NATAL PRESS

 
 
Tem início na próxima sexta-feira (16), no Centro de Convenções da capital potiguar, a segunda edição da Campus Party Natal, considerada a maior experiência em tecnologia e informação do mundo. Cerca de 60 mil pessoas devem passar pelo evento ao longo dos três dias de intensa programação.
 
Autor da lei de número 6.789, que instituiu a Campus Party no calendário oficial de Natal, o vereador Sueldo Medeiros (PHS) acredita que a segunda edição vai consolidar a cidade como sede do evento. 
 
"Estamos muito entusiasmados. A primeira edição já foi um tremendo sucesso e plantou sementes importantes. Teremos em 2019 cerca de seis mil campuseiros, 350 horas de conteúdo e 60 mil pessoas circulando pelo evento ao longo dos três dias. É uma oportunidade única para estudantes, pesquisadores e pessoas que pretendem conhecer de perto as últimas novidades tecnológicas do mundo", destacou o parlamentar.
 
A fixação do evento no calendário da cidade ajudou o vereador a aprovar recentemente outro projeto na área de tecnologia. A Câmara Municipal de Natal promulgou a lei de número 588, também de autoria de Sueldo, que inclui a robótica como atividade complementar na rede municipal de Natal. 
 
"Nada pode acontecer de maneira isolada. Estamos batalhando por uma cidade mais moderna e conectada com as tendências que são vistas no mundo inteiro. Queremos transformar a nossa cidade em referência em tecnologia e a Campus é peça fundamental nesse processo de desenvolvimento", explica o vereador.  
 
O evento é dividido em três áreas principais. A Open Campus é gratuita, com Startup & Makers, Campus Future, Educação do Futuro, Roboticampus, Drones e Simuladores. Enquanto isso, a Arena é a área paga do evento, com palestras, workshops, hackathons, além de bancadas com internet de alta velocidade. Por fim, o Camping é a espaço reservado para as pessoas que compraram ingresso com camping. Barracas, duchas, e um espaço wellness para cuidados com a saúde e bem-estar ficam à disposição.

Com o objetivo de desenvolver projetos relacionados à energia eólica e à distribuição de energia elétrica, através de aplicativos e protótipos inovadores, a primeira edição do Hackathon Neoenergia UFRN será lançada no Instituto Metrópole Digital (IMD), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), no dia 1º de agosto.

O evento, que vai ocorrer a partir das 19h, no Auditório B-205 do IMD, será realizado em uma palestra, na qual serão explicados todos os detalhes do Hackathon. Na mesma data, será disponibilizado o link de inscrição para os interessados em participar da competição, o que poderá ser feito sem pagamento de taxa.

O Hackaton acontece entre os dias 23 e 25 de agosto, também no Instituto Metrópole Digital (IMD), parceiro do realizador, o Grupo Neoenergia.

 

Premiação

A premiação para os três melhores grupos da competição vai somar R$ 17,5 mil, sendo R$ 10 mil para o primeiro colocado, R$ 5 mil para o segundo e R$ 2,5 mil para o terceiro. O público-alvo são alunos de cursos relacionados às áreas de Tecnologia da Informação (TI) e Computação, além de Administração, Engenharias e Design.

O Hackaton acontece por meio da formação de equipes multidisciplinares, com capacidade de solucionar problemas que envolvem energia eólica e distribuição de energia elétrica.

Os desafios serão apresentados pelo Grupo Neoenergia, que vai disponibilizar especialistas do setor para auxiliar os participantes. Além disso, haverá dados disponíveis e professores da UFRN que poderão apoiar as equipes.

O professor Leonardo Bezerra, um dos organizadores do evento por parte da UFRN, afirma que o Hackaton é importante para os estudantes, pois proporciona um contato mais próximo com o mercado de trabalho, que precisa de profissionais específicos da área. “As empresas querem uma aproximação com o ensino superior, pois o setor de energia eólica precisa de engenheiros para trabalhar na área, que representa um tema relativamente novo para a Universidade”, afirma ele.

Após uma programação intensa de apresentações e disputas, a primeira fase do HackFest MPRN 2019, maratona de desenvolvimento de tecnologias voltadas ao combate à corrupção, foi encerrada no último sábado (20). A ocasião foi marcada pela classificação dos cinco melhores projetos cidadãos, que passarão a concorrer, na segunda fase, a prêmios que somam R$ 10 mil.

A maratona, promovida pelo Ministério Público do RN em parceria com o Instituto Metrópole Digital (IMD), classificou os grupos de estudantes BiopsiaR, Spellcodes, Elefante Branco, Tedesco Software e Pandora Team.

Segundo o professor Nélio Cacho, responsável pelo evento no IMD, o resultado foi bastante positivo. “Acho que foi um sucesso, com 680 participantes e diversas palestras, além de excelentes projetos na maratona”, avalia ele.

De acordo com o edital da competição, também conhecida por hackthon, a classificação é “zerada” na segunda rodada, de maneira que todas as equipes voltam a competir em igualdade de condições. Nessa segunda fase, as equipes – formadas principalmente por discentes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) – terão 30 dias para desenvolverem, na prática, as soluções idealizadas na primeira etapa do evento.

Projetos cidadãos

Segundo o professor Nélio Cacho, os projetos classificados são plataformas de análise de dados e aplicativos de denúncias públicas. A proposta é unir a criatividade e a ciência para elaboração de produtos inovadores, capazes de auxiliar órgãos públicos no combate à corrupção.

Para isso, durante o evento, cada grupo recebeu de membros do MPRN e do Tribunal de Contas do Estado (TCE) uma série de problemáticas que nortearam o trabalho dos estudantes durante a disputa.

“Vários promotores e fiscais do Ministério Público e do Tribunal participaram. A proposta era que cada grupo pudesse desenvolver projetos tecnológicos que sanassem uma ou mais das problemáticas levantadas por essas pessoas”, explica o professor.
Dentre os temas expostos, encontravam-se, por exemplo, o de cruzamento de dados, e o de dispositivos de comunicação direta entre o cidadão e os órgãos públicos de fiscalização.

Competição

Participaram da competição 16 grupos de estudantes, que somaram um total de 75 pessoas. Com atividades que iam das 8h às 22h, o hackthon teve início na quinta (18) e seguiu até a tarde de sábado (20).

Cada projeto apresentado foi julgado conforme os critérios de criatividade, potencial de impacto, completude e viabilidade. Para julgar as soluções tecnológicas, estiveram presentes membros do MPRN, IMD, Controladoria Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU).

“Foram muitos projetos apresentados, mas alguns não se mostraram viáveis. Isso contribuiu para o julgamento final. Essas soluções serão postas em prática pelo MPRN e, portanto, devem obedecer o critério de viabilidade”, comenta Nélio Cacho.

HackFest 2019

Ainda de acordo com o professor Nélio Cacho, a participação de estudantes na maratona é um resultado positivo, pois, a partir dela, é possível perceber como a Universidade vem contribuindo para suprir as necessidades de formação na área de Tecnologia da Informação (TI). “O Metrópole Digital tem uma forte formação no que diz respeito à ciência de dados, inteligência artificial e processamento de grandes dados. Então, certamente eles (os maratonistas) estão bem apoiados no conhecimento que eles viram no curso e estamos confiantes que desenvolverão ótimas soluções”.

Além da disputa em TI, o HackFest 2019 também contou com uma série de palestras e debates, que discutiram temas como investimentos em TI, cidadania, design, entre outros. Segundo Nélio Cacho, dado o retorno positivo do evento, a organização já prevê uma segunda edição para o próximo ano.

A primeira edição do HackFest MPRN 2019, maratona de programação voltada para a criação de projetos tecnológicos de combate à corrupção, começou nesta quinta-feira, 18, nas dependências do Instituto Metrópole Digital (IMD). Realizado pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), em parceria com o IMD, o evento se estende até o sábado, 20, com a participação de programadores, estudantes e profissionais ligados ao desenvolvimento de softwares.  No último dia, serão conhecidos os três melhores projetos apresentados, que serão premiados com valores que somam R$ 10 mil.

A abertura do HackFest foi realizada pelas autoridades do MPRN e de entidades parceiras, e contou com as presenças do procurador-geral de Justiça do Rio Grande do Norte, Eudo Rodrigues Leite e do reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), professor Daniel Diniz.  Ao saudar os participantes  ele agradeceu a organização do evento e destacou o número de equipes inscritas, 16 ao todo.  Em seguida, ressaltou a importância de eventos como o HackFest, segundo ele, “oportunidades para aproximar da sociedade tanto o Ministério Público como a Universidade.” Sobre o objetivo da maratona disse: “Esses protótipos de aplicativos que aqui serão desenvolvidos, destinam-se aos cidadãos comuns, para que estes possam, através do controle social, contribuir com o combate à corrupção. São 16 equipes, então teremos necessariamente 16 soluções tecnológicas.” 

O reitor da UFRN, José Daniel Diniz, além de destacar a importância científica do evento, ressaltou que a maratona poderá proporcionar ações cidadãs. Sobre a participação da Universidade, por meio do IMD, disse ser motivo de reconhecimento e prestígio. “Aqui teremos um movimento tecnológico, cujo propósito remete ao combate direto à corrupção. Então, serão três dias destinados a essa nobre finalidade e, como reitor da Universidade, que tem primado por zelar pela boa administração pública, devo confirmar meu entusiasmo e minha alegria com essa realização aqui no nosso Instituto Metrópole Digital”. 

A programação da manhã teve continuidade com as palestras magnas “O Conselho Nacional do Ministério Público e o Combate à Corrupção”, ministrada pelo promotor de Justiça Octávio Paulo Neto, e “Investimento em TI e inovação no âmbito do MPRN - resultados e perspectivas”, conduzida pelo procurador-geral, Eudo Rodrigues. 

Também estiveram presentes na abertura do evento o senador Jean-Paul Patres, o conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público Federal (MPF) Sílvio Amorim, o superintendente da Controladoria-Geral da União (CGU), Marcelo Borges, a superintendente da Polícia Federal do Rio Grande do Norte (PFRN), Tânia Fogaça, o chefe da Procuradoria Regional do Trabalho no RN, Luís Fabiano Pereira, e o promotor de justiça Rafael Galvão. 

Contribuições

De acordo com o professor Nélio Cacho, que faz parte da organização, a maioria das equipes inseridas no hackthon são formadas por profissionais oriundos dos cursos do IMD, em especial, e da UFRN de modo geral, dado que, segundo ele, permite perceber como a Universidade vem contribuindo para suprir as necessidades de formação na área de Tecnologia da Informação (TI).  

Já para o vice-diretor do IMD, professor Adrião Duarte, a parceria com o MPRN para a realização do HackFest marca mais um passo nos avanços e contribuições que o Instituto vem promovendo em relação ao âmbito jurídico potiguar.   “Para o Rio Grande do Norte, o evento tem uma importância muito grande. Primeiro, a Tecnologia da Informação, por ser uma área transversal, ou seja, aplicada em diferentes setores, têm encontrado na área jurídica um elemento fértil para o desenvolvimento de novas tecnologias, que auxiliam a prática em diferentes setores, desde a tramitação de processos até a organização institucional”, avalia o vice-diretor. 

Paralelo à maratona, o Hackfest conta com uma programação com painéis e palestras sobre corrupção, finanças públicas, transparência e controle. Entre os expositores, Juliana Sakai, Diretora de Operações da Transparência Brasil, e Daniel Bramatti, Editor de Dados do jornal O Estado de São Paulo.

Para mais informações, acesse o site do evento.

Foto: Arquivo/Parque da Cidade

Neste sábado, 20 de julho, comemoram-se o que, talvez, seja a realização mais grandiosa de toda história da humanidade: o primeiro pouso tripulado na Lua. Uma conquista que vai muito além dos Estados Unidos, a nação autora do feito, sendo resultado do esforço de centenas de milhares de pessoas – e de um sonho coletivo de muitas gerações por todo o planeta. Durante este mês, em diversas cidades do Brasil e do mundo, entusiastas da exploração espacial estão se reunindo para relembrar a Apollo 11, como era chamada a missão espacial que levou os astronautas Neil Armstrong, Michael Collins e Buzz Aldrin até o satélite natural da Terra, em 1969.

Em Natal, os grupos de astrônomos amadores SPACE (Sociedade Potiguar de Astronomia e Ciências Espaciais) e ANRA (Associação Norte Rio-grandense de Astronomia), com apoio da Planetary Society, ONG internacional fundada pelo astrônomo Carl Sagan, vão celebrar o feito internacional no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, na tarde deste sábado (20), a partir das 15:30h. e vai sortear kits ligados à Exploração Espacial.

O Parque da Cidade tem se destacado cada vez mais como um espaço de preservação ambiental que além de proporcionar lazer e descanso para o natalense, sempre em contato com a natureza, também possibilita aprendizado e lazer cultural. O evento tem entrada franca e o estacionamento no Parque também é gratuito. Para mais informações, é só entrar em contato com os realizadores do evento através da fanpage do site “Astronomia no Zênite”: facebook.com/astronomianozenite/.

De acordo com o coordenador do evento, José Roberto Vasconcelos, além dos 50 anos da viagem da Apollo 11, a data coincide com o aniversário de 20 anos do site “Astronomia no Zênite” (www.zenite.nu). "Hoje o mais antigo site de Astronomia amadora do Brasil e criado por um natalense", garante.

Em comemoração aos 50 anos da expedição espacial Apollo 11, que levou o primeiro homem até a Lua, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) realiza um evento de palestras e debates com especialistas no Auditório do Centro Tecnológico das Engenharias (CTEC). O evento terá início às 9h do próximo sábado, dia 20 de julho.

Segundo o professor Julio Francisco Dantas de Rezende, da coordenação do evento, o objetivo é “fazer um registro desta data histórica, que oferece importância cultural e tecnológica mundialmente”. O acesso é gratuito, sendo necessário apenas uma inscrição prévia no formulário do evento.

Dentre os palestrantes confirmados, estão o coordenador do Projeto Habitat Marte, Júlio Rezende (UFRN), e o diretor do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), Fábio Andrade de Almeida.


O empreendimento projetado para receber cerca de 15 mil pessoas está em desenvolvimento a 20 quilômetros da capital do Rio Grande do Norte, em São Gonçalo do Amarante



Com o conceito ‘Viver, além de morar’, a cidade é projetada e desenvolvida com o know-how desenvolvido pela Planet, que une soluções inteligentes em quatro pilares: Pessoas, Planejamento Urbano e Arquitetura, Tecnologia e Meio Ambiente para fazer da cidade um local que oferece qualidade de vida superior aos seus moradores. 

“O projeto oferece equilíbrio entre áreas verdes, núcleos residenciais, comerciais e empresariais e mobilidade inteligente. Nossas cidades são projetadas para serem inclusivas, autônomas e vibrantes, por isso implementamos uma série de atividades como biblioteca, cinema, cursos gratuitos e redes online, que incentivam a economia compartilhada e um novo jeito de viver em comunidade”, explica Susanna Marchionni, CEO da Planet no Brasil.

A segunda Cidade Inteligente Social do Mundo está localizada a 8 km do aeroporto internacional Governador Aluízio Alves, que foi premiado pelo Ministério dos Transportes como o melhor do Brasil na categoria de até 5 milhões de passageiros. A região da Smart City Natal também está situada em uma posição estratégica, sendo o ponto do Brasil mais próximo da Europa e um dos mais próximos da América do Norte. 

A Smart City Natal segue o sucesso de Smart City Laguna, que está sendo desenvolvida no Ceará e conquistou ampla cobertura de imprensa e vendas recordes. Com área total de 170 hectares, Natal iniciou a construção da primeira fase em março de 2019 e até o final do ano deverá receber os primeiros habitantes. Os lotes custam a partir de R$ 299 a parcela.

Investimento
Ao todo, serão investidos R$ 140 milhões. Para desenvolver a Smart City Natal, o Grupo Planet firmou parceria com a Habitax, empresa de urbanismo com forte presença no Nordeste do Brasil. 

Planet  App
O Planet App é o painel de controle da Cidade Inteligente. Os moradores podem baixar gratuitamente o aplicativo nas versões Android ou iOS. Após o cadastro, os usuários têm acesso a todos os serviços da cidade, além de contato com outros moradores, participação em projetos e atividades sociais. 

Uma das funcionalidades-chave é o botão SOS que, quando clicado, aciona os números de emergência pré-definidos pelo morador (parentes ou amigos), permitindo o chamado de socorro imediato, por meio da geolocalização. O aplicativo também mostra, em tempo real, o andamento das obras e o videomonitoramento das áreas comuns da Cidade Inteligente.

O que é uma cidade inteligente social?  
A cidade inteligente social é um conceito desenvolvido pela Planet Smart City que une soluções inteligentes e inovadoras em quatro pilares: Pessoas, Planejamento Urbano e Arquitetura, Tecnologia e Meio Ambiente para fazer da cidade um local que oferece qualidade de vida superior aos seus moradores. 

Ela é social porque tem foco no bem-estar das pessoas e no desenvolvimento de um ambiente inclusivo, harmonioso e colaborativo. A cidade inteligente social é desenvolvida de forma otimizada e, graças à tecnologia desenvolvida pela Planet, pode oferecer preços acessíveis.  

O Hub de Inovação é o coração social da cidade e oferece um local no qual os moradores e a comunidade do entorno têm acesso à biblioteca, cinema, cursos gratuitos e outras atividades sociais. O intuito é que a cidade seja vista como um parque tecnológico que atraia investimentos e gere retornos econômicos para moradores e investidores.

Sobre a PLANET Smart City (www.planetsmartcity.com)
O Grupo PLANET é formado por empresas italianas, britânicas e brasileiras e inovou criando o conceito de cidade inteligente social e que desenvolve soluções tecnológicas para o crescimento econômico e sustentável das cidades inteligentes. Responsável por idealizar o projeto piloto Smart City Laguna, a primeira Cidade Inteligente Social do Mundo, que está sendo construída no município de São Gonçalo do Amarante, no Ceará/Brasil. Seus fundadores possuem 25 anos de experiência no mercado imobiliário e na construção civil, nacional e internacional.


Para saber mais: 
www.planetsmartcity.com
www.smartcitynatal.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/PlanetSmartCityBR/
Instagram: https://www.instagram.com/planetsmartcitybr/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCTeQJxwvQO7JhLXT341U0SQ/featured

O Instituto do Cérebro (ICe), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), recebe, nesta segunda, 8, um grupo de 37 estudantes intercambistas de 11 países, como Rússia, Turquia, Malásia, África do Sul e México, para conhecer a estrutura e os trabalhos desenvolvidas pelos pesquisadores da unidade.

A visita técnica faz parte de um programa de incentivo à ciência e tecnologia promovido pela ONG AFS Brasil e a British Petroleum, empresa global de energia, e acontece, simultaneamente, em vários países. 

Segundo Eduardo Cerqueira, coordenador do ICe e orientador da visita, esta é a segunda vez que acontece a parceria, a primeira foi ano passado. Ele também acrescentou que neste ano de 2019 os alunos demonstraram um interesse, em particular, pelos projetos das áreas de biociências e genética. 

Uma das alunas do grupo, que é do México e está pela primeira vez no Brasil, disse ter adorado a passagem pelo Instituto do Cérebro. Ela relata que já veio na intenção de aprender mais sobre a área de biomédica e “tudo relacionado ao cérebro” e elogiou  a estrutura, os projetos desenvolvidos e as explicações científicas dos pesquisadores.

wikipédia

 

O lagarto-de-folhiço (Coleodactylos Natalensis Freire) foi descoberto em 1999 pela professora e pesquisadora da UFRN, Elisa Freire, nas áreas remanescentes de Mata Atlântica do Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte e do Parque Estadual das Dunas. Conhecido como o menor lagarto das Américas (medindo em média de 22,2 mm de comprimento rostro-anal), o minúsculo réptil está na lista das espécies ameaçadas de extinção e, recentemente, foi encontrado em grande quantidade pela equipe de manejo ambiental na área de 5 ha do antigo Horto Pitimbu, que foi incorporada no ano passado ao Parque da Cidade e onde agora funciona o Centro de Pesquisas e Experimentos da Mata Atlântica - CEPEMA.

O fato foi comunicado à professora Elisa Freire e passou a fazer parte da pesquisa de Pós-Doutorado do Dr. Raul Fernandes de Sales, com supervisão da pesquisadora pioneira. O relatório do estudo destaca que a quantidade encontrada naquela área é 27 vezes maior do que a estimada para as demais áreas da Unidade de Conservação do Município de Natal. “Considerando o número absoluto de indivíduos estimado para a área do antigo horto (6.800 indivíduos) e o número estimado para toda a área do Parque (22.700 indivíduos), a área do antigo horto, que constitui apenas 1,5% da área total do parque, abriga cerca de 29,9% da população de Coleodactylos Natalensis Freire”, revelam os pesquisadores.

Mas, o que seria motivo de alegria por importante descoberta para o meio ambiente, causa apreensão aos pesquisadores que alertam: “a enorme abundância da espécie naquela área de mata alta é um fato preocupante e não significa um bom estado de conservação para esta espécie ameaçada de extinção, tendo em vista que vários estudos, especialmente com lagartos, têm atribuído abundância anormal de espécies como característica de enclaves (território com distinções políticas, sociais e/ou culturais cujas fronteiras geográficas ficam inteiramente dentro dos limites de um outro território) de floresta e de florestas relictuais perturbadas, correspondendo a desequilíbrio em populações e consequente ameaça  à conservação da espécie”. Por outro lado, diz o relatório, “os resultados até então obtidos evidenciam a importância da preservação da área para a conservação do lagartinho-de-folhiço, espécie ameaçada da Mata Atlântica potiguar e dependente da mata preservada”.

Diante das indicações dos pesquisadores, o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, que já tem a atribuição de preservar e conservar a fauna e a flora existente no local, está tomando todas as providências para garantir a preservação da espécie e uma delas é evitar o trânsito de pessoas na trilha do lagartinho-de-folhiço, que foi criada recentemente e destinando outras áreas do CEPEMA para a visitação de grupos de pessoas. “A trilha do lagartinho-de-folhiço será utilizada com cautela pelos funcionários setor de manejo do Parque da Cidade e ficará reservada para pesquisadores. A outra área, onde foi criado um espaço de visitação, de convivência e de conhecimento será mantida para visitação de grupos previamente agendados pelo telefone 3232-3207”, garante o gestor do Parque da Cidade, Carlos da Hora.

                                                    Sobre o lagarto-de-folhiço

De acordo com o Wikipédia, o lagarto-de-folhiço é uma espécie característica das florestas, sendo comumente encontrado por entre o folhiço da mata. Já foi observado que este animal põe apenas um ovo por ninhada, têm habitos diurnos, alimentam-se de isópodos, habita locais onde há pouca incidência solar, como uma forma de evitar a desidratação por ser uma espécie diminuta. 

 

Foto: Arquivo/Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte

O professor José Dias do Nascimento, do Grupo de Estrutura e Evolução Estelar (GE3), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ministra, nesta quinta-feira, 27 de junho, a aula especial Aniversário de 50+ anos da Missão Apollo 11 e os passos gigantes na Pesquisa em Física Espacial & Exoplanetologia.

A aula faz parte das atividades do mestrado acadêmico em Ciências e Tecnologias Aeroespaciais (PPGEA), da Escola de Ciência e Tecnologia (ECT), e irá abordar os fatos históricos desde as pegadas na Lua, passando pelo  aniversário de 50 anos da Missão Apollo 11, até o projeto do telescópio lunar para a detecção de campos magnéticos e emissões de rádio provenientes de exoplanetas distantes. 

Ao final, o professor José Dias também irá expor suas conclusões em torno da pergunta: seriam os observatórios lunares o próximo passo gigante da pesquisa em astrofísica e, particularmente, em exoplanetologia? 

A aula especial do PPGEA sobre os 50 anos da Missão Apolo 11 será ministrada na Sala 8 da Escola de Ciência e Tecnologia (ECT), às 15h. Na ocasião, também serão apresentadas propostas de projetos de pesquisa para mestrandos em Física Espacial do PPGEA. 



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