.

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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○ Gritos de guerra em busca da mais pura alegria de um lado, esbravejantes e fervorosos de outro – porque relutar, reclamar, é preciso – digamos, nem tudo por aqui pode ser um eterno show de bola o tempo todo nem todo tempo. Exatamente quando, na ligeira tradução do invejável ´´to be or not to be`` (se é que cabe a pequena inclusão no espaço) para o verdadeiro ser da nossa prescrição, alguns tipos de apliques arbitrários não resolvem nada. A paquera pela ´gorduchinha` nasce desde ontem. Quando muitos, ainda, desse tamanho global (assim ó) só desejam dar um ´´bico`` adiante. Bem adiante. E se pensam que fazer bonito na maquiagem todo tempo (sim disse há pouco) não fica feio, então, colocar mais pingos nos ´´is`` a essa altura passou das nove horas. Onde o elemento ´Torcida`, ao que indica, nessa época de campeonato em pouco significa ser coisa do salgadinho da Lucky para enganar o estômago. ´´Tecnologia de ponta, Abuelito! Tecnologia na linha do gol.`` E para rastrear a linha de pobreza, nada? Tudo! Ieié!

○ Sonoras e emblemáticas as passeatas continuam em meio aos ´´agraves da greve``, no que lembro ter escrito anos atrás. Há muitos anos luz ao fim do túnel mas que não chegaram a horizonte do que valha a dura missão. Vide bula. Os ancestrais e herdeiros do finado Polvo Paul, aquele que sumiu do mapa por tempo de serviço, previsões da Copa passada, agora vão acertar alguma além do dono principal da bola de cristal? Dos Brazucas que querem promover mais e mais sem botar a culpa nas chuteiras e na curvatura do tempo? Não sabemos o que não sabemos e do que virá depois do ´´mãos beijadas`` e sorrisos esbranquiçados pelos ´´guardiães`` e das finanças em off. Com isso, o sofrido povo junto aos outros ´moluscos` do futebol não ficam à deriva do em campo. 

○ Detalhe nada otimista que penso estar enfrentando a duras penas – tal muitos hermanos amiúdes – teremos a farta repescagem de votos pós concentração ´Fenomenal`, ´Peleciana`? Incrível. No liquidificador não se fala em outra coisa. É ligar e sair correndo. O país parou! O free boi no espetinho da casa é para todos. Sem exceção. A censura de ontem barra até por código desalinhado. Sem esquecer do ´´Zé do Patrocínio``, dos reis que vão brindar, preencher os camarotes.

○ E olha (a)Fifa aí, minha gente! Os intocáveis donos da pelota! Dos Dream teams. Alhures ao recado e impulso da Marta sobre a ´´Copa das Copas`` na soma dos montões. Muitos deles ora passando das entradas/saídas da Nossa Babel Brasil com o vil e insubstituível metal ´verdinho´ depositado aonde? Abre aspas. Por mim a Patrícia Poeta – a bela da vez – pode continuar a fazer caras e caretas de desdém o quanto quiser. Desde que fiquem intactos os encantamentos da mãe natureza diante dos holofotes. Se ela sente frio, o frio também nos aquece, hã? Fechem as tais aspas.

○ Tal o manuscrito ´´uma vez Kofinsky, Kofisky até morrer... é bom filosofar miúdo que vez por outra pequenos gestos não significam, necessariamente, de você apenas empurrar com a barriga. Procrastinar. Reprise, please. Qual delas não importa – se negativa/positiva ou daquela estilo sanfona, do vai e vem que a Sula Miranda cantou. Mas de você participar, dar as caras, mostrar que se importa com o outro ser racional, irmão. Quem sabe mais um atributo sem vínculos nível 20% negros/pardos, dos furta-cor e dos afins de provar que racismo é grão, elos de correntes do passado. ´´Se sou ateu, porém, não de todo frente ao ´´Partidão 13`` é que não pretendo ficar``. Tomar uma dura ao pé do ouvido, sentar no colo, sentir o peso do dedo ausente? Dessa montanha de Maomé atrás estrelada, que nenhum súdito quer perder, hã!


○ Enfim, de repente paralisados no trânsito e nos seus maiores setores convencinais, ganhamos o centro de todas atenções! Mãos abanando. No blefe do bafo, na troca de figurinhas, ´´tenho, tenho, não tenho``, nem mais iremos rosnar acerca dos nossos vilões e excelências de prontidão. Afinal, não se faz Copa sem prateleiras, comensais, enriquecimentos, e dos ossos do artifício. A propósito, em Bebedouro bebe-se que tipo de bebida mesmo, heim? Do legado à resposta – que bonito é –, que instantânea virou pergunta – bom, né?


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Pouco importa a essa hora do dia seguir no que manda o básico da receita vai do gosto e paladar do consumidor. Temperar as palavras, molhar as palavras, mesmo que ao degrau do baixo púlpito, e porque não? Aquilo que está escrito em letras miúdas na bula depende do tamanho da fome e do apetite famélico – fome zero? – da hora. Tal o lanchinho de governo entre mini reformas passa batido. Lá na Bahia do Meu Santo Salvador.

Agora se desta vez falamos em como padronizar os nossos humildes smartphones, ´´limar`` a engenhoca da parafuseta que ganhou mundos e fundos é que uma vez mais não pode sair da minha conta e nem mesmo por conta dos meus ouvidos. Quando, para você que pensa que já viu, ouviu, blasfemou, duvidou de tudo – próximo do imperdível claquete do ´faço pouco` – a criatividade e preocupações de vossas excelências em exercício levantam o verbo. O sal, a pimenta e o manjericão é a gosto do povo. Isso isento de ano, mês, dia, hora e lugar!

Pausa. (Óbvio, para a linha que pode vir logo a seguir e ganharmos tempo, pois, tempo é tudo, vale ouro, prata, chumbo, ´rosca`, grosso calibre e vias caixa 2, 3). ´´Então, Sam, vamos a lan house hoje? Matar o dia na rede social, dar umas curtidas à deriva com os amigos virtuais? Ou será que vamos continuar no corredor da sorte do costumeiro cyber café do bairro? Matar o dia, lembra?`` Anote. Assim. Vez por outra precisamos aprimorar nossos conhecimentos, ler um bom livro, abrir fronteiras, hã! Quem sabe colocar uma ficha, digo, um chipe a mais em nossas memórias, descontar a vaga lamúria de copiar e colar, copiar e colar numa sede (in)constante de mouse sem freio e no dedo indicador. Sem limite! Pra lá de aprendizes do Roberto Justus. Pois sim, ligue o microfone, só não esqueça aquele de ouvido, do saudoso walkman, do radinho de pilha na orelha para ´´assistir o jogo`` em a.m, f.m!

Como animava no palco televisivo em meio as belezuras Cadilac e Chacretes, com o Velho Guerreiro, ´´Quem não se comunica se estrumbica``. Hoje nem tanto, geração disparada a 1000 mega bits, no www.com.br 24 horas D/N... ´´Informação é inovação``, no que acabei de ouvir em bom tom de um deles, excelência, em Plenário. Confesso, não sabia! E grande fala essa a minha. Com ou sem uso fruto de nova memória e da minha que certamente deve ter entrado para o mundo dos esquecidos, o que mais responderei. Se sou page up?, porém, sei também ser page dow quando preciso. Diariamente ouço, isto sim, maravilhas.

Um pedido. (De repente até daqueles transformado em ponto de exclamação acelerada). Ou que talvez, por aqui, entre quatro paredes aí da sua, da minha e da nossa sala de estar e ficar: só não me tragam o ex-técnico da inteligência, o americano foragido Edward Snowden para cá para xeretar nosso Marco Civil da Web que começa a andar de malas e cuia para ser revisto pelos nobres companheiros. Vai que queiram incluir no pacote de scaner o Julian Assange – aquele com cara de surfista, do WikiLeaks – porque bem temos os nossos ´entregadores` de língua solta em massa cinzenta. Fui claro? Protagonistas transnacionais e transformes, aff, nobre leitores e lideranças do ´´Olha Afifa aí, minha gente``, com aquilo que seja de ser mais dos ´nós` (que por sinal cegos) mas que não podem ser desatados de uma só vez!

– O que ranhou aí o nobre itinerante? Enfiar o meu indicador na tomada novamente? Só se for no fio descascado, na correção de dia/noite de Apagão! E que voodoo elétrico que nada? Ouvir pelas paredes, ainda que das mais grossas, de forma amplificada, vá! Só se for para tirar o atraso, o peso da consciência, aquele famoso, famosíssimo... No que, de concreto mesmo, apenas aquele de abstrato de outro dia.

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Previsões futebolísticas de um lado, aerodinâmicas/amadorismos de outros, passeatas aos montões, só havemos de dizer – como concluir – que a roda gira. Se girou outro dia, continua girando. E como! E só por onde do saber que o sol nasce para todos, ao bom entendedor de sentinela esse não deve levantar a menor sombra de dúvidas. Vai que o mesmo resolva sair tostado por aí de ambos os lados em tempo hábil! A casa do sol nascente ora cabível (ops) à geração do ´´você lembra?`` pode não ter nada a ver com o que lascaram por aí de formas mil.

Portanto, salvo relíquias, é melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, digamos, no oco do mundo. Não menos vero e rarefeito do que antes, ´´Onde se come, ficam migalhas``. Curto, porém, profundo, não, Sam?

Alternativas de derivados, idem, levamos à parte na terra do futebol frente as estatísticas que vem por aí... Afinal, por que a essa altura do campeonato se importar com a ordem dos fatores? A pré estreia do Grande Mundial que já encheu os bolsos de muitos não tem pra ninguém! Torcemos os ferros até fora dos trilhos! Concentrar-se é preciso, persistem os de primeiro escalão no referente ao produto financeiro. Os números patrocinados não mentem. Passam de Lulômetros disparados!

Que? Chutar a tal pedra colocada no meio do campo, o fruto da banana, a caxirola, a vuvuzela show, tudo isso perto do meu pibinho amanhecido, isso não te pertende mais. E o que mais conta? Não temos mais como mudar o status quo de fartos fardos e nem mesmo da vaca louca que morreu aos berros sem ter qualquer chance de defesa pela vida no abatedouro. Dar aquela famosa ´´bica`` na gorduchinha à la Osmar Santos, impossível. A bola de cristal está na mesa ou quem sabe na gravidade política que o Isaac Newton não descobriu para essa geração. Não fosse uma maçã e sim uma banana! ´´Nós queremos ver os gols``, o ´´Hexa`` que é a sua e não demora? Para bem depois por essas bandas, sem querer desanimar só para efeito dos press e dos contras. Aliás, nós driblamos também com os hipopótamos, certo? Totalmente arbitrários ou não, todos um dia chutamos algo no feitio do cachorro morto só para não passar batido nessa conversa fiada..

Não menos colossal – ou seria safárico? – tamanho o espetáculo de elefantes brancos que vamos herdar, à herança empoeirada, patavinas. Anônimos empolgados e o esconde esconde da vergonha nacional aonde é que logo mais vão acomodar? Abram-se as cancelas, assomem-se aos socavões de sentinela! Todos juntos em ação. Por horas seguidas o Brasil é o olho (do mal versus bem dito) do resto do mundo. E dar do antebraço a torcer por mais de uma vez, ora essa, adiantem no tamanho do pingo ao final do meu sobrenome. E tome nota em mais uma por conta porque não tem como e quantos outros terão de averiguar na ponta do lápis borracha pós rescaldo da ´´Copa das Copas`` dentre os nossos divididos 180 milhões em ação, ´´Salve a seleção``. Saúde, Moradia, Educação....

Muitas vezes é isso, no que digo e repito ao pé da letra, que treinar toda uma equipe de neurônios inativos afeitos ao copy (desk) neste admirável mundo virtual, com os ativos em menos escala e proporção, chega a ser um desafio. Do Marco Civil da Internet (se casado, solteiro ou tico tico no fubá) não vamos configurar agora também que até o Pai-Google entra de tabela com a ´´Lei do Esquecimento``. Se eu quero o meu direito de ser esquecido? Vá! Não sou politiqueiro na classe do pior do que está não fica, mas, quero!

Em tempo! O que? O Brasil está pronto para perder mais um ´´bonde da história´´, adivinhe onde, senão nas eleições 2014? Ou será que pela ordem de largos sorrisos de ´Vox Popoli´ e de ´Ibopemania´ – é que já perdemos por antecipação foi um trem fantasma inteiro, heim? Vai partir...

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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Surpresas daquelas que mais queremos ouvir, ora, dessas ouvimos demasiados como que sem grandes expectativas até por conta do ´Mas será o Benedito?` só para continuar na labuta diária, ensaiando na mesma canção, ´´vem vamos embora, que esperar não é saber...`` As oratórias no país das investigações, apurações, CPMI´s, CPI´s e afins sempre dão conta do recado, acrediem. Se não escapamos ao verbo, mordemos a isca, os conjuntos, os predicados de púlpito com os separados. Muito bem separados. Não fosse o bico largo da oposição em querer andar nos trilhos, em linha reta, como diria o bom Conselheiro Abuelito – ainda na condição de gurú mor, ululante – não tentaríamos pegar os atalhos.

Perdoem o sofrimento, como disse a nossa sorridente presidenta, o sofrimento vem de antes. E não vamos esperar pelo expectorante do próximo bloco, porque passar o bastão adiante é por onde se resolve tudo. Pelo menos temos discursos em cadeia nacional. O que de ver teclar tantas estrelinhas e gastar rios de dinheiro nos ´´tipos`` a resposta costuma sair das melhores armadas. As decisões tomadas pelo sacro gurú rouco, o pai da criança, da inflamada ´água ardente`, vem a calhar. Metanol? Consequência é uma outra história. Verdade? Sem exageros de última hora àqueles que o apunhalaram pelas costas. Ah, esses imerecidos companheiros de cela regada a goteira e pingo d´água. E se tem pinga, também pingam em mim na rima do plim plim!

Contanto e porquanto assim caminha a desigualdade social, quando pouco – ou quase nada – saiu do papel neve, lembremos dos timbres em brancos, engavetados pela raíz. Barris de ´Petro` e mangueiras queridas começam a vir à tona, asmáticas, asiáticas, por meios e confins evidentes. Mas ninguém precisa ser um bom vidente na taxa mínima de 1 real e que baixem um pouco nesse valor simbólico mesmo sem a Graça Fosteryou. Tão onipresente, aquela dos brados mil.

Afinal, como diz a regra, se por um lado mostrar serviço não significa, positivamente, executar o tal de fino calibre (grosso não porque pode afetar pacas nos orifícios mais internos), acudamos! Se eu posso delegar, passar o pacotão de tarefas e ir pescar nos E.U.A., certo modo – e por que não – velhos companheiros de suadas vitórias? Os números não enganam. Ultrapassam. Os ´´imexíveis`` serão sempre ´´imexíveis``. Na onda dos recicláveis, acudam de uma vez a pele daqueles que viraram fósseis em tão movimentado ´´Planeta Plenário`` de Reilândia City! Falam além cotovelos...

Em ano de eleição, de revelações bombásticas, é bom que se atache ao seu nick diário, estamos crescendo na economia. Um pibinho de nada mas estamos. Coisa que da minha parte – por vias de bônus bancário, doações furadas, anônimas, subalternas, uma besteirinha assim –, cadê o programa em horário nobre ´´Minha sacola (de mini mercado, óbvio) família``? 10% é pouco para a mais longa de todas as esperas do outro bloco das devoluções.

Neologismos em branco, de sobressalto comigo na fila dos enlatados, vamos admitir que respirar seguidas vezes o ar rarefeito pode causar danos sérios a qualquer cobaia no assunto. Em fase de teste? Sem teto? E a vontade do cidadão, como isso fica? Faremos tudo o que o mestre mandar, governando de tabela 2? O ´´blinde`` itaqueriano de Campanha 2014 vai ser nacional?

Há conflitos, tacar fogo em ônibus virou forma de protesto. Há debates, empates, desempates, bate boca nas ruas, nos lares e nos bares. Há vereador de Rondônia que compara colegas de classe a cães e este é – em especial – cassado para servir de exemplo. Também há pastor, de repente aquele, o Luizinho e ´´ex`` dos Direitos Humanos que pintou a história, a torcida protestou, que resolveu purificar-se em banho de ouro. Um novo Midas da igreja, concorrente, pingente? Há linchamentos, apedrejamentos. Porém, e o melhor de tudo, tchanãn, há a Rachel Sheherazade que felizmente resolveu cutucar muita gente de punho, mostrando o palmo à frente do chafariz. E se eles se incomodam, soltando o verbo de onde estão, logo, a gente se incomoda daqui. Ficamos entendidos?

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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○ Bem ou mal, falem e cliquem em mim e que o inventor do controle remoto descanse no sofá bicama em paz. Ou, quer aonde esteja. Mas que o poder da criação continua gastando novidades em pêlo e pescoço, aquele que primeiro clicar, clicará. Pulem o capítulo inédito das pegadinhas reprisadas, do morning show também em versão estendida noturna, vídeos cacetadas da internet com direito a tira teima e tudo pelo apresentador. Rever seguidas vezes é preciso. Decorar é impossível. Sorria, pisque ritmado, porque você agora está sendo filmado em terceira, quarta e quinta dimensão. O programáveis por certo são retocáveis, digo, retornáveis. Gravando!

○ E já que o melô continua, daqui, continuamos algo que pela falta de assunto no que equivale ao patrocinador. Eles bancam e nós rebatemos de bom tamanho. A novela global vai naquelas de saúde é o que interessa ao amor impossível, ao quadrado. Onde come um, comem todos de uma só vez à cor da pele. Pelo menos usamos da boa imaginação. Novela tem que ter uma boa comida de rabo, ops, maquilagem exposta e pouso final. O que não pode ser consumido à vista pode muito bem ser atribuído à prazo. No cartão, no cheque e no boleto bancário com leve toque de desconto. Fui claro?

○ Segue o tema. Tanto é que teorias se inventam, se agrupam, avolumam. Porém, filosofando o ainda não filosofado é que uns nascem prontos – e na lata – com o dom de ser chatos; outros, e não necessariamente nesta ordem, o adquirem por natureza. Só não podemos alterar em muito a ordem dos fatores. Sobre o mal que não pode ser cortado pela raiz é bom adicionar que todo fruto do bem tem lá a sua cicatriz. A priori, os rendimentos, os acontecimentos, nem sempre são uma constante. Nesse quesito, o país leva jeito. Os noticiários não inventam. Fato é fato e veto de governo é veto.

○ Aliás, no jogo do abafa abafa três vezes o último que ocultar, morder algum por baixo do pano, tem gente que resolveu vestir até o pijama daquela empresa – quem veste a camisa da minha sou eu – para dar o exemplo de que na verdade e no duro mesmo não foi lá uma mal negócio da China e que se ninguém tivesse enxerido, metido o bico na conta alheia, nada teria vindo à tona. A tal usina logo logo cai no esquecimento e podemos descartar mais essa bomba. Aos desavisados, um lembrete de ímã de geladeira. Para quem não morou na jogada, o mundial da Copa está aí e vamos nos concentrar na chuva de gols e na prévia (não costumo me enganar) o ´´Caneco`` não vai ser nosso. Se for, vão derreter para saldar as dívidas. Tapar o buraco.

○ E vamos mais do dilema, porque fazer festinha nas costas do outro sempre foi motivo de sobra para se expor a dentadura postiça regada a sessão boca livre. Até o rei Roberto agora come do pecad da carne em público para dar o exemplo que nunca foi vegetariano. Almoçá-los antes que nos jantem é a regra normalmente domingueira e essa eu assino em baixo ao poder do lápis borracha. Como tal, a ordem dos copos não altera o teor calórico 40 graus Celsius do produto. Só não vamos inventar que todo esporte não mereça um bom jogo de cintura mesmo sob o julgo da ´´Lei dos Improváveis`` em pleno andamento. Com um pouquinho de esforço a bola é sempre a da vez. Fazer as pazes com ela vai do consumidor atarefado. As vuvuzelas, as corneteiras, os apitos ensurdecedores, todos, em breve vão soar. Junto com eles o estandarte das caxirolas no riso geral.

○ Findo o fato que nem tudo o que reluz não seja ouro, quanto menos pega ferrugem a curto prazo, tal aquela desdita, idem, que as aparências muitas vezes são as que desenganam – grosso modo – a farra continua ainda sendo a do boi. E que ainda se vou chorar o gelo derretido pela soma do undéssimo de aumento no meu salário este ano (pois, dizem que está tudo sob controle), então, ´´soy loco por ti América``... Agrados, isto sim, muito além do meu formato tela plana. Direto do mundo virtual, claríssimo, e no que deve sair mais em conta. ´´Soy loco por ti, amor``...

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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○ Só para abrir o leque no pedido do cardápio de opções que vinhetas opostas dentro do rol de programações batidas não batem diretamente de frente com as adjacentes, isso é batata. Requentada. Trocam de palco, de canal, de mesas, canecas lustradas, personalizadas, e está tudo bem ao velho sinal do Jô e do riso alarmante do Bira. Via de regra, de apresentador para apresentador, fazer cara de compreensão com o entrevistado é o tal. O que, nós daqui, para ali como acolá, compartilhamos a deixa que nada de novo se cria a não ser o de ontê. Com muitos já vencidos no prazo de validade. Pode ser? Meio que hair bag, feito pastel de vento, água e sal. E vamos todos juntos postar...

○ Agora que passamos do script anos luz, câmera e ação: ´´atirem a primeira pedra`` aquele que não tiver provado sobre o veneno da prosa, e ai do Renan Calheiros de outro dia que gastou aquela dinheirama toda por uma franja ralinha de implante só para poder bater o topete diariamente no Senado. Nessa, perto do Pedro Simon gastar outros 62 mil na nova arcada dentária – mordidas à parte no free boi vegetariano do ´´rei`` risonho que odeia comentáris maldosos – queriam que vossa excelência tomasse a sopa do caldo Maggie no copo? Não vamos negar. Com tantas ´´mordidas`` que ouvimos falar naquela movimentada Casa (que insistem em ser do povo) os ´´Anéis de Saturno`` não estão imunes a possíveis negociações. Florentinas que atentem pela desunião entre os partidos da alegria. Atente. Casa cheia não é casa vazia, sem quorum

○ Como não recordo para que servem os colchetes (ricochetes?), abre aspas. Quanto ao grandioso porque da presidenta ´´Dilma de Vermelho`` e do Joseph Blatter que decidiram não discursar durante Copa do Mundo na tentativa de evitar novos constrangimentos, ora pois, a quem vamos ovacionar? E quanto a Sinfonia das Vuvuzelas, das caxirolas esvoaçantes, da Waka Loca da deslumbrante Shakira? Não é a Copa das Copas – aquela da concentração, sem hospitais? E o tira teima, onde entra? Outrossim, ou seria outro não para melhor passar?, da refinaria de Pasadena, o Petróleo é deles: ´´eu também não sabia nada``. Fecha aspas.

○ Batendo na mesma tecla recém apagada que toda ação sempre requer uma boa percepção, passar despercebido em grandiosos eventos, por acaso hoje é festa lá no meu ´´ap`` e não digam que eu não estou sabendo. No país à luz do próprio Apagão e do céu por testemunha, no problem! So what! Ataxamos no memorex da sabatina da vez que uma boa desculpa, quem sabe por conta da preguicite aguda, tosse mal ´´cumprida`` passa flgada. O Bolsa fica. Os aposentados não. E se crescem a cada dia as minhas rugas de preocupação no próximo capítulo ´´continua``, o (intrigas global) ´´em família`` (à beira de um ataque de nervos) vai ser um negócio da China. Digo, do Projac.

○ Outra por conta? Então, anote que reencarnar no impossível papel de ´´cidadão brasileiro`` só mesmo o Lula ao pé do Projeto Lulômetro 2014/15 e que vai ganhar até programa de televisão. Duro de assistir, né? Ação e percepção, chapinha. O desjejum político vem sempre no refrão a seguir e um minuto para os nossos comerciais pois o Partidão ainda está bombando no país. E ai, sim, é do meu bolsa em família. No ´´Torrão de 2``, nada de Baião de 2, recordação do fome zero e que alguém mais toque no assunto. O lápis borracha, o mata borrão, ainda funcinam.

○ Por fim, fechamos o cerco por aqui e não duvide que engolir mais do ensopado de letrinhas sem formar uma única frase é apenas para os repetentes. Principalmente em épocas de reajustes ortográficos, msn, groups kkk´s, quando entra em cartaz a questão maior: ´´Por acaso os políticos falam – porém nem todos os políticos – e conclamam vitórias, recorrem, sonegam no mesmo gargalo? Ou que suspiram sempre no mesmo sotaque futurista?``

– Garçom, cadê a azeitona da minha empadinha? Será que me sacanearam no óbito da disputa e rejeição de invisibilidade porque passo outra vez? Pega leve...

Celso Fernandes, jornalista, poeta e escritor, autor de ´´As duas faces de Laura``, ´´O Sedutor``, Sonho de Poeta`` (Ed. Edicon), entre outros. Colunista de Moda, Cultura & TV. Assessoria de Imprensa.
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