NATAL PRESS

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○ Remoto ponto de exclamação ora que disfarçado de pergunta, ´´Cadê o meu Super Salário?``, com aquele esquecido também pelo meu eternamente e subnegado de equipe patronal trabalhista, seria pouco para tanta homenagem falar a esta hora do dia. Por hora, do orquestrado musical ´´Alegria, Alegria``, somente na cabeça dos foliões de governo prestes a reencarnar novo mandato, juntamente pegando carona nos carros das alegorias carnavalescas anuais que continuam desfilando. Mas não falemos – salvo condutas – da ´´Marchinha do Mensalão Reembolsado`` que não veio para a Praça Castro Alves. Que do Pré, Pós (Pago?, na próxima fatura), o durante e o depois, hã? E inclua-se isso nos autos: Uma bela força de expressão equivale sempre à uma bela força de impressão, certo?

○ Passa a régua. X-enredo de um lado na cabeça de uns e de outros de embalo, aquele da maionese Cica costumeira e de quantos mais havemos de conferir ao final do expediente... é vero, que durante o jogo de mudanças e ações tudo ocasiona sempre no resultado da adaptação. Acreditemos, companheiros, digo, irmãos. Agora quanto ao levanta-te e anda (senão pelo menos engatinha) isso requer algum tipo de esforço físico. Para manter-se bem conectado é batata. Em rede e de olho no mouse. Já no quesito ´´curtição`` remonta improváveis um milhão de amigos virtuais. O que para começar basta copiar e colar, dissemos. Ou que pelo menos você tente, invente aquela frase de alinhamento diferente e naquele copy que está ao seu pleno dispor. ´´Eu te recriei, só pro meu prazer``, alguém deve ter cantado isso logo em seguida do rei vegetariano Roberto ir vender o tal boi direto do produtor/consumidor. Caiu na rede é como dizer que o céu foi somente do avião.

○ Cheio de nove oras, eu? Se não vendemos o peixe, vendemos o pecado da carne. Pedir o café da manhã para nós dois, só se for no Mc Hamburgão. Free boi. Na ´´faixa``. Mesmo que seja daquela de segunda normalmente servida às terças para melhor passar goela abaixo. Portanto, e por hora, au revoir, Tony (ih)Erramos, no espeto e ao seu bom gosto ocular. E no que, tirar ´um a mais`, por fora, em épocas de tempos remotos, tempos bicudos, de auto biografias inacabadas, ao papo firme Tremendão e de novo ao riso curto, meio que tosco... Bye, mora``.

○ Viramos o disco de vinil, o inesquecível Long Play? O CD Alternativo?, para ver se a música tocada de trás para frente surta algum renovado tipo de ruído? Vá! Escassez de assunto não é apenas privilégio da grande massa que sai às ruas para protestar centavos e anseia ir às urnas (?) na ´´mor`` expectativa de sonoros e risonhos dias melhores. Quiçá, sabemos quem sempre fica com o prejuízo e não precisamos de oportunos tira teimas de noticiários pertinentes em parceria com os menos gaguejantes. Mas, não custa autografar no canhoto da comanda, que de tudo isso ainda não é fim. Reis do camarote surgem aos montões até na oferenda da Cidra.

○ Por outras palavras – até que encobertas –, e por via das dúvidas (ei-las aí novamente à boa época da nossa dentadura postiça), como também do abre alas que acabou de passar e do ´´sempre livre`` que podemos arriscar naquilo que se encaixa bem, bye! E nada de ninguém ´´estomagar-se`` frente aos sofás de rodinha quanto ao que possa significar demais enredos criativos – de autor noveleiro para autor noveleiro. Onde o entornar do ´´Viracopus`` e do mata fome (zero) é uma constante. ´´Aonde é que foram parar os meus milhões de dólares, Dolores?`` Na conta do Dirceu, é?...

○ Visto às claras e às neves que em dias de apagão não vou chorar mais pelo gelo derretido com as pedras encalhadas no meio do caminho, de tabela batemos recordes. Assinale. Sujeito(s) oculto(s) e indeterminado(s), circulando atônitos, atarefados, endereçamos na bula lá do rico reinado de Reilândia City. Admita-se, desde ontem, com ciscos e mais ciscos impregnados no canto do olho e nada à parte das ensaiadas pesquisas, dos gabaritos eleitorais, que entram em cena. Por certo com aquilo e o que mais possa surgir após uma pacata vírgula, que ninguém dava nada por ela! Só não me adiantem agora um outro tom da palavra e se não for pedir demais, no fiado, nem pensar!

PS.: Ah! Quase ia me entregando novamente ao mundo dos esquecidos do que adicionei na lista dos meus preferidos via-Net. Desse jeito! ´´Diz-me com quem tenho andado esses anos todos – ou pelo menos aponta – que eu te mostro o tamanho do prejuízo. Desde a bonança ao longo período da mais pura escassez``.

Celso Fernandes, jornalista, poeta e escritor, autor de ´´As duas faces de Laura``, ´´O Sedutor``, Sonho de Poeta`` (Ed. Edicon), entre outros. Colunista de Moda, Cultura & TV. Assessoria de Imprensa.
Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
http://celsocolunista62.wordpress.com

Sopapos inovadores de governo de um lado, ricochetes nada surpreendentes de outro para o pleito que se aproxima (ora, e como se nunca eles quisessem se aproximar do milagre da terra, das alianças, dos reais que nascem em árvores quitandeiras pessoais, por mais insustentáveis que sejam), isso é veros(símil)! Porém, vale uma brecha do que lapidei na semana, em LETRAS GARRAFAIS, numa disputada rede de kkk´s e de tamanhas ´curtições`, no labirinto do pai-Google?

Assim. ´´Tão vasto é o mundo e tão cheia de oportunidades é a vida, mas que, infelizmente corremos o riso de permanecer nela – ou sair – sempre de mãos abanando´´. E quando a lembrar das voltas que a vida dá e de quantas damos, normalmente, em volta do parafuso, todo cuidado é pouco para não emperrar. Pois, uma vez quando emperra, emperra e aí se estamos sendo filmados quem sabe para o vox popoli ou apenas para a pegadinha do dia. Trágico, porém, elementar, não, Sam!

Abre o leque e acalmem-se, que de tudo isso ainda não é o fim da grande picada. Nada de pânico ante o plasma da tevê! Repetir o erro de oito anos atrás, juntado a estes, por exemplo, é gostar de gastar fichas no mesmo cavalo à reta de chegada, mas, que está ganhando somente pelo nariz. Aspas. Do meu futuro e próspero talking show a ser lançado no rol dos inéditos, ´´Pra quem você frita o pastel?``, isso passa da lentidão da originalidade do assusto até dentro da fé que hoje remove (e locomove) altos valores. A cópia, como sempre, vence o seu criador. Simbólicas à deriva e à todo tempo, se as andorinhas voltaram, as ´´vaquinhas`` (incluindo aquelas de arrecadações) essas vivem pastando, ruminando no campo, ansiando por clicks e mais cliks em sites. Por demais, esses, no bravo despejo e à espera de fundos e mais fundos. Exatamente quando, de laços, picuinhas e reviravoltas que a vida tanto dá aos trejeitos e mímicas de vossas excelências ao melô de sessões extraordinárias, alhures Suplicy. Quando, nesse levanta (e anda), até Lindberghs & Farias começam a voltar à luta. Na dúvida, recorra. Chame o Jérôme Valcke para as vistorias. Concentre-se em adivinhar o nome do jogo. Do cravo que desprezou a rosa por um punhado de pixers assim...

E como por vias e cargas d´água em época de seca a ressaca eletiva também continua – favor não perder o degrau das boas intenções para com a nossa presidenta deveras ascendente do Lula-lá – , os simpatizantes que não reciclem tanto o verbo com o tal do adjunto separado. Porque ao povo, ora, ao povo, sirvam os brioches da sobra instalada no Mc Freezer Feliz da cesta básica passada. Bem passada, grife-se isto ao que ´´Jesus te chama``. Com ou sem varizes, que fique mais claro ainda!

Mais relaxamentos no círculo mensaleiro genuinamente correto? Bolas! (Furadas e que por sorte do escanteio categoricamente batido) Se assim o for, também algo que pela ´´Lei dos Improváveis versus Os Contras Rebaixados nas Pesquisas``, esses não causarão tamanhos rumores por mais ou menos uns quinze dias na liderança dos escândalos de noticiários. Eles somem por um tempo – mas não por muito tempo! – o eleitor-avalista esquece, ganha um agrado virtual e, nada surpreendente por essas bandas, como no pitar do sal grosso – ao bom do gosto da palavra – a vida política segue seu curso. Claro, e do salutar paladar palaciano do rico reinado de Reilândia! Como sempre o foi...

– Heim! Seu eu ia passar batido no controle e a perder de vista mais um capítulo da nova novela global, que, desta vez parece não ter nada a ver com a minha vida que já se tornou uma novela?(Uma rede de intrigas?) ´´em família`` (aos ataques de nervos?), ora essa! E não é que alguns personagens voltaram renovados. Direto dos Estúdios do Projac do Tempo! Onde o clima começa a esquentar além das múltiplas calorias resfriadas. Ou seria daquelas requentadas? Não sei, sabe que eu não sei...

(antes que caia no degrau do esquecimento, se é que já não caiu)

Se por ordem da polêmica que caiu na linha do tempo de muita gente e que ora preenche os mais variados cenários desse nosso rico país (sem a tal pobreza, como persistem as lideranças de elite) não é à toa que tudo o mais vai muito nos conformes, obrigado por ter lembrado de perguntar. Com isso, quanto ao direito de ir, vir e revir... Voltaire ou não Voltaire, eis a questão shakespeareana ao que não precisamos sair por aí sorridentes, alisando o crânio cascudo de ninguém. No ´´olhômetro`` da segurança muitas vezes é que não.

Fórmulas repentinas para querer se corrigir o que não está certo existem aos montes. E tal o corre corre politicamente correto, em época de reciclagem de cargos eletivos, sempre desviam do ´´Recital da Paciência``. Apurar é preciso. Ainda mais quando graúdos soletram ao pé da letra o quanto fizeram em suas gestões, precisando urgente, urgentíssimo, de mais um mandado para terminarem – isto não é incrível, Silvio? – aquilo que jamais começaram. Transparências vale de todos os lados. Até mesmo quando querem atravessar as ´´Muralhas da Conchichina de Absulândia Brazilian Now!`` para um mero implante capilar. No rico reinad de Reilândia City nem se fala!

Quando, ainda, manter-se o ´´imexível`` na fotografia conta muitos flashes, pedimos respostas. Se todos os poderes são falhos, acostumar-se com a idea é que mantem o produto, a gestão. Agora no tocante ao número de mentiras, de meias mentiras (se é que foram contadas), com as estatísticas, e se para alguém a chamada ´´Vaquinha`` funcionou, ora essa, uma vez mais sequer pude comprovar que o meu ´Mensalinho` – que por sinal magrinho, magrinho – outra vez, não veio. E vamos ao festival dos ´´Elefantes Brancos`` que amanhã quem sabe seus destinos possam ser um só. Levantar poeira. Qual, por medida de segurança, não ousamos responder por aqui. Do contrário não teremos a tal poeira ululante para jogar debaixo do tapete – e vice versa. Chutar o pau da barraca é que não podemos. Estamos na lei do consumo. Submersos. Temos que seguir o consumo. Na internet nem se fala. Se a Dilma comeu, que pague a conta. Ou que pindure no prego e se explique melhor.

Fenômeno cultural ao que puxamos no freio de mão – da Virada Cultural não precisamos opinar neste momento: passamos de ser proibidos a não proibir. Diga-se lá, na voz do Caetano Veloso. Enfim, detectem a baderna, menos aquela de classe, a dos reis do camarote, dos tais subfaturamentos, pois, todos vivemos de tempo livre para inventar coisas atuais. ´´Andar de escada rolante deve ser muito legal nesta época do ano!``. Precisamos de um grande ´´Rincão``? Tal o da Papuda, onde o sinal de saída e entrada é feito o passe livre, ultrapassando a linha dos vinte centavos? Aonde estão depositados os meus ´´mais acessos`` ao que seja correto?
Lembremos: em país é rico, liberdade de expressão agora chega a ser personal trainer. De impressão são outros quinhentos! Só que o jeans vai continuar ainda a ser o seu velho blue jeans e que vai contar grandes histórias. Infelizmente com um grande destaque de etiquetas ora escondidas sabe-se lá onde. Se posicionadas muito próxima do cós, das ´preguinhas`, ou, do cus (ops) normalmente encarados em grande ascensão.

– Perdão, querida, mas por hora vou te ocultar dos meus favoritos nesta nossa linha do tempo. E contente-se que hoje, infelizmente, não vamos perambular, digo, dar ´´rolezinho`` algum pelo ´Shopi Center`! Já pensou da gente voltar no cacetete, involuntários, só por causa de um passeio gratuito de escada rolante!

Celso Fernandes, jornalista, poeta e escritor, autor de ´´As duas faces de Laura``, ´´O Sedutor``, Sonho de Poeta`` (Ed. Edicon), entre outros. Colunista de Moda, Cultura & TV. Assessoria de Imprensa.
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(versão retocada)

○ Haja visto que por hora podemos adiar a lista daqueles não acabados ainda, porque certamente nem tudo ficou para trás, muitas bagagens continuam a serem despejadas no porão da memória... Então, retrospectivas em massa antes que venha a chanchada dos confinados do BBB14.

○ Começo de calendário pós ressaca é sempre começo de ano. Com ressaca televisiva, claro. No tira teima para matar o tempo e que seja mais esse dia – na voz do vozeirão do patrão Silvio Santos. Que pegar na partida no padrão ´´programações inéditas`` fica sempre para depois. Bem depois do abre alas do carnaval e passa a régua salvos pela minisserie do sertão moderno Global, ´Amores Roubados`, até então, escrita por George Moura. Claro, onde as baforadas vão comer soltas. E haveria de não?

○ Aliás, a vida alheia, não esquecer, desde que não seja a minha, mesmo que no disfarce do prato cheio do dia, queremos devorar no cardápio ao pé da letra! E remoa a quem remoer ao fome/sede zero. Muito pelo que o Brutus também ama. E como podemos deixar desde ontem (re)escrito por aqui que por trás de todo grande homem tem sempre uma enorme dívida a ser compensada, eis a novidade de um longo ´´Período de Inércia Profunda`` – o PIP – tal aquele agraciado pelos políticos em constante recessão, mas que agora faz parte de nós. Mesmo que com as mínimas estruturas para receber o Mundial, a FIFA, seu Chefão e seu Pelotão vem aí! (´´Mas aonde é que foram instalar aquela engenhoca do ar condicionado, Aderbal? Justamente embaixo da escada rolante!``, vamos ouvir. ´´Naquele outro setor, nem a tal ´cordinha` funciona direito!``. Enfim, de retoques de última hora vamos contar além dos bois os carneirinhos voando. De asa delta, né!

○ Uma pergunta daquelas do tipo que não quer me calar: E quanto aos ´canhotos` (não confundir com aqueles dos nossos papéis amassados, aqueles atirados à deriva pela falta de alguma linha de decoro), por regra e por padrão, eles começam o ano com que pé? Quem sabe com os ´dois pé` ao mesmo tempo, hã?, na boa divisão da dúvida pouco incrível! Não sei.

○ Outra dúvida: Cromossomos de paixão, existem? O que são, iguais ao quilos, bem a mais que a esticada de ´´Amor à Pizza``, heim! Digamos. Uma porção moderada, com o mínimo de calorias, quem sabe para melhor passar na descida daquele ´´refri`` gasoso que outro dia afogou as mágoas do sedento Mickey Mouse e que o assunto passou batido. Ora, se já engolimos as reprises dos inéditos de cabo a rabo, e por que não uma vez mais?

○ Detalhe. O seu ´´Vídeo Chat`` de hoje pode ser grande fonte de entretenimento amanhã. Compartilhe essa idea antes que se apague e só não me fale mais ½ dúzia de besteiras nesta abertura de ano. Tudo repetido, de novo. Santa curtição? ´´Facesmania``, nível Kkk´s, Kibts, o que é praxe, se é que alguém entendeu tamanha a exatidão. Basta manter o assunto minuto a minuto, atualizar, gozar, ops, e de nada importa daquilo que você está lendo no corrimão do globo ocular. Curta (curta-se) se for capaz. O dia está ganho mesmo! Aproveite. Deleite-se. Delete com um click o virtual ´indeletável´, pois, o ´imexível` – feito aquela turma de recicláveis e de genéricos que vem por aí para a hora do voto, não tem igual. Políticos genéricos, aliás, para todos os gostos e bolsos. Chatmanias genuinamente livres e corretas!

○ E vá. Uma para fechar o cerco deste ressacol: Quanto as duras penas do meu galo, herdado no ´´ofertão`` da bancada e da sobra festiva entre amigos – e ora este poupado pelo milagre do destino em perder o bico –, as duras penas essas lhe renascem por natureza. Tal as nossas penas, que (idem) que renascem facilmente.

– Gravando!

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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○ Só para constar na paleta de ofertas do dia que adotar uma nova ´ferramenta` de trabalho – via net mania – requer, muitas vezes, que instalemos um novo aplicativo para melhor desempenho da coisa, não custar ressarcir que um vício pode nos levar muitas vezes à repetição, ao gargarejo, ao destempero no arisco da palavra. Portando, quem está na chuva trate logo de abrir o acessório apelidado de ´morcego` e para aquele que faz uso do transporte público por essas bandas, que aprenda a acotovelar-se. Mesmo que seja só no ´totózinhho``, à la Jair Bolsanaro, de outro dia. O que, de acotovelar-se, pelo menos uma vez na vida, outra na sorte, jamais estaremos livres. Acredite.

○ Uma que por ordem das instrumentais da semana, admitamos, o troca troca de juízes por questões ´mensaleiras` e de seus ´réus` bem enclausurados à deriva, então, se o Jacó do Bandolim continua tocando na mesma banda, enquanto o José (outrora também do bandolim) preferiu experimentar nova ´tropicália` ambulante, a arte de subir, pular o muro, trepar no pé de coqueiro, ora, patavinas! Encargos ou desencargos de consciência, certo modo, encontram-se sempre, dependendo do ponto de partida. Em círculos nem se fala! Quem chegar primeiro, chega primeiro e ai de qual Vossa Excelência chegar por último na corrida do saco e disser que ouve trapaça na hora da largada.

○ Agora, se por outro lado vamos maldar da mosca que deu de cara com a vidraça fechada, sem ter percebido que a porta estava aberta, isso pode significar erro de lógica, de pontaria. Os bancos não me devem nada. Pelo contrário, eu é que devo para eles que lucram com tudo. No crédito, no débito, no cartão e somente na próxima fatura. Banho de água fria vai bem a toda hora do dia. Ainda mais quando o ´marmitão` express vem servido na faixa, de bandeja. Se o fruto for uma goiaba bem polida, pode estar premiada com algum tipo de figurino animado, lembre-se logo à segunda mordida. Mas não siga isso à risca.

○ E vá! Que chorar o gelo derretido muitas vezes não leva a nada – I´m broke! (Estou duro!) – , pois, no país que de tudo tem de vasto em fartura, pobre é que somos nós além da seca do deserto e que sequer encontraram a bula para o santo remédio. I´m skint – estou o que mesmo em épocas de reais bicudos? Os chavões milagreiros das eleições já entraram em cena. E que Peter Pan que nada na terra do nunca. Os mágicos, isto sim, são esses os de nós! Tropicália. Tropicalientes. No futuro próximo, antes da Copa, quem sabe adiante o meu ´´Plano Seguro de Dívida Estendida``.

○ Crentes ou não (to be or not be) para o que mais vem por aí de forma a tapar o sol com a desempenadeira, impunidade? Em breve, projeto a passar pela Câmara e Senado de Reilândia City, nos arredores de Absulândia Brazilian Now!, o surgimento – e posterior aprovação em massa – do ´´Comitê da Impunidade Política``. Só para os veteranos em ascensão. Tanto é que ouvi dizer (caramba, tem sempre alguém dizendo alguma blasfêmia contra o governo, para melhor passar na conversa de botequim) que a preferência repetência de resolver determinadas coisinhas miúdas, que normalmente pedem pressa em prol do povo, na calada da noite, é que geram os graúdos em prol deles próprios. Se a casa caiu para alguns dia, merecendo até missa de sétimo campal, destes tal o escândalo da faixa do asfalto esburacado, blindados é que seus ocupantes continuam e não é coisa de novela global com alguém ter sido expulso de mala e cuia cidade afora. Ao quadrado.
Ah, ia me esquecendo. Círculos, pois sim, de conteúdo vicioso. Ligar, começar, copiar, colar, compartilhar...

– Garçom, passa a régua e pendura mais essa no prego que amanhã eu pago. Sem furo...

(continua)

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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○ Por ordem de todo menos desatento em dizer que qualquer semelhança é mera coincidência com recordes e fatos atuais, do duvidoso ao menos pretensioso em avisar que quem paga a conta disso tudo, só não tente adivinhar quem! Se a Mãe-Terra continua a rodar em torno do seu próprio eixo, o nó cego da minha gravata eu ainda hei (pouco ululante) de desatar. Só não ponham mais lenha nessa fogueira que os festejos pós prisões em ´´camburão aéreo`` iremos – e em muito – ter que aplaudir. Planos e planos de fundo é que não vão faltar nessa hora do adeus/acenar, que eles darão. Os culpados, como sempre, decerto são os outros. Afora os gargarejos e atropelos vocais.

○ Ao ver certos gestos do ´´V`` de Vitória dentro os tais (os quais não precisamos citar tanto os nomes ora batidos por todos os canais), venceram o que?, necessariamente, e em que ordem? Continuam a não querer como não vão pagar nada? Sequer em ´´vitória régia``? O transporte em ´´família``, por enquanto, foi bem orquestrado nível lavo e enxaguo as minhas mãos e (as) seco na mesma toalha. Se um dia foi de Cesar por que não do Lulamania Estrelado?

○ E tal acabei de ler por um desses escalões de positivismo cívico, ´´se tudo falhar, tente o óbvio``, sem desmerecer ao que tanto nos salta aos olhos, assim, como alguém cantou: ´´tem que seguir```... então, não segurar mais essa peteca? Dos Delúbios aos dilúvios da vida ante a vida noveleira que vez por outra faz sempre questão de imitar a arte, juntá-la uma a uma por ordem de chamada, faltaram muitos ascestrais para o ´´camburão`` que cruzou os céus até a capital da esperança.

○ Só para lembrar (decerto ainda ao mundo daquele outro que nada sabia, apunhalado pelas costas, sem desmerecer os esquecidos pela falta de fosfosol) na política do aqui se faz, aqui se reescreve, ganham asas, como também se prescreve, e lá vamos nós. De privataria em privataria apredemos. Ora, eliminar os graúdos com alguns persistentes miúdos não cabe apenas àquele provérbio francês – ´jamé` em desuso –, que dinheiro não dá em árvore. Porém, atravessa paraísos fiscais em contas suíças, extra corretas. Declarar em público por que? ´´Minha cara metade equivale ao árduo patamar dos meus bons lucros``. Falei?

○ Se tudo falhar, como foi dito por entrelinhas acima, ou que a pergunta persista em não calar: ´´haverá luz, finalmente, acima do buraco`` (isso é o recomeço de uma Grande Era Lulística?), também não vamos ser tão egoístas, pouco obscuros, nem tampouco fazer vistas grossas ao que devemos crer para lá de ondas e mais ondas astrais. Nós também jogamos com os hipopótamos!

– Mas como foi esse alvoroço todo? Dos tais condenados encarcerados em regime fechado na Penitenciária da Papuda, àquele movimentado ´´Dia da Proclamação``? Entre eles o ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu, que quer virar gerente de hotel, o José Genoíno, em pessoa, acenando sabe-se lá para onde, e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares? Só não me desenganem ou que me trinquem de vergonha que em pouco entra em cartaz novo clássico de ´´Memórias de uns cárceres`` – menos privados, claro – sem fim. Tal o disse, se uma mão lava a outra, logo, as duas se enxugam na mesma toalha! Genuinamente corretos e sob forte controle de (ex)pressão...

(continua)


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○ Nem tão curto, nem menos grosso e desafinado do que ontem, e lá vamos nós no destempero alho&óleo da semana. Certamente, ´´habemos aspas``, na ponta da língua! Ainda. Muito pelo que não precisamos repetir por ondas curtas, que batendo de frente com os agudos daquele que tem pressa, em falar (e não é dom apenas do genuinamente correto) aquele que come sempre o crú para melhor passar... Na hora do mata fome, véio – sem querer persistir na dura promessa de onde colocar o zero, ao quadrado – não tem pra ninguém. É vapt vupt goela abaixo em vias de ´´Ofertão de Votos`` – versão 2014 a R$ 1,99, vindos de bandeja, que já vem esbanjando por aí. ´´Ah, e nada como poder sentir a necessidade do povo nessa hora de plena evacuação!``, ops. Eu disse evacuação precoce, na área de trabalho, efeito químico? Ih...

○ Muito pelo que, como as vinhetas não desenganam, o quanto não desencanam largo tamanho, o oba oba ´obrigatoriedade` é nacional. Quem não tem o ´´Bolsa`` fica com o ´´Sacola Família Retornável`` e do salve-se quem puder do casal Lula&Dilma de Vermelho. E não vamos pretender esticar muito no assunto porque não custa lembrar que o ensopado de linguado, na correria do CONFIRMA, engolimos como vem. O que na língua do ´´p``, tal quis explicar o ex-Cara, que resolveu dar o ar da graça pós sumiço, tão escondidinho, vulgo o L. L. da Silva, ´´precisamos recuperar a imagem política no país``. Qual esta no vox popoli do esquecido eleitor, o seo Inácio ´Abstenildo` aqui do bairro, idem, que por sinal também L. L. da Silva, entra na lista dos genéricos ´Memorex` e do mundo dos esquecidos da coisa.

○ De volta às artérias do Velho Rio Chico é que não queremos tocar na ferida. Pois vem aí a ´´Copa do cura tudo`` e não temam das inverdades alheias, da imprensa fuxiqueira, de quem entrou no ´´camburão aéreo`` dia desses e que o ´picles`, sempre em estado pleno de conserva, seja ainda o primo mal humorado do pepino no assunto de pauta que em pouco vamos falar. Digo, pichar, mas não feito o Justin Bieber no Brasil. Só não confunda o ´´por demais`` com o ´´de menos`` com o que poderíamos explicar de imediato num breve ´entre parênteses`` aos tais ´´entre parentes`` em cena. No Planalto Central, claro. A ´´História da Velocidade Política no Brasil`` – bem como de sua evolução e ´espécime` – pode estar ainda resguardada em alguma cápsula do tempo não localizada nesta esfera global.

○ Tal foi escrito há muito, muito tempo atrás mesmo, que dinheiro não tem cheiro, mas que continua sendo a velha e disputada raíz quadrada de todos os problemas, por que não prolongar, estender, aderir às novas subversões no ato de recorrer? Se em boca fechada não entra mais o mosquito, em nome da nossa santa malvadeza em questão, digo, na atualidade das escutas, entra pelos ouvidos! Na ´opereta` do assunto, odeio escutas xeretas, ocultas, ´´essa voz não é minha, é de dublê, de iniciante``. Pós geração malufiana, de bengala, e que seguem além maravilhas até por conta da sobra de pilhas de nervos, de juntas e mais juntas de rugas de preocupação. Chorar as pitangas, o gelo derretido, por que?

○ Em resumo: se a ´´Maior Cidade do País`` (a saber, para quem esqueceu de perguntar, São Paulo City) continua esburacada, onde não existe nenhum culpado por desvios de verbas, uma ninharia de punhados de reais, ´´verdinhas``, assim, caminhando aos trancos e barrancos no recapeamento do asfalto... Logo, monitorar, fazer balanceamento, controlar a meio tom de voz – pós malufiana, não esqueça – para que, heim, insensato Abstenildo? Seja lá, o que em pouco mais este auto blefe, aqui, de (sobre)aviso se auto-delete em cinco segundos, querem apostar mais em que no estalo ´do bem contar`, do que foi dito, acima, e que não tem cheiro? Agora é que somos nozes!

– Ma que? Barba, bigode, nariz, boca, unha e cotovelo, numa parada só? Quero mais é saber do que possa reduzir o nível do meu colesterol auditivo no melhor do grafar desse novo besteirol corriqueiro. No acerto do passo e de quem mais vai ao baile esta noite ao baile de gala, ora, que venha logo o sobrenome da Rosa!

(continua)


Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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○ Quando muito (ou nada) de novo surge, aparece ou acontece nas telas, é o que permanece mesmo. Do dito pelo não dito – na casa do seu Benedito – também é o que tem para hoje. Molduras em cena, em movimento contínuo, constante, idem, na praxe do assunto. Tais delas, na sinopse do que vem pela frente, e ademais capítulos a serem seguidos ao pé da letra, ´mamas in the papas` (na ponta da língua) acredite quem for capaz. Aliás, veja antes que desatem depois ao que soletro ´´vamos investigar´´, ´´nego as acusações``.

○ Pois sim, algo que estava engasgado para dizer desde outro dia: ´´Eu não sou o canadense John Malkovich mas o meu celular pega até debaixo d´água!`` Por questão de segurança, em épocas de partilha do Pré Sal (de cozinha) por essas e por outras bandas, nem os inseparáveis Aldo&Hildo precisam espionar isso. Em épocas atuais, sim, não me desmintam na pitada da minha língua, que reciclar o verbo é mais que preciso. Na política nossa de cada dia nem se fala! Não tem jeito. Vivem em sintonia, em vão. Só não pichem a esperteza do ´´Palhaço 222`` mais votado do Brasil, que comparece em todas as sessões (mega) extraordinárias da Casa, recebe o líquido bruto, sem fazer nada. ´´Pior do que está, bom``. Risada Brasil é que não cabe mais recurso. Só em concurso para aqueles que vem em carreatas para a próxima eleição. Frente ao recicláveis, né! E vá! Com tanta mordomia vão salvar o Brasil dos finalmente engravatados como? Na mão grande...

○ Muito pelo que, para aqueles mais saudosos que se recordam do mel Caro, com tantas dívidas em andamento, o grande barato é que nada sai de caro. Mentes que brilham na Câmara e no Senado circulam aos montões e não pegam fila sequer na hora das subdivisões dos seus ordenados e comandas gratificantes. (O que? Alguém citou a lista dos ´´ordenados repatriados``, deles?) O ´´Santo Remédio`` para combater a corrupção em massa é que não foi testado ainda nem mesmo pela ordem dos genéricos. De recurso em recurso tudo segue o seu curso. Coisa que (dizem, e como dizem) se muitas vezes resolvemos tudo na vida mediante um sim ou um sonoro não – daquele tamanho – o talvez pode adiar, normalmente, uma decisão. Sempre. Procrastinar também entra na baila do assunto. Sem grande ministérios bem como daqueles que aprenderam a voar baixo, rasteiro, sorrateiro. Ou, ainda, pular de galho em galho. Digo, de partido em partido. Nível Marina Silva (in)sustentabilidade 1, 2, 3. Nível ´´amigos eu não sei, simpatizantes em ganhos divisórios``, esses aparecem em todos os canais. Nível...

○ Confirma? Não menos duvidoso do que será o repeteco pós eletivo do amanhã? Então, como podemos acenar que as aparências são – muitas vezes – aquelas que também sonegam e grandemente desenganam, a ordem dos fatores (como pela Ordem ´´Lulística`` e dos incansáveis Proteus&Pometheus) nem sempre são comuns. E grave aí no ímã de colchete da sua cabeceira que se os sinos dobram, logo, os mesmos se desdobram à mercê da boa e dedicada audiência. Ou seria pela costumeira falta quorum? Decore. Que a piada quando contada de trás para a frente pode surtir algum efeito. (Se contada pelo patrão, aquele que riu por último, pode colocar o emprego em risco).

○ Prossiga. Segundo a lei do ´´Aqui se faz e aqui se propaga``, tal essa, dita alhures, passa além da ´´Máfia do Asfalto Recapeado`` e que virou assunto ´Kassab no muro` a ser comentado como a bola da vez. Portanto, e uma vez mais, aos nossos representantes (que persistem em ser do povo, torrando o dinheiro, que persistem em ser do povo) o meu apreço. Não vou ´voltar`, e daí? Justifico. ´´Nego todas as confirmações``. E acaso não seja pedir demais, dia destes pretendo me autobiografar – e não importa se por linhas tortas, ou, sequer pela ordem do vale o quanto pesa.

– Mas com, se continuam os boatos que o ´Mc Hamburger Number One`, Obama, continua bisbilhotando a vida dos outros? Bolas, é ou não do naipe cultural que a vida dos outros, dúzias de vezes no decorrer do dia, continua sendo muito mais empolgante do que a nossa? Televisivas ou não (to be or not) e daquelas mais que ungidas ao sal grosso! Churrascão de domingo, é pouco.
(continua...)

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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– O que? Outra quentinha direto do raio-x e na contra chapa do meu, do seu, do nosso omelete à brasileira com o reforço requentado dos ovos remexidos e em nome da nossa santa malvadeza em questão? Se for do nível pit stop, no mata fome, então, é pra já! Reciclar, companheiros, compartilhar o verbo com a reforma do advérbio é mais que preciso. Muito pelo que, frente as oferendas de pesquisas – por antecipação – de quem sobe a rampa na próxima temporada presidencial, ora sabemos.

Pensam que não, eu sei o que vocês (digo eles) fizeram no último mandato. E, ó, incrédulo e pacato Abuelito! Vão pedir o novo voto da (des)confiança, quando, obrigatoriamente aplaudiremos alhures no país das greves, dos agraves, das passeatas e quebra quebras noturnos. Resultado. Dizem que vem por aí o ´´Manifesto Lulístico`` somente para os sem teto e os sem fome. Zero. Direto do mundo dos esquecidos. Quem reviver, reviverá pós atropelos do Mundial 2014 que, ao que indica, vai dar bola fora. Privatizaram o Ouro Negro.

Pois sim, duas coisas e um pouco mais antes do término do capítulo seguinte de ´´Amor às Intrigas`` no melô do horário nobre e do é dando que se percebe – muitas vezes – o tamanho da chanchada em família à beira de um ataque de nervos. Por parte do telespectador, claro. Bom. Assim. Que colocar a paciência na fritadeira desligada é uma coisa. Já colocar a mesma na fritadeira ligada pode tornar tudo diferente. Pegou? Então larga que está machucando. O Petróleo é deles, ponto final e não coloquem nem mais uma vírgula pós fato consumado. Sem concorrências absurdas e nada de brincar de queda livre em cursos feitos à média distância. Tudo bem?

Como eu disse aí acima, paciência, aliás, é o que mais temos acompanhado por Sicranos e Beltramos eleitos pelo povo entre jogos e mais jogos do bafo governamental. Anote. E que o gerúndio, aqui, pode muito bem cair, estar e enraizar na casa do particípio. Se a Dilma falou, sorriu, mesmo à onda de espionagens, o café amanteigado foi servido à la carte. Super salários? Mas como, se o meu teto de mínimo à essa altura dos impostos, de micro passou a co-existir? Nessa vale a deixa de que ralamos além dos fundilhos minifundiários, ops.

E só para facilitar essa pseudo leitura ´´morning show`` seguidas vezes com o refúgio do ´´Quem Copiou de Quem?`` (dou-lhe uma...) é batata. Follow the money! Afinal, alguém tem que contar os pingos dos ´´is`` e rejuntá-los – se preciso – para fazer a gente rir na banguela, verdade? Recorde. O cuscuz amanhecido desce que é uma maravilha na falta do pandeló, idem, d´ontê! Macarrão, alho e óleo virou luxo. Exatamente no momento quando persistimos em reprisar por estas breves e inacabadas linhas e na boa ação da semana que: ´´Nascer com o dom de ser chato, certo modo, superamos a quem maravilhas. Adquirir de tabela o tal (dom) pode aproximar-se de um possível supra sumo comunitário. Apossar-se dele, forçando a natureza e origem da espécie – como da politicamente correta, diga-se de passagem –, ninguém merece averiguar nem mesmo durante o ´´Vale a Pena Ver de Novo`` ou que esteja na ´´Cessão dos Achados&Perdidos e Mal Resolvidos``.
Fisolofando a desdita do que li por aí do premiado escritor Alexandru Solomon: ´´Quase tudo na vida se resolve mediante um sim ou um não. O talvez nada mais é do que adiar, covardemente, uma decisão``. O que também complicar em cima do ´´íssimo`` não gera benefício nem dá segurança alguma.

PS.: Um pedido. Compartilhe e volte ao que estava fazendo agora pouco e só não esqueça de piscar seguidas vezes no comando do seu inseparável ´´mouseclic`` de mesa. Dizem que faz bem até para a menina dos olhos. Por direito e sem preconceito algum. Piscou?

– Iluminuras, Chapinha. Ainda que costumeiras, iluminuras mesmo que das mais passageiras...


Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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○ Por certo dizer que expressões novas surgem ao longo das primeiras horas do dia – sem dispensar aquelas que nunca saem de cena –, isso não podemos negar. Principalmente com aquelas que, automáticas, ganham alguma pitada de condimento caseiro, emocional, para dar um gostinho a mais à fração do momento. Se cair no gosto do povo, o sucesso é imediato.

○ Com essa, não vamos duvidar do filósofo matemático Platão, se o mesmo era daltônico toda ou apenas parte do dia; ou, ainda, que o Lula – algo que por sinal, estratégico, Inácio da Silva – ainda sonhe ser o líder amnésico da nossa pátria amada. Onde, claro, os filhos teus agora não fogem às passeatas (favor pular o vandalismo, a baderneira). Pois, sim, nesse ponto, quando é de se concluir que quem não chora, não desmama, sempre na voz dos nossos sapientes em ação. O que é do povo, imagina-se ao léu, pertence aos políticos bem remunerados. Alguns passando da casa dos 28 mil paus...

○ Vai vendo. Mas também vai lendo, que se essa conversa fiada tem que durar para hoje, e, como se eu não fosse prevenido nas minhas anotações feitas de tabela, prevenido, eu disse, tem que durar para depois de amanhã. Quem guarda, obtém! E se as pesquisas eleitorais já estão aí para torrar o tempo do ´´tele-eleitor``, tudo (idem) depende de quem seja o pivô da história dentro do país rico onde falta tudo. As pesquisas não desenganam, lembre-se. Menos os espiões e e-mails próprios.´´Enquanto o bode assa o feijão cozinha, verdade?`` Porém, não exatamente nessa ordem. Se quiser mudar, mude. Do contrário basta seguir a regra em dó maior.

○ Tal qual o nosso (?) também amnésico seletivo persista em fazer sinal de positivo, imaginando-se ainda o ´´Cara da vez``, por que não adicionarmos um breve: ´´na pressa e praticidade da coisa, não precisamos mais ensinar o sujeito a pescar na vara curta. Basta indicar o endereço de uma boa peixaria que pode ser uma boa saída. De preferência aquela que seja do bairro``. E vá! Call center de cirurgia plástica agora pode ser o indicativo mesmo via Alexander Graham Bell e Ipode. Já se o meu salário mínimo, persistente na fase da Lua Minguante, só não tenho direito à greve por prestar serviços a quem. Greve, aliás, somente aquela (de fome) e que faço por livre vontade. Imprópria, né! E com direito à soltura de fogos sem artifícios. Do meu passe livre, resta somente o preso. Sopapos de governos, isto sim, quando tudo vai do feitio da mola do divã do Freud esquecido, e obrigado por perguntar de caneta, papel e lápis borracha em mãos.

Pois, (do conclusivo inconclusivo que ora queria ter intitulado) mas não sem maldade em responder que muitos são os chamados para prestar esclarecimentos – de pegadinhas da rede Internet que é só para atrair a atenção do tudo a nada fazer além do Domingão etecetera e tal, o chaveirinho do ´´João Kleber`` vem de brinde, ou na bombástica da sorte dos chifres de quem não reclama – e poucos ´deles` são os recolhidos para dar o exemplo, então, se errar uma vez, vá lá. Duas, bom, dá direito a cotovelada nível observação, exclamação. Caindo na casa dos três significa obedecer a regra. Por sorte é que alguns eventos desses acontecem de maneira diversa. Seja entre o caótico, simbólico e a esquecida carótida, que constantemente fazemos da veia esquecida.

– Pensa rápido. Ligar, suspender, apagar. Reiniciar... O que pode muito bem tornar-se um grande (re)começo do acima/abaixo assinado. ´´Insertei`` ou não ´´insertei`` a coisa?

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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