NATAL PRESS

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Risinhos toscos e mal disfarçados que não desçam ladeira abaixo nem caiam tanto em desuso pós o sessão de julgamento histórico do impeachment presidencial, porém, o que estava escrito, estava! E ademais nota de ofício/artifícios de recursos de última hora para salvar-se do ultimato,  quem mais haveria de? Salvá-la? Do então nosso querido país falido, inteiro, poder dar novamente uma volta de 180 dias, digamos, também à estaca Zero? Tudo não parecia estar caminhando tão às ´´Dilmaravilhas´´, foram só umas digitais mal acentuadas. Não, não houve pedaladas. Engulam, nobres senadores com aquilo que ainda lhes restam – a ressaca, a saliva, o mimimi com o enrosco todo.

Tanto que o verso então cantado tempos atrás, ´´Apesar de você´´ e que amanhã deverá ser mesmo outro dia (desde que não mudem ou alterem o andar da coisa), muitos ainda perguntam por que raios o Chico Buarque tinha que inventar de conhecer justamente o Palácio do Alvorada às vésperas do Dia ´´D´´?  ´´Dilma, isso é um ratângulo, e não um quadrado´´.

Numa breve palavra de consolação para os que ficam: ´´O preço da fama muitas vezes é aquele que difama´´. E se muitos ainda não tinham anotado isso em letras graúdas, e não virtuais, mesmo fora de Plenário, façam as honras. Doa a mais quem doer, alguém sempre sai perdendo a boa forma até cônica de detrair, de embromar no ato de articular o verbo. Mas também de trololós e lorotas que jamais saem de cena. Na verdade, muitos dos adjetivos, além dos verbetes e jargões, ganham reforços e até mesmo através de fãs clubes virtuais, com milhares de milhares de curtidas. O preço, claro, é sempre o da fama. Cinco minutos – com direito a réplica e tréplica – além do tira tosse habitual, hummm! Nesse quesito, não há ´´Nobre Excelência´´ em exercíco da palavra que não queira dar com a língua nos dentes. Emendas, ainda que das mais ralinhas, que nos valham!

Querem algo mais ao nível de depoimentos com o que manda a Constituição – acusação/defesa – sem pular um versículo, artigo ou do que deixou de pular no Relatório do Senador Anastasia? Quem sabe decretos, elementos indicativos, Tribunal de Contas, demais análises, contextos etc., com o que mais ainda precisaria ser estudados para continuar o processo de alongamento do histórico ´´rito´´? Facetas sobram aos montões.

Agora se muita água ainda vai passar por baixo dessa ponte – juntados elementos à poeira que se cria e se amontoa ao lado – algum conteúdo proporcional sempre costuma escoar pelas brechas abertas. Haja vista, tudo isso até bem a mais atenta das perícias costumam errar na ponta do lápis.

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Blog:
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– À boa da alta dos preços, o brinde de bandeja ao consumidor.
 
O que subentende-se que para a verdadeira ´Lei do Equilíbrio´ tudo deve estar sempre dentro do nosso campo de observação. Exatamente como vemos e encaramos tudo à nossa volta. Do contrário algo sempre tende a desmoronar.
 
Elemento inimigo ´´Número Um´´ da palheta de consumo tudo só podia mesmo partir para a sequência dos fatores. Tipo toma lá dá cá! Tal e qual nós não temos que inventar senão colocar muitas vezes a culpa a quem mais com o que devia ter sido feito. Por hora e novamente, te cuida, São Pedro! Porque a conta pode chegar aí por esses dias, tendo Vosso Guardião mais é que voltar a arrastar os móveis aí no céu em forma de trovões. Deixa chovar!
Falamos dos ecos inflacionários, que por sinal sentidos tão próximo ao que esteja no auge do oco do mundo? Bem além da nossa contenção de gastos – forçados, óbvio – ante a gastança desenfreada de ajustes de governo?
 
Bom! Alegria, alegria, pois temos jogos olímpicos para dar com o pau, as varas, os saltos ornamentais dentre outras modalidades mais.
 
Então, para que se preocupar com a mobília da casa, do barraco, bem como do cafezinho com leite que já virou mesmo foi um conta-gotas para lá de minguado! Sacola de feira livre à essa altura do campeonato, hum, deve ter mais é virado saco sem fundo. E não o saco sacaneado do saltitante canguru australiano no prédio 23 da Vila Olímpica que parece ter sido mesmo o escolhido por aqui! Haja laptops...
Mas e quanto a tão aguardada leitura da reprise da Comissão Especial do Impeachment pelo senador Antonio Anastasia, sai ou não sai? Não! Já saiu e vai poder ser ouvida até no repeteco da linha de frente do quinteto Dilma? É golpe! E cadê o dolo pulmonar e que parece que a volta presidencial devia ser triunfal. Nada de pedaladas e/ou carroças emperradas. Feito o Fênix. renascido das cinzas, como disse o agora denunciado Lula. ´´Well, Manuel! O Lula virou réu!´´
 
Daí quando alguém pergunta se de tudo o que já foi dito por aqui cansa, da nossa política igualitária temos dezúzias de notícias. E está escrito! Mas que segundo consta – e em novo sentido ­até renomado – que a arte de pescar os ´´peixe´´ é para poucos! Seja dito. Para muitos poucos. Certo modo, tanto que depois de pescado o bicho que dizem morrer pela boca, resta-nos saber o que bem fazer com ele! Ou que talvez da dura arte da procura mesmo, valemo-nos, meu Deus, da necessidade do mais vala! O déficit, porque sim, e porque não, será sempre público. Well!
 
E findo o fato que a conta vai ser sempre nossa, com ou sem jogos – por favor, mostrem só o lado bonito da coisa. Os cangurus que estão hospedados por lá não são os que saltam deste lado de cá – mas escondam o lado feio da vila armada. Em pouco a vida promete seguir o seu curso e vamos todos capengar na luta. Como grifamos anteriormente, a fita costuma ser rebobinada de múltiplas formas! Ao tamanho que de tudo que está daqui, daqui uns dias – sem querer mal dizer – teremos romances lacrimejantes ao (sic) do melodrama: ´´Amor&Couve-Flor´´!
 
– Mais um cafezinho?
 
– Está coado?
 
Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Follow me: http://twitter.com/celsocolunista
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´´Muitos citam que às vezes é melhor pingar do que secar´´.

Já no tocante àquela indiscutível frase se melhorar estraga, pior do que está quem é que garante que não fica? E por ordem em épocas atuais poder garantir aquele bom estado de espírito continua sendo a mais prolongada das missões.

Porém, correm boatos – sempre corre algum até por conta da ordem do dia – que parece da coisa da nossa máquina pública dar sinais de melhoras na sala ´´UTI Financeira Brasil´´. Correm boatos, seja uma vez mais dito, até por contingências da eventualidade, um acaso, fundamento da incerteza do que pode ou não acontecer em dia de votação em Plenário para surprise de líderes partidários na ala dos aliados e dos ´preferenciáveis´ da tropa da Zelite. Os mais chegados, hã!?


– Mas qual foi mesmo à boa pergunta ora feita na escala da raiz quadrada dos números juntamente com o zero à esquerda? Que disse? Por certo todos os políticos são honestos. E esqueçam o peso da negativa por trás das suas consciências. Eles só estão seguindo as ordens, o esquema. Barganhando ora aqui, ora ali e acolá!


Agora se da primeira bonificação, um agrado de empreiteiras, petroleiras, muitos não esquecem nunca, outro grande detalhe é que a maioria (bolas, não vamos ser tão dramáticos, digamos, 99,9%) não são imunes a virtuosas tentações rentáveis. Os tais ´´Caixas Extras´´ não foram criados para juntar vazios e poeira. Quanto menos cachês de horas bem trabalhadas, verbas paletó, auxílio moradia e de outras partículas mais! O que para o pobre do proletariado na casa do desconfigurado ´´Mínimo´´ sempre fica naquela de querer avançar uma casa a mais!


Num breve instante de reclame, aqui, sem plim plim, ´´dó mesmo foi só de ouvir falar que o Juvenal quase morreu´´. Ô dó que deu também em saber que agora não acendemos apenas uma vela para o finado Dariu no conto de Dalton Trevisan! Milhões de brasileiros desafiam esse risco – Brasil? – com a realidade diária. Do pão que comemos certamente não é mais apenas aquele que o padeiro amassou. Nada engraçado para o que disse o FHC que nosso salário é dos melhores em termos de produtividade. E quem é o tal ´´boca mole´´, respeitado, que nunca meteu a mão em cumbuca alheia alguma durante dois mandatos presidenciais, heim?


Sem querer esticar muito na conversa de praxe – adivinha onde? – verdade é que na terra do nunca no meio político nunca se sabe é aonde eles podem chegar. No mais: ´´Hey, Plínio, cadê o Marcos?´´ Vamos ou não vamos poder confiar no STF para a série crescente de julgamentos que não saem do papel? Óbvio, ´´como nunca antes´´, tão bem engavetados na batida do martelo? Risinhos à parte a PF manda prender e supremos que lá estão mandam soltar e haja produção futura e em longa escala para as tais tornozeleiras teleguiadas.

Em tempo! Política por aqui é realmente assim que funciona. Cheia de concordâncias verbais R$ e troca de favores, enquanto os suados pingados sempre sobram na mão vazia do povo. Corrigindo com a maior taxa de tributos que pagamos, se é que sobra algum pelo menos pro saco de arroz e feijão! Ademais é olho por olho, dente por dentadura, alho por bugalho com aquilo que mais ordenar o Seu Ernesto em parceria partidária com o tal de Carvalho! Pingou, chorou...

Celso Fernandes, jornalista, escritor. Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa. Follow me: http://twitter.com/celsocolunista
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Favor não esquecer nesta entrada de assunto das famosas argolas e das cifras nos vãos. Certamente com aquelas que nos prendem aos partidos repartidos no país da democracia plena. Obrigatória. Ruim com eles, pior sem eles e não necessariamente nesta ordem, mas, será que merecem nossa confiança? Quando tudo mais parece, isto mais claro do que isolado, um fuzuê de entendimento todo. Quem são os nossos representantes – que auto se carimbam em prol do povo, pelo povo e para o povo –, cuidando em 99,9% do que é deles é a questão!

– Hey psiu! Os Partidos estão ´´Repar-ti-dos´´ em suas mais variadas siglas, prometendo um jogo misto de ilusões e fiéis às suas cartelas de obrigações, bolas, e tão fiéis até certo ponto. Ou que coisa nenhuma...

Tanto que há quem aponte na ponta do dedo mínimo/polegar e no placar imaginário do telão ligado 24 horas D/N em praça pública, assim. Desse jeito e em letras não menos que garrafais: ´´NUNCA ANTES DA HISTÓRIA DESSE PAÍS SE VIU TANTA CORRUPÇÃO EM ANDAMENTO´´. Quanto mais se mexe mais o cheiro costuma exalar vias nariz adentro. Tal a ´Lei do Agravamento Conjunto´ aqui editada isso tudo parece ser mesmo um mal necessário. E pobre do Gerúndio hoje conjugado em qual pessoa do Particípio nada em comum para que querem tantos rios de dinheiro na tocada de Midas! Vamos lá entender...

Via de regra – se de dois, três, quatro, 5 ou 6 – precisamos de alguma fórmula mágica ou antídoto para curar o mal, o engodo necessário dentro dessa escalada a que estamos todos sujeitos? E mesmo continuar (no duplo sentido) a empregar daquele natural com que muitos decoraram a conviver nos macetes e preâmbulos da vida? Não sei responder! Direta ou indiretamente se participamos desse amontoado todo isso são outros 999 utilidades. Mil seria querer desentortar as molas demais.

Tanto do que ora foi dito com o que eles – os políticos dessa nova tiragem – que não tem cura, pois também a fórmula mágica verdadeira está no caráter, na honestidade e vontade de cada um. E não apenas àqueles que aprenderam a conviver com Woltagens de agraves interiores tão naturalmente. Mentir já não é mais um pecado assim. Passou a ser mesmo um estado de benefícios e conveniências! Não duvidamos daquilo que mais pode sair de dentro dessa cartola isso já abominando o saco de maldades disfarçado de governo.

Depois da tempestade em ´´Dilmês´´ que ainda sonha voltar e retornar a mandar junto aos seus súditos, mandatários e rastreadores cabe o dizer, ´´Fazer o bem não custa nada ou mesmo não olhar a quem até no rabo de olho?´´ Porém, é preciso que tomemos alguns tipos de cuidados. O principal deles é não cometer certos exageros para não acabar fora dos eixos, cuidando para não ficar uma vez mais é no prejuízo!

– Mas como? Mais um lote de delações premiadas para hoje? Já não estamos em falta é com o vazio de tornozeleiras no almoxarifado...
– Melhor então da gente cuidar do retoque e reposição no alinhamento das genéricas que vem muito mais surpresas por aí. Se o Marcão Odebrecht resolver abrir o bico, pulando a vez do Eduardo Cunha, o bicho vai pegar! E te cuida, Jacaré...
 
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De cara só não vamos nos esquecer de pular as sombras, as aspas, os colchetes com a larga tiragem das reticências e ricochetes (do verbo richochetear) em andamento. Sem sombras de dúvidas, é claro! Porque o resto, certamente, são avalanches e compras de comida, por exemplo, em exagero por governadores em exercício e merendas alternativas. Tipo ´´Fit´´ Goela Bucal – garganta abaixo. Mas que cesta básica foi aquela do governador pivô do Rio, Francisco Dornelles, para alimentar tantas bocas nervosas do bom e do melhor no Palácio Guanabara, heim? Pula.

Maior, menor ou igual atenção daquilo que ´´rola´´ mais sobre o assunto do dia? Segundo o presidente Michel Temer acharam uma luz – de esperança? – no fundo do túnel. Quando de quebra, porém, nada menos pessimista do jeito que a minha espinhela financeira anda caída, terão eles feito algum curso de eletricista daqueles via kit on line para instalar o interruptor de luz em tão hábil tempo em que parte da parede? Nesse breve lascar de conversa as dívidas dos estados e municípios estão afrouxadas. A serem pagas lá na frente como manda o figurino entendido na tabela e caderninho do correto. Penduramos mais uma! Helô-ou...

Abre aspas. Algo que por um breve desabafo, meu oras bolas, também tenho esse direito, mas o que me causa maior espanto em meio à fonte de tantos dados neste tão vasto mundo é a autenticidade com que agem a maioria das pessoas. Tanto que chega até a doer na pergunta disfarçada de resposta. E como se eu já não tivesse repetido isso por aqui nesta coluna, como pode? Fecha aspas e não toquemos sequer por um fio quanto ao impagável, como sempre, ´´Sindicato dos Corruptos Anônimos e Cia.´´ que pode, no futuro, ser revisto. Desde que não haja novo decreto de prorrogação no tocante ao rol de vossas excelências deduradas. Todos são juramentados de calibrados de chapa honestidade à vista. Todos. Sem excessão!
Ora essa, vamos acender uma vela para mais quem dentro de tão meticuloso Senado quando seus líderes pacientes preferem aguardar (pacientes) tudo durante as averiguações. E por que eles haveriam de torrar, então, o restante de pilhas alcalinas – cerebrais – que lhes restam antes do próximo mandato. A ´´Lei da Inércia e Perfeição´´ de enrolamento também exige precisão até por conta de quem recebe sem fazer nada. Coisa que outro sim, outro não, ainda tem o recurso do foro privilegiado por lei! Desde às cuias, as malas e às cucuias, além dos ovos remexidos. Falar, blasfemar mal dos políticos, sou besta, não. Afinal, eles trabalham sério, ´´serríssimos´´ mesmo quando serenos, idem, investigados.

Reprise. Surprise. Nada duros e muito bem afortunados para o que estão lá (querem que repita quem, quais, quãos, ops), coçando, tirando luvas, cafezinhos, cutículas, o enxerto incômodo das unhas com o conteúdo da cera Poliflor dos ouvidos. Patavinas e bá! Que de resto tudo o mais e a priori é mesmo verossímil! Talvez até batendo de chofre com o repente dos possíveis prováveis com os suportos reprováveis!

Fui!   

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Só para desencalhe de conversa e culpa de quem mais porque eu juro que também não sabia de nada, eis a conversa interrogatória a ser dada adiante! Em boca fechada não entra que tipo de inseto voador mesmo? Alhures! Alguém tem que pagar esse pato, verdade? Coisa que se a campanha lá atrás era em favor dos sem-terra, agora adotamos um certo senhor ´´com sítio´´, tríplex e presentes de mais quem ofertado Poe empreiteiras. Presentear não faz mal a ninguém, estamos entendidos?

Nada surpreendente, agora vamos ter até escolha de promotor pelo nosso ex-presidente L.I.L. algo que da Silva, para ser devidamente investigado. No jogo do empurra todo mundo parece que anda fazendo aquilo que bem entende – com a barriga – e dá-lhe justiça a mando de terceiros entre negociatas de bom tamanho. Aqui, tudo é possível” Até senador preso volta a ser senador na classe de Vossa Excelência, excetuando o mal estar da concorrência. Digamos, a chave realmente perdeu-se da fechadura; a sela do seu cavalo. Como a carta não foi entregue, perdeu-se a guerra.

Marqueteiros em voga, pedidos e ameaças de prisão de outros, delações premiadas, quando entre em cena a vez de João Santana! De repente o amigo da Dilma, hã? Como tivemos aquele do Lula, o Bumlai que como todos os demais não sabia de nada, o prato, digamos, os bolsos estão cheios. Quantas ´´Estrelas´´ ainda vão brilhar fica difícil de tentar adivinhar em meio a essa orquestra toda e aonde podemos chegar. Se é que vamos porque freguesia de campanhas eleitorais não vai faltar. Todas ilustres, sem ter culpa alguma no cartório eleitoral. Fiéis? Das mais caóticas alianças partidárias até certo ponto.

– Alguma manobra deles para hoje? Para a gente ver, ouvir e pedir reprise na tevê?

– Certamente que não, Sam! Desse filme/enredo ainda vamos assistir por muito com coadjuvantes de longa data...

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´´De repente é a continuação do dia anterior! Se é que não inventaram algum novo tipo de engate de reprise para isso...´´
Ainda que pela repescagem dos votos, batendo de frente com a simbologia figurativa do ´´nada se cria, se perde, nada se transforma´´,  inventamos fórmulas. Básicas, de saídas emergenciais e/ou não. Ficamos claros? Os ´´grampeados´´ no baile, em tão ´´Honrada Casa´´ que procurem alguém novo tipo de absolvição, de dublê nível Vox popoli de cabaceira de cama, ponta de sofá!

Ademais, no país das CPI´s havemos de concordar em meio a tantas ´´Operações´´ que o Bobo da Corte – sim, esse sujeito que pensam tratar de indeterminado – de bobo não tinha era nada. Coisa que se fizeram dele o tal para colocar todos para rir, porém, adivinha quem? ´´Eu não sei de nada. Herdei de não sei quem até foro privilegiado e estou mandando mesmo em um bando de acovardados de capa preta tamanho U?´´ Uhu...

Já quanto àquele outro, um tal apelidado de João Bobo – quem sabe parente distante do Amigo da Onça, do outro, Sem Braço, há quem duvide que o país ainda vai durar muito para entrar nos eixos, a caminhar novamente nos trilhos do aerotrem. Avançar na Saúde, Educação, Segurança e companhia é a meta. De concreto, ora bolas, só o abstrato. Sem sombra de dúvida novas ´baixas´ no campo ministerial do nosso presidente em exercício, Michel Temer, avança no balanço geral. Perdemos mais um por falta de transparência!

Melhor consultar os astros, a bola de cristal com o que mais vamos ver puxar da cartola? Bolas, os ricos não reclamam. Auto se recolhem! O déficit público está aí para ser recapeado, enquanto seguimos aos marmelos as marmeladas de governo. Temos que preencher melhor o conjunto da obra, afinal! Salvadores renomados e tropas de oposição nós contamos na ponta dos dedos. Nessa, até o Marcelão Odebrecht resolvei soltar o verbo. Limpar o Planalto na vassoura quem sabe ´´janioquadrista´´. Recapeado ou não, mas vai!

Enfim, mais uma vez o dilúvio e os pilares do Brasília, a Capital da Esperança, começam a balançar. Quem esconde o que ou o que mais os ratos vão ter para roer fica à deriva. A lista é enorme, dizem! Se sobrar um retomaremos a esperada bonança em terra dos sem fim. Esperamos, invictos, mas morosamente esperamos! E haja tributos na casa dos ´undecimais´ que teremos de pagar como herança maldita. Falem fino ou falem grosso não vamos escapar. Como sempre foi...

– Alguma baixa em andamento para os próximos dias? A ocasião prossegue ainda protegendo o ladrão, Estanislau?

– Certamente! Já está a caminho, é a regra do jogo! Tanto que por essas e por outras tiraram até o José Sarney da tumba e, como aliado de contra voz e na escuta, quem senão o presidente do Senado mas que por descuido da minha parte esqueci o nome dele. Talvez pela ordem das coisas, dos fatores e/ou pelo implante da franja dele.

– Sem dúvida. Dizem que o bloco seguinte vai estar imperdível...

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Maior, menor, igual credibilidade para a nova cara de governo pós um breve, porém, longínquo afastamento da Dilma Rousseff que ainda continua subindo pelas paredes/palanques junto aos seus aliados e fieis batedores? Haverá ´´clamor´´ para ela? Quantos milhões, além dos 170, 5 bi não devem estar embutidos por aí rm contas externas. Numa breve rima em forma de pergunta: ´´E agora Romero Jucá, de que lado Vossa Excelência está?´´ Uáu! Um milhão e meio para atravancar a Lava Jato! Baixa no Ministro do Planejamento logo de entrada?

Certo modo, de volta aos cavalheiros enriquecidos à essa altura e que vão buscar colocar ordem no desmonte em que o país está, ora essa. Lógico, os fins talvez ainda justifiquem os meios/mensagens. Grosso modo, precisamos urgentemente voltar a crescer enquanto a incontinente equipe de senadores contrariados segue no mesmo teclado. Lógico, pois, tem que cobrir seus postos até o minuto do martelo final. Fazer o que quanto a essa pendência via herança maldita que foi proclamada. Os resmungos, ora essa, correm países afora.

Frente a tamanhas redes de denúncias seguimos invictos num verdadeiro rebuliço. Disso não dá mais para ter dúvidas sobre dúvidas. Algumas deles, senão todas, na onda do ´´nunca antes´´ que virou carimbo político. Negar já virou também, e isto sim, a lábia da praxe do assunto. Imaginar alguma excelência denunciada assumir a culpa tornou-se impossível de ser encontrado nas gôndolas de siglas políticas. Afinal, sequer podemos contar com algum tipo de peso por trás da consciência. Isso fora o show extra e bis que deve continuar! Pactos entre escutas e mais escutas estouram aos montes, sem deixar de afrouxar o cano do ladrão. Para que não vaze mais, claro! Afinal, os áudios foram inventados para tal finalidade, concordamos.

Mais golpes de mestres em andamento para o próximo round? Os holofotes, quando muitos sonham nada a temer, o foco das atenções está sendo direcionado! Afinal, nenhum deles, da tropa de força em cena, quer perder a pose. Vieram e foram escalados para apunhalar a queda de braço junto a inflação e toda parafernália que pegamos. Viramos história do país rico e educativo no fundo do poço. E alto lá! Com Michel Temer em exercício não há nada a temer, repetimos. Hostilidades existem? Sem sombra de dúvida precisamos de uma nova política com urgência! Se a ordem é cortar os gastos para que ficar jogando dinheiro onde não se deve. Quanto menos dentro do cofre bem como do balde de ´´Aquários´´.

Filosofando um pouco a coisa, um dos segredos também consiste em conseguir manter a ordem, o equilíbrio das coisas. Do que rege os fatores – em todas as nossas etapas. Se é que podemos ficar, pelo menos em parte, entendidos. Já que há males que não podem ser cortados em definitivo pela raiz não custa rosnar um pouco mais daqui para adiante! Ainda mais no tocante àqueles que estão relacionados aos números!

– Então, com isso tudo o que está em jogo, apostamos em uma nova eleição? Temos candidatos em cheio e de bom tamanho para isso?

– Que nada, temos sim é muita vista grossa! E imagine só em poder contar com um time 99,9% correto, a chatice que seria. Nada de corrupção, ´´mordidas´´ altamente financeiras por baixo dos panos, país limpo, o adeus ao montante de regalias, quóruns privilegiados, gastanças...

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´´Bem ou mal colocado, ele continua sempre o mesmo´´.

Explicativas a partir daquilo que estava escrito (e bem longe das estrelas?), ou que reescrito para as novas páginas do dia dentro do nosso calendário Brasil via mundo, para muitos não faltou espaço – até blasfêmias de refúgios descabelados – em querer tirar o ´´mimimi´´ da boca. Um zero de lado, compreendemos, idem, daquele indivíduo chato que não tem vez! E se tem vem pela ordem da forçada, do pau mandado em trocadilhos!

Tanto que capítulo quase bem dizer adiante e de flash não podia passar em vão às vésperas de votação de impeachment no Senado, se viria ´´cair o pano´´ ou lançar nas lacunas do esquecimento, wow!, contamos lá com um desconhecido ´´bode expiatório´´, sombra?, talvez de penúltima hora, para assinar aquilo que não tinha sequer lido ou pouco menos escrito e anular tudo o que havia sido votado. Mais votos ao Waldir Maranhão, o então aqui atribuído como aquele do fio de bigode, do ´´bigode expiatório´´, o interino investigado do PP Progressista pela ´´Operação Lava Jato´´, que sequer quis responder a perguntas da imprensa? O igual aliado daquele que mexeu com todos os pilares de Brasília/país, Eduardo Cunha?

Como diria qualquer outro leigo no assunto em tentar explicar mais uma tentativa de rasteira pró na Dilma Rousseff, o Jacaré (ou em Dilmês, tal ilustraria ela) e/ou a ´jacaroa´ se deu mal. Se deu bonde, negativo. Deu bode, repetimos! Os gritos na Casa ficaram mesmo por conta dos resistentes ora denunciados que devem estar se rebolando, esgoelando, batendo as cabeças no reboque das paredes até o presente. ´´Golpe, não há golpe. Mas sim golpismo baixo em vários escalões ainda a serem desvendados´´. E mais! Se esse ainda continua sendo amigo desse é bom ficarmos doravante de olhos abertos. Sincronizados! Porque dormir com um deles só (e apenas) pode gerar sempre em rumores na calada da noite! Claro, a coisa da máquina tendente a entrar, emperrar e desemperrar a cada nova estação, há que surgir.

Mais surpresas? E é por isso que eu vivo repetindo assim e assado, assino acima/abaixo e para os lados caso seja necessário, que na vida política, como em diversos outros setores, ´´vão se os dedos, ficam os anéis, as alianças – mesmo aquelas encolhidas, carcomidas e/ou enferrujadas no balcão de ofertas. Por onde separar o joio do joio ainda cabe e caberá muito em questão. Haja vista (grossa, fina, daquelas disfarçadas, colocadas ao cabeçalho da questão) dos companheiros ´´sem noção´´ também não vão desaparecer. Certamente, teremos notícias a ganhar estradas, mundo e votos, de votos adjacentes, confirmados em urnas e afins!
- Avança, Brasil!

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´´Reprogramar também é preciso. Inovar, clicar, zapear, mais ainda!´´


Segue o lema dilema, ´´quem vê tevê sabe como resumir, se esgoelar, opinar porque! E há algo de mais esperançoso para ser resumido com o aguardado capítulo do dia seguinte? Salvem os controles remotos, o Bombril, o sinal analógico para a lógica do assunto, bem como dos médios e longos plasmas, que estamos aí para o que der e vier. Quem tiver olhos, ouvidos, nariz e boca, que grave mais uma nuvem – de fumaça – passageira. O resto precisa ser reinventado! Em javanês, em albanês e em português nos entendemos...

Por outro lado, e só para não fugir do assunto, incrível afirmar com todas as letras das pessoas boas, honestas. Tanto que dia destes fui inventar de entregar o ouro para o bandido e acabei na calçada da amargura, de mãos abanando. Note. Isso é vero! Sucede – no idem da praxe – que na vida, como na sorte (favor não contar com aquela dos palitinhos, sim?) que existe sempre alguém preparado para puxar o nosso tapete em todos os setores.

Quando não, nesse caso do ora acima citado, surge a velha falsidade ideológica misturada à tal cronológica. E isso é batata. Patavinas! Pois lidar muito tempo com a velha e batida ´´Técnica do Esquecimento´´ e da pseudo ´´Habilidade da Inércia´´ em não fazer nada, lembremos, que isso não é coisa só para político, não. A cusparada não apenas no prato que se comeu parece estar ganhando/visando novos alvos. Lágrimas de crocodilo perto da vingança do prato que se come frio até na lista de gôndolas de supermercado ainda funciona. Discretamente, mas, digamos, na ênfase do breve desabafo funciona que é uma maravilha de Senado. Ops!

Como? Mais um dos nossos meros expoentes ao acaso, só para não perdermos o espaço, ´´pense, logo, persista?´´ Bom. Sucede também que se a ´Teoria do Relógio Parado´ com aquele que trata sobre a do ´Vidro Quebrado´ ambas se relacionam em dias de hoje. Tamanhas as ´Operações´ contra a corrupção Brasil ganhamos de qualquer outro país sobrenível/desnível ´´Mãos Limpas´´ à base de muita pizza bem mal fatiada. Culpados? Certamente, não há culpados na listagem que acompanhamos na tela, na esfera e na velocidade dos plantonistas das redes sociais na rapidez em copiar e colar a notícia para ser breve, muito que brevemente, curtida. O plágio, pois sim, e neste merecido caso, ultrapassa o universal.

– Então, nada mais e além de uma nova linha sobre o tal desmembramento da coisa governista por aqui? Note que isso está sendo para lá de histórico que a bola de arame farpado. Largar o osso em questão, impossível!
– Que nada, melhor acompanhar de bico meio que calado. São todos inocentes. Vai que dia destes algum deles caia na real e dedure todo mundo numa tacada só, sem exigir delação premiada alguma todo mundo estaria salvo. Denuncias, se temos, é ligar o aparelho televisivo e deixar a fumaça rolar. Certo modo, da fumaça até mesmo parar de sufocar. Vai vendo...

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