NATAL PRESS

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Só para desencalhe de conversa e culpa de quem mais porque eu juro que também não sabia de nada, eis a conversa interrogatória a ser dada adiante! Em boca fechada não entra que tipo de inseto voador mesmo? Alhures! Alguém tem que pagar esse pato, verdade? Coisa que se a campanha lá atrás era em favor dos sem-terra, agora adotamos um certo senhor ´´com sítio´´, tríplex e presentes de mais quem ofertado Poe empreiteiras. Presentear não faz mal a ninguém, estamos entendidos?

Nada surpreendente, agora vamos ter até escolha de promotor pelo nosso ex-presidente L.I.L. algo que da Silva, para ser devidamente investigado. No jogo do empurra todo mundo parece que anda fazendo aquilo que bem entende – com a barriga – e dá-lhe justiça a mando de terceiros entre negociatas de bom tamanho. Aqui, tudo é possível” Até senador preso volta a ser senador na classe de Vossa Excelência, excetuando o mal estar da concorrência. Digamos, a chave realmente perdeu-se da fechadura; a sela do seu cavalo. Como a carta não foi entregue, perdeu-se a guerra.

Marqueteiros em voga, pedidos e ameaças de prisão de outros, delações premiadas, quando entre em cena a vez de João Santana! De repente o amigo da Dilma, hã? Como tivemos aquele do Lula, o Bumlai que como todos os demais não sabia de nada, o prato, digamos, os bolsos estão cheios. Quantas ´´Estrelas´´ ainda vão brilhar fica difícil de tentar adivinhar em meio a essa orquestra toda e aonde podemos chegar. Se é que vamos porque freguesia de campanhas eleitorais não vai faltar. Todas ilustres, sem ter culpa alguma no cartório eleitoral. Fiéis? Das mais caóticas alianças partidárias até certo ponto.

– Alguma manobra deles para hoje? Para a gente ver, ouvir e pedir reprise na tevê?

– Certamente que não, Sam! Desse filme/enredo ainda vamos assistir por muito com coadjuvantes de longa data...

Celso Fernandes,jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Follow me: http://twitter.com/celsocolunista

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´´De repente é a continuação do dia anterior! Se é que não inventaram algum novo tipo de engate de reprise para isso...´´
Ainda que pela repescagem dos votos, batendo de frente com a simbologia figurativa do ´´nada se cria, se perde, nada se transforma´´,  inventamos fórmulas. Básicas, de saídas emergenciais e/ou não. Ficamos claros? Os ´´grampeados´´ no baile, em tão ´´Honrada Casa´´ que procurem alguém novo tipo de absolvição, de dublê nível Vox popoli de cabaceira de cama, ponta de sofá!

Ademais, no país das CPI´s havemos de concordar em meio a tantas ´´Operações´´ que o Bobo da Corte – sim, esse sujeito que pensam tratar de indeterminado – de bobo não tinha era nada. Coisa que se fizeram dele o tal para colocar todos para rir, porém, adivinha quem? ´´Eu não sei de nada. Herdei de não sei quem até foro privilegiado e estou mandando mesmo em um bando de acovardados de capa preta tamanho U?´´ Uhu...

Já quanto àquele outro, um tal apelidado de João Bobo – quem sabe parente distante do Amigo da Onça, do outro, Sem Braço, há quem duvide que o país ainda vai durar muito para entrar nos eixos, a caminhar novamente nos trilhos do aerotrem. Avançar na Saúde, Educação, Segurança e companhia é a meta. De concreto, ora bolas, só o abstrato. Sem sombra de dúvida novas ´baixas´ no campo ministerial do nosso presidente em exercício, Michel Temer, avança no balanço geral. Perdemos mais um por falta de transparência!

Melhor consultar os astros, a bola de cristal com o que mais vamos ver puxar da cartola? Bolas, os ricos não reclamam. Auto se recolhem! O déficit público está aí para ser recapeado, enquanto seguimos aos marmelos as marmeladas de governo. Temos que preencher melhor o conjunto da obra, afinal! Salvadores renomados e tropas de oposição nós contamos na ponta dos dedos. Nessa, até o Marcelão Odebrecht resolvei soltar o verbo. Limpar o Planalto na vassoura quem sabe ´´janioquadrista´´. Recapeado ou não, mas vai!

Enfim, mais uma vez o dilúvio e os pilares do Brasília, a Capital da Esperança, começam a balançar. Quem esconde o que ou o que mais os ratos vão ter para roer fica à deriva. A lista é enorme, dizem! Se sobrar um retomaremos a esperada bonança em terra dos sem fim. Esperamos, invictos, mas morosamente esperamos! E haja tributos na casa dos ´undecimais´ que teremos de pagar como herança maldita. Falem fino ou falem grosso não vamos escapar. Como sempre foi...

– Alguma baixa em andamento para os próximos dias? A ocasião prossegue ainda protegendo o ladrão, Estanislau?

– Certamente! Já está a caminho, é a regra do jogo! Tanto que por essas e por outras tiraram até o José Sarney da tumba e, como aliado de contra voz e na escuta, quem senão o presidente do Senado mas que por descuido da minha parte esqueci o nome dele. Talvez pela ordem das coisas, dos fatores e/ou pelo implante da franja dele.

– Sem dúvida. Dizem que o bloco seguinte vai estar imperdível...

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Follow me: http://twitter.com/celsocolunista
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Maior, menor, igual credibilidade para a nova cara de governo pós um breve, porém, longínquo afastamento da Dilma Rousseff que ainda continua subindo pelas paredes/palanques junto aos seus aliados e fieis batedores? Haverá ´´clamor´´ para ela? Quantos milhões, além dos 170, 5 bi não devem estar embutidos por aí rm contas externas. Numa breve rima em forma de pergunta: ´´E agora Romero Jucá, de que lado Vossa Excelência está?´´ Uáu! Um milhão e meio para atravancar a Lava Jato! Baixa no Ministro do Planejamento logo de entrada?

Certo modo, de volta aos cavalheiros enriquecidos à essa altura e que vão buscar colocar ordem no desmonte em que o país está, ora essa. Lógico, os fins talvez ainda justifiquem os meios/mensagens. Grosso modo, precisamos urgentemente voltar a crescer enquanto a incontinente equipe de senadores contrariados segue no mesmo teclado. Lógico, pois, tem que cobrir seus postos até o minuto do martelo final. Fazer o que quanto a essa pendência via herança maldita que foi proclamada. Os resmungos, ora essa, correm países afora.

Frente a tamanhas redes de denúncias seguimos invictos num verdadeiro rebuliço. Disso não dá mais para ter dúvidas sobre dúvidas. Algumas deles, senão todas, na onda do ´´nunca antes´´ que virou carimbo político. Negar já virou também, e isto sim, a lábia da praxe do assunto. Imaginar alguma excelência denunciada assumir a culpa tornou-se impossível de ser encontrado nas gôndolas de siglas políticas. Afinal, sequer podemos contar com algum tipo de peso por trás da consciência. Isso fora o show extra e bis que deve continuar! Pactos entre escutas e mais escutas estouram aos montes, sem deixar de afrouxar o cano do ladrão. Para que não vaze mais, claro! Afinal, os áudios foram inventados para tal finalidade, concordamos.

Mais golpes de mestres em andamento para o próximo round? Os holofotes, quando muitos sonham nada a temer, o foco das atenções está sendo direcionado! Afinal, nenhum deles, da tropa de força em cena, quer perder a pose. Vieram e foram escalados para apunhalar a queda de braço junto a inflação e toda parafernália que pegamos. Viramos história do país rico e educativo no fundo do poço. E alto lá! Com Michel Temer em exercício não há nada a temer, repetimos. Hostilidades existem? Sem sombra de dúvida precisamos de uma nova política com urgência! Se a ordem é cortar os gastos para que ficar jogando dinheiro onde não se deve. Quanto menos dentro do cofre bem como do balde de ´´Aquários´´.

Filosofando um pouco a coisa, um dos segredos também consiste em conseguir manter a ordem, o equilíbrio das coisas. Do que rege os fatores – em todas as nossas etapas. Se é que podemos ficar, pelo menos em parte, entendidos. Já que há males que não podem ser cortados em definitivo pela raiz não custa rosnar um pouco mais daqui para adiante! Ainda mais no tocante àqueles que estão relacionados aos números!

– Então, com isso tudo o que está em jogo, apostamos em uma nova eleição? Temos candidatos em cheio e de bom tamanho para isso?

– Que nada, temos sim é muita vista grossa! E imagine só em poder contar com um time 99,9% correto, a chatice que seria. Nada de corrupção, ´´mordidas´´ altamente financeiras por baixo dos panos, país limpo, o adeus ao montante de regalias, quóruns privilegiados, gastanças...

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´´Bem ou mal colocado, ele continua sempre o mesmo´´.

Explicativas a partir daquilo que estava escrito (e bem longe das estrelas?), ou que reescrito para as novas páginas do dia dentro do nosso calendário Brasil via mundo, para muitos não faltou espaço – até blasfêmias de refúgios descabelados – em querer tirar o ´´mimimi´´ da boca. Um zero de lado, compreendemos, idem, daquele indivíduo chato que não tem vez! E se tem vem pela ordem da forçada, do pau mandado em trocadilhos!

Tanto que capítulo quase bem dizer adiante e de flash não podia passar em vão às vésperas de votação de impeachment no Senado, se viria ´´cair o pano´´ ou lançar nas lacunas do esquecimento, wow!, contamos lá com um desconhecido ´´bode expiatório´´, sombra?, talvez de penúltima hora, para assinar aquilo que não tinha sequer lido ou pouco menos escrito e anular tudo o que havia sido votado. Mais votos ao Waldir Maranhão, o então aqui atribuído como aquele do fio de bigode, do ´´bigode expiatório´´, o interino investigado do PP Progressista pela ´´Operação Lava Jato´´, que sequer quis responder a perguntas da imprensa? O igual aliado daquele que mexeu com todos os pilares de Brasília/país, Eduardo Cunha?

Como diria qualquer outro leigo no assunto em tentar explicar mais uma tentativa de rasteira pró na Dilma Rousseff, o Jacaré (ou em Dilmês, tal ilustraria ela) e/ou a ´jacaroa´ se deu mal. Se deu bonde, negativo. Deu bode, repetimos! Os gritos na Casa ficaram mesmo por conta dos resistentes ora denunciados que devem estar se rebolando, esgoelando, batendo as cabeças no reboque das paredes até o presente. ´´Golpe, não há golpe. Mas sim golpismo baixo em vários escalões ainda a serem desvendados´´. E mais! Se esse ainda continua sendo amigo desse é bom ficarmos doravante de olhos abertos. Sincronizados! Porque dormir com um deles só (e apenas) pode gerar sempre em rumores na calada da noite! Claro, a coisa da máquina tendente a entrar, emperrar e desemperrar a cada nova estação, há que surgir.

Mais surpresas? E é por isso que eu vivo repetindo assim e assado, assino acima/abaixo e para os lados caso seja necessário, que na vida política, como em diversos outros setores, ´´vão se os dedos, ficam os anéis, as alianças – mesmo aquelas encolhidas, carcomidas e/ou enferrujadas no balcão de ofertas. Por onde separar o joio do joio ainda cabe e caberá muito em questão. Haja vista (grossa, fina, daquelas disfarçadas, colocadas ao cabeçalho da questão) dos companheiros ´´sem noção´´ também não vão desaparecer. Certamente, teremos notícias a ganhar estradas, mundo e votos, de votos adjacentes, confirmados em urnas e afins!
- Avança, Brasil!

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´´Reprogramar também é preciso. Inovar, clicar, zapear, mais ainda!´´


Segue o lema dilema, ´´quem vê tevê sabe como resumir, se esgoelar, opinar porque! E há algo de mais esperançoso para ser resumido com o aguardado capítulo do dia seguinte? Salvem os controles remotos, o Bombril, o sinal analógico para a lógica do assunto, bem como dos médios e longos plasmas, que estamos aí para o que der e vier. Quem tiver olhos, ouvidos, nariz e boca, que grave mais uma nuvem – de fumaça – passageira. O resto precisa ser reinventado! Em javanês, em albanês e em português nos entendemos...

Por outro lado, e só para não fugir do assunto, incrível afirmar com todas as letras das pessoas boas, honestas. Tanto que dia destes fui inventar de entregar o ouro para o bandido e acabei na calçada da amargura, de mãos abanando. Note. Isso é vero! Sucede – no idem da praxe – que na vida, como na sorte (favor não contar com aquela dos palitinhos, sim?) que existe sempre alguém preparado para puxar o nosso tapete em todos os setores.

Quando não, nesse caso do ora acima citado, surge a velha falsidade ideológica misturada à tal cronológica. E isso é batata. Patavinas! Pois lidar muito tempo com a velha e batida ´´Técnica do Esquecimento´´ e da pseudo ´´Habilidade da Inércia´´ em não fazer nada, lembremos, que isso não é coisa só para político, não. A cusparada não apenas no prato que se comeu parece estar ganhando/visando novos alvos. Lágrimas de crocodilo perto da vingança do prato que se come frio até na lista de gôndolas de supermercado ainda funciona. Discretamente, mas, digamos, na ênfase do breve desabafo funciona que é uma maravilha de Senado. Ops!

Como? Mais um dos nossos meros expoentes ao acaso, só para não perdermos o espaço, ´´pense, logo, persista?´´ Bom. Sucede também que se a ´Teoria do Relógio Parado´ com aquele que trata sobre a do ´Vidro Quebrado´ ambas se relacionam em dias de hoje. Tamanhas as ´Operações´ contra a corrupção Brasil ganhamos de qualquer outro país sobrenível/desnível ´´Mãos Limpas´´ à base de muita pizza bem mal fatiada. Culpados? Certamente, não há culpados na listagem que acompanhamos na tela, na esfera e na velocidade dos plantonistas das redes sociais na rapidez em copiar e colar a notícia para ser breve, muito que brevemente, curtida. O plágio, pois sim, e neste merecido caso, ultrapassa o universal.

– Então, nada mais e além de uma nova linha sobre o tal desmembramento da coisa governista por aqui? Note que isso está sendo para lá de histórico que a bola de arame farpado. Largar o osso em questão, impossível!
– Que nada, melhor acompanhar de bico meio que calado. São todos inocentes. Vai que dia destes algum deles caia na real e dedure todo mundo numa tacada só, sem exigir delação premiada alguma todo mundo estaria salvo. Denuncias, se temos, é ligar o aparelho televisivo e deixar a fumaça rolar. Certo modo, da fumaça até mesmo parar de sufocar. Vai vendo...

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Como podemos não deixar de concluir uma vez mais que meias verdades, remendadas, observe-se, não complementam uma inteira, de repente, ´´verdades bem ditas em confronto com as mal ditas´´ não podem ser esquecidas. E segue invicta a ´´dança das cadeiras´´ em um certo governo inoperante que destas sequer mais temos notícias daquele ministeriável indicado! Sério mesmo é que não dá para saber que ocupante operacional da jogada.

De praxe e como tudo o mais cai na boca do povo – não vamos, em momento, algum esquecer do ´empurra´, ´engaveta´, devolver para a direita, esquerda, ver quem segura a peteca nesta nova arrancada de impacto ´´Não vai ter golpe´´ versus ´´Vai ter impeachment´´. Senão o que mais ocupar as lacunas que são a praxe do assunto. Denúncias até em ponta de estoque! Leve duas, três e fique livre outra vez. E se a rapadura ainda não seja tão mole da gente poder engolir, avante Vox popoli! Pois, de outra maneira, tal diria o Zequinha da história, ´´Pois é assim, sim, que as coisas funcionam. Caso contrário não seria assim´´.

Temos algum ponto que não seja do país estar dominado em transe? Luz? Aonde? Afinal todos os nossos atuantes políticos além de corretos são verdadeiros salvadores! Todos e sem exceção querem redobrar as suas passagens (R$) nas costas do povo. Não há salvador nem salvadores da pátria. Se as barraquinhas estão abertas para a barganha do dia no rol dos ministérios relâmpagos, ora essa, no momento (dizem até mesmo os mais leigos), atentem na calada da noite e madrugada serena adentro. Todos querem até mesmo roer o farelo do osso. Na sobra, Ciro e Cid – ambos da família Gomes, acredita-se – querem fatiar o que?

De outro modo não seria do prometido ´´enxugamento´´ da máquina com a excelentíssima Dilma R. ainda lá! Bolas, bancadas partidárias sustentamos além do necessário. Partidários ´´sombras´´, daqueles que só passam para receber, estouram qualquer déficit público pós pedaladas emperradas. De quem mesmo? Palavras mal ditas, ora essa, chegam a ser das mais bem ditas. Principalmente quando eles – que agora deram para realizar um negócio do Panamá ´´Papers´´ – deixou de ser apenas o da China. Ossos do ofício ou mesmo na casa dos artifícios financeiros/fiscais.

Vamos defender o indefensável? O inexplicável ainda causa efeito? Todos, e sem exceção negam quaisquer acusações. Imaginem só de alguém, na ala dos corajosos, assimir alguma culpa que não seja do valorizado estigma de ´´delação premiada´´. Discurseiras, e por que sim, e porque não! No disfarce bem tabuado das descobertas capaz até de crocodilo virar tronco. E sem derramamento de lágrimas. Certo Senhor AGU Cardozo? Mas cadê as bases jurídicas? Como? Não tem base o pedido de impeachment, então, o que estamos tentando apontar aqui e segundo à ´´Ordem da Falência Brasil´´, heim? Cair no mundo dos esquecidos, fazer media, outra vez e pronto? Haja comissões até para quem disse em letras garrafais da presidenta que ´´quebrou a Lei´´ mas não atentou contra ela.
 
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Na dúvida pergunte ao meu fiel escudeiro Tadeu...

Para aqueles que costumam usar do termo ´´honestidade´´ – acima da qualquer suspeita –, dentro outras almas vivas, certo modo, só não podemos esquecer da mentira e das suas longas pernas curtas dentro do jogo do não resta um. Ou será que resta? Salto com vara não pode. Agora de ser o único neste país – e no mundo – vamos lá, senhor ex-presidente L. outrora lá! Porque a barba pode ser curta, mas, os ´pentelhos´ surgem e aparecem. Fosse lá um ´´duplex´´, uma ´´kitinette´´ menos dura Celsius Fernandes 40º graus, sem elevador privativo, escadas, a coisa da feitura ´´presenteada´´ por aquela empreiteira não teria sido tão denunciante assim! ´´Não é meu e pronto!´´ Final?

– Quem, o Lulowisky? Não, não e não. Como nunca antes na história deste país, muito além do milagre do (de)crescimento-Brasil. O que apontar com o dedo ausente sempre foi um grande problema. Tomemos nota algo que pela ordem dos acontecimentos. Não é meu e pronto! De repente foi um presente daquela tal empreiteira 100% honesta, não negamos o imitar do novo logo-símbolo ´´Oaf´´ (e sei lá mais o que) até mesmo por conta do nível esquecimento. Um presente afora o sítio de Atibaia e suas frequentes 111 visitas para ´´matar o tempo´´, comer um churrasco, bater uma bola, que ninguém é de ferro. Sou um ´´ex-presidente´´, o ´´cara´´, tenho seguranças garantidos por Lei, ora bolas...

Se tudo muda, meus nobres e indispnesáveis ´´cumpanheiros´´, tudo muda! Até – e muito mais – na cor e no tamanho do dinheiro. Juntar arrogâncias para que se eu tenho meus fieis e ouvidores-mor, idem, e de palanque? Principalmente os que me bancam R$/24 horas D/N à fio por palestras que não levam ninguém a lugar nenhum. Claro, não vamos nos esquecer da onda do zigue e zague e do nosso fla flu ´´political´´ mania de cada dia. Do andar em círculos, despejando rios de dinheiro na minha conta em época de crise bárbara, e que, segundo os políticos bem remunerados, não existir. Por acaso alguém já ouviu algum deles em dia de fúria fazer greve por melhores salários/regalias em tão ´´Honrada Casa´´. Assim. ´´Pague para entrar e reze para permanecer por décadas lá afins! O dinheiro é público, ora bolas...

– Mas o que, lá pelo início dos anos 90´s, alguém teve a bondade de escrever artigo (o Delfim Neto, por exemplo?) que o ´´Lula era feliz e não sabia!´´ Sem nunca ter trabalhado, sem fazer nada, a não ser discursar/ronronar mundos e fundos R$ (hoje?) entre palanques e palanques afora e, – óbvio – adentro? ´´Temos que cortar na carne´´, dizia ele, o então ´´traído´´ pelos seus. Ora bolas, depois que o verbo ´trair´ deixou de ser pecado, e, sim, obrigação – certos causos a serem resolvidos... Cutucar hoje em dia já é uma outra anedota!

Heim? O que ia dizer mesmo? Sobre a nossa bem aventurada corrupção, em andamento? Bá! Quanto ao resto, muito que do obviamente a ser falado/contestado – esse ´´tríplex´´ não é meu, fosse lá um ´´duplex´´, um ´´kit´´ e net para melhor passar, as 111 visitas ao sítio do ´´Picapau´´ Estrelado, essas que passem adiante, que eu só quero é me divertir. E que, pequena lembrança dos meninos ´´Para nossa alegria´´, nobres ´´cumpanheiros´´! Em 2018, livre do esquecimento, voltaremos aos discursos e demais ´´prometíces´ de palanque. O povo esquece fácil...

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Perguntado ao verbo ´´onde encontramos´´ os tais, resposta alternativa, ´´na barraquinha de pequenas causas junto aos reclames sempre alternativos´´. De resto e de sobra é continuar na fila de espera. E vamos à tão árdua busca, pois, os pingos pelo menos deviam estar no lugar certo.

Por outro lado, se a mentira anda bem mais que nunca, pregando das suas pernas curtas (idem também ao salto com vara) a pobreza/otimismo caótico segue seu curso por aqui e Brasil afora! Mentir, talvez, não seja mais nem pecado! Continuamos, enfim, no famoso jogo do empurra – e do bafo – junto aos nossos árduos governantes. Certamente, algo que pela ´´dança das cadeiras´´ do (des)governo Dilma em nome do estopim e da paciência. Sem dúvida, pois, que ri por último há que entender a piada ou que acabe mesmo rindo sozinho. Seja dito!

Ora bolas, largar o osso porque se estar nos bastidores do poder resulta em tudo, heim? Da paciência à transferência do (ex) ministro da Justiça Eduardo Cardozo, como acentuaria o bom Chico Anysio, ´´é um vapt vupt´´. Trabalhar sob a pressão Lulística ninguém aguenta, certo? O milagre do crescimento continua! Ao amargo Congresso e pronto. Juntemos a isso até discursos e oferendas de aniversário de 36 anos do Partidão 13 da vez que, para o bem de todos, faz o que quer à base de xingamentos de palanque e ameaças rotineiras.

E vamos duvidar mais do que eles são capazes, hoje, desprezando até mesmo sua exemplar Criatura Presidencial, que passou – nada repentino – a também não saber de nada. Todos sabem. Só não sabem é como abrir o bico!, como diria aqueles outros entregues ao mundo dos esquecidos.

Sem maiores discussões e balanceamentos de marqueteiros, que sequer sabem das suas contas/cifras doadas em longínquos reinos Suíços uma  pena que o ´´gogó´´ das articulações não inflarem no tamanho do papo. O recém mágico armador de cenários milagrosos na política, o animado João Santana e esposa Mônica, mastigadora de chicletes, quem nos diga como funciona isso, a exemplo dos que estão embutidos e enraizados por Brasília é ponto para a ´´Pasta das Arrecadações´´. Lobistas, ora essa!? Ora bolas! Lobistas é sustentáculo desse engodo todo.

– Então, concluída a desdita da semana, ou será o Benedito que essa gente poderosa toda parece que um dia não vai descer o túmulo!

– Sem pestanejar no tocante aos inconclusivos adiante, todos em pouco vão mais é ter o que merecer. Se não tomaram conhecimento até mesmo os cartolas do mais inerte poder! Acertar os ´´pingos´´, ah, se vão...

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Só para desencalhe de conversa e culpa de quem mais porque eu juro que também não sabia de nada, eis a conversa interrogatória a ser dada adiante! Em boca fechada não entra que tipo de inseto voador mesmo? Alhures! Alguém tem que pagar esse pato, verdade? Coisa que se a campanha lá atrás era em favor dos sem-terra, agora adotamos um certo senhor ´´com sítio´´, tríplex e presentes de mais quem ofertado Poe empreiteiras. Presentear não faz mal a ninguém, estamos entendidos?

Nada surpreendente, agora vamos ter até escolha de promotor pelo nosso ex-presidente L.I.L. algo que da Silva, para ser devidamente investigado. No jogo do empurra todo mundo parece que anda fazendo aquilo que bem entende – com a barriga – e dá-lhe justiça a mando de terceiros entre negociatas de bom tamanho. Aqui, tudo é possível” Até senador preso volta a ser senador na classe de Vossa Excelência, excetuando o mal estar da concorrência. Digamos, a chave realmente perdeu-se da fechadura; a sela do seu cavalo. Como a carta não foi entregue, perdeu-se a guerra.

Marqueteiros em voga, pedidos e ameaças de prisão de outros, delações premiadas, quando entre em cena a vez de João Santana! De repente o amigo da Dilma, hã? Como tivemos aquele do Lula, o Bumlai que como todos os demais não sabia de nada, o prato, digamos, os bolsos estão cheios. Quantas ´´Estrelas´´ ainda vão brilhar fica difícil de tentar adivinhar em meio a essa orquestra toda e aonde podemos chegar. Se é que vamos porque freguesia de campanhas eleitorais não vai faltar. Todas ilustres, sem ter culpa alguma no cartório eleitoral. Fiéis? Das mais caóticas alianças partidárias até certo ponto.

– Alguma manobra deles para hoje? Para a gente ver, ouvir e pedir reprise na tevê?

– Certamente que não, Sam! Desse filme/enredo ainda vamos assistir por muito com coadjuvantes de longa data...

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Com tanta novidade em praticamente todas as emissoras a cada começo de ano – senão em todas, melhor corrigir antes que a linha da crítica desabe – programações de ontem é o que não faltam como vias de entretenimento. Coisa que para tais armar o riso vai daquele que fica louco para observar detalhes ou quando o riso também pode ser reprogramado. Ressacol televisivo até em programas de calouros que são oferecidos pela ordem de preencher espaços, do matar tempo. Do Fla Flu imperdível! Se bem que o meu ando querendo rever de volta!

E uma vez dado o feito que repetir é preciso (para um bom entendedor podemos pular no clique da vez), suspirar é preciso frente às nossas disputadas ´´babás eletrônicas´´ que ainda podiam – e podem – ser adquiridas a juros bem baixinhos. Bem baixinhos e do tipo que cabe no seu bolso antes mesmo desse poder passar pela máquina de lavar com o incurso do ´´encolhe tudo´´. ´´Querida, meu salário sumiu! Vamos ter que devolver o visor à distância da marca alemã ´Telefulkim´ semi nova pro fabricante´´.

Fazer o que em hora de arrochos e sumiços salariais quando sequer nossa tão enfática presidenta Dilma ainda lá não percebia a avalanche da crise, já descendo a ladeira abaixo – é lógico – e afirmando grossamente termos dinheiro de sobra para gastar até no futebol junto às súplicas de ajustes para pagar a conta. O que não deixa de ser nessa fala mais nova reprise vista ontem e daquelas de espessura Duracelsius. Fluxo de caixa? Ora essa, estamos mais é para refluxo e aí das queixas do FMI para tapar o nosso invólucro de buraco negro. Que promete ser longo, vazio e duradouro. ´´Nossa, mamãe, recuamos às margens plácidas! E cadê o tal do berço esplêndido, heim? Foi pra cucuia, pro Lojão do Real, é?´´

Coisa que a pensar do velho ditado do comido – quem disse não? – lembrado, na hora da fome comemos o que tem! Quando não usamos apenas os olhos, suplicando aquilo que cresce mais além do nariz. A fome ensina, dizem! Frente à telinha de televisão e a curta visão ocular o desafio vem múltiplo. E não vamos falar em BBB´16, Pedro Bial, do mingau, que isso é assunto batido/empoeirado. Sem esquecer o enormemente exaustivo e carregado no sal grosso tamanhas afinidades entre os participantes da rodada. O que só dá mesmo para acompanhar na mudança do clique da mudança de canal. Salve o controle remoto sempre à mão.

Mais uma linha para os blocos carnavalescos que uma vez mais estão aí para a alegria folia do povo – afinal todos nós queremos sacudir, de alguma forma, levantar a poeira e dar volta por cima, hã? Marchinhas é o que não vai faltar até nos versos do ´´Japonês da Federal´´ e que veio para alegrar na ´´Ordem do Lava Jato´´ junto àquelas demais que vão juntar-se a tão inflada ´´Operação Corrupção Brasil´´. Nesse quesito de abre alas somos campeões mundiais pra lá do ´´Alá-lá-ô dos ladrões do Mensalão e do Petrolão´´ dentre outras alegorias mais! A Orquestra vai ser única e por demais ´´arqui´´ sambódroma! Do jeito que o diabo e os corruptos gostam!

Fechando o dito pelo não dito aí pra cima que as reprises estão no meio de nós – nada em dispensar aquelas obtidas como do cinema mudo – o duro mesmo é afirmar com todas as letras verdadeiramente aonde podemos chegar. Com tantas novidades/verdades e inverdades servidas de bandeja é só não dispensar o que seja do bom uso dos ossos do ofício com as alegorias do artifício. De resto, ora essa, de resto – como de sobra – favor não dispensar a oferta dos panos pras mangas e do que temos aos montões.

– Próximo caso! E nada de furar a fila...

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