NATAL PRESS

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´´Há quem diga que foi-se o tempo da onça beber água, diretamente da fonte´´

Será que estamos falando de tempos bem mais que atuais? Intermediários? Que eu tenha dormido de touca, como na letra do Raul Seixas? Ou mesmo porque vivemos recebendo bancos e mais bancos de dados? Ingredientes para uma boa coleta de assuntos recicláveis não faltam. Sobram na caixa de recados. Coisa que só de pensar de você adicionar uma dose de humor ao couver do dia pode render três porções. Esticando, quatro!

A reta eletiva, afinal? Brindemos à margem de erros e que as pesquisas podem acabar na casa do NDA. Debates on the table! Digo, da ´flechada´ que pode surgir sempre no próximo bloco.

Enfim, agora você tem todo o direito de poder passar uma nova temporada jogando o ´ioiô virtual´ – sic, quantas vezes quiser – pois, os ossos do artifício prevalecem. Tempos reais. Quando o papel Guri desde ontem ainda exerce sempre o seu papel funcional. A escolha normalmente é sua. Seja pela ordem do duro, mole ou não. Lembranças dos ´estádios´ pelos quais passamos de vistas grossas, com aquilo que seria do legado do mundial que ninguém duvida mais, ah, se...

Tudo o mais pode ser resolvido pela ´´gota d´água´´ que os nordestinos não recebem no período de quatro anos com a tal transposição do rio Velho Chico? Ou que a venda do nosso petróleo tenha sido transada à base de banana. Perguntas sempre pedem respostas. Até daquelas que possam vir na bucha, no candelabro. Em épocas de denúncias, malas de dinheiro e de surpresas tiradas da cartola são questionáveis. Reclamar da corrupção para quê se ela não saiu de linha!

Uma dúvida – ou questão de empuxo a ser resolvida. Note. Colocar a bola branca de snooker, parada, em posição horária resulta em que? Adivinhar qual o lado direito vai da opinião de quem faz mira arbitrária numa tacada de mestre. Para essa o Rui deve tirar o Chapéu!

Falamos em fidelidade partidária? Bom. Os prótons, vez por outra, conseguem até manter-se neutros. Quanto àquela cantiga do mal que continua sem ser cortado pela raiz, espalhando suas ramas (financeiras?) pelo chão, é vero! Por esses lados, por sorte que não é coisa só do Brasil, adoramos contar anedotas, espalhar metáforas. Quem sabe falar, arranhar os reboques das paredes. Em dia de caça, a caça, o caçador, caçarola, com seus seguidores. Home pages!

Adoramos, infinitos, passar informações requintadas. Obra do acaso casual power player e de comunicação em massa. Vim, vi e de tanto cutucar, de tanto macetar – e por fim ´marquetar´ – colecionamos dúzias de mui amigos. A um click mágico deste meu teclado invertido! A reta, afinal! Tudo acomodado entre a pesquisa incansável das fases e frases que temos de postar. Com ou sem crases, seja dito. E nova equação a ser respondida em ser-se livre ou não (perdão, Sartre) por que não pensar em alterar a ordem dos refletores com o que aí – como aqui – está. ´´Nem todos os burros são o que parecem´´, diria um bom ´palpitador´, descartando, muito que pelo óbvio, empurrar o bicho ladeira abaixo, sabendo que só possui um. Questionar nunca é demais, certo, Abuelito? Não queremos rebobinar o filme daquilo que já foi visto ontem!

E ademã e de leve que quem nasceu para brilhar, brilha além das noites e mais noites de apagão. Do sujeito que fica e que permanece imóvel na posição de lanterninha, ora essa, sequer responderemos a tantas comissões de ética quando cabe sempre uma segunda versão!

– Como? Um criado mudo, eu? Se por descuido de observar e ver triunfar tantas nulidades que rondam nesse cenário pós eletivo todo? Alguns andam mais é sorrindo, fininho, que eu tenha me tornado é um expert gesticulador. Um pisca pisca automático. De repente, sem querer tirar medidas, um ´orelhão´ atento aos chamados desatentos de campanha. Corrijo, de campana. Porém, sem fazer bico, que dizem ser muito feio, apontar o dedo e empinar o nariz!

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa.

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´´Dito e feito que mesmo parado ele funciona pelo menos duas vezes ao dia, em pouco teremos respostas das urnas.´´

Enquanto ligeiras, breves e costumeiras tentativas para conquistar o povo torraram relâmpagos, eis que o palco das boas e intencionadas aparições começa a se fechar, baixar na tenda dos milagres para aqueles que quiseram entrar em cena. Fazer o que, não há espaço físico nem financeiro para bancar tanta gente querendo virar Vossa Excelência assim tão de repente. Efeito Bungee jump político? Ou de gangorra mesmo, que acaba sendo mais econômico pela ordem da livre concorrência. Desde que tudo esteja livre no cartório. Ganhar no pulo, no macete daquele que disse que pior do que está não fica e no balde de água fria em época de seca.

Se quantos mais voltam para ficar porque Brasília é o seu lugar, não acertando na quina – ainda que da mesa da sala – fazer por merecer o lugar ao sol na capital federal do país, a sorte pode ser disputada até nos palitinhos, nos dedos. E nada de coligações insustentáveis, como dos veteranos inconformados, dos ´´Sem Futuro Prévio´´, ´´Sem Bandeira´´, ´´Bajuladores´´ e ´´Sem Patrocinadores´´. O outro Pantaleão-mor que espere nova rodada. Tudo passa. Somos todos meros aprendizes! Levamos e ganhamos na ´´banguela´´, no despencar da ladeira, na esticada de braço. Ilimitados. E olha a hora! Vamos sorrir ao novo show – que não deve parar! Quem matou Leda e quem ficou com o maior legado do Mundial não importa. O inglês viu e wow! Sete a um foi pouco para tanta mágica em campo.

Avante ao reajustar dos ponteiros que por baixo do nosso lustroso ´´mofo político´´ tem sempre algo a ser revelado, a corrupção faz parte, muito há que se esconder para os mais empolgados em ação, que não moraram na armada do renovável ora no degrau do vitalício. Duvidar do seu atestado de dureza perene, ainda que pelo impasse do refil da navalha – como os nossos queridos sabatinados apontaram – , vamos crescer às mil maravilhas.

Flechadas insalubres de um lado (não aponte o dedo, menino, que é muito feio) quem sabe adotemos uma nova versão em parceria com o acima intitulado. Algumas películas amareladas podem ganhar belas tonalidades. Ficam novinhas em folha. Até mesmo para aqueles mais confiáveis que precisam de parabrisa, bonés, rouquidão extrema, usar do ´padrão esquecimento´ para voltar a subir nos pódios dos palanques. Para quem não sabe, ´Agorafobia´ tem tratamento e não precisamos mais permanecer escondidos 24 horas D/N enquanto os futuros eleitos posam no foto ¾ para uma nova posse a ser brindada.

Cabe lembrar que estrelas mudam de lugar? Pois olheiros de prontidão continuam saindo direto da sala, forno, cozinha e do famoso ´despensário´ alternativo, ah, se continuam – e como, oh vida, ó azar, isto não vai dar certo! – a arrematarem amores antigos. Aonde está Rosemary? Sejam eles estrategicamente corretos na ala dos rasurados ou simples aprendizes. Vez por outra, não custa resetar na máquina, antes que percamos no Ibope, sem selfie algum, ou, por onde pedir um giz emprestado, que o apagador sobra aos mais atentos. Se as paralelas se encontram no infinito, outra vez, os nossos ponteiros também se encontram lá!

– O que disse aí o último retardatário da fila em querer colocar tudo a perder por um descuidado voto? Grilo? Mas como não tem grilo e é só porque você quer! Trate logo de começar a descascar mais esse pepino, que o abacaxi entra como sobremesa já em 2015. Quatro anos passam assim, ó, sequer vamos sentir na pele! Se bem que desta vez chegamos a levantar voo. Rasante, porém chegamos...

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Follow me: http://twitter.com/celsocolunista

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´´O inevitável será sempre inevitável. Mesmo que na tela do cinema, não tem como mudar isto´´.

Turbinados on line de um lado, aprendizes do concorrido cop desk de outro (para começar basta copiar, colar e rechear, aquela lorota que contamos antes por essas entrelinhas, algo que pela arte de preencher vazios virtuais), melhor ainda! Mas como é sempre bom ficarmos espertos para propostas de bandeira ao que incrivelmente prometem só para quando 2020 chegar bem capaz que muitos de nós não tenhamos arriscado certo no formato do cristal fragmentado com no tabuleiro do advinha. Ufa! Demorei a concluir isso.

Em primeiro lugar, vixe, quem começa desse jeito é a Marina ´Sustentabilidade´, como sempre ela inicia seus experts articulados discursos/previsões nas nuvens. Se tudo passa, passará. Acredite! Favor não esquecer da atual evolução dos tempos. Tempos modernos. Reciclado. Em que a sociedade brinda a chegada da comunicação em massa, peso e pescoço, num estalar de dedo indicador. Não clicarás e/ou me cutucarás em vão, manda uma das leis do Giant Google. Salvo efeito quebra molas quando seus mega bits costumam travar, cair, também desabam e enervam que é uma maravilha, com direito a discurso de púlpito de Senado. Não atingimos a velocidade da luz? Efeito estufa? Bumerangue só no espaço sideral!

Novidade extra! O mundo ainda gira. Faz piruetas. E se gira, as voltas que a vida nos dá são tantas que não podemos enumerar. Onde há um botão, há um clique desenfreado. Singularidades, pois sim, ao revés dos nossos consortes escolhidos a dedo – a mandioca está servida, que a sopa de abobrinhas não costuma ter contra indicação. Já a sobremesa fica a gosto. Vagas naquela ´Casa do povo´, sim, todos querem garantia para a repetida falta de quórum do dia a seguir ao lustroso ´`nego as acusações´`. Beijamos o santo!

No mesmo barco – de novo e outra vez? – não é só para os gaiatos de letra e que os Paralamas do Sucesso naquela época mandou ver. Morrer na praia, passar horas a fio a ver os tais navios, isso é para os fracos de espírito ou para quem adora mesmo boiar como nunca antes boiou como numa compra refinaria em alto mar texano, por exemplo. Mergulhar de cabeça no pré-sal ora temos um conhecido exemplar. E só.

Hã? Outra rebuscada de puxada de orelha? ´´Ah! Eu não sabia, como responsável presidenta sorridente, sequer conhecimento, ou, tinha dado conta de igual noção ao Lula ao que estava sendo traída´´. De fato, alguém há de desmentir que ainda somos nozes. E só de pensar em abrir nova aba, por aqui, brindo: ´´Que chatice!´´ Bolinhas de papel todo mundo consegue fazer pingar, acertar e chorar na boca do cesto de lixo.

Uma das muitas – quentinhas – que, idem, mandaram ver em linhas colossais? ´´Vamos acender uma vela pro bem e outra pro mal´´, apedrejou o Congresso outro dia. Nada a surpreender (e como quase sempre por essas bandas largas pouco surpreende), o país rico nunca deixou de ser um lugar tão visto assim, de portas abertas. Se o pai do Partidão 13 tivesse descoberto tudo isso aqui antes, pobre do timoneiro, do Cabral e cia. nessa barcarola de hoje, com a demanda do Quinto dos Infernos em barras de ouro e nada de pré datados na boca do caixa-2, mensalão, ´´petrolão´´ em evidência. Ao quadrado, né?

Sim. Daquele que riu por último e que decerto demorou a entender a piada? Menos pior – e haverá que entender – privou-se este em querer mostrar a arcada dentária amarelada numa tacada só. No vazio? No vazio, sobremodo, muito que breve, no oco do mundo. Sorria, vem mais zeros por aí. A somatória apenas – e não somente apenas – está (re)começando ao poucos. Em primeira mão e favor não pular, obstruir de malvadeza, nova fala do bem articulado ´´em primeiro lugar´´! Quase tudo que tim, tim, por tim, tim...

E como essa vai de ponta a ponta acima/abaixo assinada, só não me poupem dos ´´elogios de campana´´, quanto menos compartilhem, que já estou na ala recreativa me divertindo sozinho. Agora que vemos gente aí, voando baixo no banco de choque de mais uma ´´Comissão de Frente´´, duvido não. E quanto maior o pulo do gato, o tombo? Logo, quanto maior o rombo nos caixas, entendemos, maior o estrondo!

– Amorzinho, liga logo pro ´´Mc Pipoca`` aqui do bairro. Vai ter nova bateria de perguntas, réplicas, tréplicas, aquilo tudo de outra vez. Anda, vai...

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br

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´´Nem tudo o que produz zumbido é besouro.´´

Não malgrado da minha parte em querer reescrever o ditado, ´´Errar é humano´´, coisa que muita gente de boa índole deve ter em mente... Repetir o erro nada além de duas, três vezes, incontestes, toleramos. Correr atrás daquilo que realmente queremos é obrigação. Porque nada costuma cair do céu ou misturar-se à nossa poluição, assim, por nada. Errar mais que isso passa de virar vício. Daí, procure um analista. Menos pior, um bom dentista que facilite no reparo daquela sua resistente ´ponte dental´, amarelada, que você tanto preservou .

Não raro, já que figuras de linguagem costumam se multiplicar no troca troca de ministros de um certo partido ´´Partidão 13´´ e que agora pode chover barris de petróleo/dia, com a nossa líder presidenta maioral tendo que fazer-se de esquecida, vai que! Bolas, se o pai da criança, ´rouco avermelhado´, o foi por duas vezes, devemos afirmar uma vez mais que está tudo sob controle. Entretanto, não no mesmo barco chamado Brasil.  Nessa, não me curtirás em vão! Passe ao bloco seguinte, por favor!

Mas é por esse tocante ao que intitulamos perto daqueles que normalmente regem a nossa orquestra, temos que aprender a dançar. Enquanto um fala, o outro escuta. Pulem o bicho burro, sim? Se você não me perguntar nada não vou te responder nada. Dependendo do tempo de espera vou acabar é remoendo sílabas, beijando o ´santo´, no repetido hábito de estalar a língua no céu da boca. Entredentes! Problemas de dicção é com a ´´Dilma de Vermelho´´, como dirá sempre um mero articulador na onda do: ´´di, du, vãmo, fizemu, investimus´´. Línguas presas no rico reinado de Reilândia City – que fica nas vizinhanças de Absulândia Brazilian Now! –, boiam aos montes dentro desse mesmo barco. Chamado o que mesmo?

Mas voltando à chamada baila do assunto, ops, olha o meu índice de repetição!, comunicar-se, desde ontem – desde a idade da pedra –, já que os ´mega bits´ não reclamam, isso é assunto que faz a ocasião. Se as pesquisas chateiam? Que chatice, respondo na ponta do teclado e frente ao bloco de anotações da minha bic ponta porosa. ´´Quem não se comunica, se trumbica´´, saúdo o Velho Guerreiro Chacrinha. Dar ´´bandeira´´ aos inocentes credores/votantes pode valorizar, e influenciar, o mundo dos indecisos.

Coisa que tanto lidar com os nós cegos da situação seja verdade, em épocas de agora, privacidade conjunta ainda surge de bom tamanho. Seja nas ruas, nos bares e nos lares. Bem mais que novela da Globo ou daquelas emissoras que sobrevivem do tira teima de pegadinhas colhidas no recurso do copiar –colar-clique -Yutube. Privacidade conjunta aquém mais goste e só não esqueçam de postar aos mais presidenciáveis, com o Verde, ou que não deveria deixar de ser um bom ´´expert ´´Zé Mané´´ em plena ascensão.  Sim. Esse Eduardo Jorge, o tal do ponto ´´G´´  de Ouvido-mor – sem querer pichar o meditador perguntador. A fila anda, não anda?

Tempo pausa para o xixi antes do próximo bloco!

País rico, bom, se temos ´divisão de bens, de bonés, chapéus´ ... Ululantes menos operantes, na surdina – que é bom destacar –, a  farra continua fazendo sombra! Ninguém pega o homem? Nego as acusações e pouso final. Na carne a gente corta mesmo ao jato de tinta ou que essa não nos cause uma má impressão!

Ah, sim, nova fonte desse meu esquecimento de divã freudiano... Mas que, ´fondo´ e sendo, com tantas revelações ora em desalinho/desatino de nova CPI Petrolina/Pasadena/Pasadilma, Mista, engolida ao misto frio, perguntas e respostas automáticas no engasgo de regressos, ´´eu não sabia´´, fazer o que?, um dia também eu quero ser presidente! Sem ostentações! A sorte dos números pode mudar. Só não quero esquecer que na falta de um bom politizado genérico de prateleira eu possa provocar aquele ½ riso de embalagem gratuita, dependendo do consumidor . Ademais, um bom Sonridor.  Quem sabe um antes, um durante e um depois. Não menos que ´esperneante´ aos nossos tais (con)sortes, só não apresse no passo do outro bicho preguiça na passada do bastão, que logo este deva pedir o penico nesse novo tipo pedido de balde de água fria!

– Que nada, (Ah!)Môoo! Normalmente é assim! Quem pergunta pede respostas. Mesmo que ainda daquela vaga lembrança do fio de bigode como vai aí no remonte da tela. Só não pisca agora, que eu tô vendo, tô olhando...

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´´Gertrude continua viva. Logo, Gertrude, ainda continua metendo o bico``.

Então, logo de saída, por aqui, vamos aos slogans de campanha versão 2014, do vale quanto pesa, do vira vira casaca e do quanto podemos gerar nessa nossa CAIXA ALTA (1/2 que desgastada) de teclado mental invertido? Boas intenções temos de sobra! Do jogo indiscutível nessa temporada de caça aos votos, acesso à banda larga, com o naipe do ´´não resta um´´? Quem sabe do ´´cágado escondido´´, amiúde, hã! Que tal, do menos lacrimoso/moroso jogo da ´´paciência´´, sem limites para arriscar. Escândalos? Fichinha, fichinha. Vamos recorrer, vamos nos permitir. Promessas de crescimento passam batidas. O Marco da Internet está aí. Nova caixa de ferramentas, velocidade da luz, do som silencioso, ao pé do ouvido.

Brindemos. A passos largos, no passo da tartaruga. Oito anos de governo de um lado, mais quatro de outro, elasticidade ginasta do bicho preguiça grandemente aplaudida. Tanto é que alguns levaram anos para gerar a coisa da máquina e somente agora querem alcançar a governabilidade da lebre. Há quem duvide, a caminho dos estádios, montado na cacunda de um jegue. Certas perguntas, vivíssimas, conclusivas/inconclusivas, jamais irão calar. Mesmo que por vias aéreas. O que, na prática e de maneira nada cristalina, teorias ululantes hoje passam distantes. Variantes, pois, por mais claras que sejam, acabam sempre contra o vento. O salto com a vara curta atinge o longe perto da voz do povo – mas não de todo – que é a vontade, o clamor do bom político que não faz o que mesmo na Câmara, pouco menos no Senado? Dou-lhe uma! O preço certo (qual é?) nunca deixará de ser o resultado esperado. Na ponta do lápis borracha, claro.

E é exatamente nesse aguardado momento de promessas, de mudanças profundas, de estratégias mal explicadas, cabeças de gado recontadas, pastando sem direito a remuneração alguma, grosso modo, também as nossas – muitas de bagre – quem sabe boiando, inseguras. A trilogia ´´Saúde, Educação, Segurança Pública`` ergue no braço. Algo me diz a bafo!

Via de regra, de 3, 4, cinco ou seis, vez por outra é isso. Para se ganhar tempo, tiriricamente incorretos, precisamos aprender a enrolar na linguagem do muito se fala, pouco se produz. Mas isso é tema que não queremos esticar por aqui. O bico, por mais que singular, todos metemos. De enxeridos, pelo menos uma vez na vida e outra na sorte, não tem como. Ser o centro das atenções é o que mais importa. Já o Quasímodo Corcunda de Notre Dame, esse cara também não passou em vão ao contrário dos seus seguidores deste nosso lado norte que resolveram emendar no banho de água fria. Alegria, folia. Embalistas de tabela!

Nota. Enfim, para aqueles que costumam abrir o armário do tempo, o baú da felicidade para perceber riquezas, minúcias nunca como antes, o sarcófago, sei lá, eis o porque da vaga memória em querer lembrar do personagem Gertrudes que explorou o centro da terra, no original de 1959! A atmosfera vaga, não vaga? Aspas. Muito que provável, ante a ´Lei dos Improváveis em Vão`, logo mais vem aí o projeto ´´Mais Água para o Brasil``, na vertente do sede zero. É oito ou 80 e não cabe na coluna dos 13 Estrelado! Fechado? Fecha aspas enquanto podemos. Sem censura.

– Quem segura o piano logo a seguir ao próximo debate? Logo mais lançamos enquete e de qual sortudo fica com ele por inteiro! Meio que assim, no duvidoso. Inversão de valores de quem vive na moita, mostrando as perninhas de fora. A propósito da tal desambiguação, e eu sei lá o que é isto, não me apoquente, por mais eles continuem embutidos na caixa, metem as mãos até por baixo das raízes. Desde os genéricos aos atuais circunflexos de então. E é pegar ou largar!

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br

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Olha o plágio. Olha o plágio univeral no vox popoli e no comando do teclado Ctrl C + Ctrl V e seja aquilo de mais criativo que lhe vier, lembrando que o baby bife não precisa sair da panela enquanto você opera a ferramenta. Por que se preocupar com o incômodo dessa mais ainda incomoda tendinite exposta às quatro paredes, com o bico de papagaio mal falante, resmungos com o parceiro que não entrou na rede para juntos darmos umas ´curtidas` de praxe. As dores de Dolores que esperem. A fome passa, a hora ´H`, a oportunidade, jamais.

Vai vendo. Mas também vai lendo porque certos produtos de mercado podem ser recuperados e diariamente estamos sujeitos a mudanças – antes, durante e depois do expediente. Coisas do cotidiano e do bom mau humor que vira e mexe nos surpreende de supetão. Algo para quem não sabe (ou ficou envergonhado de perguntar) assim do de repente, sem aviso, abruptamente. Tal os discursos repetidos por eles em ´horário obrigatório`, momento oportuno para se (re)começar de novo no desgaste que não pode parar. Vamos, apresse-se logo nessa nova conexão. Jogue, entregue-se ao click extra da dita ferramenta no mural das abreviações. Como disse aquele interlocutor, ´´o tempo não para``. Mudanças, te lembras, Abuelito? ´´Descargando`` arquivos mortos outra vez, como há minutos preciosos atrás.

E uma vez que tudo passa, tudo passará – em gênero, numero e grau – Pasadena de igual forma ganhará seu destino nos capítulos da nossa alegre história do nunca antes. Isso tão próximo do quer queira ou não com o que ficou encravado na linha do horizonte. O mudo gira, hã! A roda viva dos politicamente corretos em ação, salário ´farto` garantido, regalias... Pague para entrar (ao acaso amigável de doações) e divirtar-se nos discursos do pós eleito e só de pensar em permanecer. Voltas no parafuso todos damos. Só não podemos passar das contas e continuar dando a quem tanto recebe e não percebe. Sentar no formigueiro pode resultar num apressado sentido. Agora sentar na mandioca, vai que a dança do kuduro pegue ritmo acelerado! Arriar as calças para ouvir evoluções entre contextos de obras que sequer saíram da maquete é do finíssimo concluir que não precisamos recorrer ao alfaiate, ao figurinista. Olha só o tamanho do Rebu com os brilhantes da Império aí, gente! Riquezas lapidadas. De mentirinha, né!

Heim? Mais uma breve linha do nosso mofo político? Sem vergonha de serem felizes? Roda viva, da fortuna? Nego as acusações e vou recorrer ao mestre Ali-Babá que não me ensinou a lição direito. Passa eleição e volta eleição e tudo como dantes – sem descontar os experts que repentinamente resolveram brigar pela causa. Qual? ´´Para quem você frita o pastel, Raul?`` Inversão de valores. Ou seria ´conversão` na reta da subida? Venha, seja de onde estiver e confirme certo. O errado a gente soma no futuro do adeus dará no que tanto eles vão receber.

Crise? Mas quem bufou nesse assunto de crise neste finalzinho de conversa desafinada? Chorar o gelo derretido, never! Barriga cheia durante o serviço? Bá! Carne de segunda (quando tem, que fique bem claro) aqui no ´Meu barraco, minha dívida`, carne de segunda só na terça. A passada da manteiga no pãozinho é só de ida e não tem volta. Entendeu?

Ah, sim, ia me esquecendo – esse meu Nível 2 ainda vai acabar me fazendo perder outro bonde da história – que entre uma coisa e outra o interessante é atentar que não estamos sós. Alguém sempre está olhando por nós. De qual andar, câmera indiscreta, satélites, seja brincando ou se fingindo de bobo, porém está.

– Benhê... escorreguei aqui outra vez nesse raio de ´´No break``, mas já estou a caminho da nossa coleta da caixa de e-mails!

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´´É preciso ´resetar` a máquina humana URGENTE!``

Entrelinhas. Só para lembrar no mundo dos esquecidos que a roda ainda gira e que a Terra de tal forma achatada nos pólos tem lá suas explicações, como a do movimento de rotação que não emperra nunca, é vero. Científico. O que se formos concordar – e ligeiramente comparar com os nossos ilustres companheiros (de direita/oposicionistas e de esquerda/manobristas), esses sempre chegam nesse período delicado para consertar, orquestrar a coisa da máquina de bom tamanho. Muito há do que ser ´´limado´´ no verso e na prosa. Seja nos cortes, nas contenções de gastos públicos e trololós então treinados.

Sabatinados a la Willian Bonner, sem a ´´Randy´´ Boone, e sim a Patricia Poeta? Daí novamente o comprovante timbrado dos meios até (co)arbitrários, ops, que não justificam os fins. Os meios eletrônicos, hoje, são e fazem parte de nós. Se uma vez ´´Confirmamos´´ não ´´Resetamos´´ mais. Quanto menos hesitamos, enfim, melhor despacho ao que mais da sorte futura vier. A política do por si só – todos por quase nenhum – se não foi contada direito, impera aos mais toscos sentidos. Alguém devia de ter perguntado isso. Sabatinados, pois, ao pé da letra em épocas dos mais desatentos.

De fato e de direita – esquerda, e volver! – não é preciso arrematar sobre o peso da consciência e que em alguma parte do dia necessitamos nos manter livres dele. Dar um ´´page up´´ no cébrebro. Na cuca. Claro, todo o cuidado também é pouco na hora da gula eleitoreira. Fator RH também chega a ser Vetor. De geração a geração com a batizada era pós moderna. Portanto, quanto à Teoria do Relógio Parado, ´´até um menos personalizado, de pulso, está certo pelo menos duas vezes por dia´´.

Incrível ou não de matar na jogada (Herança do Mundial?) que a segunda parte do filme, que tão logicamente assistimos aos largos protestos, seja continuação da primeira. Ou que cair para cima vai da gravidade da questão e do seu ponto de vista. Ditado antigo, ´´chutar cachorro morto na beira da estrada nunca foi motivo de se atingir glórias´´. O balde, em épocas de estiagem profunda, chega a ser assombroso.

Mais filosofias baratas? Talvez sim, talvez não. Agora que de grão em grão muitas vezes reconhecemos a elasticidade, a feitura e confecção do saco... Notícias entram de bandeja. Principalmente quando este – que de grão em grão –, esvaziamos o que mesmo? A culpa é da alta dos preços. Se fossem baixos passariam por baixo da escada. A inflação está controlada, garante a ´´Mãe brasileira dos pobres´´ vestida de vermelho. Entendeu, o Tadeu?

Mais do dito ontem? Grife, decore, busque alinhamento do seguro que não morreu de velho. Ao longo prazo, longa data, ganhar tempo, heim? Igual na rodada da roda viva da vez que o Chico Buarque mandou ver no final dos anos 60. ´´A gente estancou de repente, ou foi o mundo que não cresceu?´´. E o que mais dizer dos atuais? Se li agora pouco que para fazer bonito os nossos presidenciáveis fazem até implante capilar, cirurgia plástica – no nariz – para melhor ganhar vida na tela, ora bolas! Não ficou lá essas coisas na fotografia, Denorex&Corega neles. Muito pelo que algumas mazelas não são percebidas pelo vídeo nem no tira teima das pegadinhas de relance na tela dos gigantes! Sequer por conta de novas ferramentas ´´resetadas´´, que por sinal precisamos entre pás, machados, martelos e principalmente picaretas, girando em torno de um mesmo eixo.

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Relaxa. Mas só para lembrar que eles existem e estão aí para dar/receber no que vier, mas, só não podemos esquecer que ainda e em definitivo está contrariado o verbo. A prosa nem se fala! Seja na sua pastinha de trabalho tipo off set bem comportada, seja no divã diário frente a sua tela da Internet está contrariado o verbo. O conjunto de abreviações. Chatmanias em demasia. As gagueiras que levam ao vício computadorizado. Quando os plurais sempre acontecem desde a multiplicação dos ´ães, ões´ pouco alternativos – e mesmo no preparo instantâneo daquele prato express com jeito de plástico. Evitar acordos gramaticais que venham da origem de gírias, impossível. O inevitável será sempre inevitável!

Portanto, aquilo que era do princípio, meio, apostando na chance imediata da repescagem feito o programa do Raul Gil, tudo também passou a ter prorrogação. Quem sabe até da buzininha que grita que a concorrente ´´B´´ está dando audiência no termômetro do palco. Normalmente assanhado por seu apresentador de bigode, desde que venda a cerveja rotulada direto do patrocinador.

Mas vamos lá! Se mais uma vez dentro da saga ´´Império´´ global quem manda é a cor do dinheiro e se vai ter logo de saída o indiscutível rodízio de casais simpatizantes do público, isso vem com o desmande do autor. Assunto para ser comentado a seguir, dependendo da tal audiência. Quem sabe no próximo bloco e do personagem/ator que a meu ver ficou com a imagem de vendedor de carne da free boi. Ralado? Ops! Ih, Tony, (er)Ramos!

Como ponto de referência é tudo (desde o princípio, bem sei, falei agora pouco) para alegria de uns o técnico Dunga volta à cena do time pós quatro anos na sala de espera. Uma nova chance de livrar o estopim da seleção brasileira? Sete a Um na cabeça? (Nessa espera-se que ele, então na Rússia, e dado os amistosos, não use daquele casaco com jeito de porteiro de hotel ´´5 Estrelas´´, só para recordar na imagem que ele marcou em 2010 – para nossa (des)alegria, citemos. Cá, ali e acolá, estamos juntando o pó do caos, de poder colocar mais um ´bandeide´ na ferida que se abriu no mês de junho made in Brasil!

Dito isso aos sete cantos da Efígie polida, porém, nada GARRAFAL e para a alergia, alergia de outros, os nossos velhos conhecidos ´´técnicos`` em campanhas eleitorais e representantes do povo, idem, na baixa de arquivos suspeitos, concluímos que decifrá-los é preciso. Alguns mumificados tanto da direita, esquerda e que todos teremos que ver. Duros de assistir no enfeite visual, maquetes e globos computadorizados? Certamente, velhos companheiros e conhecidos do eleitorado escolhidos a dedo e não necessariamente nessa ordem aqui empregada é que não são.

Arribas e Héctors Herreras à parte, sai o espetáculo do bombardeio de gols, que não foram nossos, entram os apelos dos obstruídos: ´´Confie em mim ´´ (porque neste novo calendário tudo o farei, descontada a vertente do esquecimento) sim? Pense direito, puxe da memória, não chore por ele, liga para mim – ó fatigado eleitor! Que conversa fiada para boi se divertir temos aos montes. E chega de tantas dormidas, lorotas soltas, insossas. Afinal, como queiram taxar ainda no refrão de dias passados, que agora a ´´Hora é Extra´´. Alegria, alegria, e reforcem na camada do gelo derretido porque a modéstia de muitos é para serem louvados um pouco depois. Há quem aposte de outro conduzir sua legião estrelada de encontro/abaixo de novos palanques por essas bandas ora remontados, pensando este que não pode se fingir de esquecido na terra do nunca antes na história desse país.

– Garçom, desta vez nada de empadinha, azeitona, coxinha, quanto menos empadão. Vou mais é no que estiver no bom prato feito do dia e seja lá o que Deus quiser.

Celso Fernandes,jornalista, escritor.Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria deimprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br

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UM. Só para início de conversa e não vamos querer tocar muito na bola dos big brothers fora de época, a saber (para quem quiser ficar sabendo, do contrário que passe para o bloco seguinte), Aldo&Hildo, em épocas de mudanças, inflação pouco segura, ops, destilar mais do veneno da prosa àqueles que sofrem de algum tipo de pane emocional bem como do mal que não se corta pela raiz (tão frequentemente dito por aqui) não pretendemos. Encher a bola nível ´´puxas`` – e do ´´haja sacus´´ – isso é para os modestos. A bola quando murcha também pode ser chutada à distância!

DOIS. De modo que algumas sílabas mal distribuídas são fortes aliadas, a contexto, daquelas mal distribuídas, normalmente empregadas fora de ordem pelos nossos mensageiros da Casa tamanho Honrada, dizem – baixo custo, pagos pelo contribuinte, na ´´faixa``, e porque sim e porque não? Só não queremos tocar nem quanto menos lamber a ferida de governo que aí está com o sobrenome do ex presidente rouco. Sim, o mesmo que quis descobrir o Brasil e que anda de jumento pelo asfalto. Por certo pretendendo novas alianças de torcida para não ser novamente vaiado em arenas celestes. Estreladas. Alianças, resuma-se ademã e de leve na falta do polimento do latão agregada até por (ex) craques ´´Baixinhos`` no tiro de meta. Quando a cor continua sendo a do dinheiro, do mensal mensalão embutido advinha onde?, para o Manezinho promovido ao cargo de ´ão` e que não morou na jogada vale a pedida. Ou que, tímido, ficou na fila dos 13, passando a vontade de um costumeiro volante.

TRÊS. Idem no controle remoto – por sorte sem fio –, ´´quem tiver ouvidos que ouça``. Porém, ´´só não me cutuquem em vão`` além das pesquisas do ´para mais` e do ´para menos` entre a escassez de meras, costumeiros assuntos na bandeja da oferta com o que mais vem por aí. Poupem o Tadeu! Se é que ele ainda anda dando no que falar! Se a propaganda enganosa é crime, apoiamos, politicamente as corretas não cumpridas caem em que degrau? E enquanto alguns ´´Sarneys`` resolvem pendurar as chuteiras, os ´´recicláveis`` da vez voltam à cena do time. Outros, aptos, rápidos e velozes para garantir o reforço de mais quem (in)sustentável. ´´Quem tiver ouvidos, conseguir tirar o tapa cera ´´polidor`` em tempo sobra tempo. Aos hermanos, ay tiempo! O promissor espetáculo do crescimento e de pescoço inclinado se aproxima. Há quem duvide e faça pouco? Sempre há! O chute marcado parte da linha da trave. Sem entraves, seja dito.

UM. DOIS. Como? Algo mais dos ´tri jogos` diários, ´´vamos lá Brasil que agora é hexa``, se a invasão de reclames do plim plim é mundial – não se fala em nem mais um assunto –, então, esqueçam a peneira, a mordida do atacante uruguaio Luis Suárez no zagueiro italiano Giorgio Chiellini, aquele da garganta profunda, que quis fazer uma ´´apetitosa`` em campo. Esqueçam os afins e simpatizantes ´´hexagerados``, o blefe do penalti que o juiz errou, fez que não viu, que mal ouviu no radinho de pilha com microfone, em campo – com tanta barulheira da torcida, pudera. Bom! Não vamos tão longe que os Camarões não saíram lá desta história muito fritos. Pipoca, meu bem! Pois, os adjuntos, os xingamentos, blasfêmias contra a pobre ´redondinha` enfeitada, tudo isso devemos aos deuses do futebol. Aos Manos&Menezes. Aos caras pintadas entregues às ruas e ao senhor Felipão em pessoa. Sim. Esse Felipão com cara de boa pinta!

UM. DOIS. TRÊS. Marchinhas de ´´reco reco`` só na lembrança aguçada de comentaristas e das redes desde 1958... Refazendo as contas na ponta do lápis borracha que ainda tem utilidade pública, alguém, no plural, nada incomum, saiu por antecipação com as malas (e bolsos, principalmente) gloriosos de bufufa nessa majestosa ´´Copa das Copas``. Estilizados, claro! Fazendo falta, somente, aquela ´´Bandeirinha`` que saiu até pelada em revista só por causa de uma cantada, quiçá, relax e mal interpretada por carregar aquela ´marquinha` que tanto faz encher os olhos acima/baixo dos joelhos.

E SÓ. Se já estão cobrando o tal do legado dos estádios superfaturados, se vai ter CPI para isso, ora essa! O que mais querem ver é a chuva de gols. Se possível (para quem não quis arriscar na arrancada do país azarão) comendo menos poeira com as pedras que ficaram no meio do caminho. E se a hora também agora é hexa, queremos ver desde os mais clássicos aos classificados incomuns!

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br

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Surpresas inesperadas são sempre inesperadas. Isso é fato. É lógica. Órbita. Preliminares até em campo. Uma dentro e outra fora. Pingando feito o macarrão? Por outro lado, é bom grifar que de tempos em tempos precisamos mudar algo em nossas vidas, dar um up em nossas carcaças. Desde as mais doloridas, sair do marasmo, da mesma sala de rede social – que dizem ser chat, de cozinha? Outros mural, de copy? Das abreviações. Porque há sempre quem aposte em mudar as regras do jogo. Só não podemos juntar, levantar poeira, pegar ferrugem à espera de uma boa polida por quem!

Seja por onde questionar qual o lado esquerdo da esfera colorida que a tantos gera alegria, se torcer é de livre arbítrio, sigamos em campo. Com ou sem o apito na boca do gol. Se a regra ainda é não permanecer sempre alhures, na ´banheira`, esperando, o resultado é saber orquestar. E que se perguntar não ofende, também não defende. Normalmente é só para preenche lacunas, cronômetros na linha do tempo. Passadilma além das vaias das arenas ao que o Ave Cesar ´salutant` consagrou sem o risco fisco dos tira teimas na versão atual!

E passa a régua no básico do spray de bolso traseiro do juiz, que pisar na linha pode produzir o de pimenta – tal aquele que maldosamente acusaram sofrer o árbitro japonês, ´´Brasil e Croácia`` pós festa de abertura badalada do Mundial em brilhante palco. Mas atente à boa liberdade de expressão, ainda que nos valha, e por que não arriscar atravessar a trilha da existência uma vez que estamos aqui para o que der e vier! Quem não muda são os veteranos e manjados congressistas grudados na mesma posição, terno, sapato e gravata e na língua enrolada. Tanto que alguns tiriricas incorretos (que só passaram no caixa para conferir o naipe do mês) retornam, sambando, repletos de mudanças precisas. ´Mudar, aliás, é preciso`, confirmam os ensaistas. Bonitinhos na fita e incisivos naquilo que molda a bandeira de largada, entre alianças. Vantajosas finanças ao fio da meada, concluamos.

No break! E seguindo na mesma trilha, fazer os neurônios voltarem à vida, criar ideias, sair do branco total (lembre, você não é produto de limpeza, um omo sapiens alternativo, um limpol) mas que desinfetar aquilo que em algum período coletamos para dentro de quatro paredes tem tudo a ver. No caso de siglas das mais convencionais – sustentáveis pela própria natureza –, dessas que massacram qualquer vinheta para somar votos chega a doer no osso do ouvido. Um tal de ´estribo` que substituiu o ´estapédio`, esse desconhecido por seus usuários na preferência livre do acúmulo de ´cera polidor`. ´´Temos que mexer na coisa, Abuelito!`` Na roda viva daqueles que não atuam em nada. Senão a mola propulsora não vira na manjada ordem dos fatores e na fritura do pastel de vento. Tudo bem?

Dito isso aos sete ventos (ou seria 13, do ´Partidão Estrelado` à deriva?), enrolar a língua, tentar ao máximo esticar aquela da preguiça aguda, curtida, tal o assim e por si só e aos ´arrivedertes` que nunca foram moleza. Se deu duro? Então é dura Celsius 40º, ´Pedra noventa`, gelo e açúcar! Caipiríssima. Moderna. Moderníssima. A Mexicana é opcional. Vou lá duvidar de uma vírgula deslocada, sem remuneração alguma? Lançar para o alto para que caia aonde quiser não é a solução. Do contrário tudo pode alterar gradualmente a posição do calo nos dedos, obrigado por ter opinado.

Mais do mesmo, outra vez? Se os deuses do futebol não se incomodam com tantas vaias, indiretas ensurdecedoras? O tom maior das arquibancadas vem ao preço do dólar, ao olho da cara! Se é que também não foi questionado no levante do cartão do único país que não vai precisar voltar para casa, apontamos, no blefe, no jogo bafo.

– Ma que cosa, não somos ´moleques`, nem mesmo no pito lunático. E se a minha vida continua um livro aberto, outro dia, mais pareceu uma telenovela inteira. Daquelas que não forçavam tanto na barra, nos alcaguetes, nos bordões para dar uma puxada de orelha, das vistas do triângulo amoroso ao ´quadriângulo` e na chapa fria. Um Sétimo Céu nos degraus Tarcísio e Glória Menezes. Chico Cuoco e Regina Duarte e chega de mais brancos que outra rodada já vai começar ´aquém` gajos mais desejar das chuteiras do Cristiano Ronaldo em peso, acotoveladas, osso e pescoço. O que mais vier eu conto no próximo bloco.

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
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