NATAL PRESS

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´´Serei eu, sempre o eterno Tristão, à espera de Izolda?´´.

Uma vez descoberto do rebocar das palavras e só para início de conversa que tropeçar todo mundo tropeça, mesmo que seja apenas uma vez na vida, outra na sorte (favor incluir os palitinhos da rodada) e lá vamos nó. Tirar você daqui por que, heim? De novo e outra vez! Do velho, do novo e do semi usado pós mais um movimentado Black Friday – on line – e de corpo presente, desses comemoramos logo adiante. Comprar, consumir, se ´´entupir´´, é preciso. E porque sim e porque não. Afinal, lucrar cinco reais, em tempos bicudos, valem por dez. Um montão! Governadores deste meu imenso Brasil, abuso econômico, isso é fichinha. Limpa mas é! Se a nossa presidenta atuante está sendo ´decretada´, isso são outros 500!

Se por um lado deu branco – e se deu branco – ora pois!, comece a procurar lembrar tudo outra vez. Assim. E se tienes lá uma dúzia e ½ de bons motivos para dizer quem sim, não diga não! E depois (quem sabe bem depois) só não me digam que eu vivo resmungando com as minhas 4 paredes, ultrapassando delas, aquém, da imaginação. O país ainda vai dar certo! Prometem! Os projetos arquivados estão aí. Pelo menos em 26 anos, dos 26 mil projetos ora apresentados em Absulândia Brazilian Now!, 3 mil deles pelo menos foram aprovados. Quais restam dúvidas...

Por aqui, esses dias, tem-se falado – e muito – sobre uma tal ´´Lei do Calote´´. Quando em muito, idem, perguntamos aos mais jovens (quem sabe àqueles dos 20 centavos) e de ante braços, à torcerem em vão: ´´Então, protegerão eles, um ao outro, na surdina, em processo de reeleição?´´ Eles se elegem com a maior praticidade, mantém seus salários, até por conta daqueles outros que atraem(-se) por sua mais vantajosa popularidade, tiriricamente falando.

´´Será que a Dilma (Quase II lá) ainda me ama? – copiei isso só para ilustrar e ganhar tempo em mais um refrão por aqui. E nada a ver pela nova ´´Lei dos Internautas´´, e que, ´´copiar, colar´´ e loucos para alguém curtir e ´remendar´ seja bem mais prático do que nunca. Coisas do tipo, ´´só para os mais chegados?´´ Talvez. Anote. ´´Querida, minha caixa de entrada, hoje, está sem saída´´. Mas isso é só recurso do arremate.ponto.com.br e além da tabela dos mais chegados. Eu disse.! Mas só não conta isso pra ninguém que senão eu não te conto mais nada.

Breve aspas. Para aqueles que (o) conhecem – ou conheceram´, ouviram falar, comentar – Coluche, o cômico, precisa de um cochilo, pelo menos, de cinco minutos. Ali, no camarim. Porém, precisa também se dirigir à casinha secreta. Se o mesmo quis ser presidente, politicamente incorreto, outdoors de campanha nos restam deste lado e é de um montão. Todas las setas son comestible. Algunas solamente una vez… Feche as tais breves e incômodas aspas, por assim querer.

Chantagens políticas, manobras do nosso autêntico ´´Planalto fiscal´´, corrupção em pleno andamento, na surdina?, coberturas, repasse de 444 milhões para os parlamentares à aprovação da mudança da LDO? ´´País rico é país sem pobreza´´ e não só vamos tocar na ferida dos 10,5 milhões de miseráveis que não tem mais o que comer nem mesmo na boca do lixo? Malas de dinheiro de auditores de (des)nível Aneel? Por que vamos desmembrar mais um dos Anéis de Saturno, heim? Aqui. Negamos terminantemente as acusações. Foi só mais um ´alcaguete´, uma ´bravata´. Te pegamos. Não há advogados defensores que não (os) defendam – ao pé da luz!...Filmes de terror – dos mais chocantes – como daqueles que haverão de ser rodados na frequência e boa ´pegadinha´ dos milagres de governo, nessa, até o ´´Mestre do Suspense´´ Sir Alfred Hitchcock deu linha na fita! E filosofando o já filosofado de reticências à parte... Muitas coisas só lembramos quando mais precisamos. Outras, principalmente pessoas, muitas delas tidas como amigos, apenas quando damos por falta delas. Quem sabe o resto, muitas delas, sejam de visita inesperada. Cine pipoca mesmo, só na panela. Já confundir (e até pagar) ganso por pato a história pode ser muito diferente!

– Aquele que sair por último ´faz´ o favor de apagar a luz, sim!?

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa.

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De repente seguido da resposta de efeito gangorra ´´talvez sim´´, ´´talvez não´´, mas que não devemos ficar marcando muita bobeira com quem normalmente esteja perto de nós, eis o resultado do sintoma que não pode ficar em vão. Vide bula. Primeiro se conquista e todo cuidado para não carregar na bagagem o prejuízo. Pegou?

Já quanto a deixa – ou seria por uma questão de lógica do assunto? – de recorrer ao Acácio, o Conselheiro,  ´´mas e se começar a chover canivete, abrimos ou não abrimos o guarda-chuva?´´ Resposta automática que é de fazer doer nos ouvidos até mesmo na casa da Ivete. Daí o nosso presentão de final de ano com o pacotão de governo. A retomado dos preços. Queriam o quê? Mamão, mel e açúcar no mesmo pote? Vez por outra não escapamos de ser o recheio da uva passa – de modo que nos adaptemos aos xingamentos costumeiros, aos bufos, dado o adaptar-se à nova tabelinha.  Doa e remoa mais àqueles que pensaram  que os gastos não iam ser cobrados ao revés da moeda, relaxa (mas não goze precoce) visto pelo que, as perpendiculares também costumam vir avulsas. Quem vai bancar o salário ´´Sacola Família´´ daquela turma toda a ser empossada? Por ´´Ordem da Vaquinha Nana´´ ou Internautas Camaradas é que não.

Abre ligeira aspas. Como retocar os pingos nos ´´is´´ nem sempre tem sido a solução para resolver boa parte dos nossos problemas, o que mais dói na espinha dorsal é com aqueles companheiros aficcionados em organizar festinha nas costas dos outros. Muitos deles, do tipo monotype que grudam e sobem no nosso pescoço numa tacada só. Alguns levam isso pela ´Lei dos Mais Espertos´, que detestam comer crú. Fecha aspas. (Por menos ligeira que tenha sido. Só para poupar o seu tempo, claro!).

Mais um derivado com a tabela dos preços e cortes para o nosso remake ´´Assim caminha a desigualdade social´´ para o bem geral do povo? Por que haveria eu, então, como líder de bancada de Partido RH ´´Positivo Barra Limpa´´ pagar por um serviço que não funciona só para aparecer na fotografia? Se tudo vai de opinião, matar um leão por dia dando tiros e mais tiros de bacamarte no escuro, quem sabe imaginando o Ouro Olímpico Rio-2016, sugere muito treinamento e melhor olho clínico ante a rede de apagões que se aproximam.

Outra coisa! Engana-se quem diz do referido ´´Sempre´´ durar a vida inteira, passando ao além. Salvo casos de ´´Romeu e Julieta´´ e repentistas à moda da casa, tudo muda. Vai se desgastando, perdendo a euforia, o brilho dianteiro. Tanto que esperançosos teimam em levar o ´´olho gordo´´ em clínicas de emagrecimento sem conseguir resolver de todo o problema da sua gula. Dor de cotovelo mal acostumada, de barriga, não costuma dar apenas um vez.

Nova aspas. Só não desligue a televisão agora, pois, ainda há um novo capítulo a ser revelado e não é apenas por conta do ´Mensalão´ (que nunca existiu) e do ´Petrolão´ com aquele outro ora na fila e que em breve fará parte da pauta de assunto frente a já MP dos Vereadores-SP. Os diamantes são eternos. A global Império espera com a Maria Isis da vez. Na sequência do óbvio do ´quadriângulo´ amoroso dos chifres de quem não reclama. Exerce a fama. Fecha aspas.

Só para concluir que da conversa nasce a luz, a rouquidão – não lembro onde li isso, não me apoquente, não sou político que nega/esquece de tudo quando denunciado, e, logo vem o pigarro, o vermelhão, o tira tosse seguido dos ´´jaders´´ (de pugilista caseiro). Não há como escapar. E que ler a metade da frase não significa que você entendeu – de cara – tudo por inteiro. Doravante iremos ter a ´´oposição mais vigorosa que o país viu´´ frente a hora de desmontar os barracos, digo, os palanques. O milagre do crescimento há que ser plantado e incrementado a todo vapor por essas bandas largas e com muito diálogo, debates e parcerias.

– Benhêee!, ir ao Mc Pipoca outra vez? Que tal Mc Salsicha, dizem que eles estão com uns precinhos que é uma pechincha. E tome juízo que as peladonas de Porto Alegre estão correndo soltas que é um cooper de cenário. Muita celulite , covas,  ondas e mais ondas a céu aberto desse jeito! Mais uma xícara de chá? Passei agorinha mesmo!O adoçante é a gosto...

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Follow me: http://twitter.com/celsocolunista

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Dúvidas sobre até onde pode ir a paciência humana, com todos os seus acordes e álibis superficiais, para não tocar em outra palavra que não seja a do mal pela raíz? Dias destes alguém soltou a pérola de que para se chegar ao poder, ´´vocês não sabem do que somos capazes´´. Amiúde. Prosaica. De Futura ´´Revolução Cultural´´? Modéstia de risinhos escondidos, amarelados, sim, certamente muitos veremos. Para se chegar ao poder, novas ´´cabeças´´ serão servidas a Paulos, Neros, Netunos e companheiros do acaso.

O mais importante é enxergar tudo do alto, como diria aquele baixinho do gride de largada e que lascou ainda que não veio para confundir o que havia escondido a sete chaves, atrás dos montes. Montes e mais montes de bolinhas de papel. Confundir, aliás, deve-se ao termo de se ganhar tempo para elaborar, ritmar, aloprar respostas, como daqueles, salvos por lei, de poder manter-se no direito de ficar calado. Claro, vou responder o quê sobre essa distribuição de ´´ofertas espontâneas´´, ´´caixinha derivadas´´, à essa turma de sócios petroleiros que mal vi apenas na esticada da mangueira – querida? – bem como a dos estalar das ´´verdinhas´´! Hã?

Há casos em que é melhor manter-se leigo no assunto a ficar metendo o bedelho em tudo, participar, dar opiniões e findar a carreira na classe de um dedo duro, na condição de ´´delegação premiada´´, ter que ir parar no hospital por causa de uma virose inoportuna, mal rotulado, essas coisas de abafar a opereta, permanecer na classe D da plateía, persistindo em perguntar se ensaiaram algum fundo musical para isso e aquilo. E se não tem ´´fundo musical´´ hoje arrumamos um rapidinho ao bom (de)serviço da casa. De Irene, né! Visto que, em Abreu de Lima nem o superfaturamento da mandioca estraga, por dedução, quem sabe de alguém mais poder sentar no quibe resfriado pela gripe compulsória. Recursos. Se uma vez contamos com o ´Simples Tato Oferecido´ (por eles), quem sabe o ´´Fácil´´, o ´´Desbaratinado´´ entre na tabela.

Eu também não sei de nada! A porta, oras bolas, como a serventia da casa nesse momento de impasse? Só não desprezem aqueles que entram pela janela ao doce recurso do contorcionismo do a-b-c-d em cadeia domiciliar. Testar a lâmina da guilhotina, outra vez, no próprio pescoço? Isso nem sempre tem sido a grande saída. Mas a ´´Grande Jogada´´. De mestres. Recordar dos recursos que deixaram de ser humanos não está ao alcanse de todos. Pois, a juros nada escassos esses surgem às dúzias. ´´Doze anos já está de bom tamanho´´, foi dito numa espécie de repescagem, por aí. Só que passou. Avante! Agora serão mais quatro. E sem churumelas oposicionistas. Os analistas de Bagé, versão Luis Fernando Verissimo, anos 80´s, agradecem pela lembrança dos quadrinhos de boa tiragem.

Outra possível enquete para o governo que promete renascer – das cinzas? – em comunhão com o povo para debater propostas, arquitetar emendas pseudo-populistas, despertar o riso na sobra dos caras pintadas de ontem, dos 0,20 centavos atuais? Vá! Pulem a comenda do dia. Desfile de posse com direito a luzes, holofotes, Rolls Royce presidencial às margens do Alvorada e em rede nacional? Segundo comentaristas do ´´Vox NNW News´´ (nada de margem de erros, por favor), os nossos ´´louros´´, ´´brasões´´ e Charles estão dispensados. Portanto, é sentar o traseiro e continuar a trabalhar. ´´Se não o fez ao brinde da ´´Copa das Copas´´, por dedução (ops!), agora o fará para o bem de todos´´. Salvo na bandeja de promessas o inevitável lema da linha do esquecimento!

A presidenta reeleita ´´Dilma II´´ possui as fichas brancas e nós as negras, o Arthur Virgilio saiu-se com essa no Roda Viva. Ela só, portanto, e quem sabe na casa do ponto ou banca, citando futuras jogadas. A ordem é seguir as regras do jogo! Quem cobre o lance e a próxima rodada havemos de encontrar. Ao aval das fichas do caixa-2 e de quem mais assina em cima ou de quem jamais assina em baixo ao canhoto de pedidos. Arribas. Tudo ao bom goumert do verbo, sobra de verbas com as palavras. Por certo jorrando ´´ouro negro´´ – sem o pecado de se feliz entre fartas gastanças e nada mais. Ou será que vocês querem que eu pergunte tudo outra vez, heim?

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Follow me: http://twitter.com/celsocolunista

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´´Há quem diga que foi-se o tempo da onça beber água, diretamente da fonte´´

Será que estamos falando de tempos bem mais que atuais? Intermediários? Que eu tenha dormido de touca, como na letra do Raul Seixas? Ou mesmo porque vivemos recebendo bancos e mais bancos de dados? Ingredientes para uma boa coleta de assuntos recicláveis não faltam. Sobram na caixa de recados. Coisa que só de pensar de você adicionar uma dose de humor ao couver do dia pode render três porções. Esticando, quatro!

A reta eletiva, afinal? Brindemos à margem de erros e que as pesquisas podem acabar na casa do NDA. Debates on the table! Digo, da ´flechada´ que pode surgir sempre no próximo bloco.

Enfim, agora você tem todo o direito de poder passar uma nova temporada jogando o ´ioiô virtual´ – sic, quantas vezes quiser – pois, os ossos do artifício prevalecem. Tempos reais. Quando o papel Guri desde ontem ainda exerce sempre o seu papel funcional. A escolha normalmente é sua. Seja pela ordem do duro, mole ou não. Lembranças dos ´estádios´ pelos quais passamos de vistas grossas, com aquilo que seria do legado do mundial que ninguém duvida mais, ah, se...

Tudo o mais pode ser resolvido pela ´´gota d´água´´ que os nordestinos não recebem no período de quatro anos com a tal transposição do rio Velho Chico? Ou que a venda do nosso petróleo tenha sido transada à base de banana. Perguntas sempre pedem respostas. Até daquelas que possam vir na bucha, no candelabro. Em épocas de denúncias, malas de dinheiro e de surpresas tiradas da cartola são questionáveis. Reclamar da corrupção para quê se ela não saiu de linha!

Uma dúvida – ou questão de empuxo a ser resolvida. Note. Colocar a bola branca de snooker, parada, em posição horária resulta em que? Adivinhar qual o lado direito vai da opinião de quem faz mira arbitrária numa tacada de mestre. Para essa o Rui deve tirar o Chapéu!

Falamos em fidelidade partidária? Bom. Os prótons, vez por outra, conseguem até manter-se neutros. Quanto àquela cantiga do mal que continua sem ser cortado pela raiz, espalhando suas ramas (financeiras?) pelo chão, é vero! Por esses lados, por sorte que não é coisa só do Brasil, adoramos contar anedotas, espalhar metáforas. Quem sabe falar, arranhar os reboques das paredes. Em dia de caça, a caça, o caçador, caçarola, com seus seguidores. Home pages!

Adoramos, infinitos, passar informações requintadas. Obra do acaso casual power player e de comunicação em massa. Vim, vi e de tanto cutucar, de tanto macetar – e por fim ´marquetar´ – colecionamos dúzias de mui amigos. A um click mágico deste meu teclado invertido! A reta, afinal! Tudo acomodado entre a pesquisa incansável das fases e frases que temos de postar. Com ou sem crases, seja dito. E nova equação a ser respondida em ser-se livre ou não (perdão, Sartre) por que não pensar em alterar a ordem dos refletores com o que aí – como aqui – está. ´´Nem todos os burros são o que parecem´´, diria um bom ´palpitador´, descartando, muito que pelo óbvio, empurrar o bicho ladeira abaixo, sabendo que só possui um. Questionar nunca é demais, certo, Abuelito? Não queremos rebobinar o filme daquilo que já foi visto ontem!

E ademã e de leve que quem nasceu para brilhar, brilha além das noites e mais noites de apagão. Do sujeito que fica e que permanece imóvel na posição de lanterninha, ora essa, sequer responderemos a tantas comissões de ética quando cabe sempre uma segunda versão!

– Como? Um criado mudo, eu? Se por descuido de observar e ver triunfar tantas nulidades que rondam nesse cenário pós eletivo todo? Alguns andam mais é sorrindo, fininho, que eu tenha me tornado é um expert gesticulador. Um pisca pisca automático. De repente, sem querer tirar medidas, um ´orelhão´ atento aos chamados desatentos de campanha. Corrijo, de campana. Porém, sem fazer bico, que dizem ser muito feio, apontar o dedo e empinar o nariz!

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa.

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´´Dito e feito que mesmo parado ele funciona pelo menos duas vezes ao dia, em pouco teremos respostas das urnas.´´

Enquanto ligeiras, breves e costumeiras tentativas para conquistar o povo torraram relâmpagos, eis que o palco das boas e intencionadas aparições começa a se fechar, baixar na tenda dos milagres para aqueles que quiseram entrar em cena. Fazer o que, não há espaço físico nem financeiro para bancar tanta gente querendo virar Vossa Excelência assim tão de repente. Efeito Bungee jump político? Ou de gangorra mesmo, que acaba sendo mais econômico pela ordem da livre concorrência. Desde que tudo esteja livre no cartório. Ganhar no pulo, no macete daquele que disse que pior do que está não fica e no balde de água fria em época de seca.

Se quantos mais voltam para ficar porque Brasília é o seu lugar, não acertando na quina – ainda que da mesa da sala – fazer por merecer o lugar ao sol na capital federal do país, a sorte pode ser disputada até nos palitinhos, nos dedos. E nada de coligações insustentáveis, como dos veteranos inconformados, dos ´´Sem Futuro Prévio´´, ´´Sem Bandeira´´, ´´Bajuladores´´ e ´´Sem Patrocinadores´´. O outro Pantaleão-mor que espere nova rodada. Tudo passa. Somos todos meros aprendizes! Levamos e ganhamos na ´´banguela´´, no despencar da ladeira, na esticada de braço. Ilimitados. E olha a hora! Vamos sorrir ao novo show – que não deve parar! Quem matou Leda e quem ficou com o maior legado do Mundial não importa. O inglês viu e wow! Sete a um foi pouco para tanta mágica em campo.

Avante ao reajustar dos ponteiros que por baixo do nosso lustroso ´´mofo político´´ tem sempre algo a ser revelado, a corrupção faz parte, muito há que se esconder para os mais empolgados em ação, que não moraram na armada do renovável ora no degrau do vitalício. Duvidar do seu atestado de dureza perene, ainda que pelo impasse do refil da navalha – como os nossos queridos sabatinados apontaram – , vamos crescer às mil maravilhas.

Flechadas insalubres de um lado (não aponte o dedo, menino, que é muito feio) quem sabe adotemos uma nova versão em parceria com o acima intitulado. Algumas películas amareladas podem ganhar belas tonalidades. Ficam novinhas em folha. Até mesmo para aqueles mais confiáveis que precisam de parabrisa, bonés, rouquidão extrema, usar do ´padrão esquecimento´ para voltar a subir nos pódios dos palanques. Para quem não sabe, ´Agorafobia´ tem tratamento e não precisamos mais permanecer escondidos 24 horas D/N enquanto os futuros eleitos posam no foto ¾ para uma nova posse a ser brindada.

Cabe lembrar que estrelas mudam de lugar? Pois olheiros de prontidão continuam saindo direto da sala, forno, cozinha e do famoso ´despensário´ alternativo, ah, se continuam – e como, oh vida, ó azar, isto não vai dar certo! – a arrematarem amores antigos. Aonde está Rosemary? Sejam eles estrategicamente corretos na ala dos rasurados ou simples aprendizes. Vez por outra, não custa resetar na máquina, antes que percamos no Ibope, sem selfie algum, ou, por onde pedir um giz emprestado, que o apagador sobra aos mais atentos. Se as paralelas se encontram no infinito, outra vez, os nossos ponteiros também se encontram lá!

– O que disse aí o último retardatário da fila em querer colocar tudo a perder por um descuidado voto? Grilo? Mas como não tem grilo e é só porque você quer! Trate logo de começar a descascar mais esse pepino, que o abacaxi entra como sobremesa já em 2015. Quatro anos passam assim, ó, sequer vamos sentir na pele! Se bem que desta vez chegamos a levantar voo. Rasante, porém chegamos...

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Follow me: http://twitter.com/celsocolunista

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´´O inevitável será sempre inevitável. Mesmo que na tela do cinema, não tem como mudar isto´´.

Turbinados on line de um lado, aprendizes do concorrido cop desk de outro (para começar basta copiar, colar e rechear, aquela lorota que contamos antes por essas entrelinhas, algo que pela arte de preencher vazios virtuais), melhor ainda! Mas como é sempre bom ficarmos espertos para propostas de bandeira ao que incrivelmente prometem só para quando 2020 chegar bem capaz que muitos de nós não tenhamos arriscado certo no formato do cristal fragmentado com no tabuleiro do advinha. Ufa! Demorei a concluir isso.

Em primeiro lugar, vixe, quem começa desse jeito é a Marina ´Sustentabilidade´, como sempre ela inicia seus experts articulados discursos/previsões nas nuvens. Se tudo passa, passará. Acredite! Favor não esquecer da atual evolução dos tempos. Tempos modernos. Reciclado. Em que a sociedade brinda a chegada da comunicação em massa, peso e pescoço, num estalar de dedo indicador. Não clicarás e/ou me cutucarás em vão, manda uma das leis do Giant Google. Salvo efeito quebra molas quando seus mega bits costumam travar, cair, também desabam e enervam que é uma maravilha, com direito a discurso de púlpito de Senado. Não atingimos a velocidade da luz? Efeito estufa? Bumerangue só no espaço sideral!

Novidade extra! O mundo ainda gira. Faz piruetas. E se gira, as voltas que a vida nos dá são tantas que não podemos enumerar. Onde há um botão, há um clique desenfreado. Singularidades, pois sim, ao revés dos nossos consortes escolhidos a dedo – a mandioca está servida, que a sopa de abobrinhas não costuma ter contra indicação. Já a sobremesa fica a gosto. Vagas naquela ´Casa do povo´, sim, todos querem garantia para a repetida falta de quórum do dia a seguir ao lustroso ´`nego as acusações´`. Beijamos o santo!

No mesmo barco – de novo e outra vez? – não é só para os gaiatos de letra e que os Paralamas do Sucesso naquela época mandou ver. Morrer na praia, passar horas a fio a ver os tais navios, isso é para os fracos de espírito ou para quem adora mesmo boiar como nunca antes boiou como numa compra refinaria em alto mar texano, por exemplo. Mergulhar de cabeça no pré-sal ora temos um conhecido exemplar. E só.

Hã? Outra rebuscada de puxada de orelha? ´´Ah! Eu não sabia, como responsável presidenta sorridente, sequer conhecimento, ou, tinha dado conta de igual noção ao Lula ao que estava sendo traída´´. De fato, alguém há de desmentir que ainda somos nozes. E só de pensar em abrir nova aba, por aqui, brindo: ´´Que chatice!´´ Bolinhas de papel todo mundo consegue fazer pingar, acertar e chorar na boca do cesto de lixo.

Uma das muitas – quentinhas – que, idem, mandaram ver em linhas colossais? ´´Vamos acender uma vela pro bem e outra pro mal´´, apedrejou o Congresso outro dia. Nada a surpreender (e como quase sempre por essas bandas largas pouco surpreende), o país rico nunca deixou de ser um lugar tão visto assim, de portas abertas. Se o pai do Partidão 13 tivesse descoberto tudo isso aqui antes, pobre do timoneiro, do Cabral e cia. nessa barcarola de hoje, com a demanda do Quinto dos Infernos em barras de ouro e nada de pré datados na boca do caixa-2, mensalão, ´´petrolão´´ em evidência. Ao quadrado, né?

Sim. Daquele que riu por último e que decerto demorou a entender a piada? Menos pior – e haverá que entender – privou-se este em querer mostrar a arcada dentária amarelada numa tacada só. No vazio? No vazio, sobremodo, muito que breve, no oco do mundo. Sorria, vem mais zeros por aí. A somatória apenas – e não somente apenas – está (re)começando ao poucos. Em primeira mão e favor não pular, obstruir de malvadeza, nova fala do bem articulado ´´em primeiro lugar´´! Quase tudo que tim, tim, por tim, tim...

E como essa vai de ponta a ponta acima/abaixo assinada, só não me poupem dos ´´elogios de campana´´, quanto menos compartilhem, que já estou na ala recreativa me divertindo sozinho. Agora que vemos gente aí, voando baixo no banco de choque de mais uma ´´Comissão de Frente´´, duvido não. E quanto maior o pulo do gato, o tombo? Logo, quanto maior o rombo nos caixas, entendemos, maior o estrondo!

– Amorzinho, liga logo pro ´´Mc Pipoca`` aqui do bairro. Vai ter nova bateria de perguntas, réplicas, tréplicas, aquilo tudo de outra vez. Anda, vai...

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br

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´´Nem tudo o que produz zumbido é besouro.´´

Não malgrado da minha parte em querer reescrever o ditado, ´´Errar é humano´´, coisa que muita gente de boa índole deve ter em mente... Repetir o erro nada além de duas, três vezes, incontestes, toleramos. Correr atrás daquilo que realmente queremos é obrigação. Porque nada costuma cair do céu ou misturar-se à nossa poluição, assim, por nada. Errar mais que isso passa de virar vício. Daí, procure um analista. Menos pior, um bom dentista que facilite no reparo daquela sua resistente ´ponte dental´, amarelada, que você tanto preservou .

Não raro, já que figuras de linguagem costumam se multiplicar no troca troca de ministros de um certo partido ´´Partidão 13´´ e que agora pode chover barris de petróleo/dia, com a nossa líder presidenta maioral tendo que fazer-se de esquecida, vai que! Bolas, se o pai da criança, ´rouco avermelhado´, o foi por duas vezes, devemos afirmar uma vez mais que está tudo sob controle. Entretanto, não no mesmo barco chamado Brasil.  Nessa, não me curtirás em vão! Passe ao bloco seguinte, por favor!

Mas é por esse tocante ao que intitulamos perto daqueles que normalmente regem a nossa orquestra, temos que aprender a dançar. Enquanto um fala, o outro escuta. Pulem o bicho burro, sim? Se você não me perguntar nada não vou te responder nada. Dependendo do tempo de espera vou acabar é remoendo sílabas, beijando o ´santo´, no repetido hábito de estalar a língua no céu da boca. Entredentes! Problemas de dicção é com a ´´Dilma de Vermelho´´, como dirá sempre um mero articulador na onda do: ´´di, du, vãmo, fizemu, investimus´´. Línguas presas no rico reinado de Reilândia City – que fica nas vizinhanças de Absulândia Brazilian Now! –, boiam aos montes dentro desse mesmo barco. Chamado o que mesmo?

Mas voltando à chamada baila do assunto, ops, olha o meu índice de repetição!, comunicar-se, desde ontem – desde a idade da pedra –, já que os ´mega bits´ não reclamam, isso é assunto que faz a ocasião. Se as pesquisas chateiam? Que chatice, respondo na ponta do teclado e frente ao bloco de anotações da minha bic ponta porosa. ´´Quem não se comunica, se trumbica´´, saúdo o Velho Guerreiro Chacrinha. Dar ´´bandeira´´ aos inocentes credores/votantes pode valorizar, e influenciar, o mundo dos indecisos.

Coisa que tanto lidar com os nós cegos da situação seja verdade, em épocas de agora, privacidade conjunta ainda surge de bom tamanho. Seja nas ruas, nos bares e nos lares. Bem mais que novela da Globo ou daquelas emissoras que sobrevivem do tira teima de pegadinhas colhidas no recurso do copiar –colar-clique -Yutube. Privacidade conjunta aquém mais goste e só não esqueçam de postar aos mais presidenciáveis, com o Verde, ou que não deveria deixar de ser um bom ´´expert ´´Zé Mané´´ em plena ascensão.  Sim. Esse Eduardo Jorge, o tal do ponto ´´G´´  de Ouvido-mor – sem querer pichar o meditador perguntador. A fila anda, não anda?

Tempo pausa para o xixi antes do próximo bloco!

País rico, bom, se temos ´divisão de bens, de bonés, chapéus´ ... Ululantes menos operantes, na surdina – que é bom destacar –, a  farra continua fazendo sombra! Ninguém pega o homem? Nego as acusações e pouso final. Na carne a gente corta mesmo ao jato de tinta ou que essa não nos cause uma má impressão!

Ah, sim, nova fonte desse meu esquecimento de divã freudiano... Mas que, ´fondo´ e sendo, com tantas revelações ora em desalinho/desatino de nova CPI Petrolina/Pasadena/Pasadilma, Mista, engolida ao misto frio, perguntas e respostas automáticas no engasgo de regressos, ´´eu não sabia´´, fazer o que?, um dia também eu quero ser presidente! Sem ostentações! A sorte dos números pode mudar. Só não quero esquecer que na falta de um bom politizado genérico de prateleira eu possa provocar aquele ½ riso de embalagem gratuita, dependendo do consumidor . Ademais, um bom Sonridor.  Quem sabe um antes, um durante e um depois. Não menos que ´esperneante´ aos nossos tais (con)sortes, só não apresse no passo do outro bicho preguiça na passada do bastão, que logo este deva pedir o penico nesse novo tipo pedido de balde de água fria!

– Que nada, (Ah!)Môoo! Normalmente é assim! Quem pergunta pede respostas. Mesmo que ainda daquela vaga lembrança do fio de bigode como vai aí no remonte da tela. Só não pisca agora, que eu tô vendo, tô olhando...

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br

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´´Gertrude continua viva. Logo, Gertrude, ainda continua metendo o bico``.

Então, logo de saída, por aqui, vamos aos slogans de campanha versão 2014, do vale quanto pesa, do vira vira casaca e do quanto podemos gerar nessa nossa CAIXA ALTA (1/2 que desgastada) de teclado mental invertido? Boas intenções temos de sobra! Do jogo indiscutível nessa temporada de caça aos votos, acesso à banda larga, com o naipe do ´´não resta um´´? Quem sabe do ´´cágado escondido´´, amiúde, hã! Que tal, do menos lacrimoso/moroso jogo da ´´paciência´´, sem limites para arriscar. Escândalos? Fichinha, fichinha. Vamos recorrer, vamos nos permitir. Promessas de crescimento passam batidas. O Marco da Internet está aí. Nova caixa de ferramentas, velocidade da luz, do som silencioso, ao pé do ouvido.

Brindemos. A passos largos, no passo da tartaruga. Oito anos de governo de um lado, mais quatro de outro, elasticidade ginasta do bicho preguiça grandemente aplaudida. Tanto é que alguns levaram anos para gerar a coisa da máquina e somente agora querem alcançar a governabilidade da lebre. Há quem duvide, a caminho dos estádios, montado na cacunda de um jegue. Certas perguntas, vivíssimas, conclusivas/inconclusivas, jamais irão calar. Mesmo que por vias aéreas. O que, na prática e de maneira nada cristalina, teorias ululantes hoje passam distantes. Variantes, pois, por mais claras que sejam, acabam sempre contra o vento. O salto com a vara curta atinge o longe perto da voz do povo – mas não de todo – que é a vontade, o clamor do bom político que não faz o que mesmo na Câmara, pouco menos no Senado? Dou-lhe uma! O preço certo (qual é?) nunca deixará de ser o resultado esperado. Na ponta do lápis borracha, claro.

E é exatamente nesse aguardado momento de promessas, de mudanças profundas, de estratégias mal explicadas, cabeças de gado recontadas, pastando sem direito a remuneração alguma, grosso modo, também as nossas – muitas de bagre – quem sabe boiando, inseguras. A trilogia ´´Saúde, Educação, Segurança Pública`` ergue no braço. Algo me diz a bafo!

Via de regra, de 3, 4, cinco ou seis, vez por outra é isso. Para se ganhar tempo, tiriricamente incorretos, precisamos aprender a enrolar na linguagem do muito se fala, pouco se produz. Mas isso é tema que não queremos esticar por aqui. O bico, por mais que singular, todos metemos. De enxeridos, pelo menos uma vez na vida e outra na sorte, não tem como. Ser o centro das atenções é o que mais importa. Já o Quasímodo Corcunda de Notre Dame, esse cara também não passou em vão ao contrário dos seus seguidores deste nosso lado norte que resolveram emendar no banho de água fria. Alegria, folia. Embalistas de tabela!

Nota. Enfim, para aqueles que costumam abrir o armário do tempo, o baú da felicidade para perceber riquezas, minúcias nunca como antes, o sarcófago, sei lá, eis o porque da vaga memória em querer lembrar do personagem Gertrudes que explorou o centro da terra, no original de 1959! A atmosfera vaga, não vaga? Aspas. Muito que provável, ante a ´Lei dos Improváveis em Vão`, logo mais vem aí o projeto ´´Mais Água para o Brasil``, na vertente do sede zero. É oito ou 80 e não cabe na coluna dos 13 Estrelado! Fechado? Fecha aspas enquanto podemos. Sem censura.

– Quem segura o piano logo a seguir ao próximo debate? Logo mais lançamos enquete e de qual sortudo fica com ele por inteiro! Meio que assim, no duvidoso. Inversão de valores de quem vive na moita, mostrando as perninhas de fora. A propósito da tal desambiguação, e eu sei lá o que é isto, não me apoquente, por mais eles continuem embutidos na caixa, metem as mãos até por baixo das raízes. Desde os genéricos aos atuais circunflexos de então. E é pegar ou largar!

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br

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Olha o plágio. Olha o plágio univeral no vox popoli e no comando do teclado Ctrl C + Ctrl V e seja aquilo de mais criativo que lhe vier, lembrando que o baby bife não precisa sair da panela enquanto você opera a ferramenta. Por que se preocupar com o incômodo dessa mais ainda incomoda tendinite exposta às quatro paredes, com o bico de papagaio mal falante, resmungos com o parceiro que não entrou na rede para juntos darmos umas ´curtidas` de praxe. As dores de Dolores que esperem. A fome passa, a hora ´H`, a oportunidade, jamais.

Vai vendo. Mas também vai lendo porque certos produtos de mercado podem ser recuperados e diariamente estamos sujeitos a mudanças – antes, durante e depois do expediente. Coisas do cotidiano e do bom mau humor que vira e mexe nos surpreende de supetão. Algo para quem não sabe (ou ficou envergonhado de perguntar) assim do de repente, sem aviso, abruptamente. Tal os discursos repetidos por eles em ´horário obrigatório`, momento oportuno para se (re)começar de novo no desgaste que não pode parar. Vamos, apresse-se logo nessa nova conexão. Jogue, entregue-se ao click extra da dita ferramenta no mural das abreviações. Como disse aquele interlocutor, ´´o tempo não para``. Mudanças, te lembras, Abuelito? ´´Descargando`` arquivos mortos outra vez, como há minutos preciosos atrás.

E uma vez que tudo passa, tudo passará – em gênero, numero e grau – Pasadena de igual forma ganhará seu destino nos capítulos da nossa alegre história do nunca antes. Isso tão próximo do quer queira ou não com o que ficou encravado na linha do horizonte. O mudo gira, hã! A roda viva dos politicamente corretos em ação, salário ´farto` garantido, regalias... Pague para entrar (ao acaso amigável de doações) e divirtar-se nos discursos do pós eleito e só de pensar em permanecer. Voltas no parafuso todos damos. Só não podemos passar das contas e continuar dando a quem tanto recebe e não percebe. Sentar no formigueiro pode resultar num apressado sentido. Agora sentar na mandioca, vai que a dança do kuduro pegue ritmo acelerado! Arriar as calças para ouvir evoluções entre contextos de obras que sequer saíram da maquete é do finíssimo concluir que não precisamos recorrer ao alfaiate, ao figurinista. Olha só o tamanho do Rebu com os brilhantes da Império aí, gente! Riquezas lapidadas. De mentirinha, né!

Heim? Mais uma breve linha do nosso mofo político? Sem vergonha de serem felizes? Roda viva, da fortuna? Nego as acusações e vou recorrer ao mestre Ali-Babá que não me ensinou a lição direito. Passa eleição e volta eleição e tudo como dantes – sem descontar os experts que repentinamente resolveram brigar pela causa. Qual? ´´Para quem você frita o pastel, Raul?`` Inversão de valores. Ou seria ´conversão` na reta da subida? Venha, seja de onde estiver e confirme certo. O errado a gente soma no futuro do adeus dará no que tanto eles vão receber.

Crise? Mas quem bufou nesse assunto de crise neste finalzinho de conversa desafinada? Chorar o gelo derretido, never! Barriga cheia durante o serviço? Bá! Carne de segunda (quando tem, que fique bem claro) aqui no ´Meu barraco, minha dívida`, carne de segunda só na terça. A passada da manteiga no pãozinho é só de ida e não tem volta. Entendeu?

Ah, sim, ia me esquecendo – esse meu Nível 2 ainda vai acabar me fazendo perder outro bonde da história – que entre uma coisa e outra o interessante é atentar que não estamos sós. Alguém sempre está olhando por nós. De qual andar, câmera indiscreta, satélites, seja brincando ou se fingindo de bobo, porém está.

– Benhê... escorreguei aqui outra vez nesse raio de ´´No break``, mas já estou a caminho da nossa coleta da caixa de e-mails!

Celso Fernandes,jornalista, escritor.Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br

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´´É preciso ´resetar` a máquina humana URGENTE!``

Entrelinhas. Só para lembrar no mundo dos esquecidos que a roda ainda gira e que a Terra de tal forma achatada nos pólos tem lá suas explicações, como a do movimento de rotação que não emperra nunca, é vero. Científico. O que se formos concordar – e ligeiramente comparar com os nossos ilustres companheiros (de direita/oposicionistas e de esquerda/manobristas), esses sempre chegam nesse período delicado para consertar, orquestrar a coisa da máquina de bom tamanho. Muito há do que ser ´´limado´´ no verso e na prosa. Seja nos cortes, nas contenções de gastos públicos e trololós então treinados.

Sabatinados a la Willian Bonner, sem a ´´Randy´´ Boone, e sim a Patricia Poeta? Daí novamente o comprovante timbrado dos meios até (co)arbitrários, ops, que não justificam os fins. Os meios eletrônicos, hoje, são e fazem parte de nós. Se uma vez ´´Confirmamos´´ não ´´Resetamos´´ mais. Quanto menos hesitamos, enfim, melhor despacho ao que mais da sorte futura vier. A política do por si só – todos por quase nenhum – se não foi contada direito, impera aos mais toscos sentidos. Alguém devia de ter perguntado isso. Sabatinados, pois, ao pé da letra em épocas dos mais desatentos.

De fato e de direita – esquerda, e volver! – não é preciso arrematar sobre o peso da consciência e que em alguma parte do dia necessitamos nos manter livres dele. Dar um ´´page up´´ no cébrebro. Na cuca. Claro, todo o cuidado também é pouco na hora da gula eleitoreira. Fator RH também chega a ser Vetor. De geração a geração com a batizada era pós moderna. Portanto, quanto à Teoria do Relógio Parado, ´´até um menos personalizado, de pulso, está certo pelo menos duas vezes por dia´´.

Incrível ou não de matar na jogada (Herança do Mundial?) que a segunda parte do filme, que tão logicamente assistimos aos largos protestos, seja continuação da primeira. Ou que cair para cima vai da gravidade da questão e do seu ponto de vista. Ditado antigo, ´´chutar cachorro morto na beira da estrada nunca foi motivo de se atingir glórias´´. O balde, em épocas de estiagem profunda, chega a ser assombroso.

Mais filosofias baratas? Talvez sim, talvez não. Agora que de grão em grão muitas vezes reconhecemos a elasticidade, a feitura e confecção do saco... Notícias entram de bandeja. Principalmente quando este – que de grão em grão –, esvaziamos o que mesmo? A culpa é da alta dos preços. Se fossem baixos passariam por baixo da escada. A inflação está controlada, garante a ´´Mãe brasileira dos pobres´´ vestida de vermelho. Entendeu, o Tadeu?

Mais do dito ontem? Grife, decore, busque alinhamento do seguro que não morreu de velho. Ao longo prazo, longa data, ganhar tempo, heim? Igual na rodada da roda viva da vez que o Chico Buarque mandou ver no final dos anos 60. ´´A gente estancou de repente, ou foi o mundo que não cresceu?´´. E o que mais dizer dos atuais? Se li agora pouco que para fazer bonito os nossos presidenciáveis fazem até implante capilar, cirurgia plástica – no nariz – para melhor ganhar vida na tela, ora bolas! Não ficou lá essas coisas na fotografia, Denorex&Corega neles. Muito pelo que algumas mazelas não são percebidas pelo vídeo nem no tira teima das pegadinhas de relance na tela dos gigantes! Sequer por conta de novas ferramentas ´´resetadas´´, que por sinal precisamos entre pás, machados, martelos e principalmente picaretas, girando em torno de um mesmo eixo.

Celso Fernandes,jornalista, escritor.Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria deimprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br

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